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Plastic Fire [New Songs Up and New Myspace]



Last Updated: 12/14/2009

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December 1, 2009 - Tuesday 
DEZEMBRO

06/12/09 - (domingo) @ Audio Rebel - Botafogo com
MEINHOF(Reino Unido),Pés Desçalços e outras,...

BAIXE AGORA E.XISTÊNCIA P.ARCIAL(08)!!!



19/12/09 - (sábado) @ Planet Music - Cascadura(RJ) com Dead Fish,Repudio,Against,Norte Cartel e Transdid

AGENDA DE DEZEMBRO!!!
20/12/09 - (domingo) @ Espaço Cultural Rock+ - São Gonçalo



27/12/09 - (domingo) @ Audio Rebel - Botafogo com Mc Marechal

December 1, 2009 - Tuesday 
AMIGOS CONFIRAM A RESENHA DO NOSSO AMIGO RICARDO T. QUE ESCREVE NO ZINE ONLINE CHIVETA , QUE É MUITO BOM POR SINAL!!!

  • 19 de Novembro
  • Musica

..PLASTIC FIRE

O quarteto carioca Plastic Fire tem apenas três anos, mas desde 2008 vem chamando a atenção no cenário hardcore nacional, quando começou uma divulgação intensa de sua música. Logo o grupo lançou seu primeiro CD, “E.xistência P.arcial”, e colhendo os frutos passou a excursionar pelo país, a princípio pelo Sudeste – sozinhos recentemente ou na Dirty And Real Tour ao lado dos capixabas Auria e paulistas Preludio.

Não que isso seja relevante, mas é bom dizer que tal qual o trio americano Whole Wheat Bread, Reynaldo (voz), Puruca (baixo), Daniel (guitarra) e Erick (bateria) são negros e contrariando o preconceito racial muitas vezes dentro do próprio cenário onde estão inseridos, lutam e se sobressaem graças ao seu talento e perseverança.
O disco abre com "Contra o Tempo" que tem cerca de um minuto e, quase que como entrega o título, lutando contra o tempo o vocalista Reynaldo dá seu recado. Na mesma pegada é “Responsabilidade”, curta, mas ainda assim não baseada/limitada à velocidade.

Com letras em português e, de certa forma, lembrando o Dead Fish da época do "Sonho Médio", o PF segue a linha melódica do hardcore, mas com conteúdo a passar, e, principalmente, questionamentos a fazer. “Há o Amanhã?”, “No Ar”, “Entre os Degraus” e “Futuro” são assim.

Lançado numa verdadeira cooperativa hardcore – reunindo o apoio de Ant-Discos, Necrose Música, Two Beers Or Not Two Beers Records, FR Discos e Jondongo Records (do Peru) –, o álbum acaba de ser disponibilizado para download gratuito e encerra com “Negativo”, faixa marcante que traz diversas reflexões sobre a vida contemporânea. Por falar nisso, no encarte o Plastic Fire deixa um recado: “Ouça com o cérebro, pense com os ouvidos”. Pensemos então!

Contatos: bandaplasticfire@hotmail.com

Fotos: Mauro Pimentel
Por. Ricardo Tibiu

November 28, 2009 - Saturday 
July 24, 2009 - Friday 
ESTAMOS COM NOVO BATERISTA!!!
Estamos muitos felizes com a entrada de Felipe ''Tartaruga'', que tocava na Free Radio(RIP).
Ótima banda por sinal.
confere ai: http://www.myspace.com/freeradiohc

NOVO MERCH PELA NECROSE , CONFIRA :

http://www.necrose.com.br/
http://www.necrose.com.br/
http://www.necrose.com.br/


é chegado o mais novo fim de uma era, uma era de felicidades e tristezas cujo fim dá origem a uma nova fase de incertezas, cabeças inchadas e muito trabalho.

tudo poderia acabar aqui, mas não vai. NÃO VAI?

onde este novo ''NOVO'' vai dar? como vou saber, se estou jogado nisto tudo, rodando no meio deste turbilhão q nunca deixei de ser, apesar de ter por tanto tempo fingido muito bem me superar com as falsas certezas do cotidiano?

tudo vai dar certo?
iremos voltar a funcionar?
teremos nós a coragem de nos deixarmos mais fortes após este novo tombo?

COMO VOU SABER ME RESPONDER?

tudo o q sei é q este é o fim de tudo como conhecemos até poucos instantes atrás. e se ''tudo deve mudar'', agora é a mais exata hora de nos mantermos aqui, de pé.

...SORTE AOS Q VÃO, FORÇA AOS Q RESTARÃO...

REY,PF
July 24, 2009 - Friday 

Plastic Fire comemora três anos de carreira

Posted by revoluta On July - 8 - 2009
Até outro dia não passavam de garotos. Jovens que liam sobre turnês e discos de suas bandas preferidas até que três anos atrás se inicia a história. Primeiramente com duas guitarras e agora numa versão mais enxuta e agressiva, o Plastic Fire, banda carioca que além de lançar seus discos e organizar shows na cidade, vem percorrendo o país promovendo seu primeiro registro chamado “E.XISTÊNCIA P.ARCIAL” que esbanja na sua contra-capa um símbolo do empreendorismo da banda: os oito selos que lançam o disco!
Você já havia ouvido falar de uma banda brasileira que tenha sido lançada por um selo peruano? Nem eu, antes de conhecer o trabalho desse grupo, que se auto-intitula: “Cota racial invertida”.
Confira esse rápido bate-bola feito com o guitarrista, Daniel Avelar sobre os três anos de muita inquietação do Plastic Fire e entenda o lance da cota através das fotos.
Por Mauro Pimentel
Fotos por Mauro Pimentel

pf11 – Conte um pouco do início do grupo. Como se encontraram? O que os fez se unir?
Primeiramente, três dos integrantes da primeira formação estudavam juntos e moravam (moramos ainda) perto um do outro junto do fato de nos encontrarmos diariamente para ouvir música, tocar um violão e beber uma cachaça. Essas coisas de rockeiro jovem sabe? A partir daí montamos o PF no intuito de tocar o que a gente gostava de ouvir. A união veio da amizade que ainda funciona como uma “filosofia”, um pré-requisito para integrar a banda até hoje.
2 – Vocês tiveram seu disco lançado em diferentes lugares, incluindo outros países. O contato, é claro, foi feito através da Internet. A ferramenta é utilizada por todos mas como fazer um bom uso da mesma?
Nosso CD está sendo lançado no Peru, Argentina e Portugal. Para conseguirmos os selos de fora do Brasil foi tudo pelo MySpace, entrando toda hora, mandando vários mensagens as quais aguardávamos ansiosamente as respostas.  O processo é bem chato mas vale apena. Falando nisso estamos para sair em mais duas coletâneas, uma no Peru (JONDOGO REC.) e outra na Argentina (SAP PUNK).
3 – Qual a maior roubada e a viagem inesquecível?
Roubada fora do estado ainda não teve não. Felizmente todos os shows pelo sudeste até agora foram legais com destaque para o do festival em Uberlândia, que tinha casa cheia e no qual conseguimos nossa primeira grande ajuda financeira, a qual auxiliou na viagem para os shows de São Paulo. O último show em Vitória (ES), em Abril ou Março desse ano, foi ótimo devido ao fato de reencontrarmos amigos que estavam na primeira passagem da banda pelo estado em meados de 2007. Em São Paulo tivemos a honra de ver o Rodrigo (Dead Fish) em um show ”nosso” junto dos amigos do AURIA(ES) e PRELUDIO(SP).
pf24 – 4 – Através da alcunha CHC Produções, vocês do PF vem fazendo shows em diferentes lugares do Rio de Janeiro. Como é estar do outro lado “da força”, ser o produtor do show? Ainda temos oportunistas que se intitulam “produtores culturais” pela cidade? E o bons exemplos? Poucos, muitos? Se puderem citem.
Particularmente acho bem legal produzir um show. Todo o processo desde de fechar o local para e/ou descobrir um novo local, chamar as bandas sejam cariocas ou de fora do estado ou municipio, fazer flyer, divulgar massimvente pela Internet e nas ruas através das filipetas (que ainda ajudam muito). Todo o processo traz um trabalho pesado mas que nos enche orgulho. Adoramos fazer isso!
Prefiro pegar meu dinheiro e fazer um evento. Infelizmente ainda acontece muito na cidade organizadores que obrigam os grupos a fazer venda ingresso, que é o mesmo que pagar para tocar.
Uma boa galera vem tentando reverter essa cultura nociva, agitando bons e honesto eventos. Posso citar o Vivenciar, Halé, Cervical, Frontal, Nuestro Sangre, Uzomi, Pés Descalços, a banda Os Estudantes e o falecido Ataque Periférico que sem dúvida é a banda na qual mais espelhei-me para fazer os corres da CHC.
5 – Contem sobre o processo de gravação do disco.
Processo bem desgastante, desde a gravação da bateria, passando por guitarras, baixo e voz. Apesar de sempre sentir que ”poderia ser melhor” ou ”que poderia mudar aqui ou ali”, foi o que conseguimos realizar na época, talvez se entrássemos no estúdio hoje ,as musicas estariam diferentes mas estamos felizes com o resultando e isso que realmente importa.
6 – O show de lançamento do disco é o último da atual formação, a
mesma que gravou o álbum, Como a banda lidou com essa repentina saída do baterista Erick Ligneu? Já tem como adiantar alguma informação sobre o novo nome para as baquetas?

Foi um choque. Após conversarmos tivemos que aceitar que não seria possível contar mais com o Erick. Pensei em dar um tempo com a banda mas não tenho direito de fazer isso pois ainda restariam duas pessoas que gostam tanto da banda quanto eu.
As duas semanas que sucederam a conversar com o Erick foram bem delicadas. Pensamos e conversamos muito. Chegamos a ficar bem desanimados pois só no mês de Junho desmarcamos quatro ou cinco apresentações o que dez interromper uma boa rotina de shows, que vinhamos imprimindo. É muito chato mas respeitamos a opinião dele e procuramos entender que não seria mais possível continuar como estava. Já fizemos testes com dois amigos. Tenho fé que em duas semanas estaremos anunciando o novo baterista.
7 – Agradeço pelo rápido bate-papo e fica aberto o espaço para banda:
Obrigado Mauro pelo espaço e continuem com o bom trabalho na Revoluta!
Para saber mais sobre a banda:
E-mail para contato:
bandaplasticfire@gmail.com
parmameister@gmail.com (Daniel)
Músicas: www.myspace.com/plasticfire
Fotos e agenda: www.fotolog.com/plasticfire
Telefone: +55 21 86944869


09/07/2009

ENTREVISTA COM PLASTIC FIRE

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1) “Somos uma banda de Hardcore cuja amizade interliga, une e fortalece a cada dia mais cada um dos seus componentes e busca sempre superar qualquer barreira que se instale entre nós e nossos objetivos.” No hardcore/punk ter uma banda ultrapassa a idéia de um grupo que somente se propõe a tocar músicas. No trecho exposto fica evidente a idéia de que para vocês uma banda é feita de diversos sentidos, dentre eles, a troca de experiências e convivência com amigos. Pensando nisso, fale-nos sobre a formação da banda e sobre o significado do nome da mesma.....


Antes de mais nada, a gente agradece de coração a proposta da entrevista. ....

Respondendo a primeira pergunta, na nossa opinião, o próprio estilo '' hardcore'' em si, já se propõe isso: uma melhor interação e convivência entre as pessoas. Ter uma banda, nesse sentido, é a exposição de idéias coletivas, onde a convivência pacífica, mesmo não sendo sempre alcançada (aqui entre nós a porrada sempre come, afinal de contas, onde tem mais de uma opinião entre os assuntos, sempre há uma certa discordância) é buscada; é o que nós sempre buscamos. A gente já passou por alguns conflitos, pessoas já se foram e novas pessoas entraram na banda, mas, SEMPRE pensamos em prol da coletividade, sempre visamos essa AMIZADE acima de tudo. Eu, por exemplo, jamais tocaria numa banda onde não estivessem os meus amigos e jamais conseguiria me ambientar bem numa banda onde algo que não a amizade fosse a prioridade. Parece doidera, mas o próprio nome da banda é uma síntese do que significa amizade: é algo explosivo, onde algo que consome é ao mesmo tempo consumido. Plastic Fire significa, metaforicamente (não numa tradução muito ao pé da letra), algo q queima e que se refaz, algo que se extingue e não se limita a uma existência linear, uma amizade para mim é isso, queimar e renascer.



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2) Vocês alegam que suas músicas buscam uma “sonhada sonoridade própria”, todavia, mesmo construindo músicas que os levam ao novo, vocês não se desprendem das “velhas” influências. Fale-nos sobre as influências gerais – sejam elas musicais ou não - que os guiam nas confecções das músicas?


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Todo mundo que começa a tocar, seja em uma banda ou aquele velho violão do pai, acaba fazendo isso, por ter ouvido ou uma banda ou uma canção que acabou despertando aquele sentimento que diz: ''cara, como eu queria tocar/cantar essa canção!!!''. Essa “sonhada sonoridade própria” acaba não sendo o mais importante na gente porque acabamos voltando aquela pergunta: “o que é o novo? quem inventou isso ou aquilo?'' Porque buscar nem sempre é conseguir, mas sempre devemos buscar algo. O que queremos mesmo é que quando uma música esteja pronta, ela esteja sendo o mais sincera possível, que ela seja as nossas palavras, que ela esteja com a nossa cara, como algo q gostamos muito de tocar. As influências são as mais gerais possíveis: uma musica do Ramones ou do Jorge Ben (ergth), uma notícia do Jornal da Globo ou do da Bandeirantes, um livro do Dostoievski ou um artigo do Paulo Coelho, um papo cabeça ou conversa de botequim, ou quem sabe alguma entrevista que nos faça pensar e refletir sobre nós e sobre a banda, quem sabe! O que importa é q as palavras sejam o mais sinceras possíveis!


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3) Sabemos que vocês já tocaram em diversos lugares, dentre eles, Espírito Santo, São Paulo, e algumas cidades do Rio, nesse sentido, é louvável o esforço que vocês fazem para tocar e divulgar a banda. Tocar em diversos lugares não implica em somente compartilhar músicas, mas antes trocar experiências. Fale-nos a respeito dessas diversas experiências que vocês tiveram tocando fora e o que isso trouxe de positivo para a banda.


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Cara, acho a agente toca em todo lugar possível e imaginável. É só ser chamado ou até mesmo se convidar para tocar... euheuheuhe... fora do estado agente tocou em lugares muito legais, em lugares mais cheios e em cidades distantes. A vibe das pessoas é a mais diversa, mas ainda acho que trocar uma idéia, comentar sobre a cidade onde estamos, conversar e fazer novos amigos é o que mais importa nessa bagunça toda. Às vezes agente viaja 6, 8 horas, pagando do nosso bolso, dormimos mal e comemos pior ainda. Mas quando agente tá de volta pra casa, moído e sem dinheiro, a felicidade de ter feito o que realmente nos faz feliz é o que mais vale; e trazer isso na bagagem de volta é impagável.


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4) Vocês vêm participando de alguns projetos, como a coletânea GANG FRIENDS SIN FRONTERAS(PERU). Quando essa coletânea será lançada e quais os futuros projetos de vocês. Pretendem lançar outro cd?


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Essa coletânea está sendo organizada por um pessoal do peru que agente acabou conhecendo na net. Mandamos nossa música para eles e eles gostaram e levaram alguns cds nossos prá lá. Estamos engajados numa coletânea chamada ''RIO DE JANEIRO - HARD CORE'', que irá contar com, pelo menos, 33 ótimas bandas aqui do RJ, que consiste na produção de 1100 cópias e alguns festivais aqui no RJ e até mesmo fora dele, em cidades e estados visinhos. Agente tá vendo um projeto sobre a ''dirty and real tour'' que deve acabar virando uma coletânea com bandas de vários estados, pelo menos os 4 estados do sudeste. Sobre o cd novo, vamos começar a gravar algumas músicas ainda esse ano, para um EP virtual ou um split, quem sabe.....





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5) “O que você constrói para o futuro do mundo?” No vídeo feito da música “Futuro” são apresentadas fortes imagens, fazendo jus à injustiça e violência que nos deparamos cotidianamente. Frente a esse presente desolador, a música nos deixa a indagação - o que podemos esperar de um “futuro de um mundo como este”? Fale-nos a respeito disto e conte como surgiu a idéia do clipe.


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A idéia da música surgiu de uma reportagem sobre o Iraque, na verdade era apenas uma poesia tendo a guerra como tema. Acabamos compondo e musicando a poesia e virou futuro. A música é rápida e agressiva e o clip acabou surgindo de uma idéia simples, com objetivo final de chocar e conscientizar sobre aquilo que estamos cotidianamente ligados: a violência, principalmente sobre a criança, é real. O clip é uma junção de imagens da segunda guerra, imagens do Iraque e muitas imagens do rido de janeiro, porque pensamos que a guerra está muito distante de nós, mas não está. A música age como uma reflexão simples sobre como é que nós contribuímos para o futuro do mundo, como é que agimos contra ou a favor do q está ao nosso redor. O cplip foi uma pesquisa minha e do meu queridão Victor Schaal, vocal da banda Stormbane (www.stormbane.com). Ele produziu e editou o clip, eu dei os meus pitacos... vale a pena ver e conferir o clip: ....

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6) Vocês estiveram conosco na ocasião do 2° Uberlândia Hardcore, ocasião na qual exibimos o documentário Afro-punk. É notório que o Plastic Fire é uma exceção: hardcore melódico cujos integrantes, na sua quase maioria, são negros. É possível traçar algum paralelo?


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O rock, em si, não foi muito generoso com e não reconhece muito a participação dos negros para a sua composição e estabilização. O documentário (que eu mesmo fiz muita questão de malocar uma cópia) fala muito bem disso, de como os negros são meio que deslocados da cena rock mundial. Graças a nossa grande miscigenação, os brasileiro não refletem muito essa discriminação, principalmente a norte-americana. Nosso preconceito aqui é outro, acaba sendo muito mais uma exclusão monetária, onde os negros acabam sendo muito mais POBRES do que apenas negros. No nosso caso, em si, agente faz muita piada sobre isso, como, por exemplo, o Erick ter entrado no sistema hardecoriano de cotas. Não somos uma banda muito politizada nesse assunto, somos uma banda política, onde negro e brancos são nada mais do que seres humanos, burros, preconceituoso, feios e ignorantes, seja lá qual seja a sua cor.



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7) Qual o painel atual que vocês fazem da cena/comunidade hardcore carioca? Como vocês se incluem neste painel? É possível fazer alguma relação com o que vocês viram aqui em Uberlândia - tanto nas carências quanto nas virtudes?


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A cena hc do RJ está tão boa ou tão ruim quanto a de muitos outros lugares. Ótimas bandas, muitas bandas novas, poucos lugares para tocar e muito menos gente para ver. O hc, no geral, não soube se ''renovar'' quanto os tantos outros estilos. As bandas acabam tocando muito para os amigos e muito pouco para novas pessoas. Tem muita gente preocupada em organizar eventos e muito pouco preocupada com a organização dos eventos. Os meios de comunicação, como orkut e myspace, acabam sendo meio que mal utilizados, pois, tipo, a galera acaba preferindo ver um clip no youtube ou baixar uma música do que ir no show, isso é um absurdo. Conhecer gente nova, novas bandas e ate mesmo novos estilos, trocar uma idéia sobre qualquer assunto com pessoas de verdade e não perfis, isso não tem preço, é vivencia, não se compra.....

Eu particularmente, achei a galera daí de Uberlândia mais interessada, era a primeira vez a agente tocava aí, e tinha gente que já conhecia a banda, já tinha ouvido e até mesmo sabia cantar, fiquei emocionado, alegre que nem criança, deu vontade de ficar por aí. Acho eu que o sentido de CENA CARIOCA DE HC hoje em dia é esvaziado, a palavra e o sentido de COMUCIDADE FEZ MUITO SENTIDO PRA MIM, com o pessoal aí de Uber.


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8) Nós adoramos tê-los conosco, considerem Uberlândia como a segunda casa de vocês. O que acharam do 2° Hardcore Uberlândia? E deixem a mensagem que quiserem.


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Cara, adoramos tocar ai em Uber, queremos muito voltar, porque foi loco demais.

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October 28, 2008 - Tuesday 

A coletânia GANG FRIENDS SIN FRONTERAS sai dia 29 de novembro, via o selo Jondogo records(PERU).uma grane reunião de bandas da America como : nitrominds(brasil), gritando hc(brasil) no lie(brasil)plastic fire(brasil), reason(chile),endover e mute(canada)da-skate(argentina),zu respaldo(comlombia), primero muertos(peru) e outras.
confira : http://www.myspace.com/jondogoproducciones



Em dezembro, algumas copias do nosso primeiro trabalho vão ser distribuidas em Portugal pelos amigos do selo Freebase Records de Portugal.
confira : http://www.myspace.com/freebaseptrecords



APOIO:

www.necrose.com.br
www.myspace.com/jondogoproducciones
www.myspace.com/freebaseptrecords
www.myspace.com/portenhorecords
www.fotolog.com/antdiscos
www.fotolog.com/florestarockfest
www.myspace.com/twobeersornottwobeersrecords


PF ensaia no Duda Estudio (Cascadura - RJ)
9471-5471 ou dudastudio@hotmail.com

fotos por :
JMauro Leandro Pimentel
leandro.mau@gmail.com
http://www.flickr.com/photos/violenciavisual/
(21) 7616-6294
October 28, 2008 - Tuesday 
E.xistênicia P.arcial já pode ser adquirido nos shows por apenas 5 reais!!!
Na internet , 7 reais GRATIS a postagem!!!


maiores informações :
bandaplasticfire@hotmail.com