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Smix Smox Smux (cd´s nas FNAC)



Last Updated: 11/23/2009

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August 23, 2009 - Sunday 
Amanhã (24 de Agosto) no Diário de Notícias....Smix Smox Smux vs GNR no barco rock fest
August 4, 2009 - Tuesday 
Smix Smox Smux


Eles São os Smix Smox Smux
Amor Fúria/Mbari

A vaga recente de estetas do rock e da palavra em português ganhou em poucos meses uma proeminência tal que podiam fazer- -se apostas sobre o conteúdo de cada novel obra. Amor Fúria e FlorCaveira são hoje, mais do que casas editoriais, um estilo irremediavelmente definido. O que não impede que os bracarenses Smix Smox Smux sejam mais interessantes do que muitos dos seus pares. Porque ao rock escorreito, a espaços experimental, junta o trio um imaginário de sociedade lusa de consumo audível em trechos como “Maçã com bicho é bom sinal/ Dizem prós lados de Vila Real” (“Maçã”) e “Tas-te a armar ó motoqueiro/ Com a tua Famel Zundapp” (“Famel Zundapp”).
Para alegria geral, não é mais um projecto burlesco. É antes um estilhaço eloquente de uma portugalidade de farturas e telemóveis.
Pedro Gonçalves
terça-feira, 28 de Julho de 2009
July 28, 2009 - Tuesday 
Coisas e afins no facebook
July 22, 2009 - Wednesday 
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De surra, os Smix Smox Smux reavivam a vontade de estampar o nome de uma banda nas costas de um casaco gasto. Por arrasto, Eles São os Smix Smox Smux, o álbum de estreia do trio bracarense, provoca outros contágios: um par de escutas basta para que qualquer trapalhão se torne num ás da air guitar (guitarra imaginária) ao som de “malhas” como “Uísqui” ou “Maçã” (Macieira?). Logo aí ficamos a saber o essencial: os Smix Smox Smux cunharam um disco indecentemente eficaz e irresistível no arremesso de rock com biqueira pop aos ouvidos. O caminho até Braga volta a ser via sem retorno.

O segredo da fórmula nem é nada do outro mundo. Atalhando caminho, os Smix Smox Smux parecem aproveitar ao máximo o incentivo bem português de expressões como joguem à bola ou cala-te e fode. E esse brio (muito nortenho) é o que chega para alimentar os temas predilectos: heróis locais, o preço da cocaína (“Malinha” cheira as cinzas dos Jon Spencer Blues Explosion), a bebida (e a desgraça) e a nostalgia de 80. Todos são cantados num registo mais ou menos mitra, mais ou menos entregue ao deboche, mas sempre afiado e venenoso.

Depois disto, o terceiro parágrafo é oportuno para soltar as balas armazenadas no revólver das comparações. Sem disparar a matar, é possível associar os Smix Smox Smox aos Q and not U de Power, aos Sebadoh de Bakesale (via “License to Confuse” ou “Rebound) e até mesmo aos Eagles of Death Metal (com este falsete, os Smix Smox Smux podiam ser os Bee Gees do Speed Metal).

É com discos assim que se cativa a militância rock de miúdas como aquelas que surgem na fronteira do primeiro minuto do vídeo que ilustra ”Toques Polifónicos". Se uma escuta caseira atiça desta maneira o diabo pop em cada um, imagine-se a ressaca que pode sobrar de uma noite na companhia desta pandilha. Eles são os Smix Smox Smux e nós somos pessoas bem mais felizes por isso.

Miguel Arsénio
migarsenio@yahoo.com
17/07/2009

July 21, 2009 - Tuesday 
Eles são os Smix Smox Smux
 
 - Smix Smox Smux,  banda bracarense constituída por Filipe Palas, José Figueiredo e Miguel Macieira são a lufada de ar fresco que a música portuguesa precisava. Com o 1º álbum, Eles são os Smix Smox Smux, conseguem quebrar barreiras do politicamente correcto e lançar uma obra ímpar em Portugal.
Isto é rock liberto de preconceitos e dogmas instituídos, fazendo apenas música para divertir as pessoas, sem que ao mesmo tempo não deixem de tocar em alguns assuntos relevantes na nossa sociedade.
Numa altura em que o rock já há muito deixou de ser o que era, os SSS vêm defender as suas cores e mostrar que talvez ainda se consigam fazer coisas bem interessantes dentro do rock mais convencional. São um pouco ao exemplo de uns Black Lips, que estão a fazer das suas pelos E.U.A..

A abrir o álbum temos "Uísqui", uma portentosa faixa rock, onde o lema "Sexo, drogas e rock 'n' roll" está mais do que presente. As seguintes duas faixas "Cara de Pau" e "Toque Polifónicos", esta última o primeiro single , fazem o uso, que se torna viciante, da voz em falsete, aquela que deve ser talvez a jóia da coroa dos SSS e que está presente ao longo do álbum.
"Animal Vegetal", talvez a melhor faixa do álbum é uma sátira à actual sociedade sedentária "Vou ficar como um animal a vegetar". "Maçã" é um nonsense de muito bom gosto, onde se conseguem ouvir alguns ecos de Sonic Youth.
Depois do apelo da droga em "Malinha" seguem-se "Aquecimento Global" onde entoam em coro feliz "Finalmente há praia em Braga!". "Famel Zundapp", uma homenagem merecida à velhinha Zundapp e para finalizar "Anos 80", onde o imaginário dos oitentas de Variações e afins é revisitado, com o tom satírico que é característico dos SSS.

Apesar do tiro ao lado em "Luz Luminosa" e uma outra música menos conseguida, este primeiro álbum é uma belíssimo cartão de apresentação dos SSS. Contudo, e para se perceber melhor o culto nestes rapazes, é preciso ver um concerto deles ao vivo onde eles, realmente, se transformam por completo.
 
 
 
 http://barulhoesquisito.blogspot.com/
July 20, 2009 - Monday 
Continuamos a seguir os movimentos da fértil família FlorCaveira e Amor Fúria de onde os Smix Smox Smux (um nome bem português que serve ainda para baptizar cada um dos elementos) são os últimos rebentos. Power trio clássico de Braga, guitarra, baixo e bateria. Todos dão a voz e, com os Pavement à cabeça, por vezes lembram algum – do melhor – rock indie dos anos 90. As letras das canções têm a facilidade de uma conversa de café e remexem na nossa memória colectiva. Logo a começar, tropeçamos em Chocapic e Nestum misturados com whisky (ou melhor “Uísqi”), depois há o campeão que se arma em motoqueiro em cima da “Famel Zundapp”, fast forward para os Sugus De Fruta (em “Luz Luminosa”), de onde estamos a poucos minutos da memória de Michael Knight, o “Justiceiro” rei do asfalto e estrela das tardes de domingo, recebendo logo de seguida o golpe de misericórdia com Stallone pugilista no segundo “Rocky” (tudo em “Anos 80″). KO. Quem já os viu ao vivo diz que também deixam marcas.
July 2, 2009 - Thursday 
Só tecnologias, ui ui

www.twitter.com/smixsmoxsmux
June 29, 2009 - Monday 

É bonito ver como os Smix Smox Smux têm a atitude politicamente incorrecta de um Frank Zappa

Isto começa com a banda a afinar o seu nome, vozes no alto e guitarrinha de escuteiros. Isto começa com um riff de levantar um gajo do sofá e uma secção rítmica, lá mais para a frente, a entregar-se ao balanço "pernicioso" do funk-punk. Dançamos, claro, que isto é rock'n'roll a sério e grita-se "Uísqui!" com indisfarçável euforia.
Isto são os Smix Smox Smux, trio de Braga que faz do seu disco de estreia um conjunto de piadas privadas, habilmente transformadas em retrato de cultura pop e cultura "tout court", ano 2009. Cabem aqui toques polifónicos, o Portugal no Coração, uma Famel Zundapp e o aquecimento global - eles são a favor e exultam: "Finalmente há praia em Braga".
É bonito ver como os Smix Smox Smux têm a atitude politicamente incorrecta de um Frank Zappa que, embuído do mais genuíno espírito punk, se dedicasse alegremente ao álcool, às drogas e ao rock de garagem. É bonito ver que os Smix Smox Smux, eles dos coros em falsete, das guitarras em crescendo e do baixo com um pé no "groove", não são apenas o humor tresloucado das letras - linguagem directa, extraída de conversas do dia-a-dia directamente para música rock. Nesta estreia, ouve-se uma banda que faz tangentes aos Pavement - versão descarnada, "in your face", como em "Cara de pau" ou na supracitada "Aquecimento global" -, uma banda que anda por ali, em "Malinha", a revolver o blues para cantar sobre cocaína - só para envergonhar Eric Clapton - ,e que, tudo resumido, faz rock'n'roll com o fervor e a ausência de tentações perfeccionistas de que o bom rock'n'roll é feito.
Claro que isso resulta num álbum imperfeito: digamos que se nota a diferença entre o crescendo final empolgante de "Maçã" e uma "Roqueiro de aviário" que soa a ideia à espera de concretização. Ao vivo, os Smix Smox Smux são banda imparável e impagável. No álbum de estreia, reuniram um bom conjunto de canções - dois exemplos entre vários: "Uísqui" é festa desbragada, "Aquecimento global" um clássico para memória futura. Ainda é no palco, porém, que se revelam totalmente.

Mário Lopes
June 29, 2009 - Monday 

26.06.2009
Por: Mário Lopes
diminuiraumentar
O álbum de estreia dos bracarenses tem canções que fogem ao politicamente correcto, que exploram o nonsense, que louvam o "Uísqui" e o aquecimento global porque, com ele, "finalmente há praia em Braga". Humor desconcertante, rock empolgante.

O concerto está no "encore" e Palas, o vocalista e guitarrista que aguenta estoicamente a terceira guitarra da noite (na primeira metade da actuação foram-se as cordas de duas), manda toda a gente subir para palco. Toda a gente sobe. Toda? Não. Um par de incautos mantém-se na plateia e Palas exorta: "O que é que estão aí a fazer?! Vamos tocar uma música com tudo cá em cima, ninguém em baixo". O par de incautos acede. Toca-se a canção, o pessoal salta, a banda toca, o pessoal rodeia Palas, abraça Palas e a terceira guitarra da noite, por momentos, deixa de se ouvir. Rock'n'roll, pois claro.

É certo que o espaço, o Santiago Alquimista, em Lisboa, esteve longe de esgotar - fosse em Braga e a história seria outra -, mas o cenário tinha o seu quê de bizarro. E emblemático. Festa em palco, plateia vazia. Todos do mesmo lado. Faz sentido: os Smix Smox Smux têm essa coisa punk de falarem das coisas de forma directa e inteligível, têm esse lado mui rock'n'roll de fazer música que pede dança acelerada (e individual, que isto não dá para pares enrolados).

Este trio que edita agora o seu primeiro álbum, "Eles São os Smix Smox Smux", cria música eléctrica que entusiasma e põe lá dentro histórias e personagens contadas e tratadas com humor desconcertante - nunca nos tínhamos lembrado disto assim, mas todos reconhecemos o que passa: de telemóveis modernaços ao aquecimento global, das Famel Zundapp dos subúrbios ao revivalismo urbano dos anos 1980. E então, no Santiago Alquimista, dia 19 de Junho, lá estava a banda a cantar "eles são os Smix Smox Smux" e o pessoal a repetir "eles são os Smix Smox Smux". Tudo no palco. Ninguém na plateia. A música é deles, mas estamos todos juntos nisto. Uma festa.
Na casa de banho com...

Horas antes, entrávamos nos bastidores da sala para entrevistar o trio. Espaço devidamente caótico, ou não fosse partilhado por três bandas - os Smix Smox Smux e também os Deserto BrancoA Armada, que asseguraram a primeira parte do concerto. A entrevista, numa decisão sensata, decorreu então no único espaço onde imperava algum silêncio. Esse: a casa de banho. E é ali, entre a aparição de um amigo da banda, armado com um "bongo" imponente, e de um dos Dirty Two, a dupla de DJs bracarense que, naquela noite, se ocupou dos pratos, que ouviremos o baixista José Figueiredo (o Smix) definir a música de "Eles São os Smix Smox Smux". Coisa séria: "um grito sarcástico em relação à sociedade de consumo". "Mas feita por alguém que está por dentro. Também a aproveitamos, também somos vítimas dela", apressa-se a acrescentar Filipe Palas (o Smox). Certamente. Ouça-se "Animal vegetal". Vozes em falsete pós-punk e bateria em modo dançante: "Não faço nada / Às quatro da madrugada / Não faço nenhum / Ao meio dia e cinquenta e um / Fico no sofá / A ver televisão / Crio raízes / Enquanto vejo o Portugal no Coração". A classificação de José Figueiredo é, claro, uma análise a posteriori. Como nos diz o baterista Miguel Macieira (o Smux), "isto é música para fugir ao aborrecimento do nosso dia-a-dia". São, dizemos nós, canções que fogem ao politicamente correcto, que exploram o nonsense, que louvam o "Uísqui" ("quanto mais velho melhor, quanto mais cedo melhor") e o aquecimento global porque, com ele, "finalmente há praia em Braga": canções que abordam "temas estúpidos que estão à nossa frente e de que ninguém fala" - a eloquência é de Filipe Palas, ele que recusará qualquer referência específica para aquilo que cantam. Resume-o assim: "tradição oral e o sotaque de Braga".

A tentação é concentrarmo-nos no humor, no sarcasmo e nas referências das letras, e esquecermo-nos do resto. Esquecermo-nos que, como testemunhámos no concerto no Santiago Alquimista, os Smix Smox Smux são um portento rock'n'roll de riffs empolgantes e secção rítmica certeira. O som é cru, mas cabem ali os crescendos sónicos dos Pavement ou o gingar do funk (via pós-punk, entenda-se), numa dinâmica de power-trio que, ao vivo, se torna irresistível - os longos discursos de Palas, extensão improvisada daquilo que canta no álbum, são um extra.

"As pessoas têm na cabeça o mito que, tocando apenas com um baixo, uma bateria e uma guitarra, é simples fazer canções. Completamente mentira", acentua José Figueiredo. "Quanto menos dispositivos estão disponíveis, mais temos que fazer com cada um para que se integrem e funcionem uns com os outros". O baixista saberá do que fala. Toca também nos Peixe:Avião, banda de uma sensibilidade absolutamente diferente - tem órgãos e sintetizadores, tem vários elementos contribuindo para uma massa sonora cuidadosamente texturada. Aliás, os Smix Smox Smux tocam muito há muito tempo, ponto. Estiveram no passado em várias bandas e até se encontravam como membros de algumas delas. Há alguns anos, reuniram-se em trio. Clandestinamente, o que soa adequado: "O Zé tinha as chaves de uma escola de música e íamos para lá tocar às duas da manhã", conta Miguel Macieira. Nessa altura, eram uma banda substancialmente diferente. A abordagem era a mesma, mas tocavam com guitarra acústica, bateria com vassouras e contrabaixo. Deixaram-se disso. Electrificaram-se e deixaram a clandestinidade.

Observam a rua, observam os outros e a si próprios e cantam-nos tudo o que isso lhes diz - de forma inesperada, que nunca nos lembrámos de dizê-lo assim. Naturalmente. Afinal, nós somos nós. Eles são os Smix Smox Smux
February 17, 2009 - Tuesday 

A FESTA VEIO DE BRAGA

No passado dia 12 de Dezembro, Lisboa recebeu os incríveis Smix Smox Smux. Silas, teclista dos Pontos Negros, apresentou a banda bracarense ao público lisboeta presente no Musicbox. Nos minutos iniciais, houve ainda tempo para uma auto-apresentação num coro em tons agudos que não desafinou em nenhuma das suas notas e portanto, arrancou inúmeros aplausos do público. Introduções feitas, sabendo já os que estavam presentes um pouco o que esperar do trio de Braga, ouviu-se os primeiros riffs de “Whiskey”, tema de puro rock’ n roll que levou alguns dos que assistiam a pular e a dançar. Depois de nos falarem acerca de misturas alucinadas no Whiskey ou do “ cheiro foleiro” das sopas na mesa, chega o tema mais falado do projecto, “Bisnaga”, canção que confirma o enorme talento e espírito da banda para construir caricaturas sociais.

Sempre com a mesma boa disposição e à vontade considerável com que começaram o concerto, a banda proporcionou também momentos de extrema ironia, como foi o caso do curto solo de blues numa versão bastante caricata de The Legendary Tigerman protagonizada por Smox.

As músicas sucediam-se e o público sentia-se cada vez mais liberto e consequentemente mais envolvido no mundo dos Smix Smox Smux. A meio do concerto a banda de Braga toca “Famel Zundapp”, tema de grande referência para os seus fãs Cantavam nesta canção sobre a indumentária de um ser desprezível  que pensa que sabe tocar guitarra e que se arma à motoqueiro, enquanto trocavam sorrisos com os amigos que os acompanharam desde Braga nesta invasão a Lisboa promovida no myspace da banda. Pouco tempo depois os mesmos iriam protagonizar a canção seguinte, “Toques Polifónicos” ao juntarem-se a Smix, Smox e Smux no palco, demonstrando o verdadeiro espírito de um concerto. As vozes no refrão neste tema do trio bracarense chegam a aparentar os britânicos Klaxons ou os mais antigos Dexys Midnight Runners em “Thankfully Not Living In Yorkshire It Doesn’t Apply”, mas claro que a nossa versão portuguesa é bem mais cool. Se já era uma delícia ouvi-los falar dos tempos em que os telemóveis ainda não tinham toques polifónicos , melhor só mesmo um retrato dos Anos 80. Mais uma vez as letras espelham ironia, mas não desprovida da realidade de uma década que já parece longínqua se pensarmos em fenómenos como a actualização permanente das novas tecnologias ou a globalização. Contudo, o espírito de há vinte anos atrás ainda se mantém vivo no panorama musical português, sendo paradigma disso esse cantar “com a voz a tremer… quase a chorar”. Ainda se observou um tímido crowd-surfing durante esta canção, sendo uma tradução espontânea da maneira eufórica como muitos estavam a viver aquela noite de Dezembro. Também tiveram uma palavra a dizer sobre a vegetação nos sofás e sobre atentados com um cativante riff de guitarra que parecia vindo do Além, mas foi com“Fim-de-semana” que voltaram a prender o público, contagiando os presentes com a agressividade invulgar do baixo e da guitarra. “Não posso mais”, gritam eles as frustrações de uma semana de trabalho. Os Smix Smox Smux abandonam pouco depois o palco, contudo regressam ainda para mais dois temas. Foram eles, “Famel Zundapp”, momento do concerto em que Smox empresta o seu microfone aos companheiros de Braga que acompanhavam o baixo e a bateria cantando entusiasmadamente, “toda a gente sabe que o sangue sobe a cabeça muito mais depressa quanto não tem como sair” e “Toques Polifónicos”, canção em que a multidão se junta de novo com a banda em palco, relevando-se tanto o jeito do projecto de Braga para arte do humor como também para mobilizar aqueles ao seu redor.

Feedback TV: Videoreportagem

Reportagem: Francisco Torres
Fotos: Ana Coelho