City: Düsseldorf / New York
State: Nordrhein-Westfalen
Country: DE
Signup Date: 4/25/2007
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Friday, December 11, 2009
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Current mood:  happy
Category: Music
of this blog is in Curacao at the moment!  and Peter is extremly busy with his new program! 
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Tuesday, December 08, 2009
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Current mood:  happy
Category: Music
Alaíde Costa (Alaíde Costa Silveira Mondin Gomide) 8/12/1935 Rio de Janeiro, RJ
Alaíde Costa canta "Insensatez" - 1970
Alaíde Costa is an important interpreter who had great success in the '60s. Her obstinate adherence to her delicate style, especially suited to the sensitive Brazilian genre modinha, made her be put aside by the cultural industry and she remained forgotten by the masses until her reappearance in Milton Nascimento's Clube da Esquina. She has been performing and recording erratically, but always with a high standard of quality in her dense interpretations. As a composer, she wrote music and lyrics for Afinal, and had partnerships with several important creators, such as Vinícius de Moraes and Geraldo Vandré. She began to sing in juvenile radio shows and at 13, she won a contest promoted by Paulo Gracindo on his show Seqüência G3 at Radio Tupi RJ, as the best young singer. In the next year, she participated in the Arraia Miúda show, by Renato Murce, on the important Radio Nacional. From 1952 on, she took part in the novice shows A Hora do Pato and Pescando Estrelas, the latter presented by Ary Barroso by Rádio Clube do Brasil. Her first stage shows were at the Dancing Avenida, a popular gafieira, where the important Brazilian music style was being coined in the same place where the careers of many important singers like Ângela Maria and Elizeth Cardoso began. She was then hired by Rádio Clube and in 1957, she recorded her first 78 rpm, Tarde Demais, and was awarded as Revelation of the Year for the record. In the same year, Costa released another 78 rpm with "Conselhos" and "Domingo de Amor" (also through Odeon). João Gilberto heard her and tried to attract her to the bossa nova movement that was underway. He succeeded in having her included the bossas "Chora tua Tristeza," "Sem Você," "Estrada Branca," "Lobo Bobo," and "Minha Saudade" on her opening LP (Alaíde Canta Suavemente) at RCA, the label to which she moved in 1958. At that time, she was busy performing live in Rio when she got a major break at the 1960 Festival Nacional da Bossa Nova in São Paulo. The success yielded her hiring as co-host on a TV Tupi show with Geraldo Vandré and Carlos Lyra. She married two years later and moved to São Paulo, where she was definitively consecrated in 1964 on the historic show O Fino da Bossa at the Teatro Paramount. Her presentation of the song "Onde Está Você" (Oscar Castro-Neves/Luverci Fiorini) was so acclaimed that it yielded her a two-year contract with TV Record. At the peak of success, she opened a season at the Santa Rosa Theater in Rio, participated in the I Festival Universitário for TV Tupi, and performed Renaissance songs at the show Alaíde alaúde at the solemn Teatro Municipal in the city of São Paulo, with conductor Diogo Pacheco. In 1966, her hearing problems and a lack of interest in her delicate style made her slow down her artistic career. She would only return to participate in Milton Nascimento's Clube da Esquina's album. The song "Me Deixa em Paz" became a hit and propelled the selling of that album. She also performed with Nascimento at the Teatro Teresa Raquel and Sala Cecília Meireles in Rio. In 1972, she returned to the recording sessions with two singles and, in the following year, a second LP (Alaíde Costa & Oscar Castro-Neves). She recorded another single in 1974 and one more the following year. In 1976, she recorded the LP Coração for Odeon. In 1982, Costa recorded Águas Vivas independently and in 1988, she recorded Amiga de Verdade with several important guest interpreters such as Milton Nascimento and Paulinho da Viola. In 1991, she opened two shows of national expression, Coração Violão (with Paulinho Nogueira) and Alaíde Costa canta Tom Jobim. In 1994, she performed accompanied by classical pianist João Carlos Assis Brasil in a live recorded concert released by Movieplay. The next year, together with João Carlos, she recorded Alaíde Costa e João Carlos Assis Brasil (WEA), which was released in Brazil and France. In 1997, she performed in the cultural project Rumos Musicais, in São Paulo. BMG reissued a compilation of her first three LPs. ~ Alvaro Neder, All Music Guide
Alaíde Costa (Alaíde Costa Silveira Mondin Gomide) 8/12/1935 Rio de Janeiro, RJ
Alaíde Costa - Estrada do Sertão (2005)
Cantora. Compositora. Participou de programas de calouros infantis, como "Seqüência G3" (Rádio Tupi) e "Arraia miúda" (Rádio Nacional). No início da década de 1950, participou do programa "Calouros em desfile", de Ary Barroso, recebendo a nota máxima.
Iniciou sua carreira profissional em 1955, como crooner do dancing Avenida, no Rio de Janeiro.
Em 1957, gravou um 78 rpm contendo "Tarde demais" (Hélio Costa e Lenita Andrade). Ainda nesse ano, lançou mais um 78 rpm com as canções "Conselhos" (Hamilton Costa e Richard Franco) e "Domingo de amor" (Fernando César). Em 1959, levada por João Gilberto, entrou em contato com os compositores da bossa nova. Gravou, nesse ano, seu primeiro LP, "Gosto de você", contendo as faixas "Pela rua", (Ribamar e Dolores Duran), "Minha saudade" (João Donato e João Gilberto), " Vontade de chorar" (Ivon Cury), "Lobo bobo" (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli), "Terminemos em paz" (Oldemar Magalhães e Renato Lima), "Conversa" (Jair Amorim e Evaldo Gouveia), "Canção de ir embora" (Paulo Tito e Ricardo Galeno), "Erros de gramática" (Marino Pinto e Carlos Lyra), "Estrada branca" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Madrugada" (Candinho e Marino Pinto), "Porque? (Sebastião de Souza e Jonas Garret) e a canção-título (Geraldo Serafim e Armando Nunes). Em 1960, lançou o LP "Alaíde canta suavemente", registrando as canções "Complicação" e "Fim de noite", ambas de Chico Feitosa e Ronaldo Bôscoli), "Esquecendo você" (Tom Jobim), "História de nossa história" (Marino Pinto e Aloísio de Barros), "Ciúme" (Carlos Lyra), "É mentira nosso amor" (Maria Cecília), "Chora tua tristeza" (Luvercy Fiorini e Oscar Castro Neves), "Dindi" (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), "Jura de pombo" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), "O nosso olhar" (Geraldo Serafim e Sergio Ricardo), "Dê-me o braço" (Jasson Fernandes e Luiz Bandeira) e "Discussão" (Newton Mendonça e Tom Jobim). Nessa época, começou a apresentar-se nos shows de bossa nova realizados no Rio de Janeiro. Gravou, em 1961, o LP "Alaíde, jóia moderna", contendo sua composição "Canção do amor sem fim" (c/ Geraldo Vandré), além de "Ponto final" e "No mundo da lua", ambas de Ana Maria Portella, "Encontro com a saudade" (Nilo Queiróz e Billy Blanco), "Samba de nós dois" (Baden Powell e Billy Blanco), "Se foi passado" (Aldacir Louro, Willian Duba e Linda Rodrigues), "Gostar de ninguém" (Hugo Almeida e Valsinho), "Só de mentirinha" (Benil Santos e Paulo Tito), "Gosto do seu lhar" (Luvercy Fiorini e Iko Castro Neves), "Sem você" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Segue a vida em paz" (Hugo Almeida e Baden Powell) e "Lágrima" (Luvercy Fiorini e Oscar Castro Neves). No ano seguinte, casou-se e fixou residência em São Paulo. Em 1963, lançou o LP "Afinal...", contendo, além da faixa-título, de sua autoria, as canções "Natureza" e "Igrejinha", ambas de Theo de Barros, "E agora" (Hayban e Hélio Simões), "Cadê o amor" (Walter Santos e Tereza Souza), "Ouvi tua voz" (Paulinho Nogueira), "Insensatez" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Historinha" (Rita Moreira e Paulinho Nogueira), "Tristeza de amar" (Luiz Roberto e Geraldo Vandré), "Manhã chegou" (Manguito e André Perez), "Rimas de ninguém" (Vera Brasil) e "Como eu gosto de você" (Gracindo Jr. e Rildo Hora). Participou, em 1964, do programa "O fino da bossa", realizado no Teatro Paramount (TV Record/SP), interpretando com grande repercussão "Onde está você" (Oscar Castro Neves e Luverci Fiorini), canção que viria a se tornar emblemática em sua carreira, A consagração obtida no espetáculo lhe valeu um contrato com a emissora. Em seguida, apresentou-se em temporada com Oscar Castro Neves no Teatro Santa Rosa (RJ), participou do I Festival Universitário da TV Tupi (SP) e realizou um recital de canções renascentistas no Teatro Municipal de São Paulo, intitulado "Alaíde alaúde", com o maestro Diogo Pacheco. Em 1965, gravou o LP "Alaíde Costa", contendo "Sonho de um Carnaval" (Chico Buarque), "Onde está você" (Oscar Castro Neves e Luverci Fiorini) e "Preciso aprender a ser só" (Marcos e Paulo Sérgio Valle), entre outras, além de sua composição "Tudo o que é meu" (c/ Vinicius de Moraes). No ano seguinte, afastou-se do cenário artístico devido a problemas de saúde. Retomou sua carreira em 1972, gravando em dueto com Milton Nascimento a faixa "Me deixa em paz" (Airton Amorim e Monsueto), incluída no LP "Clube da Esquina". Apresentou-se, em seguida, ao lado do compositor, no Teatro Teresa Raquel e na Sala Cecília Meirelles (RJ). Ainda em 1972, voltou a gravar, lançando um compacto simples contendo as canções "Diariamente" (Paulo César Girão e Gérson) e "Antes e depois" (Oscar Castro Neves). Também nesse ano, lançou um compacto duplo com "Diz" (Walter Santos e Teresa Souza), "Enlouqueci" (Luís Soberano, Valdomiro Pereira e João Sales), "Ansiedade" (Paulinho da Viola) e "E a gente sonhando" (Milton Nascimento). Em 1973, gravou, com Oscar Castro Neves, o LP "Alaíde Costa e Oscar Castro Neves", produzido por Aloysio de Oliveira, com destaque para as canções "Sabe você" (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), "Companheira da manhã" (Oscar Castro Neves e Regina Werneck) e "Cala meu amor" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), além da faixa "Amigo amado", de sua autoria em parceria com Vinicius de Moraes. No ano seguinte, lançou o LP "Alaíde Costa", registrando as canções "Me deixa em paz" (Airton Amorim e Monsueto) e "Primavera" (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), entre outras. Também em 1974, gravou um compacto duplo com as canções "Calvário" (Marcos Calazans e Cao Pimentel), "Avenida fechada" (Élton Medeiros, Cristóvão Bastos e Antônio Valente), "Primavera" (Carlos Lyra e Vinícius de Morais) e "O rei da França na ilha da assombração" (Zé Di), samba-enredo do Salgueiro. Ainda nesse ano, participou, ao lado de Johnny Alf e Lúcio Alves, do segmento "Bossa Nova", da série radiofônica "MPB-100", produzida e apresentada por Ricardo Cravo Albin para o "Projeto Minerva", transmitida em cadeia nacional, gerando oito LPs. Em 1975, regravou a canção "Onde está você", lançada em compacto simples. No ano seguinte, lançou o LP "Coração", com destaque para a faixa-título (Nelson Angelo e Ronaldo Bastos), "Tomara" (Maurício Tapajós, Novelli e Paulo César Pinheiro) e "Viver de amor" (Toninho Horta e Ronaldo Bastos), entre outras, além de sua composição "Tempo calado" (c/ Paulo Alberto Ventura). Em 1982, gravou o LP "Águas vivas: Alaíde Costa canta Hermínio Bello de Carvalho", registrando obras do compositor, como "Valha-me Deus" (c/ Baden Powell), "Mudando de conversa" (c/ Maurício Tapajós) e "Pressentimento" (c/ Élton Medeiros), entre outras, além de sua parceria com o autor na faixa "Cadarços". Em 1988, lançou o LP "Amiga de verdade", com a participação de Paulinho da Viola, Milton Nascimento, Ivan Lins e Egberto Gismonti, entre outros. O disco registrou as canções "Cinema antigo" (Sueli Costa e Cacaso), "Absinto" (Fátima Guedes) e "Morrer de amor" (Oscar Castro Neves e Luverci Fiorini), entre outras, além da faixa-título (Aldir Blanc e Gilson Peranzzetta). Em 1991, apresentou em São Paulo os espetáculos "Coração violão", acompanhada por Paulinho Nogueira, e "Alaíde Costa canta Tom Jobim". Em 1995, lançou, com o pianista João Carlos Assis Brasil, o CD "Alaíde Costa & João Carlos Assis Brasil". Nesse mesmo ano, foi convidada por José Miguel Wisnik para participar do evento "Rumos Musicais" (Instituto Cultural Itau/SP). No ano seguinte, apresentou-se, com muito sucesso, no Teatro Municipal de São Paulo, interpretando canções de Tom Jobim. Em 1999, fez show no Vinícius Piano Bar, no Rio de Janeiro. Lançou, em 2000, o CD "Falando de amor", gravado em Paris, em 1987. No repertório, as canções "Amor é outra liberdade" (Sueli Costa e Abel Silva) e "Tudo se transformou" (Paulinho da Viola), entre outras, além da faixa-título (Tom Jobim e Vinicius de Moraes). Nesse mesmo ano, apresentou-se no Mistura Fina (RJ) e no Vinicius Piano Bar (RJ). Ao longo de sua carreira, participou de discos de outros artistas, como "Clube da Esquina" (Milton Nascimento e Lô Borges), "No Tom da Mangueira" (Tom Jobim e Velha Guarda da Mangueira), "Songbook Tom Jobim", "Pouco pra mim" (Carlos Navas) e "Milton Nascimento - Sua vida, sua música". Em 2003, apresentou-se, com Johnny Alf, no London Jazz Festival, realizado no Queen Elizabeth Hall, em Londres. Lançou, em 2005, o CD "Tudo que o tempo me deixou", produzido por Antônio Carlos Vidigal. O disco contou com a participação de Gilson Peranzzetta (arranjos, direção musical, piano e teclados), Paulo Russo (contrabaixo acústico), João Cortez (bateria), David Chew (violoncelo) e Mauro Senise (sax alto e flauta). No repertório, suas composições "Saída", "Você é amor" (c/ Tom Jobim) e "Meu sonho" (c/ Johnny Alf), além de "Voz de mulher" (Sueli Costa e Abel Silva), "Conversa com o coração" (Guinga e Paulo César Pinheiro), "Estranha saudade" (Cristóvão Bastos e Hermínio Bello Carvalho), "Coração sem saída" (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro), "Predestinado amor" (Maurício Carrilho e Paulo César Pinheiro), "Minha Nossa Senhora" (Fátima Guedes), "Pra Tânia" (Sebastião Tapajós e Geraldo Julião), "Ana Luiza" (Tom Jobim), "Leilão" (Carlota Marques e Paulo César Feital), "Solidão" (Dolores Duran) e a faixa-título (Gilson Peranzzetta e Paulo César Pinheiro). Nesse mesmo ano, foi contemplada com o Prêmio Rival Petrobras da Música, na categoria Melhor Cantora. Ainda em 2005, participou, ao lado de Elza Soares e Jair Rodrigues, do show "Brasil Brasileiro", apresentado em Paris como atividade de encerramento do Ano do Brasil na França.
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Tuesday, December 08, 2009
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Barnabé (João Ferreira de Melo) 8/12/1932 Botelhos, MG 13/9/1968 São Paulo, SP piadas barnabé / Bernabé bromas parte (1)
Barnabé (João Ferreira de Melo) 8/12/1932 Botelhos, MG 13/9/1968 São Paulo, SP
Cantor. Compositor. Humorista. Nascido em Minas Gerais, foi criado no Paraná, onde trabalhou na lavoura e como operário na construção de estradas.
Barnabe - O Caipira na Igreja, Cavalo Emssinado, Baiano na Represa, O Velhinho e a Velhinha
A História de Barnabé: Nascido em Ribeirão do Pinhal/PR, em 09 de dezembro de 1949, Barnabé tem o dom de fazer rir. Ele é quieto e sério, porém quando está diante do seu público, surge uma força que o transforma num caipira típico brasileiro: observador, debochado, alegre e cheio de sabedoria interiorana. O nome é uma herança do irmão mais velho: Barnabé-1, que gravou quatro LPs (1965/66/67/68). Infelizmente sua carreira foi curta, pois faleceu durante a produção do último disco. Então, Barnabé-2 resolveu dar seqüência à vida do personagem adotando a mesma linha caipira com música e piadas. A partir de agora, ele responde a algumas perguntas sobre sua história e trajetória. Como surgiu o personagem Barnabé? Bom, meu irmão cantava, tocava violão e contava piadas. O forte dele eram as piadas. Um dia ele criou um personagem chamado Nhô Fugêncio e saiu da cidade onde a gente morava pra viajar com um parque de diversões. Nessas andanças, ele conheceu a dupla Tonico & Tinoco que o levou pra São Paulo. Foi lá que surgiu o nome Barnabé. Não sei dizer se foi uma sugestão do Tonico ou um apelido que deram pra ele. Só sei que na época era apelido pra funcionário público (os barnabés). Mas não era o caso dele. O importante é que em 1958 - quando isso aconteceu - não existia esse nome no mercado de humoristas e o nome pegou. Por que você quis continuar a carreira dele? Eu era muito influenciado por meu irmão. Quando ele faleceu eu estava no Paraná. Também gostava de contar piadas, compor e cantar algumas músicas. Depois de um ano sem ele, senti muita saudade e vontade de dar continuidade ao personagem. Então, no final de 1968, fui para São Paulo. Fiz um trabalho e mandei para a gravadora Continental. Eles me contrataram em 1970, ano em que lancei meu primeiro disco "Show de Graça Barnabé II" (gravado no Clube Internacional de Franca - SP). Foi um sucesso e acabei gravando dez discos pela Continental (1970-1990). A cada dois anos eu lançava um disco. E depois de 1990? Aí eu vim para o interior fazer programas de rádio e resolvi dar um tempo para preparar um novo repertório de piadas. Comprei uma casa em Indaiatuba - SP e comecei a dedicar mais tempo à família, cuidar dos filhos, etc. Fiquei parado por dez anos. Só voltei a gravar, em 2000. Você tem empresário? Não, não tenho. Eu mesmo é que toco o negócio. Além dos discos, qual veículo você usou, tevê, rádio? Apareci muito na televisão. De 1987 a 1988 fiz um programa no SBT, o "Especial Chitãozinho & Xororó", todos os domingos - eu contava piadas. Fiz o programa "Barros de Alencar" na Rede Record - fazia papel de jurado caipira e na hora da nota eu contava uma piadinha. Também fiz o programa "Flávio Cavalcanti" (1971) durante seis meses. Participei do programa do Wilton Franco. Atualmente tenho participado da Rede família e SBT e outras tevês do interior. E nas rádios? Agora, com a minha volta, o pessoal tem me prestigiado bastante tocando meus CDs. Senti que tenho um nome e que pode ficar mais forte se eu correr atrás. Como você inventa uma piada? Quando eu viajo, conheço pessoas. Vou muito pra roça, visito fazendas e nesses encontros sempre surgem piadas no meio da conversa. Às vezes paro o carro na estrada e vou lá no meio do cafezal conversar com o pessoal. Então surgem histórias que eu adapto para piadas. Às vezes, o causo é cumprido, então dou uma lapidada pra transformá-lo numa piada curtinha. Quantas piadas você já inventou? Bom, eu criei mais de cem, mas devo ter gravado uma média de 400 piadas. Quem na sua família tinha o dom da graça? Meu pai era violeiro, fazia composição com assuntos engraçados. A gente morava em fazenda e ele trabalhava de colono. Era nesse ambiente que as piadas e modinhas surgiam e eu peguei o jeito. Qual é seu projeto atual? Agora vou lançar uma revista pela Editora Escala na qual conto coisas da minha vida. A revista vai sair com o CD "O jeito simples de fazer rir". Qual seu conselho para quem quer seguir a carreira de humorista caipira? Nasci no interior e minha vida é a do caipira, do caboclo. Até os 18 anos vivi trabalhando na roça. Acho que a gente deve fazer o que gosta, sem passar por cima dos outros nem sentir inveja. Fazer rir é muito mais difícil do que fazer chorar. Mas quem tem o dom de ver graça nas coisas, deve ser persistente e se dedicar a isso sem parar. Eu parei dez anos e foi ruim pra minha profissão. Mas aí vai um conselho: "Não esqueçam de agradar as crianças!". Adotou o nome de Nhô Peroba e passou a se apresentar em circos e cinemas tocando violão e contando piadas, quando ainda adolescente. Foi para São Paulo, por intermédio da dupla Tonico e Tinoco, e passou a freqüentar o rádio. Apresentou-se nos anos 50 nos programas "Na beira da tuia" e "Peru que fala". Em 1965, já com o nome de Barnabé, gravou seu primeiro disco pela Continental. Nesse disco, misturou piadas e músicas caipiras tais como: "Sanfona da véia", de Brinquinho e Brioso, "Casamento do Barnabé", de Barnabé e Capitão Furtado, e uma paródia de "O calhambeque", sucesso de Roberto Carlos naquela época. A paródia recebeu o nome de "O esculhambeque". Barnabé gravou outros três LPs. A partir de 1970, depois da sua morte, seu nome artístico foi adotado pelo irmão mais novo, José Ferreira de Melo. O segundo Barnabé gravou mais oito LPs pela Continental, mantendo o estilo do primeiro Barnabé. Em 1971, gravou "O casamento do Barnabé", composição feita em parceria com o Capitão Furtado. Nos anos 90, apresentou-se em shows em circos e rodeios.
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Tuesday, December 08, 2009
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Lenita Bruno (Lenita Bruno) 8/12/1926 Rio de Janeiro, RJ 24/8/1987 Rio de Janeiro, RJ
Lenita Bruno singing Canta, Canta Mais, tom Jobim, 1958-
First recording of this wonderful music, by one of the most beautiful voice, performed by the legendary singer Lenita Bruno.
Associated with American music since the '50s when she was one of the most popular artists of Rádio Nacional, the importance of Lenita Bruno in bossa nova resides in the fact that she was the first interpreter to record "Eu Sei Que Vou Te Amar," "Por Toda a Minha Vida," "Sem Você," and "Soneto da Separação" on her album Por Toda a Minha Vida (1959). Bruno started her artistic career in novice shows at the Rádio Nacional and Rádio Cruzeiro do Sul, having won several of them. Her first contract was signed with Rádio Mayrink Veiga in 1946, where she performed in duet with Dick Farney on his show. Having specialized in a pop/jazz repertory sung in English, Bruno had success in that period (extended to the early '50s on Rádio Nacional) with songs like "Always" (Irving Berlin), "Tonight" (Leonard Bernstein/Stephen Sondheim), and "Someone to Watch Over Me" (George Gershwin/Ira Gershwin), along with some operettas. Her first album was recorded in 1952, with "Um Domingo no Jardim de Allah" and "Enquanto Houver" (both by Lírio Panicali/Evaldo Rui). Through her husband, conductor Leo Peracchi (who orchestrated the play Orfeu da Conceição), Bruno made contact with Tom Jobim and Vinicius de Moraes in 1957. In 1959, she was invited by Jobim to record the LP Por Toda a Minha Vida, dedicated to the compositions of Jobim/Morais and orchestrated by Peracchi. In 1964, she went to New York, NY, where she recorded the LP Lenita Bruno em Hollywood, only with Brazilian songs, accompanied by Laurindo de Almeida, Clare Fischer, and Bud Schank. In the U.S., she also appeared on a TV special with José Feliciano and recorded another LP together with Bud Schank (Work of Love). Returning to Brazil, she would have her swan song with the shows Tribute to Mário de Andrade (Sala Funarte), Tom Jobim, Popular Ou Clássico? (in the Seis e Meia project), and in the solo show Para Amar e Sofrer (1986). ~ Alvaro Neder, All Music Guide
Lenita Bruno (Lenita Bruno) 8/12/1926 Rio de Janeiro, RJ 24/8/1987 Rio de Janeiro, RJ
Lenita Bruno canta Bachianas brasileiras
Cantora. Nascida no Rio de janeiro, teve uma formação lírica. Foi casada com o maestro Leo Peracchi. Iniciou sua carreira aos 14 anos de idade cantando em programas de calouros da Rádio Nacional e da Rádio Cruzeiro do Sul. Na época, saiu vencedora de vários desses concursos. Foi crooner da Orquestra All Stars da Rádio Nacional. Em 1942, participou de sua primeira gravação como vocalista para o conjunto Chiquinho e Seu Ritmo, interpretando o samba "Confesso", de Augusto Mesquita, e o fox "Maria Elena", de Russel e Barcelata, com versão de Jair Amorim. Em 1946, assinou seu primeiro contrato com a Rádio Mayrink Veiga para temporada de seis meses. Em 1949, venceu o concurso "Chiquinho a procura de uma Lady crooner", promovido pela Rádio Clube do Brasil. Em 1950, retornou à Mayrink Veiga onde se apresentou com o cantor Dick Farney em um programa dedicado ao jazz. Cantava em vários idiomas, principalmente inglês interpretando o repertório jazzístico americano com competência, segundo a crítica da época. Com esse repertório, de músicas como "Always", de Irving Berlin; "Tonight", de Leonard Bernstein e Sondheim, e "Someone to watch over me", de George e Ira Gershwin fez vários programas na Rádio Nacional nos anos 1950. Participou de vários dos mais conceituados programas musicais da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, entre eles: Operetas famosas; Um milhão de melodias; Festivais GE; Canção da lembrança; Quando os maestros se encontram e Mestres da música.
Gravou seu primeiro disco em 1952, pela Sinter, interpretando duas músicas de Lírio Panicali e Evaldo Rui: a valsa "Um domingo no Jardim de Alah" e o beguine "Enquanto houver". Em 1958, gravou duas versões feitas por Aloysio de Oliveira, pela Odeon: "Sayonara" e "Love me again". Conheceu Tom Jobim através de seu marido, o maestro Leo Peracchi, que orquestrou "Orfeu da Conceição" em 1957. Em 1959, Tom Jobim a convidou para gravar o LP "Por toda a minha vida" só com músicas dele e de Vinicius de Moraes. O disco recebeu orquestração de Leo Peracchi. Ainda no mesmo ano, gravou o bolero "O amor é você", de Almeida Rego e Evaldo Gouveia, e o rock balada "Como antes", de Panzeri, Di Paola e Taccani, com versão de Júlio Nagib. Em 1960, lançou pelo selo Festa o LP "Modinhas fora de moda", com a orquestra de Leo Peracchi, onde gravou várias modinhas brasileiras. O disco, lançado pela etiqueta Festa, recebeu elogios da crítica, do maestro Heitor Villa-Lobos e apresentação do maestro Edino Krieger. Nesse disco estão presentes, entre outras, as modinhas "Se os meus suspiros pudessem", de motivo popular com arranjos de Batista Siqueira, "Hei de amar-te até morrer", de Mário de Andrade, "Lundu da Marquesa de Santos", de Villa Lobos e Viriato Correia, "Foi numa noite calmosa", de Luciano Gallet, "Modinha", de Jaime Ovalle e Manuel Bandeira, e "Cantigas", de Alberto Nepomuceno e Branca Colaço. Em 1964, deixou a Rádio Nacional e foi para Nova York onde se apresentou ao lado de Laurindo de Almeida. Nos EUA gravou o LP "Lenita Bruno em Hollywood", onde interpretou somente músicas brasileiras, algumas com versão em inglês, acompanhada de Laurindo de Almeida, Clare Fischer e Bud Shank. Fez também um especial na TV ao lado de José Feliciano. Gravou, em seguida, outro LP, ao lado de Bud Shank, intitulado "Work of love". Ao retornar ao Brasil, participou de um show na Sala Funarte em homenagem a Mário de Andrade. Realizou o show "Tom Jobim, popular ou clássico?" em 1985, no Projeto Seis e Meia da A. B. I. , no Rio de Janeiro. Fez sua última apresentação em 1986, no Restaurante Botanic, no Rio de Janeiro, no show "Para amar e sofrer". Várias de suas interpretações podem ser encontradas na Collector's Editora Ltda, que em 1989 as lançou em LP.
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Tuesday, December 08, 2009
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João da Gente (João de Wilton (ou da Silva) Morgado) 8/12/1882 Rio de Janeiro, RJ 18/1/1937 Rio de Janeiro, RJ
The celebrated writer, journalist and Carnaval chronicler João da Gente was passionate about Carnaval, having founded many blocos (small groups), creating awards for fancy dresses and parades and being a regular member of the juries who presided the competition. Debuting in theater in 1897, he became one of the most popular Carnaval composers of the early decades of the 20th century in Rio de Janeiro. Organizer of the famous confetti battles, he organized in 1915 the Mi-Carême, the commemoration of the Carnaval champions. João da Gente also had success as a composer of Carnaval music like the marcha "Deixa Ela", the samba "Olá" (recorded by Fernando in 1925) and "Vem Comigo" (having being the latter the winner of the carnaval of 1929 and recorded by Francisco Alves). As a playwright João da Gente wrote dramas and comedies like Silvina, Cruz e Perdão, Por Causa das Dúvidas, O Engano, O Paletó Não é Meu and Tio Tibério, having written also books of prose and poetry. João da Gente wrote also for Portuguese newspapers, having received from the Portuguese Church the title of Count and the name of João de Wilton Morgado. ~ Alvaro Neder, All Music Guide
João da Gente (João de Wilton (ou da Silva) Morgado) 8/12/1882 Rio de Janeiro, RJ 18/1/1937 Rio de Janeiro, RJ
Compositor. Teatrólogo. Jornalista.
Seu pai, Eduardo Penafiel da Silva, era um famoso construtor português que, por ser primogênito, trocou o nome para Eduardo Morgado. Nasceu no bairro carioca de Vila Isabel e recebeu o nome de João da Silva Morgado. Mais tarde, recebeu da Igreja de Portugal o título de Conde, passando a chamar-se João de Wilton Morgado. Foi funcionário federal, escritor e cronista carnavalesco. Trabalhou nos seguintes jornais cariocas: Jornal do Brasil, Correio da Manhã (1904-1937), Diário de Notícias (1908), A Imprensa (1908), A Época (1915), além de O País (1916). Foi colaborador de muitos outros órgãos de imprensa mineiros, paulistas e portugueses. Um apaixonado pelo carnaval, foi idealizador e organizador de vários blocos, instituindo prêmios para as fantasias e carros alegóricos. Organizador das tradicionais batalhas de confete, sempre integrava as comissões julgadoras dos desfiles carnavalescos. Organizou, em 1915, a Mi-Carême, festa dos campeões do carnaval, realizada com sucesso nos domingos de Páscoa. Como teatrólogo, escreveu vários dramas e comédias: "Silvina, Cruz e perdão", "Por causa das dúvidas", "O engano", "O paletó não é meu" e "Tio Tibério". Escreveu dois livros: "Arpejos", em versos, e "Cintilações", em prosa. Foi membro da Comissão de Frente do Clube dos Democráticos. Popular compositor carnavalesco das primeiras décadas do século XX, no Rio de Janeiro. Compôs dezenas de sambas e marchinhas de carnaval, entre elas a marcha "Deixa ela" e o samba "Olá". Em 1928, Francisco Alves gravou na Odeon o samba "Sou o meu bem". Nesse mesmo ano, conheceu talvez seu maior sucesso, o samba "Vem comigo", campeão do carnaval do ano seguinte. Além de muito cantado na famosa Festa da Penha, foi gravado por Francisco Alves na Parlophon. Em 1929, Laís Areda gravou a toada brasileira "Nossa canção", na Odeon e Francisco Alves na Parlophon o samba "Não jures". No mesmo ano, Vicente Paiva gravou na Parlophon o samba "Mulheres sapecas". Em 1930, seu samba "Não chora", foi gravado por Helena de Carvalho na Victor e o samba "Orgulhosa", por Iolanda Osório na Brunswick. No mesmo ano, compôs com Heitor dos Prazeres o samba-canção "Tristeza" gravado por Januário de Oliveira na Columbia. Ainda nesse mesmo ano, Francisco Alves gravou em dueto com Luci Campos na Odeon o samba "Não se esqueça do seu bem". Em 1931, teve quatro composições gravadas na Parlophon: Paulo Neto de Freitas gravou as canções "Quebranto" e "Pra vancê" e Murilo Caldas os sambas "Guiomar" e "Deixei". Em 1932, Elza Cabral gravou na Columbia seu samba "Falso amor"
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Tuesday, December 08, 2009
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Category: Music
Paulino Sacramento (Paulino Sacramento) 8/12/1880 Rio de Janeiro 8/3/1926 Rio de Janeiro
Highly proficient technically, Paulino do Sacramento wrote the tango brasileiro "Pierrô," which remained as an ultimate test for a trumpeter. Catulo da Paixão Cearense's verses for his song "O Marroeiro" were later taken into the controversial "Pelo Telefone," allegedly the first recorded samba. Together with Chiquinha Gonzaga, Paulino was the most active conductor of the musical theater of his time. His tango brasileiro "Vatapá," which was a big hit, was recorded through Columbia in the decade of 1900. He was contemporary, friend, and later disciple of conductor Francisco Braga. They played together at the band of the Lar dos Meninos Desvalidos and Paulino succeeded Braga at the conduction of that band. In 1898, Paulino wrote the songs for Artur Azevedo's revue Jagunço. In the theater, he collaborated with famous libretto writers like Bastos Tigre (O Maxixe), João Foca, Raul Pederneiras, Catulo da Paixão Cearense (O Marroeiro), among others, and built a reputation as composer and conductor. In 1904, he was conductor of the Companhia Silva Pinto e Colás; in the next year, he was the conductor of Companhia Segreto e Souza, and, in 1906, of the Companhia do Teatro São José. In 1912, he wrote the music for the revue O Rio Civiliza-se. In 1915, he wrote the music for the revue O Samba (Álvaro Colás). He was the conductor of the Companhia Nacional de Operetas e Melodramas between 1920 and 1921 and, in the next year, of the Companhia de Revistas e Burletas F. Marzullo, also directing the choir of the Teatro Carlos Gomes. ~ Alvaro Neder, All Music Guide
Paulino Sacramento (Paulino Sacramento) 8/12/1880 Rio de Janeiro 8/3/1926 Rio de Janeiro
Trompetista. Compositor. Regente.
Foi contemporâneo de Albertino Pimentel, Candinho Trombone, Francisco Braga, no Colégio dos Meninos Desvalidos, em cuja banda tocaram juntos. Quando o maestro e compositor Francisco Braga então regente da banda obteve uma bolsa de estudos para se especializar em Paris, Paulino foi indicado para substituí-lo. Em 1896, então com 16 anos de idade, foi candidato a primeiro Mestre da Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, sendo derrotado por Anacleto de Medeiros. Trompetista de boa técnica, seu tango "Pierrô", é considerado um autêntico carro de fogo para os solistas desse instrumento. A partir de 1912, dedicou-se ao teatro de revista. Produziu partituras para revistas, operetas e burletas, sendo a primeira delas, "O Rio civiliza-se". Neste mesmo ano, dirigiu a Orquestra do Teatro Rio Branco, sendo o primeiro maestro a reger o músico Pixinguinha, então com 14 anos de idade. Colaborou com alguns famosos libretistas, como Bastos Tigre (O Maxixe), João Foca, Raul Pederneiras, Catulo da Paixão Cearense (O Marroeiro). Seu tango "Vatapá", foi regravado,em 1971, na RCA Victor por Radamés Gnattali (piano), Altamiro Carrilho (flauta), Paulo (bombardino), Dino e Meira (violões) e Canhoto (cavaquinho). O disco foi lançado em 1972 pela Editora Abril, no fascículo 48 "Donga e os primitivos", da série História da Música Popular Brasileira.
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Tuesday, December 08, 2009
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Quincas Laranjeiras (Joaquim Francisco dos Santos) 8/12/1873 Olinda, PE 3/2/1935 Rio de Janeiro, RJ
An important figure of the second generation of Brazilians who took the violão as a solo instrument, Quincas Laranjeiras was the professor of eminent musicians who would carry the torch even further: the blind Levino da Conceição, José Rabelo, and João Pernambuco. A eulogy published in O Violão magazine (1929) referred to him as the "grandfather of the modern violão."
Coming to Rio with his family at six months of age, he was influenced by his father, who was a well-known violeiro (ten-string Brazilian-viola player) and a carpenter by profession. At 11, Laranjeiras went to work at the Fábrica de Tecidos Aliança, in the Quincas borough of Rio, hence his nickname. There was a band in the factory, conducted by professor João Elias, Laranjeiras' first music teacher. Taking up the flute, he soon showed uncommon talent, teaching the less-advanced students. Influenced by his brother who was learning the violão (Brazilian acoustic guitar), Laranjeiras also took up that instrument, soon becoming a requested accompanist of modinhas. A frequenter of the famous Rabeca de Ouro music store/lutherie (later Cavaquinho de Ouro), where the famous chorões met, Laranjeiras became a member of their group: Anacleto de Medeiros, Luís Gonzaga da Hora, Irineu de Almeida, Juca Kalut, Macário, José Cavaquinho, Villa-Lobos, and others. With some others, he formed the Estudantina Arcas, where he taught violão, and became prominent as a violonista in the Estudantina Euterpe Orchestra. An adherent of classical guitar, he taught in the Tarrega school, being an important proponent of Tarrega's method in Brazil. In 1889, Laranjeiras became a municipal employee, retiring with honors in 1925. His compositions include "Prelúdio Em Ré Menor" and "Valsa Para Violão," while his most popular piece was the sentimental waltz "Dores D'alma." He was also an active harmonizer (for violão) of Brazilian melodies, publishing these works in O Violão magazine. ~ Alvaro Neder, All Music Guide
Quincas Laranjeiras (Joaquim Francisco dos Santos) 8/12/1873 Olinda, PE 3/2/1935 Rio de Janeiro, RJ
 .. Violonista. Compositor.
Filho de José Francisco dos Santos e de Flausina Maria dos Santos, veio para o Rio de Janeiro com apenas seis meses de idade. Seu pai era carpinteiro de profissão, embora gozasse fama de bom violeiro. Com 11 anos, foi trabalhar na Fábrica de Tecidos Aliança, em Laranjeiras, bairro onde morava desde sua chegada à cidade. Daí a origem de seu apelido. Iniciou seus estudos musicais com João Elias, professor e regente da Banda da Fábrica, como estudante de flauta, passando em seguida ao violão. Em 1889, tornou-se funcionário da antiga Inspetoria de Higiene e Assistência, posteriormente Departamento Municipal de Assistência. Aposentou-se em 1925, sendo saudado por seu chefe pelos "bons serviços, prestados com zelo, dedicação e escrupulosa honestidade". Em 1926 passou a residir na Rua Nascimento Silva, em Ipanema. Freqüentava a Casa de Música Rabeca de Ouro, instalada na Rua da Carioca, onde travou conhecimento com os grandes violonistas da época. Junto a outros colegas do instrumento, colaborou para a fundação e organização da Estudantina Arcas, onde passou a lecionar violão. Destacou-se como violonista da orquestra da Estudantina Euterpe, formada à base de instrumentos de corda. Participou do grupo que se reunia no Cavaquinho de Ouro situado na atual Rua da Carioca, do qual faziam parte Heitor Villa-Lobos, Anacleto de Medeiros, Zé do Cavaquinho, Juca Kalut, João Pernambuco, Irineu de Almeida, entre outros. Foi uma das figuras de destaque da orquestra do Rancho Ameno Resedá. Além de acompanhador, foi solista do instrumento, tendo estudado e executado obras de Carcassi, Carulli, marcando uma atuação mais voltada para o violão clássico. Acredita-se que tenha sido o introdutor do ensino de violão por música no Rio de Janeiro, utilizando o Método de Dionísio Aguado. Posteriormente, foi um grande divulgador do método "A escola de Tárrega". Dentre seus alunos, destacam-se Levino Albano da Conceição, José Augusto de Freitas e Antônio da Costa Rabello. Em 1928, passou a colaborar com a revista " O Violão", apresentando nos dois números iniciais arranjos para violão das obras "A casinha do meu bem" e "Casa de caboco", de Hekel Tavares e Luiz Peixoto. Sua composição mais conhecida, a valsa "Dores d'alma", é um exemplo pioneiro na utilização do arraste - efeito resultante do deslizar de um dedo sobre a corda grave do violão - e que será popularmente conhecido com a interpretação de Dilermando Reis. Participou ao lado de Sátiro Bilhar, Chico Borges, Mário Cavaquinho, Irineu de Almeida, entre outros, da serenata em homenagem a Santos Dumont, organizada por Eduardo das Neves em 7 de setembro de 1903. Convidado por Catulo da Paixão Cearense, participou como seu acompanhador do concerto realizado no Instituto Nacional de Música, apresentando-se também como solista. Em sua casa na Rua Nascimento Silva, em Ipanema, reunia alunos e amigos dentre os quais Patrício Teixeira, João Pernambuco e José Rebelo da Silva.
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Monday, December 07, 2009
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Chico Saraiva (Francisco Saraiva da Silva) 7/12/1973 Rio de Janeiro, RJ
Chico Saraiva - De Butuca Na Cozinha
Chico Saraiva Trégua Winner of the 6th Visa Award (2003) in the composer category, Chico Saraiva follows up his 1999 album Água with another gem entitled Trégua. Born in 1973, Saraiva shows with this new CD what an accomplished guitarist and composer he is. And when lyricists such as Luiz Tatit, Fausto Nilo and Celso Viáfora add words to Saraiva's compositions, the result is exquisitely beautiful and memorable. From Villa-Lobos influences and visiting several Brazilian musical traditions -- samba, bossa nova, maracatu, frevo, baião -- Saraiva's Trégua is a nice release. His guest list in the album includes Gilson Peranzzetta (piano), Zeca Assumpção (bass), Mauro Senise (flute) and Proveta (sax), not to mention the guest vocalists who bring more enchantment and pleasure to the 14 compositions in the album. After the soft instrumental opening track, "Três Tardes de Lua," Ceumar sings the title track, a marcha-rancho with a slow frevo tempo and a delicious Carnaval beat. One unforgettable moment in the album is the duet between Siba and Marcelo Pretto in "Baião do Tomás." The melody is a mixture of baião and maracatu with the singers alternating the lyrics in the best "desafio" (challenge) style, very popular in the folkloric Brazilian northeastern tradition. The lush melody in "As Horas" is a beautiful seresta (love song performed with acoustic guitar) highlighted with Senise's and Pontes' flute and sax solos arranged by Gilson Peranzzetta. Clóvis Beznos' lyrics sing the anguish of waiting hours after the end of a love affair. Ana Luíza's voice is most fitting in this beautiful song. The duet between Saraiva and Swamy Jr. in "Lagarteando" is yet another good number. This time, though, the music is performed as a choro. Trégua takes Chico Saraiva to new heights and proves what a great composer he is. For listeners, the album is a treasure that explores the Brazilian musical scene with superb musicianship. - by Egídio Leitão
Chico Saraiva (Francisco Saraiva da Silva) 7/12/1973 Rio de Janeiro, RJ
Veja Também: A Barca
Compositor. Violonista. Produtor. Arranjador. Professor de música. Estudou com Artur Battisti Filho (violão erudito), Ulisses Rocha (violão), Cyro Pereira (arranjo e orquestração), José Eduardo Gramani (rítmica), Hilton Valente (harmonia), Elisa Zein (percepção) e Fernando Faro (história da MPB). Chico Saraiva - Show Saraivada
De 1989 a 1991, apresentou-se em recitais de estudantes com repertório de violão erudito, além de tocar guitarra em bandas de rock.
Em 1992, mudou-se de Florianópolis, onde foi criado, para Campinas, onde ingressou na Faculdade de Música Popular da Unicamp. De 1992 a 1995, tocou com vários artistas em bares e casas noturnas principalmente em Florianópolis, durante as férias escolares, e em Campinas, durante o ano letivo. Em 1994, fundou, juntamente com Eduardo Ribeiro (bateria) e José Nigro (baixo), o Trio Água, com o qual atuou em shows até 1998. Em 1995, fez sua primeira gravação profissional, no CD “Girassol”, de Ed Ribeiro Lima. O disco foi indicado para o Prêmio Sharp. Nesse mesmo ano, mudou-se para São Paulo. Com o Trio Água, participou do "Som da Demo-95”, promovido pelo SESC Consolação–SP, realizando show apadrinhado por Hermeto Pascoal e integrando com três músicas o CD decorrente do projeto. Em 1996, atuou como arranjador e violonista, em shows e gravações, com Márcia Salomon (CD “De Lalá pra Cá”), Silvana Stiévano (CD “Por puro amor”, indicado para o Prêmio Sharp), Dayse Cordeiro (CD “Paladar”), todos lançados pelo selo Dabliú. Em 1997, apresentou-se com o Trio Água no "I Festival Internacional de Violão", evento promovido pelo SESC Consolação-SP. De 1997 a 1999, integrou, juntamente com Renato Anesi e Thomas Howard, o trio Corda Coral, com o qual lançou CD homônimo e se apresentou em todo circuito instrumental paulistano. Integrando o grupo A Barca, ao lado de Lincoln Antônio (piano), Marcelo Pretto (voz), Juçara Marçal (voz), Sandra Ximenez (voz), Renata Amaral (baixo),Thomas Roher (rabeca e sax), Ligeirinho (percussão) e André Magalhães (percussão), apresentou-se durante quatro meses no Teatro Arena Eugênio Kusnet (SP), em 1998. Neste mesmo ano, trabalhou na peça musical “Na bagunça do teu coração”, baseada em canções de Chico Buarque e com direção de Bibi Ferreira. O espetáculo ficou em cartaz por vários meses nos teatros João Caetano e Villa-Lobos (RJ). Em 1999, viajou com o grupo A Barca por oito cidades do interior do Pará e do Maranhão, participando do projeto “Comunidade Solidária”, desenvolvido pelo Governo Federal, e por 25 cidades do interior paulista, participando do projeto “Coração dos Outros”, baseado na obra de Mário de Andrade e promovido pelo SESC-SP. Também nesse ano, atuou na peça musical “Somos irmãs”, em cartaz durante oito meses no teatro Cultura Artística (SP). O espetáculo teve arranjos assinados por Leandro Braga. Em 2000, acompanhou a cantora Consuelo de Paula em shows pelo Brasil. Nesse mesmo ano, gravou, com o grupo A Barca, o CD "Turista aprendiz" (CPC-Umes). Também em nesse ano, lançou o CD instrumental “Água”, gravado entre 1996 e 1999, juntamente com Eduardo Ribeiro (bateria) e Zé Nigro (baixo). O disco, produzido pelo violonista e lançado pelo selo Cântaro, contou com a participação de Benjamim Taubkin (piano) e Mané Silveira (sax). No repertório, suas composições “Chorando embaixo d’água”, “Dana da chuva”, “Valsa da aroeira mansa”, “Melodia para a incerteza”, “Amarela”, “Balaio” (c/ Roberto Coelho) e “Ano novo”, além das canções “Contatos” (Paulo Bellinati), “Café” (Egberto Gismonti), “Gabriela” (Tom Jobim) e “Choro pro Zé” (Guinga e Aldir Blanc). Ainda em 2000, apresentou-se no circuito instrumental paulistano, em espaços como Sesc Paulista e Sesc Pompéia. Em 2001, atuou como instrumentista e arranjador no CD "As sílabas", de Suzana Salles, com quem vem atuando em shows pelo país desde 1995. Em 2002, compôs e produziu a trilha sonora do curta-metragem “Seu Chico Terra e Alma” e deu início à produção da trilha sonora do longa-metragem “Seu Chico Toda Vida”, ambos do cineasta catarinense José Rafael Mamigonian. Também nesse ano, lançou, com A Barca, o CD “Baião de princesas” (CPC-Umes). Ainda nesse ano, apresentou-se no Mercado Cultural de Salvador-BA com o grupo, que foi selecionado para o projeto “Rumos Musicais”, do Itaú Cultural (SP). Em 2003, licenciou seu CD “Água” para distribuição internacional pela MCD World Music. Nesse mesmo ano, venceu o VI Prêmio Visa de MPB – Edição Compositores. Ainda em 2003, gravou o CD “Trégua”, assinando a produção musical com André Magalhães. O disco, patrocinado pelo Visa, lançado pela Eldorado e distribuído pela Sony, reuniu em torno de suas composições intérpretes como Ná Ozzetti, Simone Guimarães, Teresa Cristina, Ceumar, Ana Luiza e Siba, com a participação de instrumentistas como Zeca Assumpção, Gilson Peranzeta e Nailor Proveta. No repertório, suas canções "Baião do Tomás" e a faixa-título, ambas com Luiz Tatit, "Os olhos da manhã" e "As horas", ambas com Clovis Beznos), "Ensaio" (c/ Manu Lafer), "Aonde você for" (c/ Fausto Nilo), "Canto pra Aurora" (c/ Juçara Marçal), "Antes de você me aparecer" (c/ Celso Viáfora) e as instrumentais "Três tardes de lua", "Samba PrAlê" e "Conceição". Em 2005, apresentou-se no Mistura Fina (RJ). Nesse mesmo ano, o CD "Trégua" foi reeditado pela Biscoito Fino.
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Monday, December 07, 2009
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Category: Music
Celso Galvão (Antonio Celso de Carvalho Galvão) 7/12/1958 C. P. Paulista, SP
Celso Galvão - Recomeço Antonio Celso de Carvalho Galvão, has as artistic name Celso Galvão, born in Cachoeira Paulista (SP). Came from a family of musicians and plastic artists, he initiated his studies of music to the 4 years, through the piano, but to the 12 years, when he knew the acoustic guitar, it was when he really dedicated to this art. He started to participate of festivals to the 14 years, since then getting excellent ranks. He also gained gold standard in 1983 and 1984 in city Paulista(SP) the Waterfall for the School of Samba "Flower of Lis" as composer. In 1982, "He placed the foot on the road", and decided to face music as profession, and to present for all the region of the Valley of the Paraíba, South of Mines, the Coast, São Paulo and region, cities of Rio De Janeiro, Paraná, Brasilia (DF); in bars, clubs, fairs, etc... In 1987, he initiated the project of writing of an Independent Record, as proper production and with the participation of friends, that was launched in 1988. The vinyl record with the heading "CLARIDADE", has proper compositions and of collective arrangements and is composed in musics of some styles as: baião, country, ballad, rock, funk, etc... and recorded and was mixed in the Eldorado Studio in São Paulo. In June of 1995 he was presented in some countries of the Europe as: France (Paris and Grenoble), Italy (Florença), Belgium (Brussels) and Germany (Berlin). He has a vast repertoire: International MPB and (Rock, Pop, Blues, etc...) He had participated with frequency of the Program "Frutos da terra" in the TV Anhanguera - Goiânia (Net Globo). Beatles festival won the stage Center-West of 3º in Goiânia - Go in June of 2003. He has participated of the project Sounds of Brazil in Palmas-Tocantins.
Celso Galvão (Antonio Celso de Carvalho Galvão) 7/12/1958 C. P. Paulista, SP
Celso Galvão - Banda Um - Planeta Sonho www.celsogalvao.com.br Celso Galvão e Banda Um Show Influencias 10/05/1998 Compositor. Cantor. Violonista e gaitista.
RELEASE/Celso Galvão Antonio Celso de Carvalho Galvão, tem como nome artístico Celso Galvão, iniciou na música aos 4 anos de idade através do piano. Toca violão e gaita. Compõe desde os 13 anos de idade. Participou de vários festivais (desde os 14 anos) sempre obtendo ótimas colocações. Foi vencedor do 1º Festival de Música de Anápolis/GO (Dez./2001) entre 600 (seiscentos) participantes. Musicou peça teatral “Romance do Vilela” em Mogi das Cruzes/SP. DISCOS GRAVADOS(INDEPENDENTES): 1-“Claridade”(vinil) – 1988 2-“Sementes de Luz” – 2000 3-“Simplicidades” - 2005 4-“Recomeço” – 2006 (apoio da lei Goyases) 5- “Minha música meu ar”– 1999 (12 canções, sendo que 6 letras são de Celso Galvão e as outras 6 letras são de Ricardo Leão todas musicadas por Celso Galvão). Canções gravadas por outros artistas paulistas: Beto Mi, Jorge Chalita, Ana Walkíria e Les Amis, Mara Rúbia/2008 (cantora Goiana) e Flavinho (Canção Nova). Foi um dos cem finalistas do programa do Faustão/Rede Globo (Novos Talentos) entre 33.000 (trinta e três mil) participantes. Participou de três eventos com mais de 50 mil pessoas com transmissão nacional através de rádio e TV: em 12/10/1994 como show principal na Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida (Aparecida-SP), em 12/10/2000 novamente na Basílica Nacional (Aparecida-SP) como artista convidado e no dia 06/12/2008 no encontro “Hosana Brasil” (Cachoeira Paulista-SP) como artista convidado, no lançamento do CD do “Flavinho” da Canção Nova. Já se apresentou em paises da Europa (França, Bélgica, Alemanha, Itália e Holanda) e em vários Estados do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Mato Grosso). É natural de Cachoeira Paulista/SP e foi radicado em Guaratinguetá/SP por 19 anos onde teve uma casa noturna (Celso Chopperia) por 13 anos. Mora em Anápolis/GO há sete anos e atua por toda região e Estados vizinhos, em casas noturnas, festas, festivais, teatros, convenções, TV, etc... Apresentou-se com trabalho autoral (CD-Simplicidades), no programa Sr. Brasil (Rolando Boldrin) pela TV Cultura em agosto de 2007. Tem repertório eclético: MPB(Bossa Nova, baião, regional,samba, etc...), música internacional (Pop, Rock, Blues, etc..) e músicas próprias. Atualmente tem se apresentado com freqüência nas seguintes casas: Brasília/DF(Feitiço Mineiro, Monumental, etc...), Goiânia/GO(Cerrado, Clube de Engenharia, Chopp 10, Cosy, Cateretê, etc...), Anápolis/GO(Vesúvio, China Town, etc...), Ceres/GO, Goianésia/GO, Pirenópolis/GO, Aparecida/SP(Clube Umuarama), Palmas/TO, Guaratinguetá/SP, Parati/RJ, Campos do Jordão/SP, etc... Esta em fase de gravação de seu novo CD, novamente com apoio da Lei Goyases (Lei de Incentivo a Cultura do Estado de Goiás), com lançamento previsto para maio de 2009. Teve duas músicas “Recomeço” e “Aconteceu Você” (vídeos) apresentadas no programa “Garagem do Faustão” entre 50 mil vídeos enviados.
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Monday, December 07, 2009
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Haroldo Goldfarb (Haroldo Goldfarb) 7/12/1956 Rio de Janeiro, RJ
A part of the show "Ahavat Israel" in the Brazilian Israeli Club (CIB),Rio de Janeiro,Brazil. Haroldo Goldfarb (Piano) and Carlos Watkins (Sax) are acting musicians in the scene of Brazilian popular music.They prepared a special show dedicated to "Am Israel".
Gerli e Haroldo Goldfarb O Lirismo de Paulinho Tapajós
Certain songs become part of our lives quite naturally. How many of us have recalled an entire period of our lives simply by hearing one song? It is quite common. When it comes to the music of Paulinho Tapajós (Rio de Janeiro, 1945), it is no exaggeration to say he has been a part of the Brazilian memory since the late 1960s. His songs have provided the background to many romances in Brazilian primetime soap operas (novelas) as well as real life stories. Gerli and Haroldo Goldfarb made an excellent choice when they decided to make O Lirismo de Paulinho Tapajós. With Gerli's gentle and soaring vocals accompanied by Haroldo's able piano solos and arrangements, the music performed here is a trip down memory lane for anyone who lived in Brazil especially during the 1970s and 1980s. Paulinho Tapajós is a talented song writer who has been making great music all his life. When in 1968 one of his songs was first recorded ("Madrugada," sung by Magda), it marked the beginning of a long-standing and successful career that is still very active today. In the 1970s his name was associated with some of the most watched Brazilian TV programs. He wrote themes for some major productions at Globo TV network. It is from that time that we find his signature in songs for Irmãos Coragem (beautifully performed in this album), A Próxima Atração, Assim na Terra como no Céu and many others. He also took part in several musical festivals in Brazil at that time. It was in the IV International Song Festival that he was awarded the first place both in the national and international portions of that festival with the hit "Cantiga por Luciana," which is also present in this album. And the string of hits goes on and on. In O Lirismo de Paulinho Tapajós, the Goldfarbs not only pay tribute to this music icon with classic performances, but they also give future generations a glimpse of Brazilian life in music. Haroldo Goldfarb plays all keyboards and is also joined at times by Julio Brau (viola caipira, acoustic guitar), Anderson Rocha (electric bass), Dino da Costa (percussion). Background vocals are sung by Nena Araújo and Rose Araújo. As a very special guest, Paulinho Tapajós himself adds his participation in "Coisas do Coração." Singing these beautiful melodies and rich lyrics we have Gerli Goldfarb with a voice as crystal clear as a natural mountain stream. Each track is arranged with meticulous care and highlights Tapajós lyrical side with all the attention that it deserves. The poetry in Tapajós music is warm, simple and profound. He talks about comfortable old shoes ("Sapato Velho"), trolley cars from forgotten times ("Tempo dos Quintais") and hearts in love ("Coisas do Coração"). The uplifting theme in "Irmãos Coragem" is presented here in a very slow arrangement, contrasting with the original fast rendition from the Brazilian soap opera. The result is strong and very positive. The words in the song echo deep. Track after track the listener is taken by a storm of beautiful emotions. At times one can almost lose oneself in this beautiful poetry. O Lirismo de Paulinho Tapajós is a well deserved tribute to a song writer who has given Brazilians the soundtrack of their lives. Gerli and Haroldo Goldfarb gave us a gold mine in this beautiful labor of love. Reviewed by Egídio Leitão
Haroldo Goldfarb (Haroldo Goldfarb) 7/12/1956 Rio de Janeiro, RJ Marcelo Nami & Haroldo Goldfarb (Noites Cariocas)
Instrumentista (pianista e tecladista). Arranjador. Produtor musical. Professor de piano. Foi aluno de Irene Micheleu (piano clássico) e Valéria Ribeiro Peixoto (teoria). Estudou composição durante dois anos na Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Entre 1978 e 1981, morou em Israel, onde estudou, durante um ano, na Academia Rubin de Jerusalém (composição).
Iniciou sua carreira profissional em 1981, atuando como pianista em espaços cariocas como Un Deux Trois, Carinhoso, Maxim's, Estudantina Musical, Porcão, Estrela do Sul, Hotel São Francisco, Chico's Bar, Hotel Sofitel e Mistura Fina, entre outros.
Entre 1984 e 1986, estudou harmonia popular com Ian Guest. Ao longo de sua carreira, acompanhou, em shows, artistas como Elizeth Cardoso, Billy Blanco, Cantoras do Rádio, Paulinho Tapajós, Alaíde Costa, Leny Andrade, Carmen Costa, Dona Ivone Lara, Perla, Claudia e Ithamara Koorax, entre outros. Em 1996, casou-se com a cantora Gerli Goldfarb, com o qual atuou em happy hours em diversos espaços cariocas como Hotel São Francisco, Chiko's Bar e Rio Palace, entre outros. Em 1997, estreou, no Vinícius Piano Bar (RJ), o show "Mel & Espinhos", ao lado de Gerli Goldfarb. Em 2003, lançou, com Gerli Goldfarb, o CD "O lirismo de Paulinho Tapajós", no qual registrou as seguintes obras do compositor: "Cantiga por Luciana" e "Reencontro", ambas com Edmundo Souto), "Escrava" (c/ Edmundo Souto e Bororó), "Coisas do coração" (c/ Mú Carvalho), "Coração vadio" (c/ Claudio Nucci), "Sapato velho" (c/ Claudio Nucci e Mú Carvalho) "No tempo dos quintais" (c/ Sivuca), "Irmãos Coragem" (c/ Nonato Buzar), "Meu braço de volão" (c/ Raul Ellwanger) e "Sol e chuva" (c/ Cartola). Participou do disco como músico, arranjador e produtor musical. Leciona piano popular e prepara repertório para cantores amadores. O disco foi premiado, no ano seguinte, pelo "Jornal das Gravadoras", na categoria Melhor CD Tributo.
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Monday, December 07, 2009
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Heitorzinho dos Prazeres (Heitor dos Prazeres) 7/12/1942 Rio de Janeiro, RJ
Heitor dos Prazeres - Pierrot Apaixonado
Heitorzinho dos Prazeres (Heitor dos Prazeres) 7/12/1942 Rio de Janeiro, RJ
Heitor dos Prazeres - Carioca Boêmio
Cantor. Compositor. Pintor.
Filho de Nativa Prazeres e de Heitor dos Prazeres. O pai foi cantor e compositor de clássicos, além de pintor reconhecido internacionalmente. Em 1957, trabalhou como contínuo e mensageiro na Rádio Nacional. Anos depois, com o Ato Institucional nº 2, foi afastado, juntamente com outros artistas e funcionários da emissora. Integrou a ala de compositorres da Escola de Samba Imperatriz Leopoldonense. Morador do Morro do Sacramento, em Pedra de Guaratiba, local onde mantém um "atelier" e um estúdio, ambos com vista para o mar. Onde também desenvolve um projeto social, recebendo as crianças da comunidade para oficinas de desenho e pintura, além de orientação na feitura de molduras para quadro. Iniciou sua carreira aos seis anos de idade, como ritmista e passista no conjunto "Heitor dos Prazeres e Sua Gente".
Em 1958, participou como ritmista e corista no disco "Heitor dos Prazeres e sua gente". No ano seguinte, integrou o conjunto Samba Avanço Rio, com o qual viajou por diversos estados e participou do disco "Macumbas e candomblés", de Heitor dos Prazeres. No ano de 1962, integrando o conjunto Heitor dos Prazeres e Sua Gente, participou de gravações ao lado do pai e do cantor Vítor Barcelar. No ano seguinte, com seu grupo Samba Avanço Rio, atuou em programas de rádio, teatro, circo e televisão. Como percussionista, em 1966, gravou no disco "Coral de prata", do Instituto Benjamim Constant, pela gravadora Todamérica. Neste mesmo ano, expôs pela primeira vez seus quadros em uma coletiva de pinturas organizada por seu pai. No ano de 1972, pela gravadora Caravelle, participou da gravação do disco "Kandomblés". No ano posterior, expôs no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ainda neste ano, como vocalista e tecladista, gravou o disco "Juventude super". Em 1974, expôs na Galeria O Globo de Belo Horizonte e gravou pela Continental o disco "Os mulatons". Neste mesmo ano, ao lado de Clementina de Jesus, Moreira da Silva, Zilda do Zé, Darcy da Mangueira e Cartola, participou de um show no Ibam em homenagem a seu pai. Em 1980, com o parceiro Waldir da Fonseca, fez vários shows no circuito do Sesc. Ainda em 1980, Dona Ivone Lara gravou "Lamento do negro" (c/ Fumaça e Caboré). Gravou em 1984 o disco "Lápis de cor", quando fez shows de lançamento nos teatros Procópio Ferreira e Teatro do Hotel Nacional, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, viajou para Europa e fez shows e exposições no Forum Itálico e no Centro de Estudos Brasileiros na Embaixada do Brasil em Roma e Paris, na Galeria Debret da Embaixada do Brasil. Neste mesmo ano, apresentou este trabalho na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Participou na Faculdade Cândido Mendes do Projeto "Saber do Samba" e do Projeto "Sambistas Pintores", que percorreu várias casas noturnas do Rio de Janeiro com apresentação de artistas como Guilherme de Brito e Nelson Sargento, entre outros. Um ano depois, classificou "Chora chorinho" (c/ Waldir Fonseca), no "Festival de Chorinho no Teatro São Caetano", em São Paulo. Em 1997, lançou o CD "Quem somos nós", no qual interpretou de sua autoria "Volto", "Chora chorinho" e "Samba de pandeiro", as três em parceria com Waldir da Fonseca; "Mais um curioso"; "Sangue de artista", "Feliz assim"; "A coisa melhorou"; "Dois a dois" (c/ Waldir da Fonseca), interpretada em dueto com o parceiro e ainda, "Carioca boêmio" (Heitor dos Prazeres), interpretada em dueto com a atriz Tônia Carreiro; "Consideração" (Heitor dos Prazeres e Cartola) em dueto com Áurea Martins; "Coração aberto" (c/ Micas e Ednei Toledo); "Tradição de velhos carnavais" (c/ O P. Fumaça e Caboré); "Pierrô apaixonado (Noel Rosa e Heitor dos Prazeres), "Quebra morena" (Heitor dos Prazeres) e "Samba de nego" (Heitor dos Prazeres e Kalmer), as três últimas, interpretadas junto com Darcy da Mangueira e Nadinho da Ilha. Neste mesmo CD, ainda incluiu "Pimpolho" (Mestre Zé Paulo), interpretada pelo autor ao cavaquinho, "Poeta em verde e rosa" de autoria de Darcy da Mangueira, cantada pelo próprio autor; "Isquisito", chorinho de autoria de Luiz Felipe Lima interpretada pelo próprio autor, "Lá em Mangueira" (Herivelto Martins e Heitor dos Prazeres), cantada em dueto com Pery Ribeiro, além da faixa-título "Quem somos nós", de sua autoria, interpretada em dueto com Zezé Motta. Fez vários shows de lançamento do CD em teatros do Rio e São Paulo com a participação de artistas convidados como Tônia Carreiro, Zezé Motta, Darcy da Mangueira, Pery Ribeiro e Áurea Martins. No mesmo ano, ao lado de Mestre Zé Paulo, Carlinhos do Pandeiro, João da Valsa, Zezinho do Surdo, Josimar Monteiro, Samuca da Mangueira, Valdir do Cavaco e Roberto Serrão, formou o grupo Velha Guarda do Samba (homenagem ao grupo homônimo criado na década de 1930 por Paulo da Portela, Heitor dos Prazeres e Cartola). Com esse grupo, apresentou neste mesmo ano um único show no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro (com apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro). Ainda fazendo parte da Velha Guarda do Samba, participou do "Brazilian Music Festival" como band-leader da Velha-Guarda do Samba, na abertura do Summerstage, no Central Park, em Nova Yorque, com sucesso de público e crítica (página inteira do Jornal The New York Times, Jornal O Globo, The Brazilian Monthly Newpaper, entre outros). Em 1999, inaugurou com show a exposição "As Três Artes de Heitor dos Prazeres", no Museu de Belas Artes. No ano 2000, pela Riotur, participou dos "Bailes Populares no Carnaval do Rio de Janeiro", no Coreto de Pedra de Guaratiba. Neste mesmo ano, participou do disco de Waldir da Fonseca. Em 2002, desenvolveu projeto, juntamente com Ataulfo Alves Júnior, montando um show no qual foram homenagados os pais de ambos, Heitor dos Prazeres e Ataulpho Alves. Em 2003 finalizou o CD "Raiz e fruto", com músicas inéditas de sua autoria e outros inéditas de seu pai. No ano de 2004, com Alba Lírio, lançou o livro "Heitor dos Prazeres - sua arte e seu tempo". O livro, com reproduções em cores de vários de seus quadros e prefaciado por Haroldo Costa, fez parte de um projeto que incluiu uma exposição no Sesc da Tijuca e um CD 15 clássicos de Heitor dos Prazeres. No livro conta e documenta a vida de obra do pai, inclusive com "causos" envolvendo seus principais parceiros Noel Rosa, Cartola e Herivelto Martins, assim como outros sobre as fundações das primeiras escolas de samba Vizinha Faladeira, Mangueira e Portela.
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Monday, December 07, 2009
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Rubem Confete (Rubem dos Santos) 7/12/1936 Rio de Janeiro, RJ
Rubens Confete - A Dança do Reggae (Hey Bob Marley, Hey Jimmy Cliff) RARIDADE - O cantor baiano Rubens Confete fez sucesso em Salvador no inicio dos anos 80 com a canção A Dança do Reggae, que foi feita dias após a morte de Bob Marley. Nessa terça-feira dia 19 de maio de 2009 ele deu canja no ensaio do cantor Geronimo e fez a festa da galera com esse revival. Rubens Confete nunca gravou nada em Lp ou Cd em sua carreira, e sua música continua um sucesso em qualquer local que seja executada em Salvador, seu padrinho artístico foi o radialista Baby Santiago já falecido.
Rubem Confete (Rubem dos Santos) 7/12/1936 Rio de Janeiro, RJ
DEPOIMENTO DO HISTORIADOR RUBENS CONFETE DA RADIO NACIONAL
Compositor. Jornalista. Roteirista. Teatrólogo. Radialista.
Cursou o 1º grau na Escola Paraná e o ginásio industrial na Escola de Artes Gráficas, em 1953. Em 1955 freqüentava o bloco carnavalesco Independentes da Serra, em Vaz Lobo. Entre 1967 e 1970 estagiou na Imprensa Nacional. Trabalhou também na revista "Guanabara em Revista", órgão oficial do Museu da Imagem e do Som, do Rio de Janeiro. Fez diversos cursos, entre eles: "Música pela Escola Villa-Lobos", "Música Popular Brasileira", pelo MIS (Museu da Imagem e do Som), "Teoria Musical" com Nori Mendes e "Técnica Vocal", com a professora Maria Amália. Entre os anos de 1962 e 1963, fez um curso de dança com a professora Mercedes Batista. Foi Conselheiro da Associação Independente dos Comunicadores do Carnaval e Sócio Honorário do Cordão do Bola Preta. Portador da "Comenda do Mérito do Clube Municipal do Rio de Janeiro" e paraninfo do compositor fundador da Mangueira, Carlos Cachaça. Foi Presidente da Associação dos Barraqueiros do Terreirão do Samba. Em setembro de 1992, recebeu a "Medalha Pedro Ernesto", concedida pelo vereador Fernando William, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. No ano de 1961, atuou como passista da Escola de Samba Mangueira. Dois anos depois, foi passista da Escola de Samba Salgueiro.
Entrou para a Ala dos Compositores do Império da Tijuca, em 1967. Em 1970, integrou a Ala dos Compositores da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense. Nos anos de 1972 e 1973, foi o autor do enredo vencedor do carnaval, com o samba "Uma certa negra fulô" para a Escola Paulista Camisa Verde e Branco. Entre 1972 e 1974, trabalhou na Rádio Continental. Fundou, em 1973, o grupo de capoeira "Filhos de Angola". Dois anos depois, em 1975, ao lado de Wilson Moreira, Candeia e Nei Lopes, fundou o Grêmio Recreativo de Artes Negras e Escola de Samba Quilombo, na qual atuava como compositor e mestre-sala. Entre 1975 e 1977, trabalhou na Rádio Roquete Pinto como comentarista e produtor do programa "A Hora e A Vez do Samba". No ano de 1976, fundou o IPCN (Instituto de Pesquisa de Cultura Negra). Entre 1975 e 1992, escreveu para vários jornais e revistas, entre eles Pasquim, Jornal Lampião, Revista Nacional, Revista Panorama, Jornal Tribuna da Imprensa, Revista Unidos da Tijuca. Trabalhou, também, na Rádio Nacional como locutor e comentarista a partir de 1980. Em televisão, trabalhou na TV Excelsior em 1964, como ator e figurante. Entre 1981 e 1982, participou, ao lado de José Ramos Tinhorão e Fernando Pamplona, do "Programa Mesa Redonda", que tinha como tema a Música Popular Brasileira. De 1988 a 1990, fez os comentários para os desfiles de carnaval transmitidos pela Rede Globo. Em 1992, foi integrante do Júri Paralelo de Carnaval na Rede Manchete. Conferencista, ministrou várias palestras em diversos lugares como PUC, Faculdades Cândido Mendes, Hélio Alonso, Museu Nacional de Belas Artes, UERJ e Secretaria Municipal de Cultura. Em cinema, produziu roteiros para três filmes de Carlos Alberto Tourinho: "Partido Alto", "Partideiros" e "Escola de Samba S/A". Criou enredos para os Blocos Carnavalescos Boi da Freguesia e Coração de Éden. Em 1991, foi enredo do Bloco Carnavalesco Grêmio da Curtição, cujo título foi "Pierrô e Serpentina, o Guerreiro do Samba". Tem diversas músicas gravadas: "Pagode do Exorcista", por Nei Lopes e Wilson Simonal, "Xangô é de Baê", interpretada por João Donato e Caetano Veloso, "Poeira pura", cantada por Roberto Ribeiro e que deu título ao disco do cantor, "Terreirão grande", gravada por Nadinho da Ilha, João de Aquino e ele próprio, "Gosto amargo da vida", interpretada por Paulo Ramos e "Combinado assim", gravada por Joel Teixeira. Em 2003, manteve o programa "Rio de toda gente" na Rádio Nacional AM, do Rio de Janeiro e lançou o CD "Sou raça", no qual interpretou diversas composições de sua autoria, entre elas "Cabrocha, criação do poeta" e "Manga", composição em homenagem à Escola de Samba Mangueira. No ano de 2004, atuou na Rádio Nacional, no programa "Dorina.Samba", no qual tecia comentários sobre os convidados, rítmos e agenda do samba.
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Monday, December 07, 2009
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Rogério Duprat (Rogério Duprat) 7/12/1932 Rio de Janeiro, RJ 26/10/2006 São Paulo, SP
Rogério Duprat(Mutantes) - Canção Pra Inglês Ver/Chiquita Bacana
Born in Rio de Janeiro, Duprat spent much of his life in São Paulo, where he died. It was there in the early 1960s that he developed an interest in the avant-garde art and music that would soon lead to him studying in Europe with Karlheinz Stockhausen and Pierre Boulez. Returning to Brazil, Duprat wrote scores for Walter Hugo Khouri's films. Against the background of military dictatorship, Duprat met the leaders of Tropicália: Caetano Veloso and Gilberto Gil. He found himself instantly drawn to the movement by their determination to absorb universal culture and revolutionize Brazilian music. He wrote most of the arrangements of tropicália albums by Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Os Mutantes, including the album Tropicália ou Panis et Circenses. He also made arrangements for other artists, such as Chico Buarque, Alceu Valença, Geraldo Azevedo etc. Duprat's arrangements received much praise over the years, and he became known as the "George Martin of Tropicalia" and the "Brian Wilson of Brazil". Rogério Duprat's solo LP A Banda Tropicalista do Duprat was released in 1968 when his popularity and output was at its peak. Duprat fused the two popular musical tastes of 1960s São Paulo: psychedelia and classical. In later years, Duprat spent time writing jingles but was slowly forced to withdraw from his artistic activities due to hearing problems. He retired to a farmhouse in the São Paulo countryside.
Rogério Duprat (Rogério Duprat) 7/12/1932 Rio de Janeiro, RJ 26/10/2006 São Paulo, SP
Veja Também: Tropicalismo
Rogério Duprat Doc Parte 1 Regente. Arranjador. Compositor. Estudou violoncelo com Calisto Corazza; harmonia, contraponto e composição com Olivier Toni e Cláudio Santoro. Em 1962, viajou para a Europa, onde aprofundou seus conhecimentos com Pierre Boulez, na França, e Karlheinz Stockhausen, na Alemanha.
Carioca radicado em São Paulo, na década de 1950 fez parte da Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo e da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo.
Em 1956, fundou e dirigiu a Orquestra de Câmara de São Paulo, na qual atuou também como violoncelista. Em 1960, começou a compor e a gravar para teatro, televisão e cinema. No ano seguinte, integrou o movimento de vanguarda erudita "Música nova", em São Paulo, ao lado de Sandino Hohagem, Régis Duprat, Júlio Medaglia, Damiano Cozzella, Gilberto Mendes e Willy Correia de Oliveira. Após um período na Europa, ao voltar para o Brasil dedicou-se à criação de músicas experimentais em computador, em parceria com Damiano Cozzella. Em 1963 e 1964, atuou como regente e arranjador da TV Excelsior (SP). Compôs, em 1964, a trilha sonora do filme "A ilha", de Walter Hugo Khouri, que lhe valeu diversos prêmios. Nessa mesma época, ocupou o cargo de professor assistente do Departamento de Música da UNB, participando de eventos e manifestações de música aleatória. Foi premiado pelas trilhas sonoras dos filmes "Noite vazia" e "Corpo ardente", ambos de Walter Hugo Khouri, e "Cariocas", de Fernando de Barros, Roberto Santos e Walter Hugo Khouri. Em 1967, foi contemplado com o prêmio Roquette Pinto como Melhor Arranjador do Ano, e o prêmio de Melhor Arranjador do III Festival de Música Popular (TV Record), pela autoria do arranjo da música "Domingo no parque", de Gilberto Gil. Teve relevante participação no Tropicalismo, assinando arranjos, marcados pela erudição, ousadia e criatividade, para os principais discos do movimento. Em 1968, gravou, ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Os Mutantes, Nara Leão e Torquato Neto, o histórico LP "Tropicália ou Panis et Circenses", para o qual compôs vários arranjos. Nesse mesmo ano, foi contemplado com o prêmio de Melhor Arranjo do III Festival Internacional da Canção (TV Globo). Ainda em 1968, ocupou o cargo de diretor musical do programa "Divino maravilhoso", da TV Tupi (RJ). Foi responsável pelos arranjos dos discos "Os Mutantes" (1968), "Mutantes" (1969), "A Divina Comédia ou Ando meio desligado" (1970), "Jardim elétrico" (1971) e "Mutantes e seus cometas no país dos Baurets" (1972), do conjunto Os Mutantes. Assinou arranjos para Chico Buarque ("Construção" e "Deus lhe pague") e Jorge Ben ("Descobri que sou um anjo!") . Escreveu mais de 40 trilhas sonoras para cinema. Em 1987, recebeu o Prêmio Kikito no XVIII Festival de Cinema de Gramado, pela música do filme "Marvarda carne", de André Klotzer. Foi diretor artístico das gravadoras Vice-versa e Pauta. Atuou, também, na produção de jingles. Durante algum tempo, afastou-se das atividades artísticas devido a problemas de audição, provocados por longos períodos de trabalho em estúdio. Na década de 1990, retomou sua atividade, assinando arranjos para Lulu Santos ("Tempo/espaço") e Rita Lee. Faleceu no dia 26 de outubro de 2006, em São Paulo.
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Monday, December 07, 2009
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Avena de Castro (Heitor Avena de Castro) 7/12/1919 Rio de Janeiro, RJ 1981 Brasília, DF  ..
Avena de Castro e Primo - Som Ambiente Vol. 2 (1975)
This is Avena de Castro & Joao Peixoto Primo - Avena e Primo | Som Ambiente Vol 2 (1975), featuring for the first time at Loronix the sitar player Avena de Castro and the well-known pianist and organist Primo. Avena's sitar sounds like an electric guitar, different from the sound of sitar made popular by George Harrison and Ravi Shankar in the 1960's, which was my expectation before taking Som Ambiente Vol 2 for a first spin. A few Google searches were enough to tell me that Avena de Castro started as a classical musician and later embraced popular music. He is also considered the first and only sitar player in Brazilian popular music.
Avena de Castro (Heitor Avena de Castro, 1919 - 1981) is regarded a Brazilian master of the zither. He started his career in the 1930s after studying the instrument at conservatory composing and transcribing classical repertoire to be performed on the zither. In the 1950s he recorded pieces by Ernesto Narareth and Zequinha Abreu a.o. and he was later to be involved in the founding of the Club de Choro of Brasilia and was actually elected as the first president of the orginasation. He recorded more LPs, both as a soloist and participating in recordings by others, i.e. Waldir Azevedo (1973).
Avena de Castro (Heitor Avena de Castro) 7/12/1919 Rio de Janeiro, RJ 1981 Brasília, DF
 .. Instrumentista. (Citarista). Compositor. Teve formação erudita e começou a estudar cítara na década de 1930. No final da década de 1960 passou a residir na cidade de Brasília. Foi sócio fundador e primeiro presidente do Clube do Choro, de Brasília, cidade na qual foi também o primeiro presidente da Ordem dos Músicos.
Considerado o único citarista popular do Brasil iniciou a carreira artística em 1937. Na década de 1950 tornou-se concertista ..ara com um repertório especializado, além de autor de transcrições de obras de compositores eruditos como Chopin e Bach. Fez também transcrições para cítara de obras de Ernesto Nazareth, passando então a interessar-se pelo choro. Gravou seu primeiro disco em 1953, pela gravadora Copacaba interpretando na cítara o fox "Meet Mr. Callagaan", de Eric Spears, e o samba-canção "Falando-te", de sua autoria. No mesmo ano, gravou a valsa "Abismo de rosas", de Canhoto, e a toada-canção "Do sorriso das mulheres nasceram as flores", de Eduardo Souto. Em 1954, gravou em interpretação ..ara a toada-canção "Minha terra", clássico de Valdemar Henrique, o fox-trot "Que tal?" e o choro "Malemolente", de sua autoria, e o choro "Sururu na cidade", e as valsas "Branca" e "Tardes de Lindóia", de Zequinha de Abreu. No ano seguinte, gravou duas obras de Altamiro Carrilho, o baião "Elegante" e o samba "Viva o samba", além dos baiões "Corridinho no baião", parceria com Píndaro T. Galvão, e "Sonho oriental", de Píndaro T. Galvão. Em 1956, gravou de Antenógenes Silva e Edmundo Luz a valsa "Saudade de Ouro Preto", e de Píndaro Galvão o bolero "Pensando em ti". No ano seguinte, gravou o choro "Chorando baixinho", de Abel Ferreira e a valsa "Paquetá", de sua autoria. Em 1959, gravou pela Continental em interpretação ..ara a canção "Luar de Paquetá", de Freire Junior e Hermes Fontes, e o tango "Despertar da montanha", de Eduardo Souto. Em 1962, foi recebido juntamente com Jacob do Bandolim e o conjunto Época de Ouro pelo presidente João Goulart no Palácio do Planalto em Brasília. Em 1969, gravou pela RCA Victor o LP "Avena de Castro relembra Jacob Bittencourt;" homenagem ao bandolinista Jacob do Bandolim e lançado somente após a morte de Jacob ocorrida em agosto daquele ano. Esse disco contou com a participação de Jacob do Bandolim, em sua última gravação, na faixa "Três estrelinhas", de Anacleto de Medeiros. Foram gravadas nesse disco as composições "Ternura", "De coração a coração", "La duchesse", "Doce de côco", "Eu e você", "Bole-bole", "Migalhas de amor", e "Vibrações", todas de Jacob Bittencourt, além de "Papo de anjo", e "Evocação de Jacob", de sua autoria, essa última, uma homenagem a Jacob do Bandolim composta dias após a morte do mesmo. Gravou pela Copacabana o LP "Uma cítara no samba" e pela Masterplay o LP "De Castro toca e você dança". Em 1970, o instrumentista Toquinho regravou em disco RGE o choro "Evocação a Jacob". Em 1973, teve os choros "Cordas românticas", com Waldir Azevedo, "Sábado à tarde" e "Quando fala o coração" gravados no LP "Nosso encontro com Waldir Azevedo" lançado pela Musicolor/Continental. Em 1974, o choro "Queixumes" foi gravado por Déo Rian no LP "Choros de sempre". Dois anos depois, o choro "Evocação a Jacob" foi regravado pelo conjunto Época de Ouro no LP "Clube do choro", mesmo ano em que seria também regravada pelo instrumentista Joel Nascimento no LP "Chorando pelos dedos" em LP da Coronado/EMI-Odeon. Em 1977, no LP "Os carioquinhas no choro" lançado pela Som Livre pelos instrumentistas Luciana Rabello, Raphael Rabello e Maurício Carrilho teve gravado o choro "Fala clari". Em 1978, fundou juntamente com Reco do Bandolim, Waldir Azevedo, Pernambuco do Pandeiro, Bide da Flauta e Jaime Ernest Dias, o Clube do Choro de Brasília do qual foi o primeiro presidente. Nesse ano, no LP "Lamento de um cavaquinho", lançado por Waldir Azevedo na gravadora Continental teve incluído o choro "Lamento de um cavaquinho". Também no mesmo ano, apresentou-se Planetário da Gávea, no Rio de Janeiro, como convidado de Gerson Ferreira Pinto na série de quatro shows organizados pelo mesmo a convite da Secretaria de Cultura do Município. Em 1989, seu choro " O'Ki Kirias" foi gravado por Reco do Bandolim e Choro Livre em disco relançado depois pela gravadora Kuarup. Em 1991, teve os choros "Quando fala o coração", "Papo de anjo" e "Divina flauta" incluídas no disco "Chorando Callado 2", lançado pelo selo FENAP em homenagem ao instrumentista Joaquim Callado. Em 1997, no disco "Raphael Rabello e Armandinho - Em concerto", gravado na Spotlight Records pelos instrumentistas Armandinho e Raphael Rabello teve incluído o choro "Evocação a Jacob". Em 1999, teve o choro "Doce enlevo", parceria com Hamilton Costa, gravado por Gilson Peranzzetta e Sebastião Tapajós no CD "Do meu gosto". Nesse disco, foi homenageado com a faixa instrumental "Infinito", de Hamilton Costa e Richard Franco. Em 2000, no CD "Luciana Rabello" lançado pela instrumentista Luciana Rabello pela Acari Records teve gravado o choro "No balanço da Luciana". Sua composição mais conhecida é o choro "Evocação a Jacob", concebido segundo ele menos com uma homenagem e mais como se fosse uma interpretação do própio Jacob do Bandolim. Com sua mudança para Brasília seu envolvimento com a música popular cresceu, especialmente a partir do choro. Foi também grande divulgador do choro na cidade de Brasília, além de organizador do movimento musical na capital brasileira.
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Sunday, December 06, 2009
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Category: Music
Ana Paula Lopes (Ana Paula Ribeiro Lopes) 6/12/1979 São Bernardo do Campo, SP http://www.myspace.com/anapaulalopesmusigbistrot 09 Ana Paula Lopes (jazz, samba) bern switzerland BRAZIL LOVE AFFAIR ANA PAULA LOPES (jazz ) brasil Ana Paula Lopes gehört mit ihren 29 Jahren zu der neuen Generation einzigartiger Sängerinnen Brasiliens. Ihr Stil zeichnet sich durch die Einflussnahme brasilianischer Volksmusiker, wie Tom Jobim, Baden Powell oder Joao Bosco, sowie internationaler Jazzmusiker, wie Billie Holiday, Sarah Vaughan oder Cassandra Wilson, aus. Kein Wunder, wurde die brasilianische Fachpresse 2005 auf sie aufmerksam, als sie ihre erste CD auf den Markt brachte: Meu (Meine). 2008 folgte ihre zweite CD: Mil Rosas (Tausend Rosen). Ana Paula Lopes (born on 1979 in São Bernardo do Campo, Brazil) is a Música Popular Brasileira singer. She started her career on 2000 with a Billie Holiday tribute. All her musical background is focused on Jazz, Bossa Nova, Samba and Brazilian Popular Music (MPB). Ana Paula already performed at some of the most important jazz clubs in São Paulo and other Brazilian cities and opened shows of famous artists like Leny Andrade, Monica Salmaso, Paula Lima, Yamandú Costa and Paulo Moura. In 2005 Ana Paula Lopes released her first album, Meu, with songs of Tom Jobim, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Edu Lobo, Billy Blanco, Djavan, Suba, Sonny Henry, Bobby Haggart and Johnny Burke. It presents modern and sophisticated arrangements by Celso Marques. In this album Ana Paula shows a sweet and soft voice combined with a lot of percussive sounds, revealing influence of Jazz, Latin and Bossa Nova. Ana Paula Lopes (Ana Paula Ribeiro Lopes) 6/12/1979 São Bernardo do Campo, SP http://www.myspace.com/anapaulalopes
Ana Paula Lopes canta "A História de Lily Braun" durante o show de estréia de seu CD "Meu". 22/09/05 Cantora. Estudou canto e piano durante oito anos na Usina Brasil - Escola de Música e Arte. Sua primeira atuação profissional foi com o show "Tributo a Billie Holiday", que a fez trocar a carreira de publicitária pela de cantora. Desde então, vem se apresentado em casas de show, teatros e bares de jazz, como Bourbon Street, City Hall, Havana Club e outros, em São Paulo. Abriu shows de vários artistas, como Leny Andrade, Mônica Salmaso, Paula Lima, Yamandú Costa e Paulo Moura. É proprietária e professora de canto, piano e educação musical da Usina Brasil - Escola de Música e Arte. Em 2005, lançou o CD "Meu", contendo as canções "Chovendo na roseira" e "Águas de março", ambas de Tom Jobim, "Água de beber" e "O morro não tem vez", ambas de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, ""Esperança perdida" (Tom Jobim e Billy Blanco", A mais bonita" (Chico Buarque), "A história de Lily Braun" (Edu Lobo e Chico Buarque), "Sereia, amor d'água" (Suba, Cibelle e Béco Dranóff), "What's new?" (Johnny Burke e Bob Haggart), "Lisa" (Sonny Henry) e a faixa-título (Djavan).
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