Status: Single
City: Joinville
State: Santa Catarina
Country: BR
Signup Date: 5/29/2007
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November 18, 2008 - Tuesday
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Gente de todas as tribos e muitos freaks apareceram na festa rock de Rio do SulFoto: Glaicon Covre
Não é mole chegar ao Tschumistock. De Joinville a Rio do Sul, são quase 200 quilômetros, a maior parte deles por uma SC não duplicada e com vários trechos bem sinuosos. Três horinhas bem andadas depois, topa-se com a estrada que leva ao sítio da família Tschumi - de terra, íngreme, ladeira acima. Já no topo, o carro sofre pra vencer a areia e as pedras (soltas) colocadas pra facilitar o acesso em caso de chuva. No sábado (15), ela não apareceu, mas fiquei pensando no terror que deve ser aquela estrada quando ela vem com vontade. Ainda não bem que não era o dia.
Bom, mas tudo, tudo mesmo, é recompensado no pedaço de terra do Tschumistock, que este ano chegou a sua 14ª edição. A belíssima paisagem do sítio, a gentileza e atenção de todos os envolvidos no festival, o clima de "paz e amor", a camaradagem, a estrutura oferecida pras bandas (palco, som e luz muito bons), a organização, a boa música encontrada... O Tschumistock é mais uma prova de que é possível ser independente e ser profissional ao mesmo tempo sem perder a aura familiar e espontaneidade do "faça você mesmo".
Como eu disse, fiz minha primeira incursão ao festival no sábado graças à providencial carona do pessoal do Fevereiro da Silva (valeu, Guto, Hélio e Moura), e a impressão foi a melhor possível. Até porque peguei um dia quentíssimo, tanto em termos de temperatura quanto de shows. Agüentei as 12 horas praticamente ininterruptas de rock ao lado de bons amigos como Rafael Weiss e Marquinhos Espíndola, e nos intervalos aproveitei pra papear com um e outro que ajudaram a fazer esta grande festa catarinense, que começou na sexta (14) e só terminou no fim da tarde de domingo (16). Pra vocês, alguns desses momentos.
* Logo de cara sou apresentado a Rafael Tschumi, o sujeito que, junto com amigos do colégio, formou a sociedade Mamado's e em 95 organizou uma festinha no sítio de sua família com duas bandas pra animar. Foi o embrião do evento que hoje, 13 anos, se tornou uma das maiores vitrines do rock independente do Estado. De tanto se envolver com o festival, Rafa virou ele próprio um músico - após várias projetos, agora ele faz parte do Costeletas, banda de rock clássico que se apresentou na sexta. Enquanto não está tocando, se apresentando ou trabalhando na loja da família, Rafael está com a cabeça no Tschumistock. E, obviamente, há muito no que pensar.
* O trabalho pesado começa em junho/julho, quando os organizadores se reúnem pra botar as idéias pra próxima edição na mesa. Uma das partes mais complicadas é definir a escalação. Por lei interna, cerca de 50% das vagas fica com bandas locais. Depois, segue-se a norma do ecletismo, digamos, 5 vagas pro metal, outras 5 pro indie, um tantinho pro punk, algo de blues e por aí. Dentro de cada área é que são escolhidas as bandas.
* Rafa garante que todo o material enviado é escutado. Este ano, mais de 100 bandas se ofereceram pra tocar, além daquelas já conhecidas que solicitam vaga pelo e-mail. "Se fosse pelo critério de qualidade, daria pra fazer dois, três festivais. Por isso é sempre doloroso escolher quem vai ficar de fora", diz Rafa.
* Este ano, os custos do Tschumistock - que envolvem gastos com bandas, alvarás, segurança, sonorização e publicidade - deve ficar em torno R$ 18 mil, dinheiro que retorna com a bilheteria e os patrocínios. "Geralmente empata. Este ano, com o sol, esperamos que sobre alguma coisa pra investir no sítio", avisa Rafael, que já vislumbra melhorias nos banheiros - que viram um mar de lama lá pelas tantas da noite - e chuveiros.
* Nenhuma banda ganha cachê pra tocar no Tschumistock. O pagamento vem na forma de uma ajuda de custo pra transporte e alimentação. Pro Rafael, a cobrança de cachê é um divisor de águas no festival e determinante pra participação nele.
* Rafa prometeu que no ano que vem vai encher o saco pro Reino Fungi - que apareceu na primeira relação de bandas participantes - estar na próxima edição.
* No palco, com o sol ainda lá em cima, o Headcutters sofreu com o calor, mas não abriu mão da elegância e muito menos da eficiência. Os caras estão encarando uma verdadeira maratona. Na quinta, tocaram duas vezes em Itajaí e Balneário Camboriú. Na sexta fizeram Joinville e no sábado estavam em Rio do Sul. Quinta, tocam pra Caxias do Sul, pra participar do Moinho da Estação Blues Festival.
* Lenzi Brothers fez aquele show alto, incendiário e musculoso de sempre. No set list, músicas que estarão no próximo disco do trio, prometido pelo guitarrista Marzio Lenzi em pessoa ao Orelhada. Cinco músicas já foram gravadas.
* Um dos shows que mais me entusiasmou foi o do Liss. Não foi surpresa porque já tinha visto (e gostado) a banda em outras duas oportunidades. Mas me espantou o nível de qualidade - em matéria de composição, execução e energia - a que chegou o power pop do quarteto, espécie de ponta-de-lança da crescente cena roqueira de Rio do Sul. Mais surpreendente ainda foi saber que o Liss tem entre 70 e 80 composições, algumas delas registradas em uma demo e dois eps. O terceiro deve sair até dezembro (junto com um dvd). O disco de estréia está agendado pra 2009, e pelo que ouvi, já aposto minhas fichas nessa futura bolachinha como uma das melhores do ano. Quem quiser conhecer mais pode entrar no site dos caras e se inteirar sem risco de decepção.
* Perdi o show do Apicultores Clandestinos, outra boa nova riosulense, que foi na sexta. Rafael "Mundo47" Weiss assistiu e ficou encantado com a performance dos moços, que tocam com a indumentária completa de apicultores, incluindo o capacete (ou seria uma máscara? Ou um caixote?). Diz ele que lembrou do Man or Astroman?. Mas no sábado, um dos integrantes da banda sacou de uma demo e jogou na minha mão. Topei com uma mistureba de temais psicodélicos, instrumentais esquisitos, surf music, indie e hardcore batizados com títulos engraçadinhos ("Ladrãozinho de Guitarra", "Pescaria com Lima Duarte", "Satanás Boliviano", "Rap do Fritz", "Chuck Norris é Feliz") que deve funcionar melhor ao vivo mesmo. Mesmo assim, dê um pulinho no www.myspace.com/apicultoresclandestinos .
* O ecletismo na escalação das bandas acaba se refletindo no público que aparece no sítio, seja só pra assistir aos shows, seja pra passar os três dias acampado (e olhe que não são poucas as barracas). Bangers, punks, indies, rockers e freaks de todos os naipes se misturam sem medo. Teve um que passou metade do sábado andando pra lá e pra cá de cueca, com jeito de quem não tinha a menor noção de onde estava. Talvez na Enseada...
* Bati um papo com o gente-fina Mancha, baixista e vocalista do Euthanasia, banda ilhoa que fez no Tschumistock um dos últimos shows de sua carreira de 16 anos. Eles ainda cumprem datas em Jaraguá (28/11), Floripa (29/11) e Guaramirim (6/12) e aí, adeus. Por quê? "Começamos a nos sentir meio deslocados. O grande lance é fazer ao vivo não estávamos mais fazendo", explicou Mancha, orgulhoso da trajetória de seu grupo, que conseguiu ir além das fronteiras catarinenses com seu metal/hardcore violentíssimo, chegando a abrir pra Sepultura, Cólera e Garotos Podres, entre outros. Com o ciclo fechado, no primeiro dia de 2009 eles já passam a se dedicar integralmente ao A Estrutura Limbo, projeto que reúne membros do Euthanasia com integrantes do Esquadrão da Rima, Superbox e o Vitão, do Bring Your Dosage.
* As quatro bandas joinvilenses passaram por momentos diferentes no sábado. Fevereiro da Silva (que tocou música nova, "Posso ser o Autor?") e Ursulla estiveram entre as primeiras a se apresentar, por isso, pegaram um público pequeno e ainda disperso. Já Old Machine e Karadura foram as últimas atrações do dia, digo, da madrugada. O quarteto liderado por Chacal - que estreou a linda guitarra Gretchen vermelha que trouxe de Nova York - fez a apresentação insana de costume, mas para um público diminuto e cansado. Não sei de onde, começou a aparecer gente e mais gente pra ver o Karadura, isso já passando das 3h30 da manhã. Talvez pelo virtuosismo endiabrado de Alan nas seis cordas, talvez pelos covers de Made in Brazil e Velhas Virgens, o certo é que o trio arrancou o último fôlego da galera.
* Na volta, dentro da van que trazia Old Machine e Karadura, foi impossível pregar o olho, tanto pelo desconforto quanto pela incapacidade de Alan de parar de falar. O homem é um monstro tocando e emitindo opiniões - não sossega um segundo. Prato cheio pra Chacal, que também é rápido no gatilho. Uma verdadeira batalha verbal entre os dois guitarristas se deu até Joinville, cheia de momentos hilários. Que figuraças...
* Por essas e por outras é que mal espero o Tschmistock 2009 chegar. De agora em diante, pretendo bater ponto no sítio dos Tschumi. Isto é, se conseguir chegar lá.
* Aí vai um frame do show do Fevereiro. Até quarta, prometo mais alguns registro bem amadores feitos em Rio do Sul.
Fonte: Orelhada
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November 18, 2008 - Tuesday
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Como diria a Dorotty, depois de aventurar pela terra de Oz, "não existe lugar como a nossa casa". De volta a Joinville depois de seis dias em São Paulo batendo perna, respirando fumaça e enchendo os ouvidos de boa música, encontro a cidade quase submersa por causa da chuva que não pára de cair - é ônibus que não roda, é gente que não chega, é água que entra em casa e não baixa, é lama que desliza e apavora o cidadão, e por aí vai. Enquanto São Pedro castiga as ruas lá fora, aqui dentro tento sintonizar o Orelhada com o mundo atual, afinal, fique quase incomunicável nos últimos dias, sem acesso à internet (só na base do cartãozinho do hotel, e mesmo assim pra atualizar o blog) e lendo as manchetes dos jornais pendurados nas bancas paulistanas. TV, nem liguei. Pra piorar, os cds recém-adquiridos começam a ganhar proporções assustadoras sobre a mesa aqui do lado, e eu, sem tempo pra ouvi-los decentemente, já que há um atraso considerável pra tirar neste espaço. Portanto, vamos parar de enrolação e ir ao que interessa.
* Fevereiro da Silva tocou sábado passado no lendário 92º Graus, em Curitiba, ao lado das bandas Narciso Nada e Pão de Hamburger. Foi a primeira experiência dos samba-rockers joinvilenses fora de Santa Catarina, e garante o trompetista Hélio que a experiência foi das mais válidas, apesar da platéia a meio-pau e da odisséia que foi o grupo se achar na metrópole paranaense.
* Feveiro da Silva, aliás, é um dos nomes joinvilenses escalados pro Tschumistock 2008, que começa sexta agora (14) lá em Rio do Sul. Além do grupo, marcarão presença Ursulla, Old Machine e Karadura Blues Band, todos escalados pro sábado (15), sem dúvida o dia mais quente do evento - na mesma data se apresentarão Lenzi Brothers, Liss, Euthanásia, Headcutters e Variantes, entre outras boas bandas catarinas, além dos Dissonantes, de Curitiba. Clicando aqui você pára lá no site do festival e fica sabendo de tudo, desde a programação até preço de ingressos e estrutura. Orelhada deve dar um pulo até Rio do Sul pela primeira vez na vida (acreditem), mesmo porque confirmou presença na van que embarcará os velhos de guerra do Old Machine e do Karadura. Só falta resolver umas questões relativas ao seguro de vida...
* Ah, claro. O Old Machine nem terá tempo de esfriar as máquinas, porque no domingo (16) parte para Balneário Camboriú pra ser uma das atrações de abertura do show do Matanza no John Bull Pub. Chance de ouro pro furioso quarteto comandado por Chacal mostrar seu stoner de uma tonelada pra uma grande e ensadecida platéia. Anti-Heróis e Raul! abrem os trabalhos, às 17 horas. Ingressos a R$ 15 (1º lote) e R$ 20 (2º lote). Na hora, o preço já será outro.
- Falar de Rio do Sul é falar de Rafael Weiss, o homem por trás do blog Mundo47. Pois o grande sujeito manda avisar que o site mudou de provedor, perdendo o wordpress no endereço e passando a atender no www.mundo47.com . O que não mudou foi o talento, o empenho e o conhecimento de causa de Weiss da cultura rock em geral e da barriga-verde em particular. O reconhecimento adquirido pelo Mundo47 não é à toa, não.
* Weiss faz questão de avisar que domingo (16) vai voltar mais cedo do Tschumi porque tem um compromisso às 21 horas com o Expresso Rural no Teatro Municipal de Itajaí. Ótima desculpa. Assisti aos veteranos músicos no mês passado em Joinville e confirmo: é nostalgia pura, mas com o selo de qualidade do Inmetro. O show terá um gostinho especial porque o guitarrista Volnei Varaschim mora na cidade, assim como a cantora Louise Lucena, irmã do vocalista Daniel Lucena.
* Ainda falando em shows, sexta (14) tem Raimundos no Donna D, em Blumenau. Ainda restam ingressos (a R$ 25), mas algo me diz que eles não devem durar muito tempo. Se alguém conseguir falar com o Digão, alguém pode perguntar pra ele se leu a entrevista dada pel Rodolfo ao DC?
* Showzaço imperdível neste sábado (15) na Célula, em Floripa. Ninguém menos que Wander Wildner dá o ar da graça por lá pra mostrar as músicas de seu novo disco, "La Cancion Inesperada". No repertório, além das novas canções e dos velhos e bons hits, constam duas contribuições catarinenses: "Não Contavam com os Pistoleiros", dos próprios, e "Um Bom Motivo", dos blumenauenses Stuart. Como se não bastasse, a noite ainda conta com Cassim & Barbárie e Pornô de Bolso.
* E até onde eu sei, o final de semana em Joinville é árido como o Sahaara em matéria de shows. Mas é só quarta-feira ainda.
* E parece que o Radiohead vem mesmo. Após anunciar shows em março na Cidade do México (16) e no Chile (27), o site da banda acrescentou Argentina e Brasil ao roteiro pela América Latina, mas não informou datas nem locais. No alto da página, em inglês, há um texto que diz: "Onde estiverem faltando locais ou datas, os detalhes serão anunciados mais tarde". Acho que já dá pra ir guardando um dinheirinho, né não?
* O R.E.M. fez um segundo show em São Paulo na terça (11) e tocou nada menos do que 10 músicas que não estavam no set list da apresentação do dia anterior, vista por Orelhada. Entre elas, as estupendas (e antigonas) "Driver 8" e "Begin the Begin", além de "Exhuming McCarthy", retirada do "Document" (87), o disco da vida deste jornalista. Pena que a grana só deu pra um show.
* Ainda bem que sobraram umas moedas pra, como de costume, encher a mala com cds difícilimos de encontrar por aqui, ainda mais com preços não-abusivos. Orelhada conseguiu colocar as mãos numa edição nacional de "Send Away the Tigers", do Manic Street Preachers, de 2007, que a Sony-BMG lançou no Brasil sem dar muito bola. É um discão que recupera a veio roqueira perdida no meia-boca "Lifeblood" (2004). Agora, "Burned", do Electrafixion, foi um achado mesmo. Trata-se do disco que Ian McCulloch e Will Sargeant lançaram em 95, após colocarem um fim no Echo & The Bunnymen (reativado anos depois). Vivia-se a era grunge, e os dois trataram de pôr as guitarras lá nas alturas. Mas as melodias continuavam inspiradíssimas. Corram atrás, é a melhor sugestão que posso dar. Até descolei o clipe da faixa "Zephyr" pra vocês não ficarem com dúvida.
Fonte: Orelhada
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October 27, 2008 - Monday
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Por meio de sua série Linguarudos, Schwanke é homenageado pelo festivalMesmo em Sampa, Orelhada continua com os ouvidos bem atentos ao chamado do povo joinvilense que une as mãos e cruza os dedos pra tirar a cena local do marasmo. Neste momento, quem toca a sineta é Hélio Jr., jornalista e membro do setor de metais do Fevereiro da Silva, que traz a ótima notícia da realização do festival Linguarudos no dia 29 de novembro lá no Garage, no Itinga. Estão escalados, além do FS, Blasè, Ursulla, Lost in the Box, Kaoscinha, Habroma e Cultura Monstro. Mas a maior surpresa no elenco é o ressurgimento do Sanchez, grupo icônico do indie joinvilense que há tempos hiberna sem nunca ter dito adeus devidamente. O que terá Marcos Maia pra nos apresentar neste retorno?Os ingressos começam a ser vendidos na primeira semana de novembro na loja Vaca Loka a ridículos 5 pilas mais um kg de alimento (e se não levar não entra, pão-duro). Na hora do evento, sobe pra 7 mais o arrozinho. A intenção da galera, claro, é introduzir (ui) o Linguarudos na agenda de eventos de Joinville, promovendo um festival a cada semestre. E pra mostrar que a parada é séria, já tem até um site pro pessoal ir acompanhando o desenrolar do processo e tirar as dúvidas.Ah, você quer saber o porquê do Linguarudos? Trata-se de uma de uma referência a uma das célebres séries do joinvilense Luiz Henrique Schwanke, artista plástico que como legítima cria da arte contemporânea, rompeu paradigmas, triturou os conceitos formais, assimilou elementos a sua volta, provocou furor na careta sociedade local e acabou virando um superstar bem longe daqui. É ou não é rocknroll?
Fonte: Orelhada
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September 24, 2008 - Wednesday
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É, não dá pra reclamar da programação de shows no final de semana em Joinville. Quando as três maiores bandas da cidade se unem num evento com fins beneficentes e ambientais, o negócio é aproveitar. Portanto, sinta-se à vontade pra pegar a avenida Santos Dumont neste sábado (20) e se esbaldar na sede campestre do Clube dos Sargentos, palco do Festival da Lua Cheia.Lá, Reino Fungi, Os Depira, Fevereiro da Silva, Aroeira e Manifesto da Vida, além do DJ Marcios, se encarregam de jogar rock, MPB, forró, reggae e até uns sambinhas no colo do público. E com 1kg de alimento, o pessoal paga meia entrada, ajuda a Ajos e ainda ganha umas mudinhas de planta pra dar uma força pra natureza - domingo é Dia da Árvore, lembram?Mas quem não quiser se deslocar até perto do aeroporto pra ouvir rock'n'roll pode ficar no Centro mesmo. No Liverpool Snooker Pub, o Black Huxley promove mais uma sessão de bom rock sessentista - daqueles não óbvios, com menos Led, Purple e Sabbath e mais Grand Funk, Cactus e Free. Só que não estará sozinho. Como convidado, o pessoal da Don Capone, de Orleans (Sul do Estado), dá sua palhinha no mesmo estilo, só que com algumas faixas próprias pra realçar o repertório.Mas se a idéia é andar mesmo (ou tomar um ônibus, ou gastar gasolina), a pedida do sábado é a Sociedade Avaí, que fica logo após o trevo da BR-101 perto da Expoville, indo em direção ao Vila Nova. Será lá o Motor Rock, noitada dedicada aos motoqueiros (ou não) que adoram um som clássico. Não à toa, o Black Huxley também estará por lá - trabalhadores esses moços! Por 5 pilas, o pessoal ainda confere Massa Antiga, Mentes Insanas e Manawaydden, as últimas duas de Jaraguá. Começa às 20 horas, falou?
Fonte: Orelhada
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August 12, 2008 - Tuesday
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Paranaenses do Nevilton são os convidados de estréia do projeto Fevereiro da Silva Recebe
Mais um final de semana acalorado nos palcos joinvilenses, e não falo de ar-condicionados quebrados. Chega de Umuarama (PR) uma massa de ar quente chamada Nevilton, que desembarca em Joinville como o primeiro convidado do Fevereiro da Silva Recebe, mais uma boa iniciativa pra botar a cidade na rota das bandas de fora.
Como o nome já diz, é coisa dos estimados samba-rockers locais, que acertaram em cheio no convidado da estréia. Ouvindo o trabalho dos caras - um CD reunindo o que gravaram de 2006 pra cá -, percebe-se uma banda atenta ao jeitinho brasileiro de fazer rock, com claros resquícios de letras e melodias dos Los Hermanos. Só que as influências de punk e rock sessentista se fazem sentir e resultam em boas canções pra ouvir e dançar. Isso poderá ser visto nesta sexta (8), no Liverpool Snooker Bar, numa noite que ainda terá Cultura Monstro e, claro, Fevereiro da Silva.
Nem bem estará varrido e o Liverpool já começa a receber a tropa que curte o rock setentista, aquele de Deep Purple, Free, Bad Company, Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, Ten Years After, Grand Funk Railroad e outros ícones da época. Sons clássicos e potentes que não são ouvidos todo dia por aí. É por isso que o show do Black Huxley, sábado (9), é uma boa pedida.
Lá no bar KBL, na Santa Catarina, o DJ Márcio faz as honras e recebe novamente Chucrobillyman, o tal one man band de Curitiba que segue construindo a própria lenda. Se você gosta de White Stripes, Black Keys, Jon Spencer Blues Explosion e outras formações que fundem a garageira sessentista com o blues curto e grosso, eis aí o seu programa pra este sábado. E pra saber o que o aguarda, eis aí um clipe do Chucrobillyman, o lendário.
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July 28, 2008 - Monday
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Neste sábado (26) tem show no bar Zeppa, ali na Ponte Baixa, na Estrada da Ilha, e não é com Os Depira. Na verdade, quem reaparece por lá é o pessoal do Fevereiro da Silva, mostrando suas eficazes batucadas com metais e guitarras calientes. Mais uma chance de conferir as faixas do Ep "Funil" e aquecer essas noites frias com o legítimo samba-rock.
A novidade da noite fica por conta da banda joinvilense de reggae Manifesto de Vida. Segundo o Hélio, a proposta do grupo é "questionar e criticar, através de manifestos sonoros, problemas sociais, buscando alternativas mais simples para uma vida livre de turbulências." Mais reggae, impossível. Não curto o gênero e nem ouvi a banda, mas se o Fevereiro abraçou, então vale pintar no Zeppa pra ver qual que é. Como de praxe, os shows começam perto da meia-noite. O ingresso vale 5 pilas e um kg de alimento não perecível.
E já que estamos falando em shows em locais aprazíveis, quem volta ao mercado roqueiro joinvilense é o Bar Funil, um legítimo pé-sujo ali na Dona Francisca, pertinho do binário do Iririú, que há tempos não abria suas portas pra rapaziada fazer um som. A coisa muda de figura neste domingo (27), a partir das 16 horas, assim que a primeira banda subir no palquinho. Vão tocar Ursulla – banda onipresente nos palcos joinvilenses -, a também local Bela Infanta e Eugênia, de Jaraguá. Que desta vez o Funil volte pra ficar.
Fonte: A Notícia
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July 28, 2008 - Monday
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O Ant Zine, de Balneário Camboriú, traz na oitava edição uma matéria com a banda Fevereiro da Silva. Baixe sua cópia aqui ó: http://www.badongo.com/file/10554551
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July 19, 2008 - Saturday
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Dos grupos que tocam hoje no Salão Jacob, apenas o Ursulla não é formado por ex-integrantes dos Medíocres e dos Carademarte. Alguns irão fazer jornada dupla. Hélio cantará nos Medíocres e depois tocará trompete no Fevereiro da Silva. Gustavo, guitarrista dos Carademarte, também será responsável pelas seis cordas no grupo Cultura Monstro.
Tanto o Fevereiro da Silva quanto o Cultura Monstro são calcados no samba rock, estilo que motivou a saída do vocalista Osni dos Carademarte, em 2004. "Eles começaram a experimentar com o estilo, e eu não curtia muito. Mas no show de hoje rolará apenas a fase hardcore dos Carademarte", garante.
Fonte: A Notícia
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July 19, 2008 - Saturday
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As Bandas Medíocres e Os Carademarte voltam hoje para matar a saudade do público joinvilense
Hélio, integrante do Fevereiro da Silva e Os Carademarte, resume com perfeição a proposta dos shows de hoje à noite, no Salão Jacob, na zona rural de Joinville: "É a galera das antigas que tinha banda e voltou a tocar". O evento marca o retorno dos Medíocres, banda joinvilense fundada em 1998 que não se apresenta desde 2003. O grupo se reuniu para comemorar os dez anos de existência, tirando da aposentadoria outro grupo da cidade, Os Carademarte. Também tocam no Salão Jacob as bandas locais Fevereiro da Silva, Ursulla e Cultura Monstro.
Reuniões de bandas famosas, como The Police e Sex Pistols, costumam ser motivadas por contratos milionários, que juntam músicos que não se suportam mais. No reencontro dos Medíocres e Os Carademarte, o que conta é a grande amizade entre todos os integrantes. William, vocalista dos Medíocres, conta que Os Carademarte foram os primeiros fãs de sua banda. "No nosso show de estréia, eram os únicos que pulavam na frente do palco. Eles nem tocavam ainda."
O plano dos Medíocres e dos Carademarte é retornar apenas para um show. William até cogita reativar os Medíocres, caso a resposta do público seja positiva. "Queremos ver se o pessoal irá curtir nossas novas músicas."
Os Medíocres terminaram quando seus integrantes saíram de Joinville para estudar em outras cidades. O show de hoje mostrará que a dieta do grupo não é mais restrita ao hardcore. Leandro, que começou como guitarrista e agora toca percussão e sintetizadores, afirma que as influências da banda mudaram bastante. "Iremos tocar as músicas antigas de forma diferente. Eu tenho feito experimentos com a música eletrônica, e isso irá aparecer no nosso som", avisa.
A proposta dos Carademarte será bem diferente. "Queremos tocar como antigamente. O show vai ser só pauleira", garante o vocalista Osni, que divide os microfones com Hélio. As apresentações do grupo eram marcadas pelo forte elemento teatral - os integrantes costumavam dar cambalhotas e improvisavam coreografias. Osni faz mistério se eles repetirão a dose. "Vamos ver se ainda conseguimos fazer", brinca.
Fonte: A Notícia
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July 19, 2008 - Saturday
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.. Como diz o Hélio (que tá escrevendo bem pacas), há dez anos tudo era muito diferente. Tinha o Bar Chaplin pra galera tocar, o trânsito em Joinville não era caótico e o JEC não fazia a cidade passar vergonha. E tinha bandas bem diferentes dessas que estão aí hoje. Como os Medíocres, que faziam da chinelagem seu maior charme e chamariz pra uma turma de fãs que incluía até aqueles que depois formariam outra banda célebre por estes lados, Os Carademarte.
Pra matar a saudade destes tempos - e pode chamar de nostalgia, não tem problema -, as duas bandas se encontram neste sábado (19) em um lugar que também desperta o sentimentalismo em velhos rockers: o Salão Jacob, no Vila Nova, um eventual Curupira joinvilense que sediou os memoráveis Jacocoricore - esse do cartaz aí do lado foi só um dos festivais realizados lá. Pelo que o repórter Rodrigo Schwarz apurou, Os Carademarte ensaiaram só duas vezes para o reencontro (único). Já os Medíocres pretendem dar nova cara às velhas composições e podem até voltar em definitivo, dependendo da reação da platéia.
.. Fevereiro da Silva, Cultura Monstro - bandas que contêm integrantes das duas estrelas da noite - e Ursulla completam a festa no Vila Nova, que começa às 21 horas. E já que o negócio é relembrar, vamos jogar a idéia: que tal um show reunindo Tormento dos Vizinhos, Butt Spencer, The Power of the Bira, Alpha Asian Malaria e Schnaps? Alguém se habilita?
Fonte: A Notícia
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