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Programa SOM DE RUA



Last Updated: 11/21/2009

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13 Sep 09 Sunday 

JEFF GARDNER - JAZZ E MPB PELO MUNDO

CONEXÕES E ENCONTOS COM O PASSAPORTE DA MÚSICA

(Por Monique Barcellos)


“(…) A minha linha de composição que eu gravo, principalmente minhas músicas, têm muita coisa de ritmo brasileiro, mas casado com uma harmonia jazzística, um pouco mais puxada, com uns relevos de música contemporânea, mas sempre com um suingue brasileiro.”
(Jeff Gardner - Entrevista ao Programa Som de Rua - 2009)


O jazz revolucionou a forma ocidental de se fazer música, tendo seu próprio auge em 1959, a exemplo do memorável disco “Time Out” de Dave Brubeck, que ampliou seu horizonte rítmico, até então sem variações, no compasso 4 por 4. Essa revolução acabou tornando o jazz, apesar de sofisticado, incrivelmente popular.
Exatamente cinqüenta anos depois, consagrado e abraçado como raiz dos principais ritmos contemporâneos - como o rap produzido em Nova York - o jazz traz hoje as mais diversas combinações e ritmos, além da a arte do improviso. Para falar dessa e de outras tendências dentro do jazz, nosso entrevistado é um dos mais expressivos representantes do gênero no Brasil e no mundo. O pianista, compositor e educador Jeffrey Dana Gardner.
Nascido em Greenwich Village, bairro de Nova York, Jeff Gardner conta como entrou no mundo da música e como passou a morar no Brasil em 2002. Norte-americano e bem brasileiro, Jeff Gardner estudou com grandes nomes do jazz como John Lewis e Don Friedman e música erudita com a lendária Nadia Boulanger. Destaca as principais influências entre os ritmos brasileiros, que resultaram em grandes parcerias na MPB. O compositor aponta o critério para gravação e distribuição dos álbuns e avalia os prós e contras como artista independente.
Jeff Gardner já se apresentou em inúmeros festivais levando toda mistura de jazz e música contemporânea para todos os públicos. O pianista fala das turnês pela Europa e América Latina. Tem 17 discos lançados, um gravado em Havana, outros no Rio.
Durante a entrevista, Jeff comenta parcerias com Gilberto Gil, Hermeto Pascoal, Milton Nascimento, Vitor Assis Brasil, Dori Caymmi, Paulo Moura, e outros grandes músicos. Adianta novos trabalhos, entre eles, a produção de trilhas sonoras para cinema. E deixa um recado a todos os músicos brasileiros...

Confira  a matéria completa nos sites:

-Projeto Introdusom (Curitiba -PR) - Breve no Podcast

http://www.blog.ritmoepoesia.net/introdusom/?p=267

-Site VOZ DA RUA (SP)

http://www.vozdarua.com.br

AGENDA - JEFF GARDNER – SETEMBRO / OUTUBRO - 2009


27 set 2009 20:00 ANGERS ANGERS
2 out 2009 20:00 ANGERS ANGERS
3 out 2009 20:00 ANGERS ANGERS
6 out 2009 20:00 MADAJAZZCAR FESTIVAL ANTANANARIVO, MG
12 out 2009 20:00 ITALY OCTOBER BASSANO DELLA GRAPPA, VICENZA, IT


RELEASE, Músicas e Contato:

- MYSPACE  Jeff Gardner

http://www.myspace.com/jeffgardnermusic
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21 Mar 09 Saturday 

O site Voz da Rua ENTREVISTA

Monique Barcellos

NO AR!!!

CONFIRA A ENTREVISTA QUE O PESSOAL FEZ COMIGO

ESPECIAL MÊS DA MULHER!!!

Foram abordados temas como:

Militância/ Jornalismo/ Hip Hop/ Surf/ Mulher

..E também um pouco da minha história..

Acesse e deixe sua opinião!

http://www.vozdarua.com.br/

(MNK)

21 Mar 09 Saturday 



Gosta de vitamina? Mas gosta daquelas fortes? Misture, então, Beastie Boys,Clash, Lee Perry, Sex Pistols, Black Alien, Planet Hemp, Racionais, Steel Pulse, Ramones, Police, Sly & Robbie, Paralamas, Jacob Miller,King Tubby, Nação Zumbi, Rappa, Jorge Ben, Tim Maia e Asian Dub Foundation. Misture bastante, use o botão "triturar", sacuda mais um pouco e, pronto, o Nayah está prontinho Nayah é um grupo, mas pode tomar como uma vitamina musical, que vai ficando cada vez mais apurada a cada nova batida. No dialeto iorubá, Nayah quer dizer "alma". No dialeto inglês, alma quer dizer "soul". E isso o Nayah tem de sobra.Pra começar, o grupo tem alma carioca, mais precisamente de Niterói, do outro lado da baía, um lugar perto o suficiente para fazer todas as conexões musicais com o Rio e distante o bastante para observá-las com senso crítico. Foi ali que a banda nasceu, no final do século passado, em 1998, no mesmo ano em que Zidane, pela primeira vez, ganhava do Brasil numa Copa do Mundo. O Nayah, porém, batia sua bola em outro campo: o fértil cenário musical de Niterói, onde, naquele período, surgiram diversas bandas de reggae, ska e hip hop. Seu primeiro disco, independente, veio dar na praia em 2001. Produzido por Wallace Cardia, ele ganhou o reforço luxuoso do irmão deste, o designer Gringo Cardia, que fez todas as artes do disco. Ficou bonito por fora. Por dentro também, já que contou com a participação do imprevisível rapper/MC Gustavo Black Alien, também natural de Niterói, na faixa "Previsível". Irônico. Daí formou. Na época, começava a crescer um circuito alternativo de divulgação, ligando as banda locais com o mercado reggae do sul do país. O primeiro disco do Nayah abriu as portas desse universo paralelo para o grupo. E não teve mais volta. Foi lá, no extremo do país, que o Nayah começou a triturar seu som, a aprender a manejar suas diversas influências, em shows em bares, teatros e campeonatos de surfe. Puxado por faixas como "Felicidade" e "Por você", que entraram na programação de rádios como a Atlântida e Ipanema, o disco vendeu cerca de cinco mil cópias. Nada mal para um debut independente. Nada mal mesmo, já que isso serviu como plataforma para o Nayah tocar no festival Planeta Atlântida e também no Fórum Mundial de 2002 e 2003. Cada vez mais independente, no melhor sentido da palavra, o Nayah resolveu mexer no time que estava ganhando. Os integrantes originais – Guga Freire (bateria), Felipe Escovedo (baixo) e Kid Mumu (vocais) – chamaram os MCs Renzo e J Punk para entrar na banda. E eles entraram com tudo, dando uma onda diferente ao Nayah, puxando o som mais para o ragga, o rap e até mesmo a eletrônica, via drum and bass. O segundo disco, "Foge pra lua", veio com essa carta de intenções – seguir jogando ingredientes musicais no liquidificador. Produzido pelo tecladista e fera de estúdio, Hiroshi Mizutani (ocasional parceiro de Lulu Santos), ele foi lançado em 2005 e manteve a tradição de um convidado especial, de Niterói. Dessa vez, foi Cláudio Zoli, praticamente seqüestrado após um show na cidade e levado para dentro do estúdio. Lá, ele emprestou sua voz soul à música "Sinta a energia". A noite foi boa. E os frutos continuaram saborosos para o Nayah. O segundo disco manteve a banda em alta no circuito do sul, abrindo espaço para shows no Rio e, lar doce lar, em Niterói. Músicas como "É isso" e "Hipocrisia" mostraram que a banda não havia perdido o contato com as ruas. Já no mar, tudo azul: a conexão com a comunidade do surfe se fortaleceu, com músicas como "Surfo pela vida" e uma apresentação naabertura da etapa brasileira do circuito mundial de surfe, em Florianópolis. Em 2006, no ano em que Zidane, mais uma vez, despachou o Brasil de uma Copa do Mundo, o Nayah segue firme e forte em campo, fazendo shows, compondo novas músicas e preparando um novo disco. E jogando para frente. Está no sangue. Esta na alma. Nayah, como dizem na África.


Fonte: 
www.myspace.com/nayahmusic 






08 Nov 08 Saturday 
21 Sep 08 Sunday 

Considerado um grande artista por nomes aclamados da música, mesmo não sendo chegado ao mainstream, Speed é reconhecido também no meio underground. Há 15 anos na cena, pioneiro da nova escola de Rap, iniciada em Niterói, Speed é até hoje um dos mais respeitados rappers do Brasil, sendo um dos fundadores, que ajudam construir o elemento musical da cultura hip-hop. Desde os anos 90 apresentou-se nos mesmos palcos de nomes como De La Soul, Beastie Boys, Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Carlos Lyra, Roberto Menescal, Marcelo D2, Jorge Ben, Sandra de Sá, Seu Jorge, Racionais, Common Sense, Pharcyde, Grand Master Flash, Rhazel (The Roots), Negra Li, e muitos outros.

Entre temas macabros e descontraídos, Speed faz jus ao estilo da maioria dos rappers, definidos por ele como "sem capa", que "não precisa de maquiagem", como cita em uma de suas letras. A produção de batidas no estilo tradicional, fica por conta de sua habilidade com ProTools, programação de beats, mixagem, contra-baixo, guitarra, teclados e scratches.

O primeiro rap intitulado "Sinistro" foi escrito em 1990 e gravado em 1992 no Estúdio Corporation de Dj Rodrigues. O segundo foi "Eu Sou o Capeta". Em 1993 lançou o grupo SpeedfreakS com a Demotape (em fita K7). Fez shows com Planet Hemp em São Paulo junto com Black Alien e no Rio de Janeiro com Nação Zumbi. Formado por Speed, Black Alien e DJ Rodrigues, por volta de 1998, o grupo mudou de nome para Black Alien & Speed.

Em 2000 gravou o disco "Na face" no estúdio de Carlo Bartollini, (o mesmo de Sepultura, Pavilhão 9, Cássia Eller, Paralamas do Sucesso.). O disco foi lançado na Internet, com participações de Igor Cavallera, Chorão (Charlie Brown Jr), DJ Zé Gonzales (Planet Hemp), DJ Negralha (O Rappa), Xis, Pavilhão 9. No mesmo ano, gravou com Fernanda Abreu no disco de Herbert Vianna "O Som do Sim".

O disco "Expresso"(2001), foi apontado pela crítica especializada paulista como "o melhor disco de Rap de todos os tempos". O álbum tem participações de Rappin' Hood, Black Alien, Paulo Napoli, Bnegão e Otto.  Em 2001 a música "Quem Que Caguetou", de Black Alien & Speed entrou em uma das coletâneas da revista Trip com tiragem de 80.000 cópias. Ganhou nome em inglês "Follow me Follow Me" e se tornou um hit na Europa. Fez sucesso na França em um comercial de TV do carro Nissan X-Trail. Na Alemanha foi lançada no mercado fonográfico com grande retorno em vendas. Rendeu ainda remixes por artistas de renome internacional como Afrika Bambaataa e Fat Boy Slim. Na Inglaterra foi executada nos clubes à exaustão, chegou a Miami e agradou o público americano em shows. SpeedfreakS, antes  nome de seu grupo, atualmente é seu nome artístico. Em 2007 participou do Cd "Maquinado" de Lucio Maia (Nação Zumbi) na música "Tá Tranquilo".

Em 2008 lança  o disco "Meu Nome É Velocidade", gravado no Aire Studio de Daniel Sydens. Conta com participações de Bnegão, Tigrão Big Tiger, Victor Binghi-I, Rhossi, Gilbert-T e Daniel Sydens. Quanto ao lado escritor, Speed fala de sua vida e descreve situações em que estava no local apenas como observador. Por onde passa SpeedfreakS deixa evidente um estilo dinâmico e libertário, facilmente refletido nas rimas e com  seus trabalhos geralmente lançados na Internet, de forma independente. 
                          (SpeedfreakS e Monique Barcellos - Jornalista)


DISCOGRAFIA


 

· "Meu Nome É Velocidade" (2008)


· "Sangue Sob o Sol" (2006)


 

· "Quem Que Caguetou (Follow me Follow Me)" 

 (Single 2001)


· "Expresso"(2001)


 

· "Na face"(2000)

 

· "Som da Glock", "Timoneiro" e

"Guerrilha Verbal" (Single 1996)


· "De Macaco" (1994)






OUÇA O NOVO CD "Meu Nome é Velocidade" nos seguintes links:

http://www.myspace.com/meunomeevelocidade
http://www.myspace.com/meunomeevelocidade2
http://www.myspace.com/meunomeevelocidade3
http://www.myspace.com/meunomeevelocidade4

MYSPACE-SPEEDFREAKS - http://myspace.com/speedfreaksrap

01 Aug 08 Friday 

Black Alien

Black Alien é um dos mais festejados rapper / ragga man da atualidade. Ganhou notoriedade a partir de suas rimas no platinado primeiro disco do Planet Hemp "Usuário", antes mesmo de sua entrada oficial na banda, o que só aconteceria um ano depois. Na seqüência vieram mais dois discos - platina e ouro.

Versátil, esse MC de Niterói-RJ, colaborou, através de seus versos contundentes e canto sinuoso, com a nata da música brasileira - de Raimundos ao bossanovista Carlos Lyra, de Paralamas do Sucesso ao Sabotage. Participou nos discos de Herbert Vianna, Sabotage, Banda Black Rio, Fernanda Abreu, Raimundos e DJ Marcelinho da Lua.

Black Alien & Speed

Black Alien & Speed foi uma dupla que fazia basicamente a mistura de Rap com Ragga (Ragga muffin) independente em atividade entre 1993 e 2001. Começaram usando o nome "SpeedfreakS" e por volta de 1998 tornaram-se "Black Alien & Speed". Se apresentando nos mesmos palcos e gravações no Brasil nos anos 90 com Africa Bambaataa, De La Soul, Beastie Boys, Chad Smith, Carlos Lyra, Roberto Menescal, Nação Zumbi, Otto, Marcelo D2 e muitos outros.

Em 2001 foram lançadas 80.000 cópias do hit "Quem Que Caguetou?" / "Follow Me, Follow Me" (produzido também por Tejo Damascena) numa revista de grande circulação no Brasil, mais tarde em 2003, essa música fez enorme sucesso na Europa em um comercial da Nissan entitulado Le Marathon. com o grande sucesso do comercial, um dos maiores Dj's do mundo "Fatboy Slim" remixou a faixa que veio a se tornar um novo hit.

Reggae B

Black Alien fundou, em 2001, a big band Reggae B, em parceria com o baixista Bi Ribeiro, dos Paralamas do Sucesso e mais 7 músicos que realizam seus trabalhos "A" em outros grupos. O Reggae B executa clásssicos do reggae.

Primeiro disco solo

Black Alien lançou seu primeiro CD solo em 2004: Babylon by Gus Volume 1 - O Ano do Macaco. O título do CD é uma referência ao disco Babylon by Bus de Bob Marley. Alexandre Basa produziu, mixou, fez as bases e tocou todos os instrumentos do CD, mas os músicos Bi Ribeiro, Pupilo (Nação Zumbi), Rhossi (Pavilhão), Rafael Crespo (Planet Hemp), Bidu Cordeiro (Reggae B e Orquestra Imperial) e o guitarrista Marisco, também contribuíram com seus instrumentos. Todos os vocais foram feitos por Black Alien.

O cd é uma mistura de ragga, rap e reggae tudo junto. Ele tem uma influência muito forte pelo reggae e ragga pois como Black Alien mesmo disse: "Para mim, ele apareceu antes do rap, por causa da versão do Gilberto Gil para 'No Woman No Cry'. Depois teve Jimmy Cliff, Peter Tosh, a rádio Fluminense".

Em 2006, o videoclipe Como Eu Te Quero concorre na categoria Rap ao VMB da MTV.

 

Fonte: http://myspace.com/blackalienbr  

28 Mar 08 Friday 

"Em 1996, comecei a ter os primeiros contatos com o rap. Ainda garoto, escrevi minhas primeiras composições e tentei de forma frustrada formar alguns grupos de rap. Incentivado por professores que gostavam da forma como eu me expressava através da escrita, decidi continuar compondo, sem grandes ambições ou objetivos.

No ano de 98, fui influenciado pelo lançamento do cd "Sobrevivendo no Inferno" do grupo Racionais Mc's, - fenômeno jamais antes visto no rap nacional. O disco resultou no surgimento de inúmeros grupos de rap e cada vez mais jovens começaram a aderir à cultura hip hop. Acompanhando essa tendência e estimulado por um amigo de escola que atuava como dj, decidi formar meu primeiro grupo em 1999.

A experiência foi bastante rápida, já que meu amigo e dj teve envolvimento com atividades ilícitas e acabou preso. Desiludido com o rap e com outras prioridades, resolvi dar um tempo, porém nunca deixando de escrever minhas letras, ouvir e conhecer cada vez mais essa cultura que tanto cultivo.

Em 2001, voltei a cena, agora de forma solo, assumi o "vulgo" 10=, estimulado pela diferenciação vista por aqueles que tinham acesso as suas idéias e composições. Até 2003 vivi uma fase de assimilação, conhecendo melhor a cena do rap, para em seguida começar a me destacar em algumas batalhas de freestyle, mas até então sem nenhum som gravado.

Passei a sentir a necessidade de ter um trabalho mais sólido e em 2004 comecei a fazer suas primeiras gravações, ainda de forma caseira criei um grupo de rap, do qual faço parte até hoje (Projeto Habib'Z). As apresentações e batalhas de freestyle passam a ter mais freqüência em 2005, ano em que participei da fundação da Afrika Kidz Crew, um dos maiores motivos de orgulho. Também me classifiquei para a Liga de Mc's e fui selecionado para disputar a Batalha de Mc's do Hutúz (fato que se repetiria no ano de 2006), os dois eventos no Rio de Janeiro.

Lancei um EP com o amigo Mestre Ganancia (Folia Rimologica na Política do Café com Leite). Paralelamente fui convidado a participar do projeto Introdusom, uma rádio online de rap nacional, onde até hoje tenho meu programa Mais Ou Menos Assim.

Com essa alavancada na carreira me vi na responsabilidade de lançar um trabalho na rua que contenha as sensações e experiências acumuladas nesses anos de rap.

Em 2007 lancei o tão sonhado cd, intitulado "10= Demais Pra Você", que tem sido bem recebido pelo público, o que me abriu novos horizontes como MC. No mesmo ano disputei a Liga dos Mc's etapa de SP e a Batalha de Mc's no aniversário da Zulu Nation.

Atualmente trabalho no desenvolvimento de um selo de rap, intitulado Som Sujo Produções."

DISCOGRAFIA: Folia Rimológica na Política do Café com Leite- EP PROMOCIONAL (2006).

10= Demais Pra Você- ÁLBUM (2007).

APRESENTAÇÕES:

2008- Alternative Fest (Mogi das Cruzes-SP), Batalha Rinha de Mc's & Afrika Kidz SESC (Santo André).

2007- Lançamento do cd 10= Demais Pra Você (Santo André-SP), Intervenção de Grafiti- (Campinas-SP), Aniversário da Zulu Nation- (Diadema-SP), Liga dos Mcs (São Paulo-SP), Hip Hop em Ação (Diadema-SP), Hip Hop em Casa- (São Paulo-SP), Entrevista para o Programa Som de Rua- Rádio Universo ( Niterói- RJ).

2006- Incentivo Hip Hop (Santo André -SP), Incentivo Hip Hop- (Mogi das Cruzes-SP), Hip Hop MG- (Itajubá-MG) , Batalha de Mc's Hutuz-(Rio de Janeiro- RJ), Batalha dos Campeões AFK- (Santo André- SP), Black Speed Cultural- Hip Hop & Streetball (Tatuí-SP), Canta Brasil (Mogi das Cruzes-SP), Mauá Rap Festival (Mauá-SP).

2005- 1º Encontro de Hip Hop na Real- (Piracicaba-SP), Batalha de Mc's Hutuz-(Rio de Janeiro-RJ) , Liga dos Mcs- (Rio de Janeiro-RJ) , Multirão de Hip Hop- (Favela do Arará-RJ).

2004- Aniversário da Zulu Nation- (Diadema-SP).

27 Sep 07 Thursday 

Category: Music

"Meu nome é Gutierrez, sou do Rio de Janeiro, tenho 26 anos. Fiz parte da famosa festa Zoeira (Riachuelo, 19 - Lapa - RJ), entre 1999 e 2000. Como muitos do movimento Hip-Hop sabem, meu demo 'Esse é Meu Reino' de 2004 (de produção 100% minha), foi muito bem aceito e continua sendo, dentro do movimento de vários estados do Brasil ( Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Brasília, Goiás, Rio Grande do Norte, Paraíba, entre outros) e em países como Portugal, Moçambique, Cabo Verde e Angola. Destaque para as faixas 'Fallujah', 'Ninguém Sabe o Quanto', 'Estórias Sombrias 3' e 'John & Paul'. 

Final desse ano, 3 anos após o demo, estarei lançando a mixtape 'Gutierrez & Damien Seth apresentam Corpo Fechado' (BP Sigla 2/Dichinelo/Bolacha Discos).  Trata-se de um trabalho temático, uma mistura autobiográfica de África com Rio de Janeiro, onde podemos encontrar linhas sobre religião, violência, sexo, maconha, baile Funk, referências do cinema, fé, ruas, trabalho, inimigos, tempo, sonhos…

Com esse novo trabalho, venho mostrar ao público em geral a minha evolução, tanto no quesito produção musical (estou trabalhando com Marechal & Damien Seth, dupla de produtores responsáveis pela qualidade de alguns sons de Marcelo D2, Jacksom, Carlos Dafé (Black Rio), Lenine, Leoni, Zeca Baleiro, Caetano Veloso, etc.), quanto no quesito rimas, métrica & flows.

Em breve, também estarei com minhas rimas em discos de artistas respeitados como KL Jay (sem palavras), Marechal e Jacksom (do Hit 'Motel'), e meu trabalho vem sendo elogiado por pessoas como DJ Negralha (O Rappa), Mr. Catra, Marcelo D2, Duani (Forróçacana), entre outros."

QUER SABER MAIS?

http://myspace.com/bandidoprodigio

 

27 Sep 07 Thursday 

Category: MySpace

"Um trabalho intimista mais abrangente conectado com as vanguardas musicais atuais mais solidificadas nas estruturas primárias da cultura hiphop. Letras minuciosamente elaboradas, tendo como ponto de partida a humanização e a sensibilidade... Existem as críticas e uma generosa dose lúdica na estrutura poética, levar a rima e ser levada por ela por mares nunca dantes navegados, sem abandonar os elementos do hiphop na música e na vida e ainda fazendo púpilos no jogo do rap real.

Criando raps desde 1984 passando pelo mundo do eletro bass e do miami bass, chegando no hiphop com mais alegrias do que tristeza... Hj vivendo do hiphop e para o hiphop buscando inspiraçoes nas pirações cotidianas do universo que nos cerca. Eu sou um cara que lê muito e de cada experiência mirabolante que a vida nos proporciona eu sempre tiro algo de surreal e/ou importante da enfadonha tarefa (as vezes) de conviver.

Sou um cara que acha bonita uma mulher mesmo sem vê-la e saber as cores das ostras mais tímidas me fascina, as luzes da ribalta já não me cegam, as ruas têm a mesma configuração de um mac com vírus da linnux, eu sou fã de quem sabe q as estrelas são apenas reflexos de luz extintas, mais brilham assim mesmo ,como nós seres finitos e tolos. Procuro tirar o máximo proveito das coisas boas e frívolas da vida cotidiana q leva ao nirvana.

Faço rap sou m.c. sou do movimento hiphop faço rádios, trabalho com inclusão o digital produzo oficinas culturais e outras coisas relacionadas com arte cultura democratização, futurismo. Gosto de rap break dj e graffiti e de cultura negra em geral, amo a deus acima de tudo, adoro cinema nacional, arco iris, atrizes francesas da década de 70, contracultura, literatura bitnick, mulheres que entendem o que digo nas entrelinhas, inclusão digital, soul seek, mp3grátis, a chuva quando cai da esquerda pra direita, as formigas q sorriem crianças, leitura ultra conservadora da antropologia das orquídeas, vítimas de seguros contra aliens, duas rodas azuis e duas rodas amarelas, negras q sabem q são negras, zulus, picasso e, galáxias do céu da minha boca, vertiginosas letras de rap do subterrâneo, o cubismo, as trombetas que derrubam muros da intolerância e gosto do q eu escrevo ADORO O Q EU ESCREVO...

Paixões: hiphop music, break,consciência, underground, graffiti, djs, mcs, músicas das profundezas da beleza, força interior, corridas de tartarugas, as luzes dos olhos de quem gostamos, riso de criança, mulheres que dizem sim esportes: basquete e skate e pega-varetas e sobreviver de arte.

Atividades: mestre de cerimônias, conselheiro, locutor, produtor, cantor, improvisador, oficineiro, eu mesmo.

Todo o meu trabalho é dedicado a memória do meu melhor amigo MARCELO MANO O GARFA (da banda Guerrilha Urbana e dos grupos Realidade Baixada Rap e Playgroud) assassinado covardemente esse ano...Descanse em paz. EZN. "

QUER SABER MAIS?

http://myspace.com/slowdabf