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City: São Paulo
State: São Paulo
Country: BR
Signup Date: 11/4/2007
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Thursday, November 19, 2009
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Current mood:  argumentative
Tudo o que presenciamos nos últimos dias envolvendo uma estudante de
Turismo de uma universidade paulista por ter ido a aula de mini-saia,
demonstra o grau em que se encontra o sistema educacional brasileiro.
Triste sinal.
No caso paulista, a turba foi instalada. E instada para uma fúria
taliban. Ação descordenada, intolerável e injustificada. Até babaca,
diriam outros. Burca para todas? Nada justifica tal ação, nem com uma
"p..." (a palavra mais ouvida nos vídeos sobre o episódio) como alguns
gostariam de justificar. A hipocrisia perambulou pelo campus. E quase
não quis sair. Nada de títulos e diplomas: o culto ao corpo é uma faca
de dois gumes.... Momento de imbecilidade. “A atitude provocativa da
aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar"
registrou o lamentável comunicado da instituição publicado nos jornais
paulista. Um erro corrigido, mas não a tempo de evitar o estrago.
Como era de conhecimento da instituição, segundo a própria nota
divulgada nos jornais, deveria ter repreendida antes do episódio. Fosse
o problema a postura da aluna a instituição, seus coordenadores,
professores e administrativos já deveriam te-la chamado para uma
advertência e posteriores ações disciplinares. Postura. Posturas...
Postura que faltou a todos. Bastaria repreendê-la pelo traje... Talvez.
E a advertência não basta (nem bastaria?)ser verbal...
A Sociedade do Espetáculo se dá desta forma possibilitando a algum ator
trabalhar em cena... E os novos atores sempre entrando em cena... A
imprensa não pensa que ela é coitadinha (como muitos preconizam),
apenas explora as dimensões do fato. Na mídia a turba ganhou dimensão.
Os celulares viraram arma. Se nada fosse gravado e levado ao mundo
virtual o fato não passaria de um episódio localizado de intolerância e
humilhação
A obrigação de uma universidade é estar presente em todos os momentos
do processo educacional. É formar valores! E os nossos valores estão
deturpados, violados. Todos os envolvidos na questão, antes de atirarem
a primeira pedra deveriam refletir sobre o papel da educação:
tolerância, respeito, reciprocidade, limites, valores, cordialidade,
bom senso e etiqueta. A pedagogia, no caso "taliban" foi pego de calças
curtas.
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Friday, September 04, 2009
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http://noticias.uol.com.br/politica/2009/09/04/ult...
Vamos apoiar esta proposta do senador Cristóvão Buarque?
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Wednesday, August 26, 2009
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Saturday, August 22, 2009
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Tuesday, June 16, 2009
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O Coletivo dos Eleitores Traídos - CET comunica
que estão sendo convocados todos os políticos eleitos nas últimas
eleições para que sejam tomadas medidas que sanem a memória dos eleitos
e que minimizem os danos ocasionados aos eleitores que estão sendo
usados ou daquele que porventura possa ser enganado num periodo próximo.
Solicita-se o comparecimento com urgência em qualquer posto
autorizado. Caso contrário, estes políticos correm o sérios risco de
serem desativados pela memória do eleitor e destruido sem possibilidade
de reciclagem.
Infomamos que o recall se dará da seguinte forma:
1. Os políticos que possuírem o número de série avariado será
convidado a uma sessão de reavaliação seguida por um choque de memória
seletiva: deverá lembrar de todas as promessas efetuadas no periodo da
campanha e de todos os compromissos assumidos anteriormente. Só será
validado o número de série se o político cumprir com o prometido.
2. Os casos considerados de risco médio deverão reestabelecer seus
contatos com a base imediatamente. Caso contráriocorre o sério risco de ser esquecido
definitivamente da memória do eleitor. Informamos que instalamos no
cabeçote dos eleitores um mecanismo de deletação automática de políticos
com defeitos. Nestes casos estará vetada a reeleição....
3. Os casos mais graves nem uma CPI - Comissão Protelatória
Indiscriminada - resolverá. Solicita-se o arquivo de suas peças.
4. Alguns elementos com número de série rasgado ou com defeitos sua
imagem poderá - sempre com a anuência do CET - passar por uma bateria de
testes de realinhamento ideológico e verificação da fidelidade
partidária.
5. Em alguns casos serão necessários a instalação de um mecanismo de
rastreamento que acionará sempre que o elemento ultrapassar os limites
estabelecidos pelo eleitor. Este mecanismo substituirá o tradicional
sistema de alarme que foi fraudade. Lembramos que o simples acionamento
deste dispositivo pode provocar a sua renúncia o que inviabiliza
qualquer tentativa imediata de correção.
6. Lembramos a todos os eleitores que a troca definitiva de todos os
políticos só poderá ser efetuada na próxima eleição. Convenhamos, isto
pode ser tarde demais...
7. Em caso de suspeita, informe o CET pelo número de candidatura do
acusado. A impugnação só poderá ser realizada por técnicos
experimentados, já calibrados e cientes de que não há mais
confiabilidade no produto.
Assinado Coletivo dos Eleitores Traidos - CET
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Tuesday, March 03, 2009
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Gilberto da Silva |
publicado em 03/03/2009 |
Lembro-me dos tempos da militância política... Havia uma mulher beirando seus 50 anos. Frequentava eventualmente, assim como suas filhas, nossas reuniões políticas e nossas festas. Bela em sua simplicidade, sorria sempre e exalava simpatia. Tinha um caso com um amigo nosso, também militante, boêmio, daqueles operários que não deixavam nada sem experimentar...
A bela mulher, morena, de corpo bonito, tinha duas filhas e se não estou enganado, não tinha marido. Falta-me mais memória no momento.
Certo dia, ao realizar meu trajeto para meu local de trabalho, a tradicional USP - Universidade de São Paulo, onde humildemente prestava meus serviços como técnico de laboratório, encontrei a morena circulando alegremente pela Avenida Waldemar Ferreira em busca de clientes. O local era é é tradicionalmente conhecido por ser uma zona livre de prostituição de mulheres e travestis.
Passado o choque inicial procurei conversar posteriormente com algumas "coroas" que prestavam tal serviço. Todas alegavam que prestavam tal serviço com mais carinho dos que as mais jovens. Mais amor, menos dinheiro.... Prostitutas muito, mais muito mesmo, maiores de idade! Maldito é o dinheiro que você não ganha, poderia protestar uma vovó liberada!
Precisei ir enfrente na busca de uma resposta que poderia explicar como uma avó de algum amigo meu pudesse prestar serviços sexuais em avenidas e praças da cidade. Naquela época ainda não havia os celulares, nem a internet, mas já encontrávamos alguns anúncios de "coroas liberadas" em jornais mais populares.
Um dia encontrei a morena na vila em que morava. Com vontade de passar a história a limpo, criei coragem e a convidei para tomar uma cerveja num boteco da esquina. Entre um gole e outro pedi que a "coroa" explicasse como conciliava esta vida. Ela então soltou o verbo e eu a verba da cerveja (apenas). Alegou que com o dinheiro que ganhava na prostituição conseguia dar comida e educação as suas duas filhas (que foram todas bem criadas, casaram e deram muitos netos para a morena). Puta não precisava ter cara de puta. E ela considerava um dinheiro digno, não roubava e não matava para ganhar seu pão. Ia prá rua pra não faltar o pão na mesa de suas filhas.
Criado na boa educação e forjado nas idéias feministas da esquerda (lições que mal aprendi) relutava em aceitar tais argumentos. Para mim era pura semvergonhice. Não entendia que rugas podia combinar com tesão. Mas entendia que na mesa de filhos não podia faltar pão...
Sei até hoje que a prostituição provoca debates calorosos (risos) mais calorosos ainda se for acima de 40... na busca de dinheiro ou na fuga da solidão muitas amigas da morena também já tinham passado dos 40 e não faltavam clientes. Passado tanto tempo, não sei que fim a velha puta levou. Hoje ao lembrar deste fato corri na internet e li um anúncio interessante em um sitio portugues: "Duas amigas (c/39 e 40 anos, com apartamento privado, na zona de Sintra. Oferecem seu convivio intímo a casais (bi), Damas e Cavalheiros que procuram selectividade, onde tudo acontece, com a devida segurança. Damos máxima descrição e sigilio. Chamadas anônimas não atendemos. Lembrança a combinar." Morri de rir na primeira leitura. Depois do riso passei a refletir. Comemoramos no próximo 8 de março o Dia Internacional da Mulher. Temos muito pra comemorar????? Corri então atrás de uma curta chamado 69 - Praça da Luz documentário da dupla Carolina Markowicz, Joana Galvão que aaborda a história de prostitutas com idade avançada que ganham a vida na Praça da Luz, em São Paulo. Quem não tem preconceito e nem puritanismo, pode ver um trecho em http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?cod=5676&Exib=5937 No fundo todas tem história de abandono, de abuso sexual na infância, padrasto, madrasta, casamentos arruinados.... Você, leitor, deve conhecer inúmeras situações assim. Então, melhor refletir, antes de acusar. Segundo Allan e Bárbara Pease em Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor: uma visão cientifica (e bem humorada) de nossas diferenças. Rio de Janeiro: Sextante, 2000: “O homem possui um fascínio maior pelo sexo, separando o sentimento amor da atividade sexual. É natural do homem tal atitude já que na natureza, e também para a sociedade, o homem é apenas um reprodutor”. | ....
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Tuesday, February 03, 2009
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Notícias de uma separação Gilberto da Silva publicado em 03/02/2009
Renato lia tudo que podia e que porventura caisse em suas mãos. Ouvia tudo, estava ligado, antenado nas notícias. Assim era. Assim foi. Belo dia de Sol e lá estava Renato ouvindo coisas absurdas nos canais de televisão. Meditava. Desconfiava. Ansiava. Tinha em sua vida visto muitas coisas que não gostaria de ter visto. Nem ouvido.... Pensava que as vezes tudo não passava de um processo ilusionário, fantasioso. Tentava abstrair-se, fingir-se de mudo, morto. Em certas noites os pernilongos e ruídos dos televisores vizinhos não permitiam chegar a um sono reanimador. O corpo cansado. A insônia. Tinha sonhos com atropelamentos, desastres, assassinatos. Pensava estar perdido em becos escuros e sujos. Suas atitudes já não convenciam ninguém e nem se convencia com as atitudes alheias. Talvez uma análise, um psicodrama. Um médico de cabeça. Terapias alternativas, mas o máximo que conseguia era encher a cara de cerveja no Bar do Mané da esquina. Pensava nas cartas que havia enviado a Renata. "Ah! talvez ela já as tenha jogado fora!" pensava. Sempre imaginou ser a vítima, o culpado: das catástrofes, dos ciúmes, das mentiras e do fracasso. Nunca acretidou que o culpado fosse ele. Preparou certa noite um dossiê com todos os acontecimentos ocorridos em sua vida conjugal e pensou que nunca haveria um dia em que pudesse gritar: sou feliz! Uma coisa era certa: ele estava aflito. Pode ser que com o tempo ele passaria a encarar tudo com naturalidade, mas hoje isto era impossível. Não acreditava em mais nenhum gesto que o reparasse. Ficou sem falar com Renata durante muito tempo. Não continha a raiva de saber que ela estava em outro lugar, em festas e bares até altas horas da madrugada. Ela comprava roupas e mais roupas. Queria estar bela, chamar a atenção. E Renato, com seus ciúmes, não acreditava que ela queria seus beijos e abraços. Pensava; "ela deve sonhar com outros personagens que não eu...". Renata devia estar arrependida da relação e ele não conseguia acreditar nesta verdade. Renato, nos seus raros momentos de lucidez, elaborava reformas em sua casa e em seu comportamento. Mas era necessário uma revolução. Mas que Revolução? Se tudo já não fazia mais sentido em sua alma... Eram dias difíceis para Renato que nem conseguia mais trabalhar direito. Estava péssimo. Naquele dia Renato não foi trabalhar e ficou em casa ouvindo e vendo as notícias espetaculares da Televisão. Viu o adolescente apaixonado invadir a casa de sua ex-namorada e torná-la refém, prisioneira do seu amor e ódio. Zapeava em todos os canais para ver a cobertura enquanto sua cabeça elaborava seu plano. O seu próprio plano de Revolução! Queria também a sua vingança. A sua sentença. O seu mandamento final. Munido com estes pensamentos e crente da sua revolução gloriosa, Renato desceu as escadas que davam ao andar térreo, abriu a porta da sua casa e saiu dando direto ao passeio da rua.
Bordão
"A vida é rir, chorar e viver intensamente." Oscar Niemeyer em Veja - 11 de abril de 2001 - pag. 66
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Thursday, January 29, 2009
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Certa vez li num jornal que o zoológo Günter Tembrock - na época ele tinha uns 76 anos - um estudioso do comportamento reprodutivo dos animais, que ao fazer sua escolha a fêmea dá preferência ao macho que lhe parecer superior aos demais, característica que poderá garantir o desenvolvimento de seus descendentes. Sendo assim, a fêmea tolera a poligamia de seus companheiros.... A Moral dupla teria assim sua sólida base biológica!???? Na antiguidade, segundo alguns evolucionistas, o sucesso da espécie humana foi o investimento na criação dos descendentes. Portanto, em matéria de seletividade, a fêmea humana era inteligente (pois é: continua até hoje...) permitia apenas a aproximação daqueles que possuíssem bons genes e boa disposição e tato para ter cuidados com seus filhotes. Vai daí as dores de amores... Ele, o macho, concorria, testava, ela, a fêmea, negava e testava (parece moderno?). Se ele ganhava a sorte grande, e isto ele sempre sonhava, se transformava no reprodutor. Mas desde aqueles tempos já existia dois tipos de homens: o "pai" (o que provia e cuidava) e o "borboleteador" (o que espalhava seus espermatozóides e vazava, caia fora...). Segundo esta teoria o tipo "pai", protótipo de reprodutor ficava com mais fraqueza para o adultério. O perigo da traição enraizou o ciúme masculino. Sendo assim, o homem tende mais para o sexo oportunista, enquanto a fêmea tende ao sexo escolhido, afirmava na entrevistado o zoólogo Tempborck. Belo legado biológico! Diante destas especulações científicas, o ciúme feminino está mais vinculado ao fator emocional do que às escapadas do reprodutor. Era asssim no inicio da história da Humanidade é assim nos dias atuais! Os olhos masculinos estão voltados para as regiões médias e inferior das mulheres, as áreas mais quentes, mas sensuais, mais reprodutivas.... ( que o digam os turistas que procuram as "popozudas no Rio de Janeiro). A mulher prefere olhar o homem no rosto e daí com sua inteligência descobrir o DNA em oito segundos... A mulher é rápida no gatilho! Apesar do "olho no olho" ser a preferência das fêmeas elas não se dão por contente com isto apenas. Para as fêmeas não basta olhar o parceiro, a excitação vem com o contato físico. Bem, os machos também são estimulados por sinais visuais que o digam os que preferem peitos redondos e grandes por parecem nádegas! Esses zoólogos! Os homens parecem sempre não querer uma mulher mais toda a espécie feminina... O acoplamento total! Já as mulheres preferem uma minoria, dá mais atenção ao conteúdo do produto e não na quantidade, exceto é claro em se tratando de consumo no mundo das compras, onde o desejo de consumir estrapola qualquer olhar. Bem sendo assim, a mulher prefere olhar nos olhos dos homens e nas prateleiras das lojas e os homens tem lá outros fetiches....
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Wednesday, December 10, 2008
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Current mood:  cheerful
De uns tempos para cá passei a visitar amigos, colegas e companheiros de longa jornada, depois de um certo tempo de distanciamento e isolamento devido à imersão ao mundo do trabalho, mudanças geográficas e nova constituição familiar.
Durante este início de visitação comecei a observar algumas coisas interessantes, algumas já tinham passado pela minha cabeça, mas não tinha parado para pensar nestas questões.
A TV, a internet e todo o aparato tecnológico virtual afastou as pessoas do convívio, da prática do receber, da conversa olho no olho. Distantes, as pessoas entram em imersão acelerada, sem rumo, direto ao isolamento do corpo, enquanto sua alma vagueia pelas ondas etéreas. Pessoas que perderam o hábito de receber pessoas, tal o grau de isolamento no seu lar e no umbigo da própria família.
Bom, iniciei este processo de visitação crente que o inferno é aqui e que não está em outro lugar imaginário, em sonhos acordados. O paraíso é o lugar dos que sobrevivem a este inferno. E para chegar a este paraíso, talvez bastará uma boa dose de tolerância, honestidade e amor (em todos os sentido da palavra /amor/).
Diante destas observações passei a procurar e conversar com estes amigos. Pode ser uma tentativa de ir pagando os pecados, fazendo meu caminho para o paraíso. Voltei a apreciar um bom cafezinho quente servido em bandejas de todos os tipos ou tomados numa mesa posta com gentileza.
Quantos livros nas estantes revelando o perfil das pessoas!! Quantos CDs e DVDs ilustrando gostos, fantasias e paixões! Procuro não chegar na hora do almoço, pois tal atividade hoje é um incomodo para as mulheres e muitos homens nem se dignam a fritar um bife (ainda que meio ambientalistas eu não larguei o hábito de degustar um bom bife!). Por outro lado, as famílias pós-modernas preferem as cozinhas dos restaurantes, dos fast-food e dos bares. Cozinhar virou um transtorno... Também prefiro não ficar para o jantar, antevejo uma pizza repleta de óleo brilhando na mesa dizendo: vai logo embora, cara....
Procuro ser rápido, sinto que depois de alguns minutos os assuntos já se esgotaram, principalmente se sou convidado a assistir algum programa na televisão (neste caso, prefiro ver lixo em casa: lá eu reciclo da minha maneira)
Lembro-me bem da minha infância e os meus pais recebendo visitas sempre com um bule chamegando café "fresquinho" e uns bolinhos de fubá na mesa...
Quando questionado porque minha esposa não está na visita, digo que meu casamento não é siamês e que meus amigos não são necessariamente amigos da minha esposa e vice-versa. Digo isto de forma serena, tento ser delicado para não melindrar as esposas preocupadas com a visita de um amigo "solteiro". e não há submissão nisto: "a submissão é hipócrita" versa o biólogo Maturana.
E por falar nestas questões, deixarei para visitar minhas amigas em outra ocasião, dado a complexidade que é visitar mulheres. As casadas serão mais complicadas: como explicar aos maridos que a visita é apenas um amigo? Sempre ficará um questionamento na cabeça do sujeito. "Será que este cara já saiu com minha mulher? Está saindo? Pretende sair?"
Quando começarei a visitar amigas solteiras? Bem isto é mais complicado.... e outra história.
http://www.partes.com.br/colunistas/gilbertosilva/visitandoamigos.asp
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Sunday, October 05, 2008
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A construção da profissão docente: processo que perpassa desafios pessoais e profissionais e dimensões individuais e coletivasJamily Charão Vargas publicado em 01/10/2008
Tutoria no ensino à distância: uma possibilidade de desenvolvimento profissional de professores Franciele Roos da Silva Ilha publicado em 01/10/2008
A Gestão da escola pública na era da tecnologia: reconfiguração de espaços educacionais Lizabete Lázara Campos Pereira, Maria Cristina Ribeiro Reis, Terezinha de Jesus V. Gomes, Adicinéia Aparecida de Oliveira publicado em 01/10/2008
Educação inclusiva: uma proposta de efetivação Na e Pela diversidade Vânia Warwar Archanjo publicado em 01/10/2008
Refletindo sobre a obra “Profissão Professor”: contribuições de Antônio Nóvoa. Jamily Charão Vargas publicado em 01/10/2008
"Ciências pra quê(m)?!” ou “A estreita relação entre as diversas faces do conhecimento” Maceti, H.; Levada, C. L.; Lautenschleguer, I. J. publicado em 01/10/2008
As diferentes linguagens na sociedade: o papel que as variantes linguísticas sociais exercem no processo de formação da língua padrão; causando o "preconceito linguístico" Ana Paula Menezes de Santana publicado em 01/10/2008
Usando as tecnologias da informação e comunicação para a promoção da autonomia do educando Giovanna Marget Menezes Cardoso publicado em 01/10/2008
O ensino crítico-reflexivo como proposta educativa na Educação Física escolar Franciele Roos da Silva Ilha; Hugo Norberto Krug publicado em 01/10/2008
Escola e Serviço Social: juntos no enfrentamento da exclusão social André Michel dos Santos publicado em 01/10/2008
A educação no contexto brasileiro: dificuldades e desafios encontrados pelas escolas na atualidade André Michel dos Santos publicado em 20/09/2008
A formação do aluno diante de um novo desenvolvimento curricular Roberto Izidro publicado em 11/09/2008
Experiências de baixo custo para ensino de ciências - <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST1 />..Determinação.. da ..absorção.. de ..água.. ..em.. ..tijolos.. cerâmicos Lautenschleguer, I. J , Maceti, H.; ..Levada.., C. L publicado em 11/09/2008
O universo da dança e sua singularidade: possibilidades no contexto da educação física escolar Alexandra Rosa Silva publicado em 11/09/2008
A gestão escolar e suas representações: a visão de professores de educação física Franciele Roos da Silva Ilha; Hugo Norberto Krug publicado em 11/09/2008
O professor de Educação Física e sua participação no planejamento educacional Franciele Roos da Silva Ilha publicado em 11/09/2008
Neurociência, cognição e dislexia Vicente Martins publicado em 02/09/2008
Os Atlas Escolares na Sala de Aula Clézio dos Santos publicado em 01/09/2008
Cultura, diálogo e formação de professores: alguns pontos para reflexão Joze Medianeira dos Santos de Andrade Toniolo publicado em 02/09/2008
As <?XML:NAMESPACE PREFIX = ST2 />..práticas.. pedagógicas da ..educação.. ..física.. ..escolar.. e o ..processo.. de ensino-aprendizagem: refletindo ..sobre.. o ..papel.. do ..professor.... ..Andréia Paula Basei publicado em 02/09/2008
Talvez uma resposta... Patrícia Ferreira Bianchini Borges publicado em 01/09/2008
O estudo do meio como lugar de aprendizagem docente: pesquisa e formação profissional Giovanna Marget Menezes Cardoso publicado em 01/09/2008
Planejamento e avaliação educacional no exercício profissional docente Fernanda Duarte Araújo Silva publicado em 04/08/2008
Um diálogo com a com a Cultura Visual: inter-relações entre Artes Visuais e a Arquitetura Leila Adriana Baptaglin publicado em 02/08/2008
Gestão escolar democrática: redimensionando a função dos gestores Denise Gonçalves Pinto, Diana Vandiréia Dal Soto, Jolair da Costa Silva, Leila Adriana Bataglin, Neila Pedrotti Drabach publicado em 01/08/2008
Uma reflexão propositiva sobre gestão democrática do ensino público Maria Elisabete Londero Mousquer, Neila Pedrotti Drabach, Natália Pergher Miranda publicado em 27/06/2008
A necessidade de transcender os limites paradigmáticos dominantes no campo educacional: novos olhares para a construção do conhecimento Andréia Paula Basei publicado em 27/06/2008
O amor e a solidariedade como princípio epistemológico e educativo: contribuições à formação de professores Alexandra Rosa Silva publicado em 02/06/2008
Algumas anotações sobre o Riso e o risível na Educação e o pensamento de Mikhail Bakhtin sobre cultura popular Anelice Ribetto publicado em 19/05/2008
Passagem necessária à Escola Pública - Da Tutela à Modernidade Curricular Lizabete Lázara Campos Pereira publicado em 14/05/2008
O boletim chegou e agora? Quézia Bombonatto publicado em 14/05/2008
A Escola Pública não perdeu a qualidade Johnny Notariano publicado em 14/04/2008
O ensino da História e os novos recursos tecnológicos Willian Spengler publicado em 12/02/2008
Escola: lugar onde se aprende a pensar Maria de Fátima Gomes Medeiros publicado em 12/02/2008
Caminhos a Trilharem em Busca da Superação do Ler e Escrever Maria de Fátima Gomes Medeiros publicado em 05/02/2008
..Princípios.. ..para.. o ..ensino.. de ..matemática.... ..Fernanda Duarte Araújo Silva e Sangelita Miranda ..Franco.. ..Mariano ..publicado em 01/02/2008
A Formação docente e a Educação para a Morte Maria do Socorro Nascimento de Mello publicado em 23/01/2008
..Saberes.. ..docentes.. e ..proposta.. curricular: ..construções.. e (re) ..construções.. conceituais Elaine Luciana Silva Sobral publicado em 23/01/2008
Currículo e propostas pedagógicas na educação infantil: entre (in) definições Maria Reilta Dantas Cirino publicado em 22/01/2008
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