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Espelho Mau



Last Updated: 11/26/2009

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Status: Single
City: Corroios/Almada
State: Setúbal
Country: PT
Signup Date: 2/14/2008

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Friday, June 19, 2009 
Como podem verificar, adicionámos um vídeo a esta página. É a gravação ao vivo do tema "O Ódio de Te Amar" durante a actuação do passado dia 5 de Junho no Café Concerto de Pombal. O vídeo é precisamente cortesia do Café Concerto, cuja equipa nos brindou com um tratamento 5 estrelas (até no restaurante onde nos mandaram jantar faltou apenas darem-nos o comer à boca). A eles o nosso agradecimento.
Já agora, e se vos apetecer, comentem à vontade.
Monday, June 08, 2009 

Momentos embaraçosos

O meu irmão tem uma banda de rock gótico, para a qual eu escrevi umas letras. Hoje fui ver um concerto dele e, claro, a dada altura ele tinha de dizer que a letra da música que ele ia cantar tinha sido escrita pelo irmão. Passado um tempo vem uma rapariga ter comigo a agradecer-me a letra e o que aquelas palavras lhe provocavam. Imagina sempre que aquele poema foi escrito para ela quando o ouve. Acha que qualquer homem ou mulher quereriam ser a pessoa a quem o poema se refere. Fiquei vermelho que nem um tomate (reajo mal a elogios quandos são sentidos). Não sabia que tinha produzido um hit no circuito gótico alternativo.
Saturday, June 06, 2009 

E, de repente, achámos que seria giro mostrar a fãs, amigos e curiosos o que conseguimos com a nossa vontade e empenho… e sem a ajuda de ninguém! Sempre são 21 datas em menos de 20 meses de estrada…


 
31/10/07 – People Bar (Coimbra);
10/11/07 – Garage 26 (Vale Flores);
31/11/07 – Garage 26 (Vale Flores);
01/03/08 – Mendrix Bar (Fernão Ferro);
20/03/08 – OK Bar (Vale de Milhaços);
11/04/08 – Ponto de Encontro (Cacilhas - Almada);
12/04/08 – Garage 26 (Vale Flores);
19/04/08 – Red Line (Alcochete);
10/05/08 – Rocklab (Moita);
21/06/08 – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa;
06/09/08 – Festival Toca e Segue (Rio de Mouro);
19/09/08 – Transmission Club (Lisboa)
                  c/ Sins of The Flesh (UK/Jap) e La Chanson Noire (PT);
08/11/08 – Centro de Criatividade Pró-Ensino (Lisboa);
14/11/08 – Cine-Teatro São João (Palmela);
02/12/08 – Externato Janela Aberta à Educação (Feijó)
                  Concerto de Natal;
20/12/08 – Bar O Século (Lisboa);
17/01/09 – Café Doce Cupido (Qta. Brasileiro);
28/03/09 – Antigos Refeitórios da Mundet (incluído no Março Jovem)
                  c/ Manuskript (UK), Uni-Form (PT) e The Noise Terrorists (PT);
04/04/09 – O Covil Bar (Almada);
16/05/09 - Paradise Garage (Lisboa)
05/06/09 - Café Concerto de Pombal (Pombal)
18/07/09 - Festas da Charneca da Caparica (Charneca)

E não há-de ficar por aqui...


Saturday, July 19, 2008 

Os Espelho Mau editaram recentemente, pela net-label Necrosymphonic Entertainment, o Split "Gay Music for Straight People" em conjunto com La Chanson Noire.

Este split pode ser adquirido em suporte fisico, como está disponível para download no site da editora.

Assunto que serviu de mote para uma conversa entre Paula Cristina Martins e os elementos da banda.

Espelho Mau… Nome curioso para uma banda. Contem-nos um pouco do vosso percurso até aqui.

Paulo - É um percurso razoavelmente comum. Três pessoas com diferentes percursos musicais, com influências comuns e vontade de tocarem juntas, e com a noção de que se perguntarmos ao espelho se há alguém melhor, mais bem sucedido, etc., que nós, o dito espelho, mau, responde: "Olhem bem, este é o lugar da garagem donde até os ratos fogem. E são vocês que estão aqui." Daí o nome. E reflecte o nosso mercado e o nosso panorama musical actuais.

Alex - Nome curioso? Talvez… Todos cometemos actos de que nos arrependemos; às vezes custa-nos olhar no espelho, enfrentar quem somos… é a dura realidade do dia-a-dia. O percurso é curto mas rico de experiências. Uma mão cheia de concertos e um split com La Chanson Noire.

Nuno - A uma certa altura já não ligamos muito ao que os outros dizem e começamos a falar para o espelho. Mas o sacana é mau, nunca responde…

Vocês vêm de projectos distintos mas sempre com um elemento predominante, a batida electrónica. Porquê?

Alex - Nem sempre. Vimos de projectos distintos, alguns com baterista. Nomeadamente Gondolin (o Paulo), Blood Quest e Noctívagus (Alex), e A Kausa e Vodka Pedra (Nuno). Não vejo nenhum motivo em particular nem nenhuma aversão a bateristas. Aconteceu assim.

Paulo – Mas é uma opção assumida desde o início. Também porque o som acaba por ser sempre algo plástico, e se olharmos à nossa volta…

Nuno - Nem é uma cagança estética, nem um mero calculismo. Calhou e resultou.

Paulo

Tanto nos Disclosure como nos Espelho Mau a bateria entra, mas feita através de computador. Porque não inserir na banda um baterista? Por alguma razão em especial? Ou sentem que um baterista limita e com o computador não há limites?

Paulo - O baterista é muito bom para bandas com dinheiro. Nós vivemos a contar os trocos. Logo, levar o baterista ao colo em vez de sermos obrigados a levar um segundo carro. Um exemplo: há 3 anos convidaram-me para ir ao Porto tocar e ofereciam-me cem euros para ajudas de custo - pagava apenas um dos carros, e ninguém falou em jantares nem estadias.

Acham que o facto de cantarem na nossa língua traz uma mais-valia ao panorama musical nacional?

Alex - Sem dúvida. Ainda que sem qualquer sentimento nacionalista nisso. É a língua que conhecemos melhor, o que torna mais fácil transpor certos sentimentos.

Paulo - Não faço ideia, nem me interessa. Gosto de cantar em português porque é a minha língua e é uma marca da nossa cultura, da nossa história e da nossa tradição. É o principal símbolo da nossa identidade, e eu gosto da nossa identidade. Se for bom para o panorama nacional, tanto melhor.

Nuno - É somente uma língua, por acaso a nossa. Não é ditadura estética, nem fundamentalismo linguístico: grande parte das músicas têm atraído o português, o futuro poderá trazer outras.

Para uma banda que queira chegar o mais longe possível numa carreira musical além fronteiras, será que cantar em português é uma escolha sensata?

Paulo - É. Perguntem aos Ramstein.

Alex - Não sei… perguntem à Amália ou aos Madredeus.

Sentem que isso vos pode limitar em termos de expressões e ideias ou acham que a nossa língua é subaproveitada?

Alex - Sem dúvida que é subaproveitada. Mas também cantamos em Inglês, e até temos uma versão em castelhano de um dos nossos temas. Há coisas que se dizem melhor em certas línguas.

Paulo - Com uma língua tão bonita e completa como a nossa, o que me espanta é que o resto do mundo ainda fale estrangeiro, mas como é largamente subaproveitada… O que nos limita não é a língua, é a falta de formação da generalidade do público.

O que vos influencia no vosso processo de criação?

Paulo - Rigorosamente tudo. Crianças a morrerem à fome, o reflexo da lua no oceano, a injustiça social, um beijo enamorado, a hipocrisia dos líderes mundiais, as aulas de Matemática (risos), uma valente bebedeira, noites sem dormir…

Alex - A vida que levo, a noite, o dia, o amor, o ódio… Por mim, posso dizer que algumas das malhas que mais sentido fizeram foi quando me separei, e tentei transpor através da guitarra o que sentia. O resultado foi bom, para mim e para a banda; uma espécie de exorcismo.

Nuno - A vida que tenho e a que gostaria de ter.

A nível de composição lírica e musical, quais as bandas com mais peso no vosso subconsciente?

Alex - No meu caso, gosto muito de Rock bem retro, de Jimi Hendrix a Led Zeppelin, passando por The Who, The Doors e os grandes Black Sabbath. Gosto muito de Heavy Metal, de Gothic Rock, etc…

Paulo - Espelho Mau.

Nuno - Todas as que gostamos mas de maneira a que não se note. A arte não nasce do vazio, fruto de uma inspiração divina ou metafísica. Reciclar e criar o novo a partir do que existe.

Vocês falam em fazer música por "puro prazer". Será isso recompensador?

Paulo - Claro que sim. Fazemos música pelo gozo da coisa. E tentamos passar esse gozo a quem nos ouve. Para preencher "importantes" lacunas no panorama musical português estão cá os palermas do costume.

Alex

Alex

Alex - Sem dúvida. É como sexo! Até se faz de borla, mas se pagarem tanto melhor…

Nuno - O puro prazer leva-nos também para uma certa independência. Não precisar da música para pagar as contas, só precisar dela para viver.

Como surgiu a oportunidade de se juntarem à Necrosymphonic Entertainment?

Paulo - O Carlos Monteiro conhece-nos, sabia do projecto, acreditou em nós e avançou com a proposta da parceria.

"Gay Music for Straight People… e Outras Estórias" é um Ep que dividem com La Chanson Noire. Falem-nos um pouco desse projecto.

Alex - Foi um culminar de experiências comuns, a constatação de que apesar de sermos projectos bem diferentes, tínhamos muita coisa em comum. E o resultado está à vista. Nós ficámos satisfeitos. A começar pela polémica à volta do nome…

Paulo - Primeiro o "Gay Music…" É o resultado da aposta de que falei antes e uma excelente ideia de uma pessoa com visão num espaço (musical) em que quase todos usam bifocais, o Carlos Monteiro. Depois, Chanson. É um projecto português de grande valor, com características muito próprias, que teve o azar de nascer num país onde a criatividade e a inovação não são valorizadas. A prova do que digo é que o nome do CD, que devia ser (e é!) um trocadilho inteligente, provocou dúvidas em parte de um potencial público homossexual e originou gritos de "Ai, Jesus" em velhos do Restelo que ainda não têm 30 anos e nos homófobos do costume.

Nuno - Além disso, tentámos o que a grande parte dos músicos da nossa geração e mesmo os vizinhos não fazem: partilhar, não só ideias mas também custos e esforços. É um certo comunitarismo contra o egoísmo.

Os vossos projectos para o futuro…

Paulo - Acabar o meu curso, ser pai, consolidar o meu emprego, ir de férias para um sítio giro, tocar numa cena gay com a minha mulher a ver, uma estadia de uma semana com tudo pago em Galegos Santa Maria (que tem um dos melhores grupos de folclore do mundo e arredores), fazer um dueto com o António Calvário e cantar tão bem como ele ou o Marco Paulo, representar Portugal no Festival da Canção Infantil e obrigar a RTP a repor a série Jovens Heróis de Shaolin (para eu gravar em VHS). E arranjar um padrinho que nos ponha nos programas da televisão…

Alex - Gravar o nosso primeiro álbum, tocar o máximo possível, ganhar o Euromilhões, fazer a primeira parte do Júlio Iglesias, ganhar o Festival da Eurovisão para Portugal…

Nuno - Continuar a tocar por mais vinte anos, e outra vez outros vinte… foi para isso que vendi a alma.

Nuno

Nuno

Wednesday, July 16, 2008 

Música, romanticismo y poesía decadente en "Gay music for straight people"

"Desde Portugal, país vecino nos llega el proyecto más dandi del año. "Gay music for straight people" es una poética decadente convertida en música de la mano de Espelho Mau y La Chanson Noire que sale a la luz a través del sello Necrosymphonic Entertainment, y en este caso contará además con una edición física en CD."

Assim, no país do lado. Sem pruridos bacocos!!! 

Nós, por cá, agradecemos.

Monday, June 23, 2008 

Current mood:  accomplished

Domingo, 22 de Junho de 2008

Pequenos GRANDES Talentos

Ontem, dia 21 de Julho, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa recebeu, no seu estabelecimento, dois artistas pouco badalados, mas que merecem uma certa de atenção, nem que seja só pelo facto de fugirem aos ditos padrões comuns das novas bandas sensação.

Espelho Mau e La Chanson Noire são tudo excepto "mais uma cara bonita" (aliás, acredito que tudo o que eles menos querem é fazer parte desta categoria). Na verdade levaram-me a apelida-los por "góticos de aspecto", dada a sua aparência dark side onde se pode encontrar preto por todo o espaço que os rodeia e, principalmente, neles próprios.

La Chanson Noire abriu a noite. O palco adornado de caveiras, velas e velinhas, tinha como personagem principal (e única) Charles Sangnoir, que tinha como papel o de vocalista e pianista. Iniciando-se com "Água Benta", La Chanson Noire entreteu o seu público com seis temas, algumas caretas (tão especificas daqueles cantores que estão ali de corpo e alma) e algumas piadas lançadas ao ar, tornando assim o ambiente mais descontraído. Após um pequeno intervalo para o habitual cigarrinho e a conversa "sobre o tempo", subiu ao palco Espelho Mau. O guitarrista e baixista (Alex Hellraiser e Nuno Soares respectivamente) iniciaram os primeiros acordes da música "Perguntaste-me", enquanto a voz (Paulo Moreira) se desvendava por entre o público e iniciava a sua actuação de costas para a plateia, muito ao estilo de Maynard James Keenan, dos Tool. O público aderiu a esta banda com mais entusiasmo, talvez pelo número de conhecidos do vocalista existentes na assistência, e este presenteou-os com um espectáculo digno de palmas,assobios e com direito a preservativos espalhados pela sala (para os mais necessitados!).

A faceta mais interessante, tanto d'La Chanson Noire como d'Espalho Mau, é a riqueza das suas letras: entre linhas pode-se apreciar sempre uma ou outra mensagem, uma ou outra crítica, sobre o Mundo que nos rodeia. Na verdade, apesar de pouco badalados, estes artistas vão deixando a sua marca pouco a pouco, pois por vezes nem sempre os maiores são os melhores…

Nomeio a letra da canção "Pura Merda" (La Chanson Noire) e "Dez menos Seis" (Espelho Mau) como as melhores do reportório apresentado.

Nomeio a letra da canção "Pura Merda" (La Chanson Noire) e "Dez menos Seis" (Espelho Mau) como as melhores do reportório apresentado...:

"Era só uma ideia

Um momento sem querer

Uma palavra feia

Dessas que dão prazer

Tu só querias amar

Mesmo na escuridão

Da palavra silêncio

Casada com a solidão

Porque a vida era Bela

Eras rei como os reis

Mas a idade dela eram dez menos seis

(...)

E queres saber porque pagas

Que preço é esse afinal

É os das mãos com que afagas

O teu desejo animal

Porque a vida era bela

Eras rei como os reis

Mas a idade dela eram dez menos seis

Assim vem subir ao trono

Toda a lírica profética

Cadeira do abandono

Tantas vezes eléctrica (...)"

"Dez Menos Seis" - Espelho Mau

"(...) Gastas sete anos à espera

De uma sorte magra e severa

Já não me sabes dizer

O que é que te faz correr

Já não me sabes dizer

O que te faz viver

Quero ir ao Ritz

Quero ler o jornal Blitz

Memórias de uma era

Tão funesta e surreal

Discos em vinil

Utopias eram mais que mil

Memórias de uma era

tão distante e tão igual

Tudo isto é pura merda

Isto não é mais que uma espera

(...)

Que se lixe a literatura

O povo já não quer cultura

Só McDonalds para a mente

E um governo que o sustente

Que se lixe a arte em geral

Sê bem vindo a este funeral

Enterro à laia de Estado Novo

Fátima, Fado, Ópio para o povo"

"Pura Merda"- La Chanson Noire

 

Monday, June 23, 2008 
Secrecy  +  Espelho Mau
(Halloween 2007, Bar "People", Parque Verde do Mondego, Coimbra)

   O bar "People", sedeado no parque verde do Mondego em Coimbra, acolheu no Halloween deste ano, num evento organizado pelo Fórum divulgador de eventos da net, "The Black Planet", duas bandas nacionais de chamado rock gótico, os recém-formados Espelho Mau, de Almada, e os Secrecy, banda formada em Valongo em 2002, já com algum trabalho discográfico publicado, tendo igualmente uma carreira de espectáculos e concertos ao vivo digna de nota (destacando-se a sua participação no Festival de Vilar de Mouros em 2005).
   Os Espelho Mau, aqui trazidos a convite dos Secrecy, com uma formação assente na voz, guitarra, baixo e programação (a cargo da secção rítmica e sons sintetizados), iniciaram o concerto com a sua sonoridade atmosférica e obscura, que pela primeira vez fazia-se ouvir em público – a completa estreia da banda ao vivo, portanto. Revelando, por isso mesmo, uma certa qualidade de incompletude na sua música, o grupo mostrou no entanto potencial, quer na postura em concerto, empenhada e com uma correcta entrega artística, quer na composição dos seus temas expressivos e envolventes – dos quais se destacam aqueles cantados em português, nomeadamente um composto a partir do poema de Fernando Pessoa, "Relógio Morre". Uma actuação que se revelou cativante e de interesse, pelo que valerá a pena acompanhar de futuro a evolução desta banda, esperando igualmente alguma produção discográfica sua.
(...)
  
Jorge F 
www.thedarkplanet.org

Sunday, June 22, 2008 

Um concerto numa faculdade. É o que se chama coisa nova. E resultou muito bem. O espaço era bom, o público entusiasta e a organização excedeu-se para que não faltasse nada aos participantes. Os ditos participantes foram La Chanson Noire e Espelho Mau, em duas actuações que provocaram entusiasmo naqueles que assistiram.

Depois, animação musical a cargo dos DJs Yggdrasil e Misfit, para completar uma noite que resultou em cheio e que nos foi pedido que repetíssemos.

Tanto pior para quem não esteve.

 

Friday, March 07, 2008 

     Ok. Está na altura de dar notícias. O CD chegou às nossas mãos no passado dia 1 de Março, feito assinalado com um espectáculo no Mendrix Bar, na companhia desse grande senhor do rock português que é o Filipe Mendes, que nos acolheu como lordes.

     Cabe aqui dizer que o espectáculo correu muito bem, perante uma casa composta, e nos deixou com vontade de fazer pelo menos tão bem nos próximos eventos do tour (consultem as datas e apareçam).