MySpace


Robert Thrasher



Last Updated: 5/6/2009

Send Message
Instant Message
Email to a Friend
Subscribe

Gender: Male
Status: In a Relationship
Age: 20
Sign: Virgo

State: Rio de Janeiro
Country: BR
Signup Date: 6/17/2008

Blog Archive
[Older      Newer]
 /  / 
May 6, 2009 - Wednesday 

Current mood:  luminous
A torcida rubro-negra chegou confiante ao Maracanã e já cantando vitória: “Vamos ser campeões, vamos Flamengo”. E antes mesmo de a bola rolar, a torcida rubro-negra já anunciava o que iria acontecer na tarde deste domingo. Só não espera sofrer tanto. O título teve, novamente, um herói. O goleiro Bruno defendeu três pênaltis (um de Victor Simões no tempo normal e outros dois, de Juninho e Leandro Guerreiro, na decisão por pênaltis) e como em 2007 virou o personagem da decisão. O Flamengo chegou a abrir 2 a 0 no primeiro tempo com gols de Kleberson, mas permitiu a reação alvinegra no segundo tempo. Assim como no primeiro duelo, a partida terminou empatada por 2 a 2. Mas aí o camisa 1 rubro-negro fez a diferença, pegou dois pênaltis e o Fla garantiu o quinto tricampeonato de sua história ao vencer por 4 a 2.

Com o título, o Flamengo assumiu a hegemonia do futebol carioca. Com 31 conquistas, o Rubro-negro passou o Fluminense pela primeira vez na história. E se em 1999-2000-2001, a vítima foi o Vasco, desta vez será o Botafogo quem vai ficar com a sina de ter perdido as três finais seguidas.

O técnico Cuca se livrou do estigma de nunca ter conquistado um título importante na carreira. Em 2007 e 2008, o treinador foi vice-campeão com o Botafogo e após a conquista da Taça Guanabara escutou a antiga torcida gritar “Vice é o Cuca”. Por outro lado, Ney Franco permanece com o incômodo tabu de jamais ter vencido o Flamengo em dez jogos disputados.

A partida deste domingo foi também a última da carreira do capitão rubro-negro Fábio Luciano. O zagueiro, que completou 34 anos na última quarta-feira e levantou a taça, prometeu encerrar a carreira após a decisão do Campeonato Carioca.


Parecendo não acreditar no time, a torcida alvinegra, mais uma vez, decepcionou. O setor amarelo da arquibancada estava completamente vazio. Por isso, a festa era rubro-negra, que gritava o nome de Adriano antes da partida. O Imperador acertou a volta ao clube esta semana.

Moeda para o alto e Juninho ganhou a disputa com Fábio Luciano. Parecia ser um bom sinal. O capitão alvinegro escolheu o campo do lado direito das cabines de rádio. E a partida começou com 12 minutos de atraso.


No Flamengo, Cuca surpreendeu ao barrar Zé Roberto e escalar o jovem Erick Flores no ataque ao lado de Emerson. Sem Maicosuel e Reinaldo, machucados, Ney Franco precisou mudar bastante o esquema do Botafogo. O treinador apostou no 3-6-1, com Victor Simões isolado no ataque. No início, a tática até deu certo. E nos primeiro 15 minutos, o Alvinegro chegava com mais perigo ao ataque. Leandro Guerreiro recebeu bom passe pela direita, entrou na área e chutou cruzado. Para a sorte rubro-negra, a bola explodiu em Fábio Luciano e foi para fora.

Botafogo também arriscava com a chegada surpresa do zagueiro Juninho ao ataque. Nos primeiro minutos, o capitão alvinegro deu dois chutes contra o gol de Bruno da intermediária, mas sem direção. Nas cadeiras especiais, Reinaldo sofria.

- É muito ruim ficar fora do jogo. Mas tenho que passar força aos meus companheiros - disse o atacante alvinegro.


E o desespero aumentou quando Emerson errou uma cabeçada e permitiu um escanteio para o Flamengo. Justamente o zagueiro, que nos últimos dois jogos participou decisivamente de dois gols para o adversário. Na cobrança, Juan cruzou para a área e Renan saiu mal do gol. Leandro Guerreiro tocou de cabeça para o alto. A bola sobrou para Kleberson, que cabeceou encobrindo o goleiro. E Ronaldo Angelim deu um carrinho para completar para o fundo da rede. Flamengo 1 a 0.

Na comemoração, os jogadores correram para abraçar Kleberson. O juiz Péricles Bassols também apontou para o quatro árbitro creditar o gol para o meia. Mas o verdadeiro autor foi o zagueiro, que tocou na bola antes de ela entrar. E Angelim voltou para a defesa correndo sozinho, de braços abertos, em uma comemoração particular. Até o placar eletrônico anunciava o gol para Kleberson.

Após o gol, o Botafogo tentou buscar mais o ataque. Mas, desorganizado, não levava muito perigo. Aos 31 minutos, Tulio Souza cobrou uma falta de muito longe. Mas o goleiro Bruno estava antecipado pensando que a bola seria cruzada para a área e foi surpreendido. A bola encobriu o camisa 1 e bateu no travessão.


Mas o Alvinegro insistia cometer um erro fatal: fazer muitas faltas na entrada da área. Em uma delas, cobrada por Juan, Emerson quase desviou e o goleiro Renan espalmou no susto. Na segunda, não teve jeito. Em jogada ensaiada, Ibson rolou, Juan abriu as pernas para a bola passar e Kleberson apareceu soltando a bomba. A bola desviou em Alessandro, que saiu da barreira, e encobriu o goleiro Renan. Flamengo 2 a 0.

O clima esquentou. Nas cadeiras inferiores, policiais batiam covardemente em torcedores alvinegros. E o primeiro tempo terminou com o Flamengo com a taça na mão.


Para o segundo tempo, o técnico Ney Franco arriscou tudo. Tirou o zagueiro Emerson e colocou o meia-atacante Jean Carioca. E a sorte parecia mudar. Logo no primeiro minuto, Victor Simões chutou e Juan colocou a mão na bola dentro da área. O árbitro Péricles Bassols corretamente marcou pênalti.


O atacante pegou a bola para bater. Mas o chute foi fraco, no canto esquerdo. Bruno foi bem e defendeu. Os jogadores do Flamengo correram para abraçar o goleiro, que em 2007 brilhou na decisão de pênaltis contra o Botafogo. Na arquibancada, a torcida homenageava e gritava “Bruno é o melhor goleiro do Brasil”.

O Botafogo não desanimou e partiu para o desespero. Victor Simões perdeu outra oportunidade dentro da área. Chute por cima do travessão. Aos 11 minutos, Cuca tirou Erick Flores e colocou Obina. Mas o Flamengo não melhorou.

E o que parecia improvável aconteceu. O Botafogo empatou em três minutos. Aos 16 minutos, falta na entrada da área do Flamengo. Juninho foi perfeito. Em vez da força, a categoria. Cobrança no ângulo direito de Bruno, que se esticou todo e não conseguiu tocar na bola. Um lindo gol. Aos 19, Leandro Guerreiro afastou um bola da defesa, Alessandro desviou e Túlio Souza surgiu livre na frente de Bruno. O meia tocou por cima do goleiro e empatou a partida: 2 a 2.


A pequena torcida alvinegra explodiu de alegria. Ney Franco pulou como um louco na área técnica. Já do outro lado, Cuca passava a mão na cabeça, reclamava, parecia não acreditar no que acontecia.

Após o gol, o Flamengo acordou. E usava a bola parada para pressionar. Toda falta perto da área era um desespero para a defesa alvinegra. Ibson chutou forte e Renan fez uma difícil defesa espalmando para fora.

O Botafogo passou, então, a segurar mais a bola e deixar o tempo passar. A pressão rubro-negra aumentou nos últimos cinco minutos. Ibson quase marcou em um chute da entrada da área. Depois, Josiel partiu livre pela esquerda e cruzou para Obina. Juninho cortou antes da conclusão. Aos 46, Juan cobrou falta. Dezessete jogadores na área. Renan espalmou para escanteio.

Aos 48 minutos, o zagueiro Fábio Luciano tentou concluir para o gol com a mão. Acabou expulso. E o jogo terminou. A decisão iria para os pênaltis.


Com o fim da partida, o zagueiro Fábio Luciano voltou para o gramado e passou a dar força aos companheiros. A arbitragem errou feio ao permitir ao zagueiro, que foi expulso, ficar em campo. O capitão ficava ao lado de Cuca para escolher os cobradores. E participava ativamente da conversa com os jogadores. Sem ser incomodado por ninguém.


Os cinco cobradores do Flamengo foram escolhidos por Cuca:  Kleberson, Juan, Aírton, Léo Moura e Ibson. Já Ney Franco optou por Léo Silva, Juninho, Gabriel, Leandro Guerreiro e Victor Simões.

O Flamengo começou a série. Kleberson chutou forte no canto direito de Renan, que ainda tocou na bola. Mas não defendeu: 1 a 0.  Léo Silva veio em seguida e deslocou Bruno. Bola na esquerda, goleiro na direita: 1 a 1.


Juan foi o segundo rubro-negro. Boa cobrança no canto esquerdo: 2 a 1 Flamengo. Chegou a vez, então, do capitão Juninho. E o zagueiro, assim como na decisão por pênalti do Carioca de 2007, decepcionou. Uma bomba no meio, que o goleiro Bruno defendeu. O Rubro-negro ficava em vantagem.

Aírton aumentou o placar ao cobrar bem o terceiro pênalti. O garoto Gabriel diminuiu: 3 a 2.. O Botafogo dependia de um erro do Flamengo para seguir vivo na disputa. Mas Léo Moura bateu bem no ângulo: 4 a 2. Se Leandro Guerreiro perdesse a quarta cobrança, o título era do Flamengo. E o volante não suportou a pressão. Bateu mal, no canto direito, e Bruno defendeu. O Flamengo era tricampeão!!! Todos os jogadores correm para abraçar o camisa 1. E a torcida rubro-negra não perdoou: “Vice de novo!” gritou para os alvinegros, que saíam tristes do Maracanã. E anunciava orgulhosa com uma faixa na arquibancada: a hegemonia é nossa!



April 9, 2009 - Thursday 

Current mood:  hungover
New Blog:
Torture Squad Fan Blog

Brazilian Metal Rules !

..m/


November 2, 2008 - Sunday 

Current mood:  ditzy

Eu sempre te amarei
Onde estiver estarei
Oh meu Mengo!

Tu és time de tradição
Raça amor e paixão
Oh meu Mengo!

November 2, 2008 - Sunday 

Current mood:  cheerful





November 2, 2008 - Sunday 

Current mood:  dorky
Você quis dizer: Explodir Cabeças
Google sobre Gantz
Você quis dizer: Rede Globo
Google sobre Gantz

Redondo e manipulador de mentes... Acho que temos algum parentesco.
Rede Globo sobre Gantz

Esse negócio de Gantz, é muito tlisti...Snif... Mas eu me indentifiquei com o Katou.
Emo sobre Gantz

Isso non exciste....
Padre Quevedo sobre Gantz

Au...
Cachorro sobre Gantz

É um filho da puta....
Kurono sobre Gantz

Essa turminha do barulho vai entrar numa aventura eletrizante, lutando contra terríveis monstrengos....
Narrador da Sessão da Tarde sobre Gantz

Na União Soviética, os aliens caçam VOCÊ!!
Reversal Russa sobre Gantz

Gantz!? é esse o nome que deram pra bolinha de gude que perdi quando criança?
Chuck Norris sobre Gantz

Se eu estivesse no Gantz eu matava mil, MIL!!!
Jeremias sobre Gantz

Largue Suas Armas!!
Jack bauer sobre terrorista Izumi Binladen

Já estive na sala do Gantz pelo menos umas 7 vezes, eu acho...
Capitão Nascimento sobre Gantz

October 25, 2008 - Saturday 

Current mood:  drunk
October 25, 2008 - Saturday 

Current mood:  mad

Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama
Mas são os filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama

Filha da puta
É tudo filho da puta

É uma coisa muito feia
E é o que mais tem por aqui
E sendo nós da Pátria filhos
Não tem nem como fugir
E eu não vi nenhum tostão
Da grana toda que ela arrecadou
Na certa foi parar na mão
De algum maldito gigolô

Filha da puta
É tudo filho da puta

Que se foda o palavrão
Eu não tentei evitar
Porque é a única definição
Que pode explicar
Com tanta clareza
É isso tudo que agente sente
A terra é uma beleza
O que estraga é essa gente

Filha da puta