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Rodrigo Andreiuk



Last Updated: 11/20/2009

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November 20, 2009 - Friday 
Câmera fantástica que grava 2 mil quadros por segundo mostra que uma gota de água quica sobre água várias vezes até ser completamente absorvida pelo mar de água.

vídeo bacana!

November 8, 2009 - Sunday 


SÃO PAULO - Uma nova revista dedicada à música erudita e à dança foi lançada no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. Trimestral, "Mbaraka" - nome em guarani de um instrumento musical utilizado pelos índios - nasce com a proposta, segundo seus editores, "de tirar a música clássica do gueto e mostrar que ela faz mais parte da vida cotidiana do que se imagina".

Além de Coelho, respondem pela edição da publicação a jornalista Gioconda Bordon, o designer João Batista da Costa Aguiar e Paulo Markun, jornalista e presidente da Fundação Padre Anchieta, responsável pela criação da revista. O primeiro número traz uma matéria sobre um compositor surfista, lembra que o pintor Paul Klee até os 20 anos não havia conseguido optar entre a música e as artes plásticas e mostra a história de vida do barítono alemão Thomas Quasthoff, que conta como se recusou a utilizar uma deficiência física como instrumento de marketing, pautando sua carreira pela cuidadosa escolha de repertório e apuro técnico. "São histórias como essas que revelam o lado humano da música. E os textos, ao mesmo tempo em que buscam a profundidade, não querem ser acadêmicos ou incompreensíveis. O rigor da pesquisa e da apuração não pode excluir a preocupação com a clareza do texto", explica Coelho.

O primeiro volume da "Mbaraka", que tem textos de colaboradores como o jornalista Irineu Franco Perpétuo (que entrevista o novo regente da Osesp, Yan Pascal Tortelier) e o músico Leonardo Martinelli, traz também um extenso dossiê sobre Villa-Lobos, de quem se lembra em novembro os 50 anos de morte. O professor Paulo de Tarso Salles analisa a vasta produção do autor das Bachianas; professora da Universidade de Paris Anais Fléchet fala das visitas do compositor à França e do significado que tiveram no desenvolvimento de sua produção; a pianista Sonia Rubinsky dá depoimento pessoal sobre sua relação com a obra completa de Villa para piano, que ela gravou ao longo dos últimos 15 anos para o selo Naxos; e o compositor Rodolfo Coelho de Souza estuda uma questão de origem: se lá fora poucos sabem que Villa era brasileiro, aqui a nacionalidade parece ser um obstáculo à sua divulgação.
November 6, 2009 - Friday 


September 30, 2009 - Wednesday 


Dmitri Shostakovitch foi um compositor de música clássica russo, nascido na União Soviética. Embora tenha frequentemente trabalhado para o próprio governo soviético e seus líderes, como Josef Stalin, que o comissionaram por muitas vezes para escrever obras celebratórias, conseguiu criticar como poucos, utilizando-se apenas de sua música, a opressão stalinista e a atmosfera de terror que reinava na União Soviética. Exatamente por isso sofreu diversas tentativas de censura, e continuou lutando pela independência da criação artística até o fim de sua vida.

"Babi Yar", faz referência ao terrível massacre que os nazistas fizeram em um pequeno vilarejo de Kiev, que leva o mesmo nome da peça . Milhares de judeus foram assassinados e muito se discutiu, durante e pós-guerra, que o massacre poderia ter sido evitado se o governo soviético tivesse sido mais ativo na defesa desse território....muitos ucranianos e russos judeus perderam suas vidas e o governo soviético foi apático na defesa desse território. Com este trabalho que Dmintri Shostakovich ataca o política socialista do governo soviético.



September 23, 2009 - Wednesday 


Nunca tinha visto isso!


September 21, 2009 - Monday 




Prelúdio de Bach tocado por Anner Bylsma, violoncelista holândes e um dos grandes estudiosos das suites que Bach compôs para o violoncelo.
September 1, 2009 - Tuesday 


Essa foi jóia. Entrar assim é cair de cabeça na carreira.

EMBED-Pageant Host Makes Big Entrance - Watch more free videos

via siteatied.blogspot.com
August 23, 2009 - Sunday 
..

Mais um compositor russo que sofreu com a política cultural imposta
pelo governo soviético. Serguei Prokofiev foi considerado por Igor Stravinsky, o maior compositor russo até aquele período pós segunda guerra.

Esta canção de Prokofiev tem um estilo duro, pesado. Talvez 'forte e resistente' sejam as melhores palavras.

Sergei acabou sua vida como um 'poeta prisoneiro' do regime soviético. No início de sua carreira, quando tinha 19 anos, decidiu deixar a Rússia. Na situação, começava a revolução do regime socialista. Sua intuição era de que nesse ambiente,em que surgia sua música, jamais se desenvolveria artisticamente como desejva. 
Na sua retirada em plena revoulção chegou a receber uma carta de um membro do partido comunista que dizia : "você foge de eventos que jamais irão lhe perdoar, mesmo quando você decidir voltar. Eles nunca vão lhe entender".


Prokofiev deixava a Rússia exclussivamente por causa da música e não pela política. Contudo, ele era um músico nacionalmente reconhecido. Um dos maiores talentos que o conservatório de São Petersbugo havia formado.

Morou em São Franscisco e Paris. Trabalho com peças, óperas e em apresentações solo Foi bem sucedido. E ainda retornava esporadicamente a Moscow como um visitante ilustre.

Retornou definitivamente a Rússia em 1935. Muitos acreditam que esse retorno se deve a duas coisas: Prokofiev notara que a cultura russa, principalmente a música, estava muito popular no ocidente. Voltar a morar em seu país seria uma maneira de não ser mal visto pelo governo socialista. Temia perder a cidadania soviética por ser apenas um 'visitante esporádico' de sua pátria. Outros relatos dizem que o compositor acreditava que poderia tirar benefícios econômicos desse retorno.


A ironia é que voltar para sua pátria foi beber o veneno daqueles que lhe enviaram a carta de ameaça, quando partiu em 1918 para o ocidente.
Sua obra foi vista como um formalismo perigoso.Como um estilo que carregava atribuições da cultura capitalista. 
Foi vigiado e perguido pela censura soviética e faleceu em 1953 aos 61 anos
Ironicamente, faleceu no mesmo dia da morte de Stalin, o maior algoz dos artistas soviéticos.
August 15, 2009 - Saturday 




Camille Saint-Saëns foi um genial compositor franceses que ficou conhecido por aventura-se também como um pesquisador apaixonado por assuntos que fugiam da esfera musical, como Arqueologia, História Natural e a História Geral.
Li um artigo sobre ele no blog Melomania: amando a músisca Clássica. Está muito bom.

Tem um trecho muito legal deste artigo do Melomania que descreve a peça que coloquei aí em cima.

"Saint-Saëns, possivelmente influenciado por Liszt, de um modo geral preferiu o poema sinfônico à sinfonia, e escreveu-os em bom número. Um dos mais famosos, e decerto o mais pitoresco, é a conhecida Dança Macabra, Op. 40, em que o compositor pinta uma noite em que a Morte, por meio do seu violino infernal, acorda os mortos e convoca-os para um sabá frenético. "

Poderíamos concluir que se trata de um trillher do séc 19.
August 8, 2009 - Saturday 



Essa canção de Handel é linda. Alguém discorda? Um misto de Bach de Mozart....