Status: Single
City: Lisboa
Country: PT
Signup Date: 4/19/2006
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Friday, November 20, 2009
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Peste & Sida Parte II: Concerto de Sexta-feira 13 … para mais tarde recordar No decurso do último post, e a pedido de muitas famílias, aqui ficam umas palavras sobre o último concerto dos Peste & Sida na passada sexta-feira no Teatro da Comuna. Há qualquer coisa de especial em certos locais de espectáculo, como se a história dos edifícios propiciasse um determinado ambiente. No caso do Teatro da Comuna, casarão cor-de-rosa da Praça de Espanha, anteriormente lar de mães solteiras da Misericórdia (1), a atmosfera era de familiaridade, acolhimento e bem-estar, vagamente reminiscente das antigas sociedades recreativas. O contraste com o último concerto dos Peste & Sida a que assistira recentemente era gritante: no primeiro, realizado num pavilhão amplo e frio, o espectáculo musical fora claramente acessório à festa académica por excelência: beber até cair. Na Comuna, pelo contrário, os Peste & Sida eram não só o principal como o único motivo de congregação das muitas pessoas que ali acorreram. Em suma, uma festa para fãs e uma reunião de amigos a contribuir para o ambiente acima descrito. O “Alerta Geral” foi dado à hora mágica, dando início àquilo que poderíamos descrever como um crash course em Peste & Sida ou uma viagem alucinante no tempo e na história desta mítica banda portuguesa, com direito ao desfile de muitos clássicos – como “Paulinha”, “Sol da Caparica”, “Família em Stress”, “Chuta Cavalo”, “Vamos ao Trabalho”, etc., metralhados isoladamente ou em formato medley. Mas também não faltaram temas do espectacular último trabalho, como “Cai no Real” (com a participação de Jonhie, dos Simbiose), “Bebe Vinho”, “Revolução Rock”, “Canção de Lisboa”, “Acredita” e “Chegámos ao Fim”. A energia contagiante da banda, e as complicadas piruetas do felino “Autista” (João Pedro Almendra), repercutiam-se num público animado e participativo, a quem não se dava tréguas: “dancem, mas saltem também!”. No final desta mini-maratona musical em que alguma preparação física constituiu uma importante mais-valia, o público rendido não estava preparado para a surpresa da noite: o encerramento do espectáculo com o clássico dos Ramones “Sheena is a Punk Rocker”, cantado por João Ribas (Censurados/Tara Perdida/Kamones) num palco repleto e em festa, com os Peste rodeados de amigos como Ribas, Billy (Billy-News) e Jonhie (Simbiose). Para quem estava na assistência foi um momento especial e algo comovente. Por breves momentos, estivemos mais perto, e muito perto, de Alvalade: outros tempos, os mesmos protagonistas.
Sheena, 18/11/2009
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Saturday, October 31, 2009
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Sunday, January 11, 2009
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PESTE & SIDA - 20 Anos de Veneno
Foi precisamente a 11 de Julho de 1986 que os “Peste del Pop” devassaram um palco pela primeira vez com o seu «Veneno». O último lugar que o júri lhes atribuiu nesse concurso de jovens bandas foi certamente o prémio mais estimulante e motivador para o inicio de uma longa carreira. Convictos da sua inconfundível identidade colectiva, montaram o seu quartel-general na Galeria Monumental, ao Campo Santana, onde se multiplicaram em ensaios, sessões de fotografia e noitadas de serigrafia com os artistas da casa para se apresentarem aos media com um novo logótipo: PESTE & SIDA.
O humor do duplo sentido, a referencia à enfermidade tabu da época e as interpretações ambíguas que se podiam dar ao nome causaram alguma polémica: agressivo demais para uns, no top da actualidade para outros. Felizmente, não passou despercebido nem aos que agradava nem aos que desagradava. E nenhum outro nome poderia espelhar melhor a ironia das letras e a força das músicas. Os PESTE & SIDA passaram a fazer parte do imaginário de todos e rapidamente conquistaram o seu desejado espaço de banda rock.
Os temas sucedem-se, os “press releases”, as entrevistas nas rádios e nos jornais, os palcos que iam construindo por aqui e por ali para poder tocar, nas escolas, em bares, onde fosse possível aparecer, sempre num espírito “D.I.Y.” incutido pela era Punk foram dando frutos - passado um ano os Peste & Sida lançam o seu primeiro álbum “Veneno” e em 1989 confirmam o bom momento com o segundo álbum “Portem-se Bem!”
Os anos foram passando e os Peste & Sida foram vivendo e convivendo com a sua legião de fãs os altos e baixos da sua existência - mais dois álbuns, “Peste & Sida é que é!“ em 1990 e “Eles andam aí! em 1992, concertos apoteóticos com os Xutos & Pontapés ou os G.N.R., Sons do Parque, festas do Avante, coliseus de Lisboa e Porto, 25 de Abril no Rossio, no Terreiro do Paço para a Presidência da República, o antigo estádio José Alvalade à pinha para ouvir os Filhos da Madrugada a cantarem Zeca Afonso, festas e festivais de Verão, tudo isto conciliado com as alterações que a formação foi sofrendo. Ninguém é dono de ninguém e quem decidiu abandonar o barco estava no seu direito. Os que mantiveram Peste & Sida encontraram sempre novos elementos dispostos a dar continuidade à banda. Foi assim que os Peste & Sida regressaram em 2003, após um interregno prolongado, para mais dois álbuns de originais: “Tóxico” em 2004 e “Cai no Real” em 2007.
Em 2009 os Peste & Sida continuam a acreditar que o “mainstream” e a fama são efémeros e que é a força das convicções que marca pontos. Esta premissa tem garantido a coerência da banda ao longo dos tempos e mantém-se para a formação actual: João Pedro Almendra na voz, João San Payo no baixo, João Alves na guitarra e Sandro Dosha na bateria comprometem-se a servir 20 anos de “Veneno” e podem desde já garantir: Com PESTE & SIDA não há crise!
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Sunday, April 27, 2008
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Category: Music
Peste & Sida started punkrockin in 1986. At the time the band members were: João Pedro Almendra - vocals, João San Payo - bass/vocals, Luis Varatojo - guitar, Orlando Cohen - guitar and Fernando Raposo - drums. This formation recorded the first and second albums. In 1990, after the lead singer João Pedro Almendra and the guitarist Orlando Cohen quit the band, the bassist João San Payo started doing lead vocal as well and Peste & Sida recorded their third album as a trio. In 1992 the first drummer quit the band and Marco Franco took his place. Nuno Rafael also joined the band as guitarist and this formation recorded the fourth album of Peste & Sida. The band started doing a parallel cover project called "Despe e Siga" that recorded a first album in 1994 after Marco Franco quit the drums being substituted by Sergio Nascimento. Peste & Sida stopped recording in 1994 after appearing in two compilations. Some members weren't interested in getting on with the two projects anymore and the band stopped playing for nine years. In 2003 João San Payo invited two young musicians, João Alves - guitar and Marte Ciro - drums to restart the band. This trio recorded the fifth album of Peste & Sida and the first lead vocal João Pedro Almendra also joined the band after a while. The successfully coming back and the twenty years of history make Peste & Sida one of the most charismatic rock bands from Lisbon now.
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Sunday, April 27, 2008
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Category: Music
La vuelta de PESTE E SIDA
Una de las alegrías que nos trajo el 2007 en cuanto a punk rock ha sido la vuelta a los escenarios y a las grabaciones de uno de los iconos del punk rock portugués. Peste e Sida han superado una época oscura de disoluciones, idas y venidas de miembros y han facturado un disco titulado "Cai no real" donde podemos escuchar un punk del que casi nos habíamos olvidado. A base de escuchar clichés mil y una vez repetidos habíamos casi olvidado una forma de hacer punk rock. El sonido de los portugueses nos retrotrae al 77 y nos evoca una forma de hacer temas que va desde Ruts D.C. a los primeros XTC y, cómo no, a los incomparables Clash. Ellos controlan esa forma de punkear con una Fender que parece que se ha inventado últimamente y que es más viejo que la tos. Es admirable esa falta de prejuicios que les lleva a hacer una versión del "Revolution rock" que suena a garito ochentero.
Y como casi siempre, este golpe de aire fresco nos viene de lejos de los centros de poder. Cantado en un idioma ignorado aunque se hable en medio Mundo, tocado con la suficiente rabia como para que la edad de sus integrantes no sea un problema. El disco será editado en el mercado español por Kamikaze Producions colectivo de producción musical que tiene su sede en Vigo y que estos días ha puesto en el mercado "As palabras espidas" primer disco de Nao, grupo revelación del rock gallego. Salud compañeros y suerte en vuestros proyectos.
Marino Goñi
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Sunday, April 27, 2008
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Category: Music
PESTE E SIDAren itzulera
2007. urteak ekarritako berri pozgarrienetako bat punk rock portugesaren ikono baten eskenatokietarako eta grabaketetarako itzulera izan da. Peste e Sidak banaketez eta taldekideen joan-etorriz beteriko garai latza gainditu du eta "Cai no real" izeneko diskoa kaleratu du. Diskoan kasik ahaztuta genuen punka entzun dezakegu. Behin eta berriz errepikaturiko klixe berak entzunaz, punk rocka egiteko era hau ia-ia ahaztuta genuen. Portugesen soinuak 77. urtera atzera eramaten gaitu eta Ruts D.C, hasierako XTC edota, nola ez, paregabeak diren The Clash taldeen abestiak egiteko era gogora ekartzen digu. Haiek Fender batekin punkeatzeko moldea kontrolpean dute. Badirudi punkeatzeko molde hau asmatu berria dela, baina, egia esan, dinosauroen garaikoa da. Laurogeigarren hamarkadako lokalen doinua duen "Revolution Rock"aren bertsio bat egitera eramaten dituen aurreiritzi falta hori miresgarria da. Eta ia beti bezala, haize bolada fresko hau botere zentroetatik urrunetik datorkigu. Mundu erdian hitz egiten den baina aldi berean kontutan hartzen ez den hizkuntza batean abesten dute. Taldekideen adina arazoa ez izateko behar haina amorruarekin jotzen dute. Diskoa Kamikaze Productions-en eskutik kaleratuko dute Espainian. Kamikaze Productions musika produzitzen duen kolektiboa da eta egoitza Vigon du. Egunotan "As Palabras Espidas" merkaturatu du, Naoren lehenengo diskoa, rock galiziarraren talde errebelazioa. Aupa zuek eta zorte on zuen proiektuekin!
Marino Goñi
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Sunday, April 27, 2008
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Category: Music
Os Peste & Sida participam no 4º Concurso de Música Moderna do Rock Rendez-Vous, mas entretanto conseguem contrato de gravação com a independente Transmédia e editam o LP Veneno1987.
A banda começa a dar muitos espéctáculos e faz algumas primeiras partes dos Xutos & Pontapés entre outros.
Sai Portem-se Bem, o segundo álbum de originais (1989). Lançam ainda o maxi-single Reggaesida, em 1989 e já sem Orlando Cohen. Ao mesmo tempo que João Pedro Almendra abandona.
A banda prepara o seu novo trabalho discográfico, que sai em Abril de 1990, com o título Peste & Sida é Que é....Entra, como segundo guitarrista, (vindo dos Vómito), Nuno Rafael e Raposo abandona a bateria dando lugar a Marco Franco, ainda a tempo de participar nas gravações do próximo álbum do grupo: 'Eles Andam Aí' 1992.
Em 1993 é editado o disco O melhor dos Peste & Sida, que é um somatório dos dois discos gravados para a editora Polygram.Para o grupo entram João Cardoso (teclas) e Sérgio Nascimento (bateria), este último a substituir Marco. O grupo, com esta nova formação toca no Terreiro do Paço, em Lisboa, nas comemorações do 25 de Abril, e apresenta uma versão deBully Bully, clássico do rhythm'n'blues que intitulam Bule Bule.
Em 1994 participam no disco e no concerto de homenagem a José Afonso com a sua versão de O Homem da Gaita.
Desde 1991, o grupo começara a ter uma actividade paralela sob o nome de Despe & Siga, interpretando versões em português de clássicos do rock. Durante algum tempo existiriam os Peste e os Despe, até que João San Payo entra em ruptura com os restantes membros do grupo por ser o único a querer manter os Peste & Sida.
Tentou a reunião com Orlando Cohen e Fernando Raposo fazendo a banda sonora de Crime e Castigo, de Dostoiévski, numa peça na Mala Posta. Não surtiu efeito a reunião mas ficou material que San Payo guardou e algum sairá mais tarde no disco Tóxico. No dia 21 de Outubro de 2002, a Universal lançou a compilação A Verdadeira História dos Peste & Sida.
Em 2004 saí o quinto disco da banda com o título Tóxico. Esta edição de autor, gravada nos estúdios Crossover, em Linda-a-Velha, contou com a formação: João San Payo (voz e baixo), Orlando Cohen (guitarra), João Alves (guitarra, voz) e Marte Ciro (bateria e voz).
Na actualidade a banda conta com João Pedro Almendra na voz, tendo sido convidado para o concerto de estreia no Santiago Alquimista, e para o Hard Club, no Porto, ainda em 2003. Manteve-se como convidado entre 2004/2005 tocando paralelamente com os Punk Sinatra. Em Dezembro de 2005 regressa definitivamente, enquanto Orlando Cohen sai.
A banda comemorou 20 anos de existência em 2006, e enquanto decorria a tour começou a preparar o novo trabalho apresentado em Maio de 2007, o novo trabalho de originais que se chama Cai no Real.
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Friday, February 08, 2008
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Current mood:  grateful
Cai no Real - Peste e Sida Adolescência casmurra Desde 1986 a animar festas da cidade, arraiais e primeiras bebedeiras, com nove anos de interregno pelo meio e uma formação recauchutada, liderada pela voz inconfundível de João Pedro Almendra, os Peste & Sida de Cai no Real vão directos ao assunto, como sempre. PESTE & SIDA CAI NO REAL Compact Records Verdadeira instituição nacional do punk-rock galhofeiro, a banda regressa com um punhado de refrões de apelo à acção, nem que seja de copo na mão – «E diz o Zé Povinho, bebe vinho, bebe vinho, faz-te um homenzinho» – a lembrar esse grande hino da adolescência intitulado «Carraspana». De resto, Cai no Real está mais perto do punk de Veneno do que do ska/reggae de Portem-se Bem. Há coisas que não mudam. E ainda bem, dirão os fãs dos Peste & Sida.
RM, Sexta, 8 de Fevereiro às 16:16
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