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Hammurabi (looking for a new guitarplayer)



Last Updated: 12/10/2009

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Thursday, March 19, 2009 

Category: Music

Dois anos se passaram desde o recebimento do demo "Submersos" e a Hammurabi resolveu dar mais um passo, lançando "Shelter Of Blames", registro composto por quatro músicas inéditas, duas publicadas em 2007 e uma faixa multimídia com vídeos e fotos.
Desde o primeiro contato que tive com a banda, houve alteração na formação, sendo que o guitarrista Wagner foi substituído por Danilo e Josias, porém, a proposta de fazer Death Metal continua intacta, aliás, ganhou mais maturidade. Os vocais continuam agressivos, porém, mais nítidos. As linhas de guitarras estão mais empolgantes e o trabalho da "cozinha" mais preciso.
Assim como no passado, em "Shelter Of Blames" houve preocupação com a apresentação e observei capricho desde a capa até a organização do encarte. Gravação, mixagem e masterização melhoraram consideravelmente, mas ainda faltam pequenos ajustes para chegar no nível dos atuais destaques do cenário underground.
A banda é promissora e executa um trabalho de qualidade. Se a evolução observada entre os dois materiais recebidos prosseguir, o debut certamente surpreenderá e poderá por a Hammurabi na lista de grandes nomes nacionais.

Por Cristiano "Frank" Gonçalves

http://www.allthebangers.com.br/albuns/hammurabi_sob.html

Tuesday, March 10, 2009 

Category: Music
Hammurabi é um banda mineira formada em 2005, mas embora Hammurabi seja um banda jovem a primeira impressão que tenho é que estamos diante de uma banda com um futuro promissor, pois “Shelter of Blames” apresenta uma banda que tem preocupação com todos os detalhes: ótima arte gráfica, excelente qualidade de gravação e composições fortes mostrando uma banda com identidade própria. Hammurabi é raivoso, cru, potente, pesado e preciso. “Shelter of Blames” é composto por composições furiosas, mostrando um Thrash Metal técnico desenvolvido com muitas variações sonoras, sendo peso e velocidade uma constante desenvolvida por riffs e bases poderosos. O timbre dos instrumentos é primitivo e sujo, porém a qualidade de gravação engrandece a potência sonora enquanto uma muralha de puro Metal é alicerçada com fundamentos distintos que estão fundidos através de excelentes sonoridades. E o jovem Hammurabi já demonstra em “Shelter of Blames” competência e técnica de uma banda veterana! Fiquem atentos, Hammurabi está apenas começando! (Fernando)

http://www.psychosisdeath.com.br/resenhas.php?banda=Hammurabi
Tuesday, September 30, 2008 

Category: Music
14/09/2008 - Sodom: a velha escola alemã de volta a BH

Domingo. Almoço familiar, churrasco com os amigos, sítio, clube, boteco, namoros, agonias com o time de futebol preferido ou a simples prática lúdica e amadora do esporte, dentre outras atividades características do dia. Que tal acrescentar uma boa dose de cevada, torcicolos, hematomas e decibéis em porções nada homeopáticas? Pois é, o último domingo foi mais uma página na inexorável história do Heavy Metal mineiro. Belo Horizonte abriu as portas, mais uma vez, para a lenda alemã Sodom, um dos bastiões do Thrash Metal mundial, com mais de vinte anos de história e estórias. O evento ocorreu no Lapa Multishow e teve a participação das bandas Hammurabi (MG) e Farscape (RJ).

Levando em consideração datas quase vizinhas de um show para o outro na cidade, e o fato de ser no dia antecedente ao desânimo habitual da segunda-feira, o público presente foi relativamente bom. Cabeludos, tatuados, carecas, jovens ou "quase coroas", os que foram, definitivamente, não se arrependem. Foi uma noite baseada na essência mágica dos anos 1980. Além dos alemães, as bandas de abertura tinham muito daquela década em seus trabalhos – cada uma à sua proporção.

Voltando de uma turnê por SP, onde divulgaram seu último disco, Shelter of Blames, a banda Hammurabi apresentou seu Death/Thrash visceral e agressivo. Contando com Danilo Henrique e Josias Martins (guitarras), Daniel Lucas (baixo e vocal) e Crislei Rodrigo (bateria), os mineiros deram um aperitivo do que seria a temática da noite. Pequenas rodas começaram a se formar, mesmo com o público ainda chegando ao local. Trabalho de atitude, com excelente harmonia musical – inclusive solos de baixo muito bem executados por Daniel. O destaque fica por conta de Madness is to Live in This World, porrada com inferências oitentistas, e The End, na qual os músicos mostraram domínio sobre seus instrumentos.

A banda seguinte veio do Rio de Janeiro para surpreender a cidade berço do metal brasileiro. Tudo nos caras remetia a uma década que, paradoxalmente, cresce o número de fiéis seguidores. A começar pelos nomes. Léo Witchcaptor (voz e guitarra),Victor Whipstriker (baixo), Victor PoisonHell (guitarra) e Pedro Skullcrusher (bateria), provaram que é possível deixar uma platéia impressionada com algo não tão novo para muitos. Seu Thrash Metal old school causa a inevitável comparação com outra banda alemã de renome: Kreator. Sejam nas bases, solos e até mesmo vocal, tudo lembra Mille Petrozza e cia. na melhor fase da banda – o que já faz muito tempo, apesar de ainda serem bons. Era impossível deixar o corpo parado com o som dos cariocas. Thrash até o osso! Altamente recomendado para os fãs do estilo.

Hora dos headliners. Todos bramem o nome da banda. Tom Angelripper (baixo, vocal), Bernemann (guitarra) e Bobby (bateria) vieram saciar a fome de açoite dos mineiros. A escolhida para o pontapé inicial (literalmente) foi Blood on Your Lips, logo seguida de Outbreak of Evil – músicas que abrem último e primeiro álbuns de inéditas, respectivamente. A catarse coletiva entra em ação. A roda não pararia de girar até o fim, todos queriam expurgar seus demônios através da violência pacífica, exibir a testosterona no ritual sagrado do metal, algo que somente um headbanger pode conceber... o mosh que constrói e destrói. Tom, o membro fundador, o todo-poderoso da banda é, ao contrário do que muitos dizem, uma pessoa muito simpática. Antes de Napalm in the Morning, ele diz que o público brasileiro é o mais louco do mundo e que é um prazer voltar a Belo Horizonte. O ventilador logo abaixo do vocalista fazia sua cabeleira voar, exibindo um semblante quase profético, função que lhe caberia muito bem, levando em consideração a legião de fãs que possui.

Um power trio, no sentido lato da palavra. Músicos com habilidade incontestável, carreira consolidada e amor pelo que fazem. Bernemann é o mais carismático. Usando camisa do Slayer (humildade é para os fracos?), brincando e acenando o tempo todo, o competente guitarrista mostrou que merece o posto de maior rotatividade da banda – já se passaram sete felizardos antes dele. Bobby segura muito bem a onda com as baquetas. Apesar de não possuir a velocidade do baterista anterior, Chris Witchhunter, sua pegada também agrada aos ouvidos. Tocar Thrash Metal não requer virtuosismo, é muito mais uma questão de atitude. E isso o Sodom tem de sobra, não é atoa que se firmaram no primeiro escalão das grandes bandas mundiais no estilo.

Sodomy and Lust. Uma porrada, oriunda do EP Expurse of Sodomy, trabalho que influenciou muita gente e possuidor da melhor composição na trajetória do grupo: Tom, Blackfire e Witchunter. Quebradeira, tanto no palco como na platéia. Interessante é ver como cada um reage à sua maneira; desde os que estão na roda, como aqueles no cantinho, solitários e atenciosos, perpassando pelos casais de namorados, todos têm algo em comum: adrenalina a mil, instinto air guitar acionado e a cabeça querendo fugir do resto do corpo. Isso é Thrash, isso é Sodom. City of God e The Saw is the Law deixaram todos com sede, mas agora de líquido mesmo.

O repertório buscou músicas de todas as fases do grupo. A próxima potencializaria a torcicolo do dia seguinte: Blasphemer! Tradicionalmente rápida, tanto lírica quanto musicalmente, fica só o refrão para o público cantar. Logo após um clássico de outrora, uma música mais recente era executada. Foi assim com M-16 e Obssessed by Cruelty, esta última com sua costumeira intro soturna, que abre espaço à pancadaria. Tom e Bernemann estão em perfeita harmonia, tanto na execução das músicas quanto na postura de palco, brincando com o público em momentos alternados. Importante citar também o espaço preenchido pela cozinha durante os solos do guitarrista. Na última oportunidade em que estiveram na cidade, em 2005, essa falha foi perceptível em algumas músicas – fato não registrado desta vez. Várias vezes aparecia alguém da produção para filmar imagens do público. De acordo com Tom, eles lançarão um DVD em breve, com cenas da turnê atual.

Axis of Evil, também do último disco de inéditas e que leva o nome da banda, botou a roda para funcionar novamente. Isso foi um aperitivo para os petardos seguintes: a clássica Agent Orange aumentou os inevitáveis hematomas; Witching Metal foi oferecida por Tom ao baterista original e co-fundador, Witchhunter, falecido há alguns dias. Ausgebombt surge como homenagem às bandas punks que inevitavelmente influenciaram o som dos alemães. Antes de Among the Weirdcong, Tom brinca com o público, daquele jeito sacado de gritar e todos repetirem, à medida em que os intervalos diminuem, até parar com a enrolação. Desculpem, mas essa brincadeirinha já está batida. A música seguinte tem a homenagem irônica do vocalista ao presidente Bush: hora de honrar os heróis caídos com Remember the Fallen. Clássica, com riff pegajoso e letra contundente, o público viu o ingresso valer ali – como se já não estivesse pago. Parecia que a banda estava quitando uma dívida. No show de 2005 a guitarra falhou e, por mais da metade da música, só se ouvia baixo e bateria. Tudo certo, agora.

Banda sai, banda entra. Assim foi para o encore, tudo muito rapidinho. Todos pediam por várias músicas ainda não tocadas, uma delas era Iron Fist. Se queriam Motorhead, assim foi. Mas os caras surpreenderam e mandaram Ace of Spades, emendando com Bombenhagel. Logo depois, baquetas e paletas para quem tem sorte, a banda agradece e sai definitivamente do palco, deixando uma leve frustração em quem ficou, mas nada de grave. Apesar de algumas músicas terem faltado, como Nuclear Winter, quem foi teve a oportunidade de assistir a um dos representantes mais significativos da escola alemã de Thrash Metal, em excelente estado de conservação. Só isso já elimina qualquer sintoma de mal estar. A não ser torcicolo, hematomas e ressaca...

Set List – Hammurabi

Avatar
Madness is to Live in This World
Fools
Submersos
Urban Exodus
Shelter of Blames
The End
www.myspace.com/hammurabimetal

Set List – Farscape

Mercenary Love..s House
Under the Loudness
Thrash Until You Drop
Celebrate My Death
Killers on the Loose
Eletric Fist
Politicians (Exploited Cover)
Carrasco do Metal
Demon..s Massacre
Billy the Butcher
www.myspace.com/farscapekillers

Set List – SODOM

Blood on Your Lips
Outbreak of Evil
Napalm in the Morning
Sodomy and Lust
City of God
The Saw is The Law
Blasphemer
M-16
Obssessed By Cruelty
Axis of Evil
Agent Orange
Witching Metal
Augesbombt
Among the Weirdcong
Remember the Fallen
Ace of Spades
Bombenhagel

www.sodomized.info


Por: Oswaldo Diniz

Local: Lapa Multishow
Saturday, February 16, 2008 

Category: Music
More an event dedicated to underground mining in Belo Horizonte. This time those responsible for meeting the cast of the festival "Sound Massacre" were the groups Hammurabi, In Nomine Belialis, Eternal Torture, Drowned in Erebus. The suggestive title adopted to name the festival did not happen by chance, in order that all groups of abuse extreme elements of music, weight and aggression to spare.

The show also was marked as a special farewell the band Drowned. The miners prepare a tour into Europe with a view to bring all its work for the headbangers of the old continent. The tour will approximate duration of one month and will by countries like Germany, Belgium, Switzerland, Czech Republic and Austria.

The good disclosure by the Annihilator Productions resulted in excellent public who wished to attend ugled addition to the main attraction, the other groups that not even having the same impact of the Drowned, managed to draw the attention and show at least seriously.

A them is the band Hammurabi, considered by many one of the major revelations of today, and let it be said in passing, the marking is more than fair. The band was formed by Daniel Lucas (bass and vocal), Danilo Henrique and Josias Martins (guitars) and Crislei Rodrigo (drums) rose to the stage with the responsibility to submit its new pair of guitarists, open the festival and encourage those who arrived early to give the start of the event. The recipe used for such purposes seems to have made certain. The band brought in their repertoire much of the EP "Submersos," hitherto reason for positive impact in the scene, in addition to seize and dump to the public, compositions that will be the new work, "Shelter of Blames" with estimates of release for the early 2008. An introduction followed by the song Avatar started quite a show of weight, notorious provision and satisfactory evidence that could also be seen in songs like USA Terrorista. The track came after a brief testimony of Daniel Lucas, who commented on the development of BH in relation to the metal scene and wished to to the band Drowned by the conquest of the concerts will be performed Europe. Who thought that the single tribute had come to an end was wrong. The singer Fernando Lima (Drowned) is a special guest on The end is near and joins the powerful riffs and vocals by Daniel. An attractive well accepted by the audience and one of the great moments of the presentation, which mesclou furious sound adopted by the band with the proper feedback from the public. Note that Fernando Lima also part of the recordings to the studio version of The end is near, that song will be the next disc.

To close the fruitful set-list of the night, a beautiful claimed. Violent Revolution reminds one of the best songs of Kreator, becoming cause for euphoria for fans of the German group. As said by vocalist Daniel, the band does not play in BH since the presentation of Krisiun,  in August 2007, where the group was also one of the attractions. After approximate six months without touching the mining capital, the Hammurabi returns in style, brings news and opens in more productive than the "Massacre Sound," proves great strength in underground mining.


Resenha do show "Massacre Sonoro" no Metal Clube

Mais um evento dedicado ao underground mineiro sacudiu Belo Horizonte. Dessa vez os responsáveis por cumprir o cast do festival "Massacre Sonoro" foram os grupos Hammurabi, In Nomine Belialis, Eternal Torture, Drowned e Erebus. O titulo sugestivo adotado para nomear o festival não aconteceu por acaso, tendo em vista que todos os grupos abusam de elementos da música extrema, peso e agressividade de sobra.

O show também ficou marcado como uma despedida especial da banda Drowned. Os mineiros preparam uma viagem rumo a Europa com intuito de levar todo seu trabalho para os headbangers do velho continente. A turnê terá duração aproximada de um mês e passará por países como Alemanha, Bélgica, Suíça, República Tcheca e Áustria.

A boa divulgação feita pela Annihilator Productions resultou em excelente público, que fez questão de comparecer para prestigiar além da atração principal, os outros grupos que mesmo não tendo a mesma repercussão do Drowned, conseguiram chamar a atenção e mostrar no mínimo, seriedade.

Um deles é a banda Hammurabi, considerada, por muitos, uma das grandes revelações da atualidade e, diga-se de passagem, a rotulação é mais do que justa. A banda formada por Daniel Lucas (baixo e vocal),  Danilo Henrique e Josias Martins (guitarras) e Crislei Rodrigo (bateria) subiu ao palco com a responsabilidade de apresentar a sua nova dupla de guitarristas, abrir o festival e animar aos que chegaram cedo para conferir o início do evento. A receita usada para tais objetivos parece ter dado certo. A banda trouxe em seu repertório boa parte do EP "Submersos", até então motivo de positiva repercussão na cena, além de aproveitar e despejar ao público, composições que estarão no novo trabalho, "Shelter of Blames", com previsão de lançamento para o início de 2008. Uma introdução seguida da canção Avatar iniciaram um show de bastante peso, notória disposição e elementos satisfatórios que também puderam ser vistos em canções como USA Terrorista. A faixa surgiu logo após um breve depoimento de Daniel Lucas, que comentou sobre a evolução de BH em relação à cena metal e fez questão de parabenizar a banda Drowned pela conquista dos shows que serão realizados Europa. Quem achou que a singela homenagem tinha chegado ao fim se enganou. O vocalista Fernando Lima (Drowned) é convidado especial em The end is near e se une aos poderosos riffs e vocais de Daniel. Um atrativo bem aceito pela platéia e um dos grandes momentos da apresentação, que mesclou a furiosa sonoridade adotada pela banda com o bom retorno do público. Vale lembrar que Fernando Lima também participa das gravações para a versão de estúdio de The end is near, canção que estará no próximo disco.

Para fechar o proveitoso set-list da noite, uma bela pedida. Violent Revolution relembra uma das melhores canções do Kreator, se tornando motivo de euforia para os fãs do grupo alemão. Conforme dito pelo vocalista Daniel, a banda não toca em BH desde a apresentação do Krisiun, acontecida em agosto de 2007, onde o grupo também foi uma das atrações. Após aproximados seis meses sem tocar na capital mineira, o Hammurabi retorna com estilo, traz novidades e abre de forma mais do que produtiva o "Massacre Sonoro", comprovando grande força no underground mineiro.
Friday, August 17, 2007 

Category: Music
Many times in we exactly surprise them at the quality of the material that arrives in our hands, that is a simple demo. If many Brazilian bands, still need to work sufficiently in underground to gain experience and prominence in the scene, others already enter with the two feet in the door as it is the case of the miners of the Hammurabi.

The band was born in 2004, after the end of the Gestalt and launched this first demon in April of 2006. Unhappyly, the material account with only two musics, because the sound of the faces is annihilating (in all the directions).
The Hammurabi invests in a style alternating between the Thrash and the Death with absolute ability and domain of the instruments. However in contrast of the smashing majority of the bands, the faces bring a complex sound, with well varied lines of guitar and slopes and the vocal gutural of Daniel Lucas follows the style of Alex Camargo of the Krisiun.
A band also is not partisan of the old principle of the Death that the more fast, better and some tickets appear cadenciadas, but without losing nothing of the weight.
To complete the professionalism, the material is with very good a sonorous quality. But the sound of the battery appears sultry at some moments, nothing to be worried but one it has touched for the future writings.
The fans of the extreme Metal wait anxious for more material of the Hammurabi and congratulations the band for keeping with ability the school of the heavy metal of Minas Gerais.
By Bruno Sanchez (aug/07)
http://whiplash.net/materias/demos/063580-hammurabi.html


Muitas vezes nos surpreendemos com a qualidade do material que chega em nossas mãos, mesmo que seja uma simples demo. Se muitas bandas brasileiras, ainda precisam ralar bastante no underground para ganhar experiência e destaque na cena, outras já entram com os dois pés na porta como é o caso dos mineiros do Hammurabi.

A banda nasceu em 2004, após o fim do Gestalt e lançou esta primeira demo em Abril de 2006. Infelizmente, o material conta com apenas duas músicas, porque o som dos caras é destruidor (em todos os sentidos).
O Hammurabi investe em um estilo alternando entre o Thrash e o Death com absoluta competência e domínio dos instrumentos. Porém ao contrário da esmagadora maioria das bandas, os caras trazem um som complexo, com linhas de guitarra bem variadas e quebradas e o vocal gutural de Daniel Lucas segue bem o estilão de Alex Camargo do Krisiun.
A banda também não é partidária da velha máxima do Death que quanto mais rápido, melhor e algumas passagens aparecem cadenciadas, mas sem perder nada do peso.
Para completar o profissionalismo, o material está com uma qualidade sonora muito boa. Apenas o som da bateria aparece abafado em alguns momentos, nada para se preocupar mas um toque para as futuras gravações.
Os fãs do Metal extremo aguardam ansiosos por mais material do Hammurabi e parabéns a banda por manter com competência a escola do som pesado de Minas Gerais.
Por Bruno Sanchez (ago/07)
http://whiplash.net/materias/demos/063580-hammurabi.html
Monday, July 09, 2007 

Category: Music
Good for power trio that makes jus to the historical past of the State. The sound is one death metal in rude state, without burnishings (however, technician), direct in the vein and without commitments, with vocal screaming as a bear inside of a cave. The instrumental part has a certain "air" of Sepulture of the classic phase (mainly the "USA Terrorista"), but does not hide the personality of two musics gifts in the demon.
Vinicius Mariano (july/07)
http://www.valhalla.com.br/site2007/demo.asp

Bom power trio que faz jus ao passado histórico do Estado. O som é um death metal em estado bruto, sem polimentos (porém, técnico), direto na veia e sem compromissos, com vocais urrando como um urso dentro de uma caverna. A parte instrumental tem um certo "ar" de Sepultura da fase clássica (principalmente a faixa "USA Terrorista"), mas não encobre a personalidade das duas músicas presentes na demo.   
Vinicius Mariano (julho/07) 
http://www.valhalla.com.br/site2007/demo.asp
Wednesday, May 09, 2007 

Category: Music
RU - How the band was formed?
Daniel - the Hammurabi after appeared the dissolution of the Gestalt band, who also was a project mine and of the Críslei (battery), she followed lines well thrash metal, we touched Sepulture in shows and I still touched guitar, as well as Hammurabi was a trio. At that time, the necessity appeared to touch a sound more consistent, with more footprint, and decides to place a new guitarist, was when the Wagner (guitar) entered stops until then Gestalt. It inserted itself very in the fast band if adaptando in such a way musically how much ideologicamente. It contributed sufficiently for the evolution of the band. But soon of its entrance we notice a certain discouragement of the Johnny (stock exchange operator) that later the band would leave. We made tests with some stock exchange operators to give continuity to this project, but we did not get success. From there in ahead, we decide to give beginning to a new project, wanted to lose any type of bond with the previous project, also the name, wanted to start of the zero; also pra me zero was of, because it was at this time that assumed the low one, in the 2004 end.
RU - It speaks of the launched works?

Daniel - Then, as soon as we establish the formation of power trio, we readjust musics that we had composition until then. We enter in studio to record two musics in 2005 middle, still was very recent my experience with low, but we find that one single could relieve good fruits, us we record and we launch it in 2006 middle, as well as already we were prepared for new shows.
RU - It speaks of the scene in its city?
Daniel - much difficulty does not exist to say in the scene beauty-horizontina, is an obligator point of stopped for the great bands, being the cradle of the national metal. Currently some bands with works differentiated, what the scene has esquentado, this well appear also made possible and until she livened up the return of great bands as Sextrash and the Holocausto, the Lustful finished to enter in the studio for a great return, has great promises but we still enxergamos a bigger recognition on the work of the Drowned and the Chakal, that for signal are very competent. We are in way to this new paradigm and each day we search to become sustainable our work, that has been recognized for the specialized media and the cities where let us stow.
RU - It speaks of the plans for future?
Daniel - Currently we are working in the daily pay-production of a EP who we intend to launch until the end of the year, it we will have four unknown bands and an interactive band we to create a still bigger bond with the public so that immediately the photos and videoclipes have access, not yet we define the content of this band. But we consider that this will be the work that in will take them to a recorder, so that in them it makes possible the writing of ours debut. I consider that it will be a still more professional reinforcement, since single "Submerged" had and still it has an excellent receptividade for the specialized media.
RU - The end is its!
Daniel - I would like to still thank on behalf of the Hammurabi family the production of Rock Underground for the chance and the support the national scene and, to stand out the commitment of the band with all those that in follow them and have contributed for the fortalecimento of our work. Great I hug.

http://www.rockunderground-mag.com/h/hammurabi/hammurabi.html



RU – Como a banda foi formada?
Daniel –
O Hammurabi surgiu após a dissolução da banda Gestalt, que também era um projeto meu e do Críslei (bateria), seguia linhas bem thrash metal, tocávamos Sepultura nos shows e eu ainda tocava guitarra, assim como Hammurabi éramos um trio. Naquela época, surgiu a necessidade de tocarmos um som mais consistente, com mais pegada, e resolvemos colocar um novo guitarrista, foi quando o Wagner (guitarra) entrou para até então Gestalt. Ele se inseriu na banda se adaptando muito rápido tanto musicalmente quanto ideologicamente. Ele contribuiu bastante para a evolução da banda. Mas logo da sua entrada notamos um certo abatimento do Johnny (baixista) que mais tarde deixaria a banda. Fizemos testes com vários baixistas para darmos continuidade a este projeto, mas não obtivemos sucesso. Daí em diante, resolvemos dar início a um novo projeto, queríamos perder qualquer tipo de vínculo com o projeto anterior, inclusive o nome, queríamos começar do zero; inclusive pra mim foi do zero, porque foi nessa época que assumi o baixo, no final de 2004.

RU – Fale dos trabalhos lançados?
Daniel –
Então, logo que estabelecemos a formação de power trio, readaptamos as músicas que tínhamos composto até então. Entramos em estúdio para gravar duas músicas em meados de 2005, ainda era muito recente a minha experiência com baixo, mas achamos que um single poderia render bons frutos, nós gravamos e o lançamos em meados de 2006, bem como já estávamos preparados para novos shows.

RU – Fale da cena na sua cidade?
Daniel –
Não existe muita dificuldade para se falar na cena belo-horizontina, é um ponto obrigatório de parada para as grandes bandas, sendo o berço do metal nacional. Atualmente surgem várias bandas com trabalhos bem diferenciados, o que tem esquentado a cena, isso também possibilitou e até animou a volta de grandes bandas como Sextrash e o Holocausto, o Lustful acabou de entrar no estúdio para uma grande volta, temos grandes promessas mas enxergamos um maior reconhecimento ainda sobre o trabalho do Drowned e do Chakal, que por sinal são muito competentes. Estamos em meio a esse novo paradigma e cada dia buscamos tornar sustentável o nosso trabalho, que tem sido reconhecido pela mídia especializada e pelas cidades onde estivemos.

RU – Fale dos planos para o fututo?
Daniel –
Atualmente nós estamos trabalhando na pré-produção de um EP que pretendemos lançar até o final do ano, ele terá quatro faixas inéditas e uma faixa interativa para nós criarmos um vínculo ainda maior com o público para que de imediato tenham acesso a fotos e videoclipes, ainda não definimos o conteúdo desta faixa. Mas consideramos que este será o trabalho que nos levará a uma gravadora, para que nos possibilite a gravação do nosso debut. Considero que será um reforço ainda mais profissional, visto que o single "Submersos" teve e ainda tem uma ótima receptividade pela mídia especializada.

RU – O final é seu!
Daniel –
Eu gostaria de agradecer em nome da família Hammurabi a produção da Rock Underground pela oportunidade e pelo apoio a cena nacional e ainda, ressaltar o compromisso da banda com todos aqueles que nos acompanham e têm contribuído para o fortalecimento do nosso trabalho. Grande abraço.

http://www.rockunderground-mag.com/h/hammurabi/hammurabi.html
Thursday, April 12, 2007 

Category: Music
When somebody to say that amount means me quality, will show to this single CD of the Hammurabi trio, therefore it has only two bands and he does not arrive the ten minutes of writing. However, it proves the power of the faces. One thrash/death metal of highest quality, with riffs heavy and cativantes, beyond a battery for other times cadenciada and extremely fast, everything with much technique. The vocal guturais leave the register with a face typically death. Perhaps the inclusion of some tickets of torn voice more could give a differential to the band. Two musics of the album mesclam the vocal power of death metal to the cadenciado work and with broken tickets `" of battery. Thrash also has riffs typically, that they make you to beat the head very. As soon as it arrives at the end of music, you soon wants to place of new pra to hear. Summarizing, it is an excellent compact disc demon, what in it makes them to wait anxious for debut of the Hammurabi. Certainly a grateful revelation of the national extreme metal.
Wellington Martinelli - Metal Attack
http://www.metalattack.com.br/detalhe_demos.php?demo=218&banda=858&colab=25


Quando alguém me disser que qualidade significa quantidade, mostrarei esse cd demo do trio Hammurabi, pois ele tem apenas duas faixas e não chega a dez minutos de gravação. Porém,  comprova o poderio dos caras. Um thrash / death metal de altíssima qualidade, com riffs pesados e cativantes, além de uma bateria por vezes cadenciada e outras extremamente rápida, tudo com muita técnica. Os vocais guturais deixam o registro com uma cara tipicamente death. Talvez a inclusão de algumas passagens de voz mais rasgada pudessem dar um diferencial à banda.    As duas músicas do álbum mesclam o poderio vocal do death metal ao trabalho cadenciado e com passagens 'quebradas" de bateria. Há também riffs tipicamente thrash, que fazem você bater muito a cabeça. Assim que chega ao fim da música, você logo quer colocar de novo pra ouvir.    Resumindo, é um ótimo cd demo, o que nos faz esperar ansiosos pelo debut do Hammurabi. Certamente uma grata revelação do metal extremo nacional.
Wellington Martinelli - Metal Attack
http://www.metalattack.com.br/detalhe_demos.php?demo=218&banda=858&colab=25


Monday, March 26, 2007 

Category: Music
(...)the band is capricious and worries about a good presentation, factors observed in the packing and graphical art of the material promo. Leaving for the noise, Death Metal direct, with alternation of speeds, good taste for timbres, riffs worked, kitchen well fulfilling well its adjusted vocal function and to the style. For a first register, the production is acceptable, better that of many albums. The Hammurabi is in the certain way, lacking only to search a differential not to be "only plus one" in the scene. Concept: good.
Cristiano "Frank" Gonçalves - march/07
http://www.allthebangers.com.br/demos/hammurabi_submersos.htm

(...)a banda é caprichosa e preocupa-se com uma boa apresentação, fatores observados na embalagem e na arte gráfica do material promo. Partindo para a sonoridade, Death Metal sem frescuras, direto, com alternância de velocidades, bom gosto para timbres, riffs marcantes, cozinha cumprindo bem sua função e vocal adequado ao estilo. Para um primeiro registro, a produção está aceitável, melhor que a de muitos álbuns. O Hammurabi está no caminho certo, faltando apenas buscar um diferencial para não ser "apenas mais uma" no cenário.
Conceito: bom.
Cristiano "Frank" Gonçalves - março/07
http://www.allthebangers.com.br/demos/hammurabi_submersos.htm

Friday, March 23, 2007 

Category: Music
(...) "The first band, Hammurabi, that also made its estréia in the palcos of BH, then at the beginning, ordered one death metal heavy and consistent. With musics as "The End is Bring Near", "Submerged", band of the COMPACT DISC homonym launched for the band in 2006 middle; e "The Extreme Acts", the band obtained of competent form to show to its proposal musical extreme and a quick sound where riffs, vocal gutural of Daniel Lucas and the work of battery of Críslei Rodrigo if detached" (...)
Daniela Nunes (march/07)
http://www.metalclube.com/content/view/2460/29/


(...)"A primeira banda, Hammurabi, que também fazia a sua estréia nos palcos de BH, logo no início, mandou um death metal pesado e consistente. Com músicas como "The End is Bring Near", "Submersos", faixa do CD homônimo lançado pela banda em meados de 2006; e "The Extreme Age", a banda conseguiu de forma competente mostrar sua proposta musical extrema e um som em que velozes riffs, vocal gutural de Daniel Lucas e o trabalho de bateria de Críslei Rodrigo se destacavam"(...)
Daniela Nunes (março/2007)
http://www.metalclube.com/content/view/2460/29/