MySpace
myspace music


Damani Van Dunem (01/01/2010 New Video)



Last Updated: 12/24/2009

Send Message
Instant Message
Email to a Friend
Subscribe

Status: Single
City: Luanda / Lisboa
Country: PT
Signup Date: 6/18/2006

Blog Archive
[Older      Newer]
 /  / 
Sunday, April 12, 2009 
Sunday, September 28, 2008 

Category: Music

MELHORES DISCOS 2007 

1 - SHANGRI-LA - WRAYGUNN
2 - MUDAR DE BINA - NORBERTO LOBO
3 - LETTERS FROM THE BOATMAN - A JIGSAW
4 - FAREWELL - SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS
5 - ODD SIZE BAGGAGE - MICRO AUDIO WAVES
6 - SONG OF THE NEW HEART - MAZGANI
7 - CINTURA - CLÃ
8 - RUDE BWOY STAND - BEZEGOL
9 - NEW COMMUNITIES FOR BETTER DAYS - HIPNOTICA
10 - PORTUGAL, UM RETRATO SOCIAL - RODRIGO LEÃO
11 - DREAMS IN COLOUR - DAVID FONSECA
12 - MUNDO CÃO - MUNDO CÃO
13 - SUPAFACIAL - COLDFINGER

Guarda de honra (por ordem alfabética) discos de:

BOB DA RAGE SENSE, DAMANI, FOR THE GLORY, JORGE PALMA, JP SIMÕES, LOBSTER, MEN EATER, MERANKORII, NORTON, OLD JERUSALEM, PAULA OLIVEIRA & BERNARDO MOREIRA, PESTE & SIDA, SLIMMY, THE ALLSTAR PROJECT, TIAGO BETTENCOURT & MANTHA, U-CLIC, VIVIANE
 
www.myspace.com/santosdacasa
Thursday, September 25, 2008 

Category: Music

comekie, pessoal??

O meu Disco MUTATIS MUTANDIS já se encontra à venda em Mozz, ao preço único e simbólico de 300 mt. Para o adquirires, liga para o 824538200- Helder Leonel.
Apoia a música. Compra e espalha a mensagem!!!
Obrigado- Damani

Estamos juntos.

Brevemente mais 2 videos a sairem do forno.

Wednesday, August 27, 2008 

Saudações!!

Visitem o E-ZINE VIBE SOURCE e vejam o destaque feito a DAMANI VAN DUNEM e o seu álbum MUTATIS MUTANDIS.

http://vibesource.wordpress.com/2008/08/27/damani-van-dunem-from-the-other-side-of-the-world/

Thursday, August 07, 2008 

Category: Music

 

music video "Papão" was selected for International Hip Hop Film Festival, Manchester UK


directed by Paulo Prazeres for DAMANI VAN DUNEM, to be screened on 8th August

link to at

http://www.breakingcycles.co.uk/breaking_cycles/

AND EXPERIENCE New breaking visions for HIP HOP !!!sic video "Papão" was selected for International Hip Hop Film Festival, Manchester UK

music video "Papão" selected
for International Hip Hop Film Festival, Manchester UK
directed by Paulo Prazeres for DAMANI VAN DUNEM, to be screened on 8th August

link to at

http://www.breakingcycles.co.uk/breaking_cycles/

AND EXPERIENCE New breaking visions for HIP HOP !!!

Thursday, July 24, 2008 

Boas! Como é sabido, remisturei o "Papão" pra campanha  "Caipirão" do Licor Beirão. Se ainda não viste a pub ou queres revê-la clica:

www.damanivd.blogspot.com 

 

A silly season já começou...

Thursday, July 24, 2008 

Category: Music
Sunday, February 24, 2008 

Category: Music

Pessoal, os meus cumprimentos!!!

Venho desta informar-vos que o meu disco já se encontra à venda em formato digital.

podem ouvir excertos de todas as faixas e, inclusivé, comprá-las/lo.

LINK: http://www.believe.fr/albums/16850,mutatis-mutandis.html

Tuesday, January 29, 2008 

Category: Music
Enquanto o mundo se ressente da crise económica global, a cotação da música angolana continua a subir indiferente a tudo o resto. Arrastado também por esse ascendente, Damani Van Dunem é MC de pátria angolana que, pelo que dá a conhecer o seu disco de estreia Mutatis Mutandis, mantém habilidade e sofisticação suficientes para transcender o prazo que condena ao esquecimento precoce os fenómenos de natureza meteórica. Afinal, Damani conheceu já a oportunidade de viver em Cuba, Rússia, Moçambique, encontrando-se actualmente sedeado em Portugal, mais precisamente em Odivelas (que é zona fervente em termos de hip-hop) – percebe a dimensão global do hip-hop e anda nisto desde os anos 90 (conforme sublinha numa rima).

Mudando apenas o que deve ser mudado, Mutatis Mutandis é eficiente retrato de alguém fiel às raízes, indisposto a envolver-se em rivalidades que não existem e aparentemente franco nos reparos cortantes dirigidos a questões mais especificas (o tráfico exposto em "Diamantes de Sangue") e outras mais saturadas (um continente Africano que não se endireita conforme denunciado em "Roots"). Esse alguém que não é gangsta nem playboy, acaba por ser generoso nas portas que abre a produtores vários e a MCs convidados – agentes de uma heterogeneidade que beneficia um triunvirato de hip-hop que abomina a ideia de provocar bocejos. Mutatis Mutandis peca só mesmo por se exceder além do que permite o seu fôlego – a partir da décima faixa "Mic Checka" parece adoptar um piloto automático que armazena corpulência e nem tanto algo de propriamente relevante.

Faça-se, porém, jus à estrondosa série que, desde o reconhecível single "Papão (Eu Sou)" a "16 and 1", dispara certeiramente quatro tiros de topo e deixa fumegante a arma na mão de Damani. Na mesa de poker que é o actual hip-hop tuga, as passagens mencionadas servem como uma boa mão para ir a jogo, ou não incluísse os seguintes trunfos: samples centrais inquestionavelmente bem elaborados na sua vénia a uma recomendável "velha escola", a atitude decidida que demonstra "What!" na sua intenção de ser hino de festa de bairro ao rubro, o nome da "bomba" Soraia Chaves e de estrelas da NBA atirados ao ar na fulminante "Papão (Eu Sou)", o inesperado Joker que é o MC Verbal no pomposo ponto alto"16 and 1". Infelizmente, e assim que se sente a quebra aos seus índices mais inspirados, o debute lança-se em queda livre, deixando mesmo transparecer a amarga sensação de que a sua segunda metade é uma réplica menor da primeira (apesar de diferenças como a novidade sentimental do tema mais r & b "Não vai dar (mais)"). Acaba Mutatis Mutandis por ser um passo maior que a perna, mas um muito promissor passo, ainda assim.

Miguel Arsénio
migarsenio@yahoo.com
24/01/2008
Monday, January 14, 2008 
..> ..> ..> ..>..>..>
..> ..> ..> ..>..>..>
..> ..> ..> ..>..>..>
Damani Van Dunem - Janeiro/2008

Damani Van Dunem

Damani Van Dunem - Mutatis Mutandis

O panorama Hip Hop, no passado ano de 2007, foi sem dúvida marcado por diversas estreias no circuito discográfico. Algumas de artistas com nome já cimentado no meio, outros relativamente desconhecidos. Lançado a 10 de Setembro, com o selo da Very Deep, "Mutatis Mutandis" enquadra-se na última categoria. O single do disco, "Papão (Eu Sou)", marca já presença na Hit List da MTV.
  Nascido em Angola, mas um verdadeiro cidadão do mundo. É esta a frase com que o H2T o apresenta: Damani Van Dunem.

H2T - Mais do que uma simples junção dos seus vários heterónimos, quem é o Helder Van Dunem?
  Damani Van Dunem - O Helder Van Dunem é um angolano, estudante de Direito que pretende singrar na música.

H2T - África, Europa e América do Sul. Que diferenças encontraste no Hip Hop dos 5 países onde viveste? O Hip Hop é verdadeiramente uma cultura universal?
  Damani Van Dunem - Ter vivido em tantos lugares permitiu-me ver o quanto o Hip-Hop é fruto da cultura que o circunda. Creio ser essa a máxima geral.
  As vertentes estão todas presentes mas mais acentuadas na Europa. O graffiti (enquanto vertente do Hip-Hop), por exemplo, pouco vi em Cuba, Moçambique ou Angola: um tag ou outro, poucos writters. Enfim, ainda em ascenção.
  Em Cuba, a verdadeira manifestação dos Hip-Hoppers vê-se no rap. É aí onde maioritariamente se aposta. É hardcore, é intervenção, prático e sem rodeios. Crítico em relação à sociedade e em relação a si mesmo. Os "rapeiros" cubanos insurgem-se contra os "reggatoneiros", muitos são mc´s que mudaram a sua sonoridade para conseguirem maior projecção, à imagem do que se passa em todo o mundo.
  Em Angola foi onde senti o rap a funcionar como uma verdadeira Indústria. Concertos lotados, cd's esgotados, milhares de cópias vendidas num só dia, programas de rádio com ouvintes assíduos, verdadeira aposta e promoção dos artistas. Coisa que começa a haver em Moçambique, onde já se começa a apostar nos rappers e seus discos.
  Em Portugal há o mito "undergound vs comercial" que na verdade não se verifica. Quem é comercial cá? Não conheço nenhum. A meu ver é preciso fazer-se dinheiro e vender discos para se ser comercial. Ou pelo menos comercializável. Quem vende discos cá? Pouquissimos. E no underground estamos todos, salvo 4 ou 5. Porque mesmo os que têm mais visibilidade não têm como justificá-la, uma vez que o mercado é demasiado pequeno. O que nos leva à estaca zero.
  É uma fixação ilusória que alguns arranjaram para desculpar X e Y motivos e à luz disso, muitos sucumbem a dogmas e não mostram o que realmente valem já que vivemos num sistema que poucos têm coragem de circundar. Um sistema em que "és obrigado" a integrar se quiseres ser "real".
  Mas à parte, tenho ouvido projectos de que tenho gostado. Já vejo mais originalidade e personalidade, principalmente nos newcomers. E é algo que se encaixa mais com a qualidade dos rappers cá, que é muita.
  A Indústria do rap aqui é incrédula. Editoras gastam dinheiro com artistas mas na verdade não acreditam neles. Parece-me que apenas estão interessadas em ter os catálogos dos mesmos e pouco mais. O melhor circuito de promoção de álbuns é a net, fóruns. Rádios e Televisão são meios demasiado altos para a maioria dos artistas.
  Nessa minha jornada de "caixeiro-viajante" constatei isso mesmo. Que o Hip-Hop é uma cultura global.

Damani Van Dunem  H2T - De Angola a Moçambique, da Rússia a Portugal, passando por Cuba. Ao longo da tua vida tiveste o privilégio de viver em diversos países, abraçando culturas e costumes diferentes. Como é que isso se reflecte na tua música?
  Damani Van Dunem - Primeiramente cresci como Homem, como pessoa. Vivi realidades diferentes e pude compará-las. Tive a honra de conhecer pessoas com quem aprendi muito, de estratos sociais diferentes, com sabedoria e conhecimento diferentes. Pessoas que na maioria dos casos não tinham instrução académica. E essa aprendizagem só me fez bem. Fez-me apreciar o conhecimento prático, imediato. Dos cotas!
  E é fácil perceber-se na minha música a postura que tenho perante o Mundo. Essa experiência de vida permite-me falar de local A ou B com a mesma paixão e conhecimento de causa. Consigo mesclar sonoridades e culturas sem parecer forçado porque é a minha realidade. É o que realmente sou. Sem máscaras nem estratagemas.

H2T - Numa outra entrevista, disseste que o primeiro álbum que tinhas projectado ficou pelo caminho. Mutatis Mutandis é uma reciclagem desse primeiro projecto ou é um álbum completamente novo?
  Damani Van Dunem - O conceito deste álbum parte dessa tentativa de reciclagem porque queria recomeçar donde falhei. Sendo que "Mutatis Mutandis" significa "mudando o que deve ser mudado", debrucei-me sobre o que não correu bem. E resultou num álbum bem mais pessoal.

H2T - Tens uma faixa preferida?
  Damani Van Dunem - É difícil escolher. Depende muito do dia, do humor, da disposição. Digam-me vocês qual a vossa preferida...

  H2T - Tendo nascido num berço de ouro como consegues representar e falar em nome do sofrido povo africano na tua música, como por exemplo na faixa "Roots"?
  Damani Van Dunem - Porque sempre fui testemunha desse sofrimento e vivo com consciência de que sou afortunado.
  E por isso, tive sempre a preocupação de tentar ajudar os que mais perto de mim se encontravam. Com bens materiais, com o meu tempo, a minha disponibilidade.
  Essa triste realidade convive connosco demasiado perto para a ignorarmos. É imperativo que fale sobre ela, que tente exaltar o sentimento humanista de quem me ouve, seja africano ou não. Independentemente da música ou a área em que actuamos devemos todos fazer algum esforço que minimize essa situação. E quem mais indicado do que nós que temos voz para o fazer?

H2T - Reparei que no teu álbum, mesmo quando queres enfatizar um aspecto negativo, raramente recorres ao insulto gratuito. Trata-se de um imperativo moral?
  Damani Van Dunem - Tenho consciência que o meu público é maioritariamente jovem. Por isso, e embora utilize um discurso de alguma forma acessível para eles, sei da importância das palavras que profiro. Opto por uma linguagem mais cuidada, uma vez que é natural eles seguirem o que eu digo e faço. Digamos que é uma forma que encontrei de educação e formação.

H2T - Entre outros elementos, o teu álbum é caracterizado por uma diversidade de participações que abrangem produtores, mc's, DJ's, vocalistas e instrumentistas. Como surgiram os diversos nomes que compõem as participações de "Mutatis Mutandis"?
  Damani Van Dunem - As participações de SAMP, Lady V e Super Shor, sendo artistas integrantes da minha editora, VeryDeep, aparecem de forma natural. Pela convivência natural e claro, pelo notório talento que têm e a mais-valia que proporcionam ao disco. O Celso é o melhor produtor que conheço e o Ivo e a Lady V conferem às músicas uma musicalidade ímpar. Foi um processo satisfatório, fazer música com eles. O Super Shor é um mc a quem não se dá o devido valor. Ouvindo a faixa "16 and 1" percebe-se bem o que quero dizer. (…) E falando em "underrating", o Verbal é dos melhores a quem não se dá o valor devido. O Homem é fire. Sempre quis trabalhar com ele. Liguei-lhe e gravámos dias depois.
  Gravei grande parte do disco na Groundzero (Estúdio do Bruno Lobato) e como queria experimentar sonoridades diferentes, decidi trabalhar com os Cartell 70. Faixas "Get ur freak on" e "Pan Demonium". Kumpania Algazarra e Pentrator surgem nesse contexto. Através do Bruno Lobato. Eu quis dar ao álbum uma sonoridade mais orgânica e assim falei com eles.
  O DJ pass One aparece na faixa "Ser o que sou" a fazer scratchs. Gravei a primeira parte do disco no Estúdio KonPasso e procuro sempre trabalhar com entendidos em áreas diferentes da minha, adicionando elementos diversos. E ele é um grande DJ.
  A Flow Release também está presente no disco. P.A.Z. e Young Butcher, ambos com produção, "What!" e "Devil wears Prada" respectivamente.
  E como não podia deixar de ser, tenho da minha zona, Odivelas, alguns Warriorz. DJ Scotch, Lancelot e Schindler Watuva. Este último, integrante do meu grupo, Swahili (myspace.com/swahiliboyz). O Scotch, que é para mim um dos melhores (…), e o Nhamposse é um comediante nato: sarcasmo puro. Ouvirão falar mais dele.
  Por último, a Sameblood Produções, que trabalham comigo desde os tempos em que ainda vivia em Moçambique. Mic B e El Puto, dupla de irmãos tendo o último apenas 18 anos.

H2T - Como tem decorrido a promoção de "Mutatis Mutandis"?
  Damani Van Dunem - As coisas estão a acontecer paulatinamente. O disco saiu a 10 de Setembro de 2007 e foi esgotando nas lojas. Teve uma procura que nem mesmo eu antecipei.
  O single "Papão" chegou ao 2º lugar no Max Música da Sic Radical e está agora em rotação na Hit List Portugal da MTV. Está também na Televisão Pública de Angola e até Fevereiro deve entrar em canais de música em França, Àfrica do Sul e Moçambique.
  Está em curso o processo de digitalização para vendas online, a imprensa começa a conhecer o disco e falar sobre ele, os concertos em massa estão a ser agendados e preparados.
  Tem sido uma experiência muito boa para mim, primeiro porque sou um relativo desconhecido no mercado português e as pessoas têm recebido o meu disco muito bem. E também porque tenho aprendido muito de promoção e gestão.
  Para este ano o objectivo é internacionalizar o disco, principalmente para África e França.
  O meu segundo single está para breve!

H2T - Para finalizar, que projectos reserva o ano de 2008 para a Flow Release?
  Damani Van Dunem - Os lançamento dos álbuns do Supremo G e o do P.A.Z., que como sabem, integram o colectivo Crewcial. O do Supremo G sairá, em princípio, em parceria com a marca "DH" (Divisão de Honra - www.myspace.com/divisaodehonra) que também tem álbum agendado para 2008, onde ele também participa, editado pela Very Deep Records/Som livre.
  A quem me queira contactar podem escrever para masteraccount_jonicash@yahoo.com ou visitar-me em myspace.com/damanivd. Comprem o álbum!