Status: Single
City: Vila do Coronado, Trofa
Signup Date: 6/19/2006
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Friday, March 28, 2008
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BIFE crónicas publicadas na Dance Club, revista mensal de cultura electrónica, nas bancas, à tua espera!
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Dance Club abril 2008
crónica 24
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!
Em Boa Kumpania
Ena, ena! O projecto britânico The Orb lançou um novo álbum, "The Dream", o oitavo trabalho de estúdio. E, lá no fundo, é um regresso ao espírito dos primeiros registos, sob matriz chill-out e ambient house, na linha dos álbuns-maravilha "The Orb’s Adventures In The Ultraworld" e "U.F. Orb". Alex Patterson é o único sobrevivente da formação inicial que outrora, já nos idos 1988, com Jimmy Cauty (dos KLF), encetava as bases do movimento ambient house, fortemente influenciado por Brian Eno e pelos mestres Kraftwerk. Entretanto, o tempo voa e já lá vão vinte anos de carreira. É obra! Obra bem feita.
Já era tempinho de vermos os The Orb em Portugal, não?! Ou será que os senhores promotores de concertos e/ou sessões DJing continuam a dormir, comodamente habituados a propor mais do mesmo ao povinho ’tuga? Não há pachorra.
Atrás referenciei Jimmy Cauty e os inesquecíveis KLF. Que saudades! Um dos projectos mais inovadores da música de dança. A vaga KLF formou carradas, paletes, quiçá, resmas de projectos que, actualmente, abanam as pistas de dança. Os filhos pródigos são mais do que as mães!
E antes que o Governo mande dois agentes da PSP fazer uma "visitinha" ao BIFE RadioShow, nos estúdios da Rádio Trofa – à semelhança da trapalhada pidesca feita aos setôres –, eu vou-lhes preparar uma calorosa recepção. Ai vou, vou! A saber: o disco-festa dos Kumpania Algazarra, por sinal, homónimo e que marca a estreia dos sintrenses mais "cidadãos do mundo". Das brass-bands ciganas dos Balcãs ao afro-beat, do jazz latino ao ska, fusão disto e daquilo e mais alguma coisa, eu sei lá, "Kumpania Algazarra" é um fartote de sons eclécticos, um regaço de festa(s). Dificilmente alguém ficará quietinho, no aconchego do sofá, a ouvir esta pérola de doze episódios. O melhor é seguirmos a Kumpania em concerto, com muita folia decibélica e animação circense. A tournée segue estrada fora.
Portugal está cada vez mais cinzento e amorfo. A solução está mesmo aqui, à mão de semear. Há muito mais festa para lá do habitual house corriqueiro das discotecazinhas da moda! Basta estar receptivo à novidade…
vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
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Dance Club março 2008
crónica 23
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!..:NAMESPACE PREFIX = O />
What else?
Comodamente sentado na plateia do Teatro Nacional S. João, a abifanar a peça "O Café", dei por mim a pensar na Caroline Hervé. Por momentos, deu-me vontade de tomar um café com ela e discorrer sobre o já moribundo movimento electroclash. Provavelmente, ela preferiria aquele famoso rapaz dos cafés, o Jorge, sim, o Clooney e a saga Nespresso, mas talvez lhe desse a volta, quanto mais não seja servindo-me da emergente cunha em jeito de francês-às-três-pancadas: "ó Caroline, alors, je suis Vitóre Sáaa e tenho andadô a passáre o teu nouvel album dans mon programme de radio, c’est fantastique, u-la-la". É. Mesmo!
Quatro anos após o lançamento da estreia, a solo, com "I Com", a produtora, cantora e DJ mais famosa da música electrónica francesa apresenta "Batbox", o segundo álbum de originais. A receita é simples: doses certas de electro, techno e exercícios pop, uma voz tremendamente sedutora. "Kittin Is High", é o primeiro e apetecível single. Caroline Hervé não consegue disfarçar o facto de ter trabalhado com The Hacker, Felix da Housecat, Golden Boy e Chicks On Speed – o que é bom sinal –, embora consiga distanciar-se da vaga electroclash mais purista, da qual chegou, em tempos, a ser a majestosa rainha. Ah!, para os mais distraídos, a Caroline Hervé é mais conhecida por Miss Kittin!!!
O ano vai rolando e, depois das pérolas dos Goldfrapp e de Miss Kittin, eis "Made In The Dark", terceiro álbum dos Hot Chip, acabadinho de chegar aos escaparates, com chancela DFA. Perfeita desilusão para os acérrimos fãs do hit "Over And Over", contudo, revela uns Hot Chip mais visionários, sem nunca esquecerem as pistas de dança. A ouvir.
Entretanto, a peça acabou. Gostei. A encenação de Giorgio Barberio Corsetti revirou o que Goldoni escreveu em "La Bottega del Caffè", em 1750. Confesso que gostava de ver um espectáculo "Miss Kittin meets Hot Chip" sob direcção do Corsetti, assim num louco ideário pop!
Agora, vou tomar café ao Majestic, esse espaço emblemático da cidade Invicta. A Caroline deve estar a chegar… Estou nervoso!
A propósito, BIFE RadioShow, what else?!
vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
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Dance Club fevereiro 2008
crónica 22
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!
O Umbigo da Alison Goldfrapp
Fevereiro. Dia 25. No Parque das Ofélias, as árvores começam a despertar para a Primavera. Curiosamente, a sétima árvore não esperou pelo equinócio de Março e os gomos desataram a abrolhar. O sol morena o umbigo das moças que, entretanto, já se atreveram a tirar os tops dos roupeiros. E os gatos fazem jus ao seu "mês" e lá andam eles, olha q’ isto, os gatos, no truca-truca, a soltar hormonas atrás dos arbustos ou no extenso relvado, perante o espanto das formosas moças. E, de repente, alguém estende duzentos metros de alcatifa vermelha, junto à eco-pista. Ah!, é ela, sim!, estou a reconhecer-lhe as curvas bem vincadas: é a loira Sarah, uma das promotoras da Mute Records. Continua sensual e disponível, mas confesso que não lhe conhecia essa faceta de "desenroladora" de alcatifas – a crise no sector discográfico obriga a executar tarefas improváveis, mas antes isso do que fechar os escritórios e, depois, abrir os ditos em Madrid! (shhhiiii a carapuça serve a alguém?)
O cenário traçado é perfeito para dar as boas-vindas a "Seventh Tree", o novíssimo álbum dos Goldfrapp. É o quarto! Não, não é "quarto" de dormir, entenda-se, quarto álbum de originais. Fala-se em moças com tops, na gatice, na loira Sarah e só cá faltava a Alison Goldfrapp, pois! E a Alison não vem sozinha, não – oooohhhh -, traz Will Gregory e ambos asseguraram a composição e produção do disco num estúdio caseirinho, na Inglaterra rural de Somerset.
Para quem estava habituado à sensualidade dançável do álbum anterior, "Supernature", de 2005, com os êxitos "Ooh La La", "Ride A White Horse", "Number 1" e "Fly Me Away", provavelmente, ficará decepcionado com este novo registo, mais calmo e etéreo, próximo de "Felt Mountain", a brilhante estreia, em 2000, E nada de admirar se virmos os Goldfrapp com sonoridades mais delicadas e guitarras acústicas nos concertos que vêm a caminho.
O primeiro single, "A&E", chega às lojas e ao Parque das Ofélias no dia 11 de Fevereiro. Os cisnes e as borboletas já bailam! Ó Sarah, desculpa lá, vou ali e já venho, vou morenar o umbigo da Alison Goldfrapp…
vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
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Dance Club janeiro 2008
crónica 21
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!
A Lavar Discos É Que A Gente Se Entende
2007 já era. E 2008 já cá canta! Por esta altura, é um fartar de listas relativas a discos, espectáculos, livros e tudo o resto, as tais coisinhas que marcaram o ano. A colheita 2007 foi mui proveitosa. É redutor destacar só uma "meia dúzia" de discos, eu sei. Mas, sem querer parecer o arauto da verdade, aqui deixo uma palete de boa música que serviu de mote às manobras radiofónicas do BIFE RadioShow nestes últimos doze meses: LCD Soundsystem - "Sound Of Silver", Mr Bird - "Know Your Rodents", Bunny Rabbit - "Lovers And Crypts", 4Hero - "Play With The Changes", The Cinematic Orchestra - "Ma Fleur", Matthew Dear - "Asa Breed", The Juju Orchestra - "Bossa Nova Is Not A Crime", Digitalism - "Idealism", Justice - "Cross", The Chemical Brothers - "We Are The Night", Underworld - "Oblivion With Bells". Nada mais nada menos do que 11-pérolas-11, reveladoras de linguagens mais ou menos electrónicas, mas capazes de fazer mexer o esqueleto do Portugal frio e cinzento, país que, ainda assim, pode ter orgulho em "Console Pupils", dos electro-rockers U-Clic, ou na compilação "RMX’s 2000-2006", da CoolTrain Crew.
Para lá das propostas mais ritmadas, convém, quiçá, acalmar a vibraSom, com um tranquilo mergulho nas propostas folk e afins de Lou Rhodes ("Bloom"), Promise And The Monster ("Transparent Knives") e José González ("In Our Nature"). Huuum folk? Isto não era para ser dito nesta revista, pois não?
Estou a fazer o "balanço" 2007 sem a habitual cadeira a la design Philippe Starck. Valha-me o balanço da cadeira… de praia, sim!, neste nordeste brasileiro. Pois é, estou a debitar esta lista sob o calor bem tropical de Natal e Recife. E o burro sou eu? O ruim sou eu?! Baaahhhh.
O Brasil à distância de 4-embalagens-4 de detergente "LavaTudo" (também lava discos, mesmo). Oferta de viagens!? Ora, é só juntar os códigos de barras.
Ah!, em 2008, continuaSom de boas vibraSons!
vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
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Dance Club dezembro 2007
crónica 20
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!
A Amante É Igualzinha À Esposa
É com muito prazer que anuncio o lançamento de "Hourglass", o novíssimo álbum dos Depeche Mode. É, me’mo! Sucede a "Playing The Angels" e vem consolar os fãs mais ávidos por material novo.
Hey, calma! Vou reformular a coisa. Por instantes, ao escutar "Hourglass", até parecia ser um disco da tal banda liderada por Martin Gore. Tontice minha. Não, não é! Afinal, trata-se do segundo álbum de originais de Dave Gahan.
A estreia, em 2003, com "Paper Monsters", revelou um Dave Gahan sob faceta rock e blues, longe da matriz dos Depeche Mode. "Hourglass" poderia levar o carimbo de "desilusão do ano", afinal, revela-se mais electrónico e, por isso mesmo, mais colado às cores pop da banda, embora, a espaços, mais "sujo" e profundo. Soar como a sua banda poderá ser prejudicial? À partida, "Hourglass" não seria mais do que um disco "qb" na imponente carreira dos Depeche Mode. Nada mais do que isso! Mas Dave Gahan não foi assim tão inocente ou seguidista: afirmou-se, marcou terreno, deu um ligeiro uppercut em Martin Gore e, assim, deixa em aberto a possibilidade de também poder ser o compositor principal da banda, fazendo muito mais do que o binómio voz-rosto.
Ah!, a rodela foi "Discorrida", na íntegra, sim!, aquando da sua apresentação no BIFE RadioShow (rubrica Disco da Semana).
Torrentes de electrónica "suja" e densa. Estou deliciado com as faixas "Deeper and Deeper", "Saw Something" ou até mesmo "Kingdom", o majestoso primeiro single, já com roupagem assinada pelos endiabrados Digitalism – a coisa promete!
Huuum ainda tenho dúvidas. Vou reformular outra vez… "Hourglass" é o novo álbum dos Depeche Mode, não é? Não consigo contornar a questão. Separar as águas é deveras difícil. Dave Gahan soa a Depeche Mode, pronto. E os Depeche Mode começam a ter a alma de Dave Gahan… ó Martin, tem cuidado!
Cruzes credo, já não sei o que estou a escrever. Vou já bater na madeira. Ups, enganei-me! Aqui, são os "açores". Sorry!
vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
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Dance Club novembro 2007
crónica 19
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!
Crónica Adiada
O tridente-maravilha Justice, Simian Mobile Disco e Digitalism ainda mantém os corpos bem activos. É peixe que rende, rende! Mas o Outono abre-me os ouvidos a propostas mais intimistas e menos óbvias. "Smokey Rolls Down Thunder Canyon" é o novo álbum de Devendra Banhart e tem acompanhado a queda das folhas da nogueira que encanta o meu jardim. Já com o novo disco dos Einstürzende Neubauten, "Alles Wieder Offen", uii, solta-se uma rabanada de vento! Nem todos têm uma nogueira, é certo, mas todos podem abraçar o vento e escutar discos felizes.
O duo Underworld assina "Oblivion With Bells", mais um belíssimo disco de electrónica dita elegante. Este novo álbum encaixa muito bem no período outonal. Mais calmos do que nunca, Karl Hyde e Rick Smith poderão deixar alguns fãs mais desapontados tal foi a euforia decibélica verificada nos álbuns anteriores. Volta, Darren Emerson, ’tás perdoado! Não, nada disso!
Por momentos, acalmamos, mas eis que Róisín Murphy salta à baila. Até a nogueira dança! A eterna Mrs Moloko regressou em Outubro com "Overpowered", o álbum nº 2 da sua carreira a solo, provando que, às vezes, o pop pode ser mais dançável do que a electrónica durona! As participações de Andy Cato (Groove Armada) e dos Bugz In The Attic confirmam!
Estão aqui a fazer-me sinais… huuum, não posso continuar esta crónica?! A editora da Dance Club diz-me que o DJ Vibe acaba de aterrar no aeroporto da Portela e… ela vai ter de acompanhar a dita chegada?!! Eu não acredito! Mais parece que o efeito Mourinho-meets-Santana-Lopes-in-Sic-Notícias pegou de estaca. Ok, o Vibe – a par do Rui Vargas e do Dinis – é um dos Mestres do DJing nacional, é, mas, assim, não há condiSons! Eu abandono esta crónica.
Só falta o tal engenheiro-que-não-é-engenheiro mandar dois-polícias-dois inspeccionar o conteúdo das minhas crónicas mensais!
O País está doido!
vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
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Dance Club outubro 2007
crónica 18
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!
Produzir DJs e Mixar Produtores
Quero ser DJ. Quero ser produtor. Quero ser uma estrela musical no contexto ’tuga ou além-fronteiras. Ohh, cruzes credo, estou a brincar, não quero nada! Mas há muito boa gente com tais pretensões. Há, mesmo!
DJs, produtores e pseudo-qualquer-coisa abundam. Virou febre?! Está na berra ser DJ ou produtor. É "bem"! Dá p’ra "sacar" fãs e até ter mais do que uns míseros 15 minutos de fama.
As ofertas de cursos de DJ e/ou de produção são milhentas! Basta estar atento às páginas da Dance Club ou às resmas de flyers que pintam a noite. Ilusões ao alto! São muitos os jovens que agarram o desafio mas nem todos conseguem o almejado lugar ao sol; muitos acabam a passar som para o grupinho de amigos ou a produzir no computador lá de casa para o Tareco/Bobi escutarem, o que já não é mau. Importa é abrir os ouvidos e arregaçar os olhos, não embarcar no facilitismo reinante e ter em conta que nem todos podem ser DJs ou produtores de nomeada. Contudo, é de aproveitar um curso desses, sim, não fica nada mal obter mais alguns conhecimentos da dita poda musical.
Assim, de repente, aproveito p’ra mergulhar na produção nacional. Ficam dois registos, em alta rotação no BIFE RadioShow.
Os Umpletrue, projecto oriundo da Marinha Grande, com o álbum de estreia, "Fab Fight", a dar indicações bem dançáveis. Vidro de qualidade, aliás, disco!< SPAN>
A CoolTrain Crew lança, finalmente, um punhado de roupagens com sabor jazz e drum’n’bass, tudo isto à volta de alguns dos temas que marcaram a música moderna portuguesa dos últimos anos e não só – destaque vai para o clássico "Chiclete", dos Táxi, completamente virado do avesso. Chega aos escaparates neste mês de Outubro e é um dos registos obrigatórios da colheita 2007. Ah, as ligações umbilicais CoolTrain Crew e Buraka Som Sistema vão servir de mote para o sucesso desta compilação?!
vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
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Dance Club setembro 2008
crónica 17
o BIFE dança como uma Borboleta mas pica como uma Abelha!
Admirável Felicidade Suja
Ufa, férias gozadas, "silly season" acabada!
A badalada "new rave" anda nas bocas de muita gente como o novo estilo musical ou "hype-todo-fashion". Mais vale encarar a coisa como atitude urbana, até porque tem muito mais de cultural do que de musical.
Felizes os mortais que, neste Verão, abanaram o corpinho a
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Saturday, November 03, 2007
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BIFE Eco-Alerta >> Vale do Coronado em perigo!!! O Vale do Coronado corre o risco de ser destruído pela possível implantação da Plataforma Logística Maia-Trofa. Será um dos maiores crimes ambientais da história do Grande Porto.
A tramóia está a ser preparada pelo tal Governo-socialista-que-pratica-a-deflação-da-Felicidade-dos-Portugueses, em parceria com o poderoso lobby do betão, transportes e restantes afiliados da modernidade irresponsável...
A ditadura do betão persiste! Até quando?! E tu, vais ficar a assistir, impávido e sereno, a mais um crime ambiental?!
Lê a tomada de posição e recusa a destruição do Vale do Coronado. Deixa a tua assinatura de apoio a esta eco-causa em www.convergir.org A CONVERGIR RECUSA A DESTRUIÇÃO DO VALE AGRÍCOLA DO CORONADO (MAIA-TROFA) Já lá vai mais de um ano desde que o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações apresentou o projecto de Rede Nacional de Plataformas Logísticas. Essa rede prevê a construção de uma plataforma intermodal, de características urbanas e nacionais, na área do Grande Porto, mais concretamente no Vale do Coronado, em terrenos pertencentes aos concelhos da Trofa e da Maia.
As associações integrantes da rede de cooperação interassociativa Convergir têm procurado acompanhar o processo, nomeadamente os esforços das populações e das associações de defesa do ambiente da região na procura de uma localização alternativa para a referida plataforma que evite a destruição do Vale do Coronado, mas têm visto o seu trabalho dificultado pelo muro de silêncio estabelecido à volta de todo este processo por parte das entidades oficiais.
Entende a Convergir que a dimensão do projecto, os impactes variados e significativos que lhe estão associados, nomeadamente os de natureza ambiental e social, e particularmente o facto de ele ser apontado para o Vale do Coronado, composto maioritariamente por terrenos agrícolas integrantes da Reserva Agrícola Nacional, justifica que a decisão que vier a ser tomada seja o mais amplamente participada, no respeito aliás de princípios hoje largamente aceites e reconhecidos por quantos assinaram a convenção de Aarhus, da qual Portugal é um dos subscritores.
A Convergir lamenta pois o secretismo que envolve todo o processo, e na linha das preocupações anteriormente manifestadas, particularmente pela ADAPTA – Associação para a Defesa do Ambiente e do Património na Região da Trofa, pela Cooperativa Agrícola de Santo Tirso e Trofa, pela Cooperativa Agrícola da Maia e pelas populações da região, particularmente das freguesias de S. Mamede do Coronado, de S. Romão do Coronado e de Folgosa, que, em sessão pública realizada no dia 7 de Dezembro de 2006, se manifestaram claramente contra a localização, vem alertar os responsáveis para o seguinte: 1. Apesar de alguns responsáveis governamentais terem afirmado que o projecto inicial foi alterado, com a diminuição para 160 hectares da dimensão da área a afectar à Plataforma Logística de Maia e Trofa, algo que está por confirmar, o problema de fundo subsiste na medida em que grande parte dessa área de 160 hectares é solo arável de Classe A e como tal integrante da Reserva Agrícola Nacional.
2. Mesmo com menores dimensões do que as inicialmente previstas e apesar de uma ligeira deslocalização para Sul, a implantação da plataforma logística da Maia/Trofa nos terrenos agrícolas do Vale do Coronado acabará por inevitavelmente levar à ocupação de todos esses terrenos, destruindo assim uma das maiores manchas de solo arável existente na Área Metropolitana do Porto.
3. A eventual destruição do Vale do Coronado, devido à construção de uma infra-estrutura logística de grandes dimensões, terá implicações ambientais enormes em toda a região, destruindo um valioso ecossistema que, não obstante as enormes pressões urbanísticas de que tem sido alvo, foi possível até agora preservar.
4. Sendo o Vale do Coronado formado por terrenos de aluvião, atravessados pela Ribeira da Mamoa, onde a água anda à superfície, a construção da plataforma logística nesses terrenos levará à impermeabilização de vastas áreas, com consequências ao nível das escorrências e do escoamento superficial e subterrâneo e consequentemente dos recursos hídricos existentes.
5. Com a construção da plataforma naquele local, a paisagem esteticamente agradável e a biodiversidade aí existentes serão profundamente afectadas, assistindo-se à fragmentação da paisagem e do habitat, bem como à destruição de solos férteis, com a correspondente disfunção ecológica. O ruído aumentará e o acréscimo da circulação de viaturas pesadas será responsável pela libertação de grandes quantidades de partículas e de químicos poluentes. Tudo isto provocará perturbações na saúde das populações e danos nos edifícios e no ambiente.
6. A localização de uma plataforma logística no fértil Vale do Coronado, encurralando a área urbana das freguesias de S. Romão do Coronado, de S. Mamede do Coronado, e de Folgosa, acarretará pois graves consequências para a qualidade de vida das populações dessas mesmas freguesias, destruindo um ecossistema milenar, que moldou a identidade das comunidades aí residentes, que desse ponto de vista ficarão irremediavelmente mais pobres.
7. No deve e haver das consequências económicas e sociais, o fim da actividade agrícola decorrente necessariamente da construção da plataforma não deixará de ter profundas consequências sobre o tecido produtivo da região, afectando drasticamente o rendimento de largas dezenas de famílias que da terra retiram o seu sustento. O legítimo e saudável apego de grande parte desses agricultores à sua actividade e à sua terra, e a um valioso património paisagístico e ecológico, faz com que alegadas vantagens económicas resultantes da plataforma, que podem ser obtidas em eventual localização alternativa, não possam de forma alguma compensar essa perda.
A Convergir é a favor do desenvolvimento, desde que este seja sustentável. Por isso, apesar da alegada importância económica, social e até ambiental deste projecto, não pode aceitar a sua localização prevista para o Vale do Coronado, tanto mais que existem outras alternativas que devem desde já ser estudadas, para que em sede de processo de Avaliação de Impacte Ambiental, no respeito pelos normativos legais em vigor, possam vir a ser confrontadas e avaliadas.
A Convergir manifesta total vontade e disponibilidade para participar num processo transparente e honesto tendo em vista evitar a destruição do Vale do Coronado. Cabe à tutela encontrar a melhor solução para que a Área Metropolitana do Porto possa vir a ter uma plataforma logística sustentável em local onde não sejam destruídos valores patrimoniais e naturais insubstituíveis, estando a Convergir disponível para colaborar na procura de alternativas. Mas exige também mais transparência e mais informação em todo o processo, na certeza de que jamais se comprometerá com uma solução que não respeite as pessoas e o ambiente, como parece ser o caso daquela que dizem estar prevista para o Vale do Coronado.
Porto, 19 de Outubro de 2007
Convergir - rede de cooperação interassociativa
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atenta na crónica do ambientalista Bernardino Guimarães, publicada no Jornal de Notícias, edição de 30 de Outubro de 2007
Já sabemos que, para muitos decisores políticos, urbanistas, planeadores e tecnocratas, o mundo rural, a terra, o solo agrícola, não merecem consideração. O que se vê é mesmo a tentativa de associar ruralidade a atraso e pobreza. O uso do solo para fins agrícolas é apenas tolerado, relegado para bem longe das cidades, que a lógica das mais-valias e da especulação fundiária a isso conduz. Não admira, por isso, que sobre o Vale do Coronado penda agora uma pesada ameaça.
Mas, de que estamos a falar? De um vale agrícola, cuja superfície ocupa partes dos concelhos da Maia e da Trofa, formado por terras de aluvião, férteis e abundantes em água. Esses terrenos pertencem, pela sua qualidade, à Reserva Agrícola Nacional, configurando uma das maiores manchas de solo arável na Área Metropolitana do Porto. Centenas de hectares abrigando agricultura viável e populações que, em boa parte, apesar do processo de urbanização adjacente, beneficiam das vantagens económicas e ambientais de uma tal paisagem, de contornos seculares.
Mas o Governo, através do Ministério das Obras Públicas, anunciou há um ano a instalação, ..em pleno Vale.. do Coronado, de uma plataforma intermodal, integrada na chamada Rede Nacional de Plataformas Logísticas.
Agrupar um conjunto de estruturas de apoio aos diferentes tipos de transportes, agilizando o tráfego de mercadorias e induzindo economias de escala- assim dizem os entendidos- pode até ser uma ideia defensável. Mas a localização, meu Deus, é que não podia ser mais infeliz e desastrada.
Voltamos ao início - que importa a fertilidade de um vale, a vida de tantas pessoas, uma paisagem íntegra e valiosa enquanto tal, sequer a necessidade de mantermos os poucos solos que ainda temos para produção alimentar de qualidade? Outros valores se alevantam, aparentemente. E a decisão política de ali construir, de betonar e poluir o vale e as suas águas, foi tomada e reafirmada.
Contestação aumenta
Pouco se sabe do assunto desde o anúncio da decisão, e nada tem sido discutido. A contestação vai subindo de tom, partindo dos agricultores, reunidos na cooperativa agrícola de Santo Tirso e Trofa e na sua congénere da Maia, e pelas populações, especialmente as das freguesias de S. Mamede do Coronado, de S.Romão do Coronado e de Folgosa, que têm comparecido a sessões em número considerável.
Face ao silêncio do Ministério (esperemos que não seja prenúncio de inflexibilidade) crescem inquietações. A Convergir - estrutura interassociativa ambientalista, tomou há dias posição "Com a construção da plataforma naquele local, a paisagem esteticamente agradável e a biodiversidade aí existente serão profundamente afectadas, assistindo-se à fragmentação da paisagem e do habitat, bem como à destruição de solos férteis, com a correspondente disfunção ecológica.
O ruído aumentará e o acréscimo da circulação de viaturas pesadas será responsável pela libertação de grandes quantidades de partículas e de químicos poluentes. Tudo isto provocará perturbações na saúde das populações e danos nos edifícios e no ambiente."
A verdade é que há alternativas de localização para a dita plataforma. O Vale do Coronado é que não pode ser removido para outro lugar, e o património económico, ecológico e cultural que encerra perder-se-á para sempre.
A agricultura não deve ser erradicada das periferias urbanas. Persistir nesse caminho é um erro trágico, que aliás contraria o que se vai fazendo em muitos países da União Europeia. Destruir a paisagem rural, substitui-la por betão e asfalto, eis o que pode ser considerado um crime contra o (nosso) futuro, mesmo que cometido em nome do sacrossanto progresso.
http://jn.sapo.pt/2007/10/30/porto/vale_coronado.html.... ....
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Tuesday, July 10, 2007
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BIFE Newsletter >> a fervilhar desde 1998
nota importante >> a leitura desta newsletter pode provocar dependência física – mais se informa que é desaconselhável a Duros de Ouvido e interdita a Velhos do Restelo. A BIFE Newsletter é gratuita; aceitam-se subscrições [infoline 966 862 294]. Posto isto, está mais do que na altura de esquecer o "business as usual" dominante. Faz como Fernando (em) Pessoa, "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Boa leitura, bons sons. Diverte-te! Segue-me...
nota não menos importante >> reencaminha, sff. Obrigado! Serás recompensado com um Tacho em Bruxelas ou numa qualquer Empresa Pública deste nosso Portugal Português... ;)
Olá, BIFEólico/a Anónimo/a!
Depois dos workshops de Meditação e d' O Poder do Optimismo Através do Yoga, a Turma Elegante volta a proporcionar mais um episódio de aprendizagem. Agora, prepara-te, a coisa promete!
http://turmaelegante.blogspot.com
workshop nº 3 Tantra, o Sexo Sagrado
Ministrado pelo mestre Luís Lima, este workshop pretende ensinar: > a abordagem teórica e prática do sexo na visão do Tantra e do Yoga; > a protelar e expandir a capacidade orgásmica; > a utilizar o acto sexual para atingir uma maior harmonia física, emocional e mental.
conteúdos - origem do Yoga; - uma visão geral do sexo nas culturas antigas; - o Yoga e o sexo; - a religião e o sexo; - o que é o Tantra?; - técnicas para canalizar as energias sexuais; - a utilização do sexo como sagrado; - os diferentes tipos de orgasmo.
Sexo Tântrico: realidade ou mito? Exclusivo dos praticantes de yoga? Expansão orgásmica ou yogásmica? David ou (en)Golias? Huuuum questões pertinentes, dúvidas existenciais...
local - AgraClub [Castêlo da Maia]
data/horário - domingo, 22 de Julho - 9h00 – 17h30 [almoço: 12h00 – 13h30]
preço - €50,00 [almoço não incluído]
BIFE RadioShow >> o primeiro programa de rádio com Aloe Vera!
domingos, 22-24 horas activismo eco-sócio-cultural Trofa FM 107.8 Grande Porto e Litoral Norte
no dito horário, também on-line em http://www.trofafm.net
9º Aniversário do BIFE RadioShow ;) Não batas palmas! Atira beijos, soutiens, euros e cintos de ligas ou de karate!!
Fica bem e... até de repente! vítor sá @ BIFE RadioShow ;)
[blog] http://abifanar.blogspot.com
[programa de rádio/myspace] http://www.myspace.com/biferadioshow
[BIFE/myspace] http://www.myspace.com/vitorsa
[turma de hatha yoga, artes marciais, pilates e jazz] http://turmaelegante.blogspot.com
[hi5] http://BIFE-RadioShow.hi5.com
[blog do programa] http://bife-radioshow.blogspot.com
Parcerias, sugestões, crónicas "open mind", promos, DJ sets, publicações, paletes de propostas mais ou menos indecentes, até mesmo fardos de palha para alimentar a Alma dos Burros, resmas de info cultural e ecológica... são sempre muito bem-vindos!..
BIFE – Engenharia Cultural, S.A. ;) [rádio/imprensa - vítor sá] Apartado 2151, 4476-909 Castêlo da Maia, Portugal
e-mail: bife.radioshow@gmail.com msn messenger: vitor.sa@tugamail.com infoline: +351 966 862 294
apelo da Gerência >> ah!, a BIFE Newsletter pode (e deve!) ser partilhada com Amigos, melómanos, filotécnicos, ecologistas, ONGs, editoras, bandas, agentes, promotores "and so on". Partilha esta mensagem com tudo e todos, reencaminha esta newsletter... O Exmo. Senhor Presidente do Conselho de Administração do BIFE RadioShow, S.A., agradece a ajuda! Cheers.
That's it! Acabou-se. Finito. Kaputo. The End. Obrigado pela atenção!
;)))
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Wednesday, February 14, 2007
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Category: Music
Caro/a BIFEólico/a Anónimo/a,
Aqui vai o convite para fazermos, juntos ou, quiçá, juntinhos, uma fantástica viagem pelo universo não menos fantástico da música dita alternativa! Queres boleia? Aproveita, afinal, segundo diz a concorrência, atrás do BIFE RadioShow seguem os melhores... ;)
convite
1-Evento-1 BIFE RadioShow fora-do-estúdio
Noite de Carnaval-Sem-Samba
bar Level, em Barcelos com vítor sá [BIFE RadioShow] 2ª feira, 19 Fevereiro, 23h00
Na noite de Carnaval, o BIFE RadioShow vai ter sessão ao vivo e a cores no bar Level, em Barcelos.
Será servida uma "soundwish" de nu-jazz, soul, funk, drum'n'bass, hip hop, electro, techno, dub, afro-beat, breakbeat, punk/rock e tudo à volta, com atitude não-DJ, ignorando as passagens perfeitas e o acerto das bpms! Ora, o bar Level está feito ao BIFE, afinal, é Carnaval, ninguém leva a mal.
Aparece!
Ah!, não ligo muito ao Carnaval, confesso! Mas, BIFE que é bife não nega as suas raízes Anglo-Sexónicas, vai daí, vou soltar a lésbica que há em mim! Assim, talvez vá mascarado de rainha Isabel II. Huuum francamente, tinha logo que ser com a tal rainha? Enfim, podia ter escolhido melhor! Ver p'ra crer a triste figurinha com roupinha monárquica... dasssseeeee ó gôda! :))
Até lá,
vítor @ BIFE RadioShow
;)
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Friday, November 10, 2006
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:: BIFE Newsletter :: a fervilhar desde 1998
:: nota importante :: a leitura desta newsletter pode provocar dependência física mais se informa que é desaconselhável a Duros de Ouvido e interdita a Velhos do Restelo. A BIFE Newsletter é gratuita; aceitam-se subscrições [infoline 966 862 294]. Posto isto, está mais do que na altura de esquecer o "business as usual" dominante. Faz como Fernando (em) Pessoa, "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Boa leitura, bons sons. Diverte-te! Segue-me...
Caro(a) Amigo(a),
O Eduardo Reis, o filósofo-cronista do BIFE RadioShow, faleceu! Ao longo de várias semanas, foram muitas as fantásticas crónicas que ele assinou, sempre com rigor na escrita e um apurado sentido crítico só comparável ao Marcelo Rebelo de Sousa ou ao Nuno Rogeiro! Diga-se que cursou Direito na Faculdade de Coimbra mas, na prática, era Canhoto, qual fenómeno do Entroncamento ou da Cover de Bruxelas! Um colaborador inesquecível, assim, nos próximos domingos, o BIFE RadioShow faz tributo ao Eduardo: leitura das últimas crónicas e o "DISCOrrer" de muitas emoções!... Ele merece, porra! É um até já, afinal, ele continuará a fazer parte da já denominada "equipa-maravilha" do BIFE RadioShow: o tridente "me, myself and I", a Dona Bernardete e o Filósofo! Provavelmente, um dia, todos os filósofos vão ser como ele! Ah!, as crónicas serão reunidas num blog que brevemente estará disponível...
Abifananços libidotrónicos!
Dizia a minha Prima-Vera que o meu "pensatempo" é a rádio! Acertou! Pois é, oito aninhos de emissões regulares e alternativas do BIFE RadioShow. Na verdade, a fase embrionária aconteceu em 1996, em Edimburgo, fortemente marcada pelo maior festival de artes do mundo. A primeira sessão foi para o ar em 16 de Julho de 1998, na Trofa FM, desde então com a dupla tarefa de desocultar artistas notáveis e de desopilar o fígado; propondo um livro aqui, uma música ali, um espectáculo acolá, uma exposição acoli, até mesmo um filme ou uma crónica mui abifanada ao dobrar a esquina, embora sabendo que tudo isto só pode provocar estranheza ao ouvido empedernido, ao coração meloso, ao preconceito inculto!
Capital Radiofónica da Cultura "Open Mind", dizem as "boas famílias", longe da ditadura da "playlist" e da escravidão dos padrões radiofónicos estabelecidos! A imensa minoria de BIFEólicos Anónimos cabe numa garrafinha de Danone Actimel: são tantos e tão saudáveis que até parecem bactérias Lactobacillus Casei Imunitass; 10 biliões, chiça, haja rádio para tanta gente! Whatever, grelhado, frito ou com as ouvintes a cavalo, o BIFE RadioShow continua bem mal passado. Boato ou talvez não, o que é certo certinho é que as ouvintes vegetarianas sintonizam o programa às escondidas só para não admitirem que este BIFE lhes dá tanto prazer!
A presente "soundwish" está completamente infectada pelo tal vírus do ritmo transmitido através de sets e até mesmo das malhas de Henrik Schwarz/Âme/Dixon, Nightmares On Wax, Spank Rock, Dirt Crew, Wax Tailor Rhythm And Sound, U-Clic já José González, Final Fantasy, Music A.M., Emiliana Torrini, entre outros, servem para sossegar as bpms! Provavelmente, o lado fascinante da vida é ouvir estas pérolas e achar o resto brutalmente pequeno. Música fascinante p'ra mim, p'ra ti! Se se diz que uma imagem pode valer mil palavras, ora, uma palavra ou uma batida podem valer mil imagens diferentes no espectro hertziano. A propósito, já falaste com o teu programa de rádio?!
O Verão não me agrada, na verdade, eu aprecio é a minha prima-Vera! O dito período estival é justamente conhecido, nos meios jornalísticos, pela "silly season". Escasseiam as notícias e, no fundo, qualquer coisa é notícia, até o 8º aniversário do BIFE RadioShow! Muito "silly"? Só se for para os tolos... Com o país a banhos, vou aproveitar a distracção e é desta que deitarei as mãos aos grupos Media Capital, Impresa e Sonae vou lançar-lhes uma OPA, em simultâneo! Rai's me partam, vou! Oh, que "silly"!
Apetece mesmo é desligar tudo: telemóvel, messenger, myspace, ipod, festivais de música e tudo à volta! Apenas o BIFE RadioShow deve continuar ligado, apelando aos sentidos e à curiosidade, ajudando a estabelecer cumplicidades entre corpos segundo a cadência das bpms: os preliminares sob orientação downtempo, depois, soltar a franga sob batidas drum'n'bass (ou electro) e acabar numa atmosfera pós-love com o reggae como pano de fundo não seleccionei nada de house, afinal, na minha ou na "house" dela, o suSexo é... garantido!
Brevemente, abertura do blog oficial do BIFE RadioShow. Entretanto, podes consultar a página no myspace (www.myspace.com/biferadioshow), ainda em construção, mas já com alguns jingles e uma imensa minoria de BIFEólicos Anónimos!...
O BIFE RadioShow também vai de férias em Agosto: a emissão fica em piloto automático, só com música abifanada, sem conversa pelo meio. Ah!, votos de boas férias (vividas, mesmo!, e não apenas passadas) e bons banhos de sol... da meia-noite!
Urge abanar a intragável "silly season", assim, se quiseres conhecer os meus burros (o Spud e a Lola) e, já agora, dar um passeio, não hesites!!! Só tens que me contactar! A BIFElândia está à tua espera e vai proporcionar eco-actividades já com a permacultura (ecologia sustentável e agricultura biológica) na nossa linha do horizonte!...
Eles disseram...
«Dentro de vinte anos, sentir-te-ás mais desiludido pelas coisas que não fizeste do que por aquelas que fizeste. Assim, desfralda as velas ao vento. Afasta-te de porto seguro. Aproveita os ventos alísios. Explora. Sonha. Descobre!» [Mark Twain]
«Os leitores são umas putas; amam-nos e depois deixam-nos.» [António Lobo Antunes]
«Os meus ouvintes são uns cães; juraram-me fidelidade "ad eternum". Adoro-os!!!» [Vítor Sá @ BIFE RadioShow]
«O mundo é dos optimistas. Os pessimistas não passam de espectadores.» [Ernesto Che Guevara]
«Bem, grande Mulher, a Dona Bernardete! Ou tem pais ricos! Ou ganhou a lotaria! Ou foi ao BES! Ou é colaboradora oficial do BIFE RadioShow...» [Vítor Sá @ BIFE RadioShow]
Já agora, atenta nas acções da AEPGA, associação com a qual tenho o grato prazer de colaborar! 'Bora lá! A dita info segue mais à frente! :)
E... apoia a AMI @ Líbano. Uns simples euros já ajudam a ajudar!!! +info em www.fundacao-ami.org
Registe-se que esta newsletter mui abifanada foi confessada ao papel com o precioso auxílio de uma esferográfica BIFE perdão, Bic, remember? sim, aquela do tipo BIFE laranja, BIFE cristal: BIFE laranja para escrita fina, BIFE cristal para escrita normal, duas escritas à nossa escolha! BIFE BIFE BIFE BIFE BIFE BIFE. As esferográficas BIFE patrocinam o BIFE RadioShow, claro!
Beijocas e/ou Abraços,
Vítor Sá @ BIFE RadioShow
:: BIFE RadioShow >> capital radiofónica da cultura "open mind". >> o primeiro programa de rádio com Aloe Vera! >> tarefa: desocultar artistas notáveis, desopilar o fígado e... morenar corações!
>> um regaço de cultura(s), um mar de sorrisos, um colo de mimos!
>> manobras alternativas @ Trofa FM 107.8 Grande Porto e Litoral Norte, aos domingos, nunca antes das 22 e nunca depois das 24 horas. Vozes de Burro já chegam ao Céu com a emissão on-line em www.trofafm.net
>> menú: uma "soundwish" de música alternativa, anti-top urbana contemporânea de raiz electrónica, funk, soul, (nu)jazz, drum'n'bass, hip hop, dub, breakbeat, mpb, broken beat, world music, experimental, pós-rock/punk e... tudo à volta! + divulgação ecológica e multicultural (concertos/DJing, teatro, cinema, artes plásticas, dança, performance, literatura, novo circo, moda, direitos de todos os animais - humanos e não humanos).
8º Aniversário!!
13.07.1998-2006
Não batas palmas. Atira beijos e euros!! ;)
:: nota não menos importante :: outras sugestões da ecléctica BIFE Agenda Cultural não figuram nesta newsletter, mas estão disponíveis na eMissão do BIFE RadioShow. Pois é, se fosse chegar aqui e despejar a agenda na íntegra... até que seria simples e, assim, "me, myself and I" ainda te afinfava, gratuitamente, com um montão de sugestões culturais. Conselho: caro(a) leitor(a), abandona o nacional-conformismo e, se quiseres saber algo mais sobre artes de palco, DJing, exposições e tudo à volta, sintoniza o BIFE RadioShow no apeadeiro mais próximo. Junta-te à Imensa Minoria de BIFEólicos Anónimos! Do que é que estás à espera?
:: apelo da gerência :: a BIFE Newsletter pode (e deve!) ser partilhada com Amigos, melómanos, filotécnicos, ecologistas, ONGs, editoras, bandas, agentes, promotores "and so on". Partilha esta mensagem com tudo e todos. Reencaminha este mail. O Exmo. Senhor Presidente do Conselho de Administração do BIFE RadioShow, S.A., agradece a ajuda! Cheers.
Parcerias, sugestões, crónicas "open mind", promos, DJ sets, publicações, paletes de propostas mais ou menos indecentes, até mesmo fardos de palha para alimentar a Alma dos Burros, resmas de info cultural e ecológica... são sempre muito bem-vindos!...
BIFE - Engenharia Cultural, S.A. ;) [rádio/imprensa :: vítor sá] Apartado 2151, EC Castêlo da Maia, 4476-909 Avioso (Santa Maria), Portugal e-mail: bife.radioshow@gmail.com msn messenger: vitor.sa@tugamail.com infoline: +351 966 862 294
http://www.myspace.com/biferadioshow
http://www.myspace.com/vitorsa
http://BIFE-RadioShow.hi5.com
1. Passeios de Burro e outras "cousas"
+ info em www.aepga.pt
Não percas as actividades da AEPGA.
2. Sugestão de livro: BITCHO BRAVO, de Ricardo Rodrigues
BITCHO BRAVO é um livro agora editado pelas Publicações D. Quixote, integrado na colecção Cadernos de Reportagem desta editora, e é a primeira obra de Ricardo Rodrigues. A história foi publicada, na Primavera de 2005, na revista Notícias Magazine, sob a forma de reportagem, na sequência da qual a D. Quixote convidou Ricardo Rodrigues para escrever esta obra que conta também com fotografias de Jordi Burch.
BITCHO BRAVO fala-nos de uma batalha silenciosa entre homens e lobos no Barroso transmontano. Nessa região isolada, onde as alcateias conseguem sobreviver e os hábitos da população pouco mudaram nos últimos séculos, o animal tem fama de maldito e é protagonista de narrativas arrepiantes. Quando, há dez anos, um biólogo lisboeta chegou a Montalegre para ir estudar os «bitchos bravos» - como são chamados no dialecto barrosão - não fazia ideia de que iria encontrar tamanho ódio ao lobo, perpetuado ao longo de gerações e gerações. Mas isso não o deteve: à medida que ia aprofundando os estudos, conseguia manter conversas de horas com os bichos, brincar com as crias, fazer festas aos adultos. Ao fim de uma década no meio dos animais, tornou-se membro de pleno direito da alcateia. Foi assim que Francisco Álvares se transformou em Chico dos Lobos.
«A maldição sente-se por toda a região do Barroso, no lado transmontano do Gerês. É, afinal, uma terra de esquecidos, onde o lobo ainda consegue resistir. Aqui, aprende-se desde a infância que o «bitcho bravo» tem poderes sobrenaturais e é amigo do diabo. Faz-se-lhe caça. Lobo peludo não pode por isso confiar em lobo calvo, o animal que se levanta em duas patas e mata tudo o que encontra pela frente. Mas todas as guerras têm os seus dissidentes e, neste caso, ele chama-se Chico dos Lobos. Esse que passa noites na serra a falar com as alcateias.»
RICARDO RODRIGUES nasceu em 1976 e vive em Lisboa. Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, iniciou a sua actividade profissional em 1998, na RTP. Integrou a equipa fundadora da revista Focus, onde trabalhou nas editorias de Cultura, Sociedade, Internacional e Reportagem. Publicou na edição francesa do semanário Courrier International e colaborou com o The History Channel. Está, desde 2004, na revista Notícias Magazine, onde recentemente (já em 2006), viu a sua reportagem Os Pretos de Onor galardoada com uma menção honrosa do prémio de jornalismo A Família na Comunicação Social.
That's it! Acabou-se. Finito. Kaputo. The End. Obrigado pela atenção!
FW, please! Spread the word...
;) :))
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Monday, July 10, 2006
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Dance Club Awards
A Dance Club é uma revista mensal dedicada à cultura musical electrónica.
Os Dance Club Awards são uma iniciativa da revista Dance Club e o seu objectivo é o de premiar uma vertente musical e artística habitualmente esquecida nas restantes entregas de prémios nacionais: a música electrónica. As categorias abrangem todas as vertentes da cultura electrónica nacional e internacional; vão desde a edição discográfica, passando pelos DJs e produtores, até aos patrocinadores, bares, fabricantes de equipamento, programas de rádio e muito mais!
www.danceclub.pt/awards
A quinta edição dos Dance Club Awards aconteceu no dia 7 de Julho de 2006, na discoteca Buddha, na Póvoa de Varzim. Os nomeados, os convidados e o público, reunidos para assistir, ao vivo e a cores, à entrega dos prémios aos eleitos pelos leitores da revista Dance Club.
Dance Club Awards 2005
nomeados na categoria de Programa de Rádio
> Caixa de Ritmos (Nuno Reis_Antena 3); > Lux Sagres FM (Rui Vargas_Rádio Oxigénio); > Nova Era Club (Sérgio Manuel_Nova Era); > Raveolutions (Lena Isabel_Rádio Universitária do Algarve); > BIFE RadioShow (Vítor Sá_Trofa FM)
and the winner is... Sérgio Manuel!
A quarta edição dos Dance Club Awards aconteceu no dia 27 de Junho de 2005, no Belém Bar Café, em Lisboa; os nomeados, os convidados e o público, reunidos para assistir, ao vivo e a cores, à entrega dos prémios aos eleitos pelos leitores da revista Dance Club.
Dance Club Awards 2004
nomeados na categoria de Programa de Rádio
> Grande Sofá (Carlos Cardoso_Antena 3); > DanceFloor (DJ Vibe_Antena 3); > Lux Sagres FM (Rui Vargas_Oxigénio); > Nova Era DJ (Sérgio Manuel_Nova Era); > BIFE RadioShow (Vítor Sá_Trofa FM)
and the winner is... DJ Vibe!
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Sunday, July 09, 2006
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Category: Romance and Relationships
Elogio ao Amor
Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não sepercebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se podeceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
Miguel Esteves Cardoso, in "Expresso"
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Saturday, July 01, 2006
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DANCE CLUB AWARDS
A Dance Club é uma revista mensal dedicada à cultura musical electrónica. Os Dance Club Awards são uma iniciativa da revista Dance Club e o seu objectivo é o de premiar uma vertente musical e artística habitualmente esquecida nas restantes entregas de prémios nacionais: a música electrónica.
As categorias abrangem todas as vertentes da cultura electrónica nacional e internacional e vão desde a edição discográfica até aos DJs e produtores, passando pelos patrocinadores, bares, fabricantes de equipamento, programas de rádio, entre muitos outros. A eleição dos vencedores é feita pelos leitores da revista.
www.danceclub.pt/awards
Dance Club Awards 2005
7 de Julho 2006, discoteca Buddha, Póvoa de Varzim
nomeados na categoria de Programa de Rádio
> Caixa de Ritmos (Nuno Reis_Antena 3); > Lux Sagres FM (Rui Vargas_Rádio Oxigénio); > Nova Era Club (Sérgio Manuel_Nova Era); > Raveolutions (Lena Isabel_Rádio Universitária do Algarve); > BIFE RadioShow (Vítor Sá_Trofa FM)
and the winner is... Nova Era Club!
Dance Club Awards 2004
27 de Junho 2005, Belém Bar Café, Lisboa
nomeados na categoria de Programa de Rádio
> Grande Sofá (Carlos Cardoso_Antena 3); > DanceFloor (DJ Vibe_Antena 3); > Lux Sagres FM (Rui Vargas_Oxigénio); > Nova Era DJ (Sérgio Manuel_Nova Era); > BIFE RadioShow (Vítor Sá_Trofa FM)
and the winner is... DanceFloor!
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