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June 9, 2009 - Tuesday 
19 Junho, sexta
 
20H00 | Noite dos Morcegos - [cina]
21H30 | Workshop de Danças Tradicionais 1 (Matias) - [recinto]
22H00 | Concerto com - [recinto]
24H00 | Concerto com MOSCA TOSCA - [recinto]
 
20 Junho, sábado
 
10H00 | 11H30 | 14H00 | 15H30 | Visitas ao Carsoscópio - [cina]
10H30 | 14H00 | Atelier para Crianças – [cina]
 
09H30 | Percurso Pedreste - [recinto]
10H00 | Workshop de Yöga - [recinto]
11H00 | Workshop de Shiatsu - [recinto]
11H00 | Apresentação do Estudo/Inquérito à Juventude no Distrito de Santarém – [auditório do cina]
11H30 | Workshop de Danças Tradicionais 2 (Patricia Vieira) – [recinto]
12H00 | Massagem Ayurvédica - [recinto]
 
14H00 | Workshop “ser e estar na Europa” (fajudis) – [auditório do cina]
15H00 | Workshop de Kenpo – [recinto]
15H00 | Redes e Desenvolvimento (Dr Rui Despiney) – [auditório do cina]
16H30 | Workshop de Yöga - [recinto]
17H00 | Workshop de Danças Tradicionais 3 (Rita Duarte) – [recinto]
17H00 | Sessão de oficialização da Rede Pró-Carso – [auditório do cina]
 
20H00 | Noite dos Morcegos - [cina]
22H00 | Concerto com ALFA ARROBA – [recinto]
24H00 | Concerto com FOL&AR – [recinto]
 
21 Junho, domingo
 
10H00 | 11H30 | 14H00 | 15H30 | Visitas ao Carsoscópio - [cina]
10H30 | 14H00 | Atelier para Crianças – [cina]
 
09H30 | Percurso Pedreste - [recinto]
10H00 | Workshop de Yöga - [recinto]
11H00 | Workshop de Shiatsu - [recinto]
11H00 | Associativismo e Desenvolvimento Local – [auditório do cina]
11H30 | Workshop de Danças Tradicionais 4 (Matias & Patricia) – [recinto]
12H00 | Massagem Ayurvédica - [recinto]
 
15H00 | Workshop de Kenpo – [recinto]
15H00 | Rede Pró-Carso... e agora?? – [auditório do cina]
16H30 | Workshop de Danças de Salão (Escola de Alcobertas) – [recinto]
16H30 | Workshop de Yöga - [recinto]
17H00 | Jogo do Pau - [recinto]

17H30 | Rancho Folclórico de Chãos – [recinto]
18H00 | Concerto com NO MAZURKA BAND – [recinto]

[cina] - Centro de Interpretação das Nascentes do Alviela
[recinto] - Praia Fluvial Olhos d'Água

June 5, 2009 - Friday 
O Wicca 
 
      Wicca é uma das nomenclaturas para a religião celta, embora as suas raízes sejam muito mais recuadas. Pensa-se que Wicca vem da expressão “the wise ones” ( “os sábios”), isto é, os que punham a sua sabedoria ao serviço da comunidade, tentando curar os doentes, afastar os males e dirigir os rituais dos dias sagrados que marcavam a Roda do Ano.

      No entanto, pela sua raiz gaélica, a palavra Wicca também quer dizer “dobrar” ou “moldar”, tal como Wit, Witta, Wicce ou Vitki, palavras das antigas línguas irlandesa, anglo-saxónica e germânica, também usadas para designar estas pessoas. A ideia de dobrar ou moldar tinha a ver com a natureza das suas funções, que era precisamente a de fazer as coisas mudarem. Assim, a magia consiste numa forma de captar energia, canalizando-a para operar uma transformação, através de um ritual que normalmente se realiza dentro de um espaço consagrado.

Os rituais da Velha Religião, isto é, da magia celta, muito mais velha do que o cristianismo, foram um dos modelos de base da religião cristã.

      Todos os deuses e deusas da mitologia celta representam os vários aspectos do Espírito Santo presente em todas as coisas e todos os seres. O próprio cristianismo também tem santos e santas padroeiros de determinadas doenças e situações, subdividindo algumas entidades, como o caso do culto a Maria, em que a mesma figura é representada sob muitos aspectos. Da mesma forma, a Velha Religião tinha essa ideia de que todo o universo era uno e ocupado por uma força motriz, o Espírito Santo, que se manifesta sob múltiplos aspectos.

      As raízes da Velha Religião são muito antigas e os vestígios pré-históricos que restam parecem indicar a prática de rituais associados ao fogo, à cura das doenças, à caça, à fertilidade dos animais, das plantas e da tribo, tendo a religião celta desenvolvido uma forma de culto com grandes ligações à Natureza, que assinalava as fases da Lua e a passagem das estações.

      A Wicca é uma religião da terra e também uma filosofia positiva de vida, que se baseia no respeito pela natureza e na reverência perante a vida em todas as suas formas.  
June 5, 2009 - Friday 
O Solstício de Verão - Litha (21 de Junho)
 
      Apesar de não ser a data exacta do Solstício, convencionou-se ser este o dia do Solstício de Verão, pois é o dia mais longo do ano, em que a luz e a vida são abundantes. O Deus Sol ( o Pai) atinge o seu poder máximo, antes de morrer e é representado usando uma coroa de rosas. As flores e os espinhos simbolizam as duas pulsões vitais, a fertilidade e a morte, Eros e Thanatos. Nesta altura, a Deusa está prenhe, tal como a Terra Mãe está verde e promete boas colheitas. Deste modo, as festas do Solstício focam a atenção do indivíduo para fora de si mesmo, para a natureza em todo o seu esplendor, experimentando a alegria da plenitude e da abundância, provando os primeiros frutos da estação.

      Este dia marca o princípio do declínio da força do Sol, mas a estação é em si mesma erótica. O Sol, as flores e a Terra estão em pleno desabrochar, criando uma atmosfera de paixão.

      Litha era o dia de reparar os limites das povoações (muralhas, paliçadas). Outra tradição, só levada a cabo pelos mais valentes, era a de passar esta noite no meio de um círculo de pedras (um cromeleque), uma espécie de iniciação em que o indivíduo, na melhor das hipóteses, adquiria o poder da inspiração para se tornar um poeta ou um bardo. Também era a noite em que as serpentes se juntavam e rolavam num novelo, engendrando um glain, chamado “ovo das serpentes”, “pedra das serpentes” ou “ovo dos druidas”. Quem conseguisse obter esta bola, adquiria poderes mágicos. Numa lenda galega, Merlin vai à procura deste ovo, acompanhado pelo seu cão preto.

      Nesta noite, o “povo pequenino” (os duendes) estava particularmente animado e podia ser visto se um indivíduo esfregasse sementes de feto nas pálpebras enquanto o relógio batia a meia-noite. No entanto, para fazer isto e continuar protegido (os duendes não gostam que os vejam), era também necessário ter um pouco de arruda na algibeira ou, na sua falta, usar o casaco vestido do avesso. Falhando estes estratagemas, o indivíduo só ficaria a salvo se conseguisse atravessar água corrente.

      A tradição manda também decorar a casa com ramos de bétula, funcho, erva de S. João e lírios brancos, especialmente sobre a porta principal.

      Cinco plantas têm propriedades mágicas especiais durante esta noite: a arruda, as rosas, a erva de S. João, a verbena e o trevo.

      Os ícones principais para este dia são a esfera, símbolo do Deus Sol na sua plenitude, e o caldeirão, símbolo da generosidade da Deusa. Outros símbolos são o fogo, as penas, as espadas (ou as lâminas em geral) e os discos que representam o Sol.

      As cores de Litha são o verde, o amarelo e o dourado, e as deidades para este Sabbat são os deuses de maior força e poder, as deusas grávidas e as deusas da luxúria. A Deusa toma o aspecto de Mãe.
June 5, 2009 - Friday 
O Rio Alviela

O Alviela é um rio português
afluente do rio Tejo que nasce na Gruta do Alviela, Serra D'Aire, junto à confluência com a Ribeira dos Amiais no concelho de Alcanena, freguesia da Louriceira, atravessa as freguesias de Vaqueiros, Pernes e São Vicente do Paul até desaguar no Tejo perto de Vale de Figueira no concelho de Santarém, após percorrer os seus cerca de 100 quilómetros de comprimento.
O Alviela, através do Aqueduto do Alviela é um dos rios que fazem parte do sistema de abastecimento de água da EPAL à cidade de Lisboa e municípios limítrofes desde 1880. Nasce numa exsurgência na rocha a que é dado o nome de Olhos de Água, formando aí uma pequena cascata com cerca de 14 metros que cai sobre a ribeira de Pernes. Próximo da sua nascente forma-se uma praia fluvial (Olhos d'água). Um dos troços desse aqueduto constitui o Sifão do Canal do Alviela, notável obra de engenharia situada em Sacavém, onde o aqueduto atravessa o Rio Trancão.

A Praia Fluvial Olhos D'Água

Banhada pelo rio Alviela, esta praia fluvial é dotada de boas infra-estruturas: zona de actividades aquáticas, parque de merendas, parque infantil, campo de jogos, circuito de manutenção e parque de campismo. Aqui encontra-se ainda o Centro de Interpretação das Nascentes do Alviela (CINA), um centro de ciência viva, dedicado à divulgação do conhecimento sobre morcegos, espécie que se encontra em perigo de extinção.

Acesso a deficientes, Duches, Aluguer de toldos e espreguiçadeiras, Bar, Mergulho, Futebol de praia, Instalações sanitárias, Parque de campismo, Praia vigiada, Restaurante, Voleibol de praia


June 5, 2009 - Friday 
O Centro Ciência Viva do Alviela - CARSOSCÓPIO é um espaço interactivo de divulgação científica e tecnológica, integrado na Rede de Centros da Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica.
Localizado na fronteira entre a Estremadura e o Ribatejo, o Centro Ciência Viva do Alviela - CARSOSCÓPIO proporciona aos seus visitantes, através da alta tecnologia, uma aventura empolgante que desce às profundezas da terra em busca das origens da nascente do Alviela, percorre as estações do ano revelando a influência destas na constituição de uma das maiores reservas de água doce do país e explora os refúgios ocultos dos morcegos cavernícolas, que têm nesta zona um dos seus habitats de eleição.
Além da exposição interactiva, o Centro Ciência Viva do Alviela - CARSOSCÓPIO actua como dinamizador de exposições temporárias, eventos científicos e actividades lúdico-pedagógicas de interior e exterior, oferecendo aos visitantes as mais diversificadas experiências de harmoniosa comunhão entre a Ciência, a Tecnologia e a Natureza.

Festival Aire Folk



Last Updated: 6/18/2009

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