MySpace
myspace music

Theatro de Seraphin -----------------------

Tuesday 23/06/2009 
Theatro de Seraphin
Saturday 20/06/2009 
Novo album. Lançamento 30 de Junho.
Wednesday 31/12/2008 
Além da indicação para melhor album de 2008, a Theatro de Séraphin também foi destaque nos blogs de rock soteropolitanos:

BUENAS ROCKS
http://buenasrocks.blogspot.com/2008/12/este-no-foi-um-ano-de-grandes.html

ROCK LOCO
http://rockloco.blogspot.com/2008/12/destaques-de-2008-as-velhas-listas.html
Monday 17/11/2008 

Prêmio Bahia de Todos os Rocks 


Continuamos a série Conheça os Indicados, agora com a banda Theatro de Séraphin, indicada na categoria Álbum do Ano, pelo CD "EP":


Foto: Thiago Fernandes


-----
O que é a banda Theatro de Séraphin?


[Marcos] Uma banda de rock alternativo bastante influenciada pelo pos-punk inglês e pela literatura existencialista, mas que procura acima de tudo fazer um som original, com uma pegada forte.


[Artur] Uma banda de rock independente que se inspira em poesia e realidade abstrata para falar com as pessoas.


-----
Qual é a sensação de ser um dos três indicados a Álbum do Ano?


[Marcos] Ficamos felizes. É sempre bom ter o esforço reconhecido e, de fato, trabalhamos com cuidado e com vontade de fazer o nosso melhor.


[Artur] É bacana!


-----
Em um cenário que cada vez mais prioriza o download individual de canções, qual é o lugar do álbum e seu conceito na carreira de uma banda e na relação com o seu público?


[Marcos] Um álbum materializado serve justamente a isso: ajudar a fechar um conceito de banda.


[Artur] Pessoas que compram CD's são pessoas que também baixam músicas na internet. É complicado entender, imagina explicar!


-----
Por que investir em CD, e não em um pen drive, por exemplo?


[Marcos] É verdade que estamos num tempo de fragmentos e rápida obsolescência de qualquer produto. Mas de alguma forma tentamos resistir um pouco ao lado perverso desse processo. O álbum é também essa tentativa de fazer sua obra durar no tempo.


Mas não descartamos as novas mídias e os novos suportes; a Theatro de Séraphin sempre usou as novas tecnologias; temos conteúdo disponível para internet e para celulares.


[Artur] Lançar um CD não significa manter-se à parte de outros processos de divulgação. Dessa forma, exploramos todos os meios para atingirmos as pessoas com nossas canções.


 
-----
Como analisa a atual situação do mercado do rock baiano?


[Marcos] Irregular e cíclico. Na verdade, como sempre foi. No momento, apesar do grande número de boas bandas, nem dá pra falar em mercado. Estamos numa fase anterior a isso. 


[Artur] Ainda pequeno e confuso, mas com visível melhora no últimos anos.
 
-----
O que é preciso para um artista/banda ser profissional?


[Marcos] O básico. Precisa entender do seu métier, ou seja, um músico precisa saber tocar. Precisa tentar fazer sempre o seu melhor, tecnicamente e artisticamente.
 
-----
Será que dá pra sugerir quais foram os motivos que levaram o júri a indicar a banda Theatro de Séraphin?


[Marcos] Acho que a coerência do trabalho, já que todas as músicas refletem o todo; a qualidade técnica de gravação, mixagem e masterização, além, é claro, da qualidade artística do trabalho.


[Artur] Penso que as canções chamaram a atenção pela unidade e personalidade, pela mensagem instântanea e certa tristeza verdadeira, pela sinceridade.


http://bahiadetodososrocks.com.br/blog.asp 

Tuesday 04/11/2008 

THEATRO DE SÉRAPHIN – “EP” 

O primeiro acorde da primeira canção do álbum “EP” da Theatro de Séraphin soa sombrio. Não é um disco 'fácil'. Seu clima meio desértico, lento, sufocante, pode a princípio até assustar almas desavisadas. EP, com apenas seis músicas, foi co-produzido e gravado por Jera Cravo, e lançado pelos selos Big Bross e Atalho Discos, com participação de Danny Nascimento e Fernando Cardel. As melodias são bem trabalhadas e se ajustam muito bem numa voz rasgada que destila melancolia. As letras falam de solidão, angústia e sensação de estar sem saída com uma beleza libertadora. São grandes canções, com forte conteúdo autoral, musical e poético, e executadas com igual qualidade instrumental. A Theatro de Séraphin rearranja, com personalidade própria, influências da densa e melancólica escola pós-punk inglesa, trazendo um clima noir, em quase cinco anos de existência, formada por integrantes com história no rock baiano. 

http://www.bahiadetodososrocks.com.br/004_album_ano.html

Wednesday 30/04/2008 
"
Tuesday 29/04/2008 
Theatro de Séraphin, da Bahia, lança belo EP      
    
* Fernando Rosa

A banda baiana Theatro de Séraphin acaba de lançar um novo trabalho, desta vez um EP contendo seis canções. Trata-se de um dos melhores lançamentos da cena independente deste primeiro semestre. São grandes canções, com forte conteúdo autoral, musical e poético, e executadas com igual qualidade instrumental. A banda surgiu em 2004 e é formada por Artur Ribeiro, voz e guitarra, Marcos Rodrigues, baixo, Cezar Vieira, guitarra e J. Wilquens Dantas, bateria. Fora Dantas, caçula da banda, os demais são oriundos da cena da segunda metade dos anos 80 em Salvador. Artur foi das bandas Elite Marginal e Treblinka, Marcos fez parte da Via Sacra e Cezar, da Brincando de Deus. Senhor F entrevistou Marcos, que fala da história da banda, do novo disco e planos futuros. O disco é um lançamento do selo Big Bross.

Entrevista

Senhor F - O som de vocês foge ao, digamos, esperado, de Salvador... Ao mesmo tempo, existe uma tradição "indie" local, por conta do lendário Brincando de Deus ... Bem, o que queremos saber é qual é a praia de vocês, do ponto de vista sonoro? Influências, de fora, daqui, clássicos, recentes?

Marcos - Pois é. Não à toa o guitarrista da banda, Cezar Vieira, é o mesmo cara por tras dos riffs da Brincando de Deus. Quanto às nossas influências musicais as mais obvias são aquelas que fizeram parte da nossa formação; boa parte do rock inglês pos 77. O postpunk do The Cure, The Smiths, Echo and the Bunnymen, Siouxsie, Killing Joke, Bauhaus, mas também o shoegaze do Ride, o britpop do Ocean Colour Scene e bandas noisy como Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine e Sonic Youth. Também os sons de New York do final dos 70, como Television, Blondie e Talking Heads.

Senhor F - Quando surgiu a banda, quem faz parte dela? Qual a trajetória de seus integrantes, antes do Theatro de Séraphin? Falando nisso, é inevitável perguntar de onde vem o nome da banda?

Marcos - A banda surgiu em 2004 e é formada por Artur Ribeiro, voz e guitarra; Marcos Rodrigues, baixo; Cezar Vieira, guitarra e J. Wilquens Dantas, bateria. Fora Dantas, caçula da banda, todos nos viemos da cena da segunda metade dos anos 80 em Salvador. Artur foi das bandas Elite Marginal e Treblinka, eu era da Via Sacra e Cezar, da Brincando de Deus. O nome da banda vem de um capitulo do livro Paraisos Artificiais, de Charles Baudelaire, onde ele fala sobre o haxixe. O mesmo nome foi usado por Antonin Artaud no seu livro o Teatro e seu Duplo. Os dois "pegaram" o nome do primeiro Teatro de Sombras Chinesas montado em Paris no final do século XIX por uma cara chamado Dominique Séraphin. Era muita referência interessante...

Senhor F - Este EP é o primeiro trabalho da banda, ou saiu algo antes dele? Quando foi gravado, onde, quem produziu? Algum plano a curto ou médio prazo de lançar um disco-cheio?

Marcos - Antes do EP, lançamos um single e mais algumas músicas, frutos das seções de gravações com o antigo guitarrista, que estão disponiveis online na Trama Virtual. O disco foi gravado, mixado e masterizado aqui mesmo em Salvador, por Jera Cravo com nossa co-produção. A idéia e começar a trabalhar num próximo registro no segundo semestre. Já temos músicas suficientes para um novo álbum, num formato mais tradicional (ou cheio, como você diz).

Senhor F - Como é a cena independente em Salvador? Qual o espaço para uma banda com a sonoridade de vocês, mas "indie"? Vocês tem se apresentado em outras capitais do Nordeste? Em festivais?

Marcos - Salvador tem muitas bandas, alguns selos e pouquissimas casas adequadas para o público que gosta de rock. Mas isso oscila todo o tempo, desde Raul Seixas, passando pelo Camisa de Vênus etc. No momento, acho que está melhorando e no final do ano passado o festival local, 'Boom Bahia', retornou com a perspectiva de se manter periódico. A Theatro de Séraphin tem se apresentado com mais freqüência, mas nosso público é pequeno, como é de se imaginar para uma banda com a nossa sonoridade, numa cidade com uma inclinação patológica para o clima de "tira o pé do chão!". A Theatro de Séraphin circulou pouco até agora. Ficamos mais restritos as cidades baianas. Estavamos esperando sair o cd para esboçar um circuito nacional, seja nos festivais ou em pequenos espaços.

Senhor F - A música de vocês aposta em letras mais elaboradas, poeticamente mais intensas. O que acham dos textos da cena independente nacional, em geral? Alguém, ou alguma coisa, chama mais a atenção de vocês?

Marcos - Sinceramente, ouvimos muito pouco a cena nacional. Essa massa amorfa de emos, clones do The Who e orfãos do Los Hermanos definitivamente não nos interessa. Eu, particularmente, ainda ouço o Violeta de Outono. Dos mais novos, gosto dos Violins.

Senhor F - O que vocês andam ouvindo mais ultimamente, tanto sons de fora, quanto nacionais, e/ou independente? Alguma banda em especial faz a cabeça da banda?

Marcos - Individualmente ouvimos coisas muito diversas que vão da chamada vanguarda paulista de Arrigo Barnabé e Itamar Assumpção, passando pela chanson française de Piaf, Jacques Brel, Gainsbourg (inclusive a Charlotte) e cool jazz (Miles, Chet Baker). Dos mais recentes, e de forma coletiva, ouvimos bandas como Interpol, The Stills, Snow Patrol, Placebo (que tivemos a opotunidade de tocar no mesmo palco e conhecer os caras durante as seletivas do Claro Q é Rock), além de trip hop (Morcheeba, Portishead, Massive Attack). Artur, vocalista, é fã confesso da Bjork; eu ando ouvindo muito pop eletrônico como Royksopp, Air, Lamb, Telepopmusik. Dantas, o baterista, cava um monte de coisas mais obscuras da cena francesa na linha do Nouvelle Vague e Cezar chega a ser especialista em eletrônico mais dançante, inclusive em drum'n'bass.

* Fernando Rosa é editor de Senhor F.
   
 
Wednesday 02/04/2008 

http://www.miguelcordeiroarquivos.blogger.com.br/

A Theatro de Sèraphin é uma banda especial, já que dois dos seus integrantes são espécies de comparsas de antigas pelejas - meus e de toda uma geração. O baixista Marcos Rodrigues e o vocalista/guitarrista Arthur Ribeiro militam no rock desde os anos 80 em grupos que tiveram um papel fundamental na consolidação do rock feito em terras baianas. Eles são os compositores da Theatro e é aí que o bicho pega, pois esses caras têm um talento peculiar para criar canções fora do comum. Não é nenhum exagero afirmar que Doralice, música que faz parte do disco EP é um clássico instantâneo do Rock Brasil. Ainda na formação do grupo outro amigo, o baterista Dantas e ainda César Vieira na guitarra principal.

Friday 28/03/2008 
Pop Takes . Correio da Bahia
 
Hagamenon Brito

THEATRO de Séraphin faz show de lançamento do seu primeiro e homônimo EP (editado pela Big Bross & Atalho Discos) na Boomerangue, hoje, 21h, com participação da Irmãos da Bailarina (R$10). Formado por Artur Ribeiro (vocal, ex-Treblinka, bom letrista da geração anos 1980 do SSARock), Cezar Vieira (guitarra, ex-brincando de deus), Marcos Rodrigues (baixo, ex-Via Sacra) e J. Wilquens Dantas (bateria), Theatro de Séraphin rearranja, com personalidade própria, influências da densa e melancólica escola pós-punk inglesa (Joy Division, Echo & The Bunnymen, Smiths) em seis canções (já disponíveis para download na Trama Virtual, onde se encontram outras cinco). Destaque para Cólera, Súbito e Doralice, bonita balada para dias de coração nublado e solitário.
Tuesday 25/03/2008 
" Pessoal, muito bom o disco de vocês. Belas composições, arranjos e guitarras, muitas guiitarras ... Muito bom. "
 
Fernando Rosa
Senhor F
 
Theatro de Séraphin



Last Updated: 9/6/2009

Send Message
Instant Message
Email to a Friend
Subscribe

Status: Single
City: Salvador
State: Bahia
Country: BR
Signup Date: 4/4/2006

Blog Archive
[Older      Newer]
 /  / 
>