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Last Updated: 11/14/2009

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Signup Date: 8/29/2005
Wednesday, May 10, 2006 

Category: Music

Skulk:Partition[Root] Plugged - Resenha (por Andera Ramirez)


A cada batida de Skulk:Partition[Root], no seu novo Plugged tem o poder de transportar você á um novo mundo cheio de silício, paixão e raiva.

Com uma grande força no Horror, uma compreensão de um sentimento mutante, começa com They em dois minutos de fúria tecnológica, onde sente se pela primeira vez em uma nova Zion, mais agradável e com excesso de vidro.

A viagem a um futuro, ou o Mundo do Skulk:Partition[Root] é sem volta, pois inicia algo novo e duradouro.

Setting New Colors entrega-se a um caos da humanidade irritável atual em uma busca oposta da sua raiz primitiva, que sentimos em cada batida.

A segunda unidade Setting New Colors (Baging your head) é a fúria de pistoleiros no deserto sintético cheio de câmeras e rastreadores.

Ilha das Flores com o mesmo nome de um documentário dos anos 80 do Jorge Furtado, é um ápice de canibalismo tecnológico onde a presa são seus ouvidos.

Fortes batidas, com o vocal de Dalton Kole, como uma presa rastejando.

Sequencing this Piano tem um lado mais calmo, um momento mais frio dentro do álbum.

Locomotion Machines (Were Made for you and me) é uma grande montanha-russa com aspecto de locomotivas antigas de brinquedo, um desespero expressado nas Fortes guitarras e batidas de vai e vem.

Locomotion Machines (Synthezing to the Bones) é um parque de diversão, a continuidade da Montanha russa, presa entre o hoje e o amanhã.

As bases estão fortes, dançantes, uma homenagem ao começo dos synth nos final dos anos 70. Mágico. Plugged é um álbum de forte magia. Marcando o tempo atual.

A presença do cientista louco e sua criação é visível desde a primeira faixa do álbum onde Hybrid (Talking to the living dead) deixa claro o sentimento de monstro e criação.

True Love girl é a essência de um hit, a viagem fantástica aos anos 80.

Uma surpresa em Magneto Girl, onde aparecem de maneira direta as influencias de Skulk:Partition[Root] com um belo vocal feminino, o ápice do technopop da banda.

Uma enorme força sobrenatural aparece em Unbind (Synthetic and pure) com uma leveza distante e um equilibrio invejavel continua com Unbind (Raw and Analog) criando um ápice de sinceridade no disco e surpreendendo com um lado experimental.

Fechando o Plugged, Espiral, o mostro esta vivo, respirando indo em busca dos seu próprio ápice com o silencio que carregamos em todos os dias.

Skulk:Partition[Root] em Plugged é um monstro vivo, forte, respirando bravamente e sobrevivendo, pronto para atingir o ápice.