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GREEN MACHINE NEWS SOON



Last Updated: 11/19/2009

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Status: Single
Country: PT
Signup Date: 9/23/2005

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Tuesday, July 18, 2006 

Current mood:  geeky
Category: Music

Green Machine - Themes For The Hidebounds (Lovrers & Lollypops) 




Rock puro. Sem corantes nem conservantes. Uma mistura de blues, com espírito de anos 50 e com muito de garage. Serve-se quente. Bebe-se de um trago só. Dose certa para acordar a mente e espevitar o corpo.
Themes For The Hidbounds é um verdadeiro murro no estômago, que nos deixa ko ao primeiro assalto. Quando soa Lord Pigeon - Symthee, the III with a very broken heart e parece que nos estamos a conseguir levantar do tapete, levamos logo outra cacetada a seguir que nos deita por terra. Mas o que é verdade, é que como lutadores profissionais que somos, voltamos sempre ao mesmo local, para novo embate, mesmo sabendo que podemos perder.
É assim este primeiro EP dos Greem Macine. Rock bem oleado. Disco frontal, sem grandes rodeios ou malabarismos. Directo. Cru.
Assim se quer o rock. Nu. Sem necessidade de ser travestido. Sem pinturas ou peitos de silicone.
E uma festa assim dura até de madrugada. Basta arranjar o par certo para curtir toda a noite.


Nuno Ávila
 
 
 
 
 
 
Crítica no Y,destacável do Jornal Público
 
Barcelos não é Nova Iorque nem Detroit,mas esse factor não impede os Green Machine de se atirarem à linguagem universal do rock n roll com unhas e dentes.E, neste segundo ep, fazem-no com sucesso.
O disco abre com um pequeno exercício blues, como que se o quarteto chamasse a  si propriedade para passar em revista a música do Diabo.
Autorização concedida, saltamos para "The hidebounds", punk rock vitaminado, com direito a solo de guitarra sem rodriguinhos e final em extâse vocal colectivo. "The never ending train(...)" tem a qualidade incendiária dos cúmplices Vicious Five ("Wake up! I feel like a war")-imaginámos o vocalista João Pimenta num concerto, munido de pandeireta a incitar à celebração. "Screamin J Hawkins as a psychiatrist" rouba o lendário "I put a spell on you" para ajudar à festa(haverá canção com palminhas e coros de meninas que não dê certo?) e "Tales from an expectant pussylicker mata as saudades dos Tédio Boys. "Themes for the Hidebounds só peca pela produção limpinha que retira alguma da crueza que beneficia este tipo de rock.
A juntar aos Act-Ups na melhor colheira rock n roll de 2006.
 
(7/10)
 
Pedro Rios
 
Mais informações em http://www.público.clix.pt
 
 
 
Crítica no Juramento sem Bandeira
 
"No regresso às aulas, eu quero
...um concerto dos Green Machine pelas bandas de cá!
Não é nada de novo, é certo, mas é do mais excitante psycho-garage-punk-rock'n'roll que ouvi fazer-se por cá nos últimos tempos...
(Um gajo regressa ao trabalho, põe isto nos ouvidos e só dá vontade de partir o escritório, caramba...)
DESÇAM CÁ ABAIXO, SEUS TRIPEIROS! :)
www.myspace.com/greenmachinesucks"
in
JURAMENTO SEM BANDEIRA
(Vitor Junqueira)
 
 
Crítica na Trompa
OLHARES|"Themes for the Hidebounds" - Green Machine


Yeah...tudo começa com um blues lá longe, num cheiro absolutamente irresistível. Melhor, assim começa a festa arrebatadora de "Themes for the Hidebounds" - curta mas eficaz. Ou por outro lado, ainda, poder-se-ia perguntar se haverá forma de uma atitude punk daquelas, de escavacar a garagem - mas com classe, de muito rock'n'rock à mistura e um cheiro intenso a blues - às vezes mais que um cheiro - se unirem numa tríade verdadeiramente arrebatadora! Há e é uma máquina verde...máquina de rock'n'roll puro e sincero...
Depois...menos de um após a gravação do EP de estreia "Green Machine", o quarteto de Barcelos regressa a todo o gás às lides discográficas com "Themes for the Hidebounds", novo exercício de um prazenteiro rock'n'roll. No fim, é o que fica, a festa! O sabor agridoce da energia feita pingo de suor; o rock das palmas, pandeiretas, harmónicas e até saxofones - é uma alegria.
Livre, cru e despretensioso, "Themes for the Hidebounds" peca por ser curto, por nos deixar afogados de água na boca, ávidos por continuar interminavelmente tal festança. Circulando em redor de um trio genérico de punk-rock-blues, bebendo aqui e ali pedaços de um e de todos, obtém-se no fim um produto que não sendo especialmente inovador - é bem verdade - transmite uma energia absolutamente contagiante; tipo conta, peso e medida. "Themes for the Hidebounds" tem produção de José Arantes.
Se um dia, perto da vossa terra, virem uma máquina verde aos pinotes, a máquina verde de João Pimenta - voz, Bruno Costa - guitarra e voz, Ângelo Sousa - baixo e voz e Pedro Oliveira - bateria, não temam, não perdoem, dêem-lhe com força; são os Green Machine.
"Let's rock baby"; desde 1999...

Rui Dinis in atrompa.blogspot.com
 
 
Crítica em site luso-polaco
 
Somehow you find yourself in the wild west. Step into the saloon right next door!!! There's a band playing on stage. It starts slowly, with a slide guitar.

We're part of a film. A Western. Soon, the bad guys will come in and everything will change.

No, they're already inside. They're 5, and they're playing dirty bits, spitting every word they say. The music, contagious, starts making its effect. Take off your shirt, scream out loud and dance!!!! The music comes bursting out of the speakers!!!!! The wild west is no longer!!!!

Welcome to the world of the
Green Machine. Please join Joao Pimenta, vocals, Bruno Costa, guitar and vocals, Angelo Sousa, bass and vocals, Pedro Oliveira, drums, and Rude, drums and action, on their mission. These 5 lads storming out of Barcelos, are rampaging not only Portugal but Spain as well. Prepare yourselves for this rock'n'roll machine.

Expect no mercy.

Expect nothing but guitars, dirty, noisy and damn fast, vocals, spitten and screamed out loud, uncontrolled bass sessions and drum sounds bursting out of your stereo.

This is the sound of Themes for the Hidebounds, their second EP. Here, you can find 7 tracks, where rock'n'roll and blues go walking hand by hand.

Have a taste of it at their
MySpace.

You can get this EP, for a mere 5 EUR plus postage, by contacting the band at their
email.

"The ep its in the streets! We are gonna tour all over the place.And your city will never be the same!"
 
 
 
Crítica na Rascunho
 

Relva. Noite húmida. Palco encavalitado nas luzes, nos combos. É como se ao vivo. É como se perfume e camisolas e cabelos e vento. É como se tremessem os pés. É como se cigarros e cervejas e silêncios – conversas, postas para depois, que se transformam em comentários mais ou menos sorridentes, de maior ou menor escárnio, teor técnico ou dogmatismos fúteis. É como se as paixões, que encantam ou não, estivessem ao dispor, num passo nocturno desajeitado.
O foco encabeça o mundo do visível e as criancinhas acenam que sim, que não – ou com bocejo – as afirmações descarregadas dos instrumentos. A quem se dá um palco? A toda a gente, portanto. Mas quem está em baixo escolhe e vibra na paixão ou no ódio. No desespero auditivo, na entrega, na indisciplina, no cansaço, na predilecção. Mas escolhe! Há um frenesim de coisas num espectáculo ao vivo que faz dele único – maior que a simples (e direitinha) reprodução de estúdio.

E é por estes cordelinhos – da festa do ao vivo, do agregado de sentimentos e rituais, numa passeata pela melomania – que puxa Themes for the Hidebounds. Ou começa por puxar. E quem se dedica ao disco como um todo só pode esperar dar-se como uma marioneta: se manuseado bem, fica bonito, engraçado e gracioso; se mal fica feio.
Paris de França é uma pequena abertura que nos transporta, de imediato, ao imaginário dos blues – e, por que não, da folk –, num característico slide, que nos aponta as orelhas para o céu e nos capta a atenção. Depois, o que se esperaria: The Hidebounds traz consigo o Rock e polvilha tudo com a rasgada vontade de fazer trepidar as colunas mais seguras ao solo. Na boca deles: uma «fuga urgente de uma cidade adormecida em si mesma». Não dizem mal. The never ending train is gonna stop for you to change!, Screaming J Hawkins as a psychiatrist, A Caligula complex (esta com um belo pormenor de saxofone: simples) e Tales from an expectant pussylicker são provas da luta contra a letargia e o cinzento moribundo das cidades, verdade. (Pelo meio fica um eloquente exercício com cerca de um minuto: Lord Pigeon-Smythee, the III with a very broken heart.)
É momento de diversão. Laços de amigos, que se entornam pela música fora, de forma divertida, capaz e significante na sua asserção na simplicidade, longe da intelectualização ou da mecanização das suas composições. Mas com saber necessário para usar isso em seu favor, entretendo e divertindo quem ouve, e gravar e apresentar um álbum como isso mesmo: um trabalho.

Os Green Machine são um «caso perdido de 1999 a 2005» – dizem-no os próprios. Actualmente, João Pimenta (voz), Bruno Costa (guitarra e voz), Ângelo Sousa (baixo e voz) e Pedro Oliveira (bateria) formam o quarteto. Para este disco, o primeiro – para trás só o EP homónimo, de 2005 –, contaram ainda com a participação de Filipe Miranda, Alcino Fonseca, Guilherme Bogas, Vânia Marinho e Mimosa Raquel, entre outros amigos, e a gravação, produção e masterização de José Arantes (dos Oops Studios 2006).
Asseguram andar por aí a evocar o espírito de Robert Johnson. E têm o dedo da Lovers & Lollypops, pois claro! «O futuro? Só à Sonhouse pertence…»

in http://www.rascunho.net

 

Critica no Acisum
 
Recentemente, têm surgido várias bandas cuja sonoridade é bastante influenciada pelo blues e os Green Machine são uma delas. Para além do blues, as influências vêm do punk e do rock, mas o maravilhoso é que tudo junto, dá algo diferente, algo que não se pode definir com uma só palavra, algo que é especial. E acima de tudo, a música dos Green Machine põe-nos a dar saltos de alegria com a energia e o espírito que transmite e com guitarradas que entram pelos nossos ouvidos e tendem a fazer eco dentro da nossa cabeça.

O destaque vai para os temas "The Never Ending Train Is Gonna Stop For You To Change!", aquele que os próprios consideram ser o principal do disco; "A Caligula Complex", que tem um solo de saxofone a cheirar a jazz, simples, mas delicioso; e "Tales From An Expectant Pussylicker", que fecha "Themes For The Hidebounds" da melhor maneira. Há também a divertida "Lord Pigeon-Smythee, The III With A Very Broken Heart" e a incial "Paris de França", cujo título é uma sátira ao filme "Paris, Texas".

Atenção, João Pimenta (voz), Bruno Costa (guitarra), Ângelo Sousa (baixo) e Pedro Oliveira (bateria) andam aí a evocar o espírito de Robert Johnson um pouco por toda a península ibérica, abram alas.

Green Machine - Themes For The Hidebounds
"Themes For The Hidebounds" dos Green Machine (Lovers & Lollypops, 2006)


Classificação: 8/10


Alinhamento do CD:
1. Paris de França 2. The Hidebounds 3. The Never Ending Train Is Gonna Stop For You To Change! 4. Screamin J Hawkins As A Psychiatrist 5. Lord Pigeon-Smythee, The III With A Very Broken Heart 6. Caligula Complex 7. Tales From An Expectant Pussylicker

in
http://acisum.blogs.sapo.pt

 

 

Crítica no BLITZ

Os Green Machine são de Barcelos e levam para Norte do Mondego uma tradição que, nos ultimos anos, vem sendo associada- pelos melhores motivos a Coimbra:garage-rock pintalgado de azul-blues e habitado por espírito punk.Está lá a duração extemporânea dos temas, a vocalização entre o empenho e a displicência e um imaginário colorido, na base de títulos como "Screamin J Hawkins as a psychiatrist" ou "Tales from an expectant pussylicker". Falta-lhes, por enquanto, o calo e a manha de uns Wray Gunn ou Bunnyranch, mas na meia hora que dura "Themes for the Hidebounds", o seu segundo ep, os Green Machine mostram ter unhas para trepar pelo ranking acima

 

Luís Bento

 

 

Crítica no JN

"Todavia, urge ter bastante atenção à banda que actuará na primeira parte os
Green Machine.

A julgar pela actuação que o JN assistiu, em Agosto passado, esta formação
de Barcelos é uma das melhores novidades no panorama da música portuguesa. O
vocalista assume uma postura selvagem e arrasadora, capaz de rastejar,
inflamar e transpirar labaredas do mais puro e genuíno rock'n'roll.

Distanciando-se da farsa circense que pontua grande parte das formações
nacionais de rock, os Green Machine são um caso sério e extraordinário que
merece ser visto, apreciado e revisto. "

cristiano pereira in JN
 
 
 
 
Santos da Casa- programa da Rádio Universitária de Coimbra - 9º melhor ep nacional de 2006
 

Melhor EP/Single de Música Portuguesa


1 – The Allstar Project - Something to do with Death
2 – Buraka Som Sistema - From Buraka to The World
3 – Insert Coin - Insert Coin
4 – Kumpania Algazarra - Kumpania Algazarra
5 – New Connection - Guts
6 – Orangotang - Propaganda
7 – Alexandre Soares & Jorge Coelho - Cães aos Círculos
8 – Party People in a Can - Way off, where the spirits are
9 – Green Machine - Themes from the Hidebounds
10 – A Jigsaw - Lion's Eyes Louder
11 – Mosh - The Damage Done
12 – Lobster/Veados Com Fome (Split CD)
13 – Spartak! - Spartak!One

 

Aquela tal máquina barcelense está de regresso aos discos. Um regresso no mesmo sentido de outrora mas menos disperso e mais compacto. A electricidade mantém-se. Pura.
Sucessor do festejado EP "Themes For the Hidebounds" (Edição de Autor, 2006), "Plays Ghost" apresenta-nos uns Green Machine mais maduros e bem mais conscientes do caminho que pretendem tomar - que tomaram. Isso ouve-se. A fórmula não varia muito, é verdade, apenas nos é oferecida de uma forma muito mais consistente. E isso sente-se. "Plays Ghost" é uma machadada implacável de rock e blues, algum soul e muito, muito garage. E isso é bom. Muito bom. É esse o estado de alma dos Green machine; a vontade que trespassa por todo o álbum de estreia do quarteto nortenho. Sustentado pela energia e pelo carisma de João Pimenta, "Plays Ghost" é como uma ilusão, a cortina negra que nos abre o palco onde o quarteto gosta realmente de estar. Este é o veículo que abre uma linha de excitação que liga os Green Machine do disco aos Green Machine live. De uma forma ou de outra, é toda a alma do rock'n roll que fervilha. Desenfreado desvairo paira por aqui; desvairado mas pensado.
Ou seja, inventar, não inventam nada mas que resulta, resulta. O apelo ao estalar do esqueleto é feroz e transporta-nos constantemente para toda uma atmosfera festiva. Se esse era o objectivo da banda, então foi nitidamente atingido. No fim, fica a sensação do dever cumprido pela banda de João Pimenta (voz), Pedro Oliveira (bateria), Ângelo Sousa (baixo) e Bruno Costa (guitarra). O dever do prazer; simplesmente...>.. -->D(["mb","..u003cbr..u003e"Plays Ghost" teve produção de Paulo Miranda e contou ..ncom Filipe Miranda (The Partisan Seed), Francisco Silva (Old Jerusalem), Luís ..nFernandes (The Astroboy e peixe:avião ) e Duarte Monteiro (Tree Valley) como ..nconvidados. Também ajuda...u003cbr..u003eEléctrico e agitador...u003c/p..u003e..n..u003cp align..u003d.."justify.."..u003e..u003cimg title..u003d.."som.." alt..u003d.."som.." src..u003d.."?ui..u003d1..u0026amp;attid..u003d0.1..u0026amp;disp..u003demb..u0026amp;view..u003datt..u0026amp;th..u003d11abc0bdd78430ef.." border..u003d.."0.."..u003e ..u003ca href..u003d.."http://www.myspace.com/greenmachinesucks.." target..u003d.."_blank.." ....u003d.."return top.js.OpenExtLink(window,event,this).."..u003e..u003cstrong..u003e..u003cfont color..u003d.."166aca.."..u003eGreen Machine..u003c/font..u003e..u003c/strong..u003e..u003c/a..u003e...u003c/p..u003e..n..u003cp..u003e..u003cimg height..u003d.."308.." alt..u003d.."capa de Plays Ghost.." src..u003d.."?ui..u003d1..u0026amp;attid..u003d0.2..u0026amp;disp..u003demb..u0026amp;view..u003datt..u0026amp;th..u003d11abc0bdd78430ef.." width..u003d.."310.."..u003e..u003cbr..u003e..u003cem..u003e"Plays Ghost" - Green Machine..u003c/em..u003e (Rastilho Records, ..n2008)..u003c/p..u003e..n..u003cp..u003e01 Almodovar Kind Of Girl..u003cbr..u003e02 … And You Will Know Us By The Dance ..nFloor..u003cbr..u003e03 I've Rejected You Cause I Can't Deal With Rejection..u003cbr..u003e04 Black ..nHeart, Leave Me There!..u003cbr..u003e05 All-Star Love Triangle..u003cbr..u003e06 Your Inferno Fuck Me ..nEyes!..u003cbr..u003e07 Blonia..u003cbr..u003e08 A Car Accident With No End..u003cbr..u003e09 A Nation Of Shy ..nPersons..u003cbr..u003e10 Lonesome Road Hits Lonesome Man..u003cbr..u003e11 Cola / I'm Sick Of The Same ..nOld Town!!!..u003cbr..u003e12 Ghost Blues..u003c/p..u003e..n..u003cp..u003e..u003cimg title..u003d.."tipo.." alt..u003d.."tipo.." src..u003d.."?ui..u003d1..u0026amp;attid..u003d0.3..u0026amp;disp..u003demb..u0026amp;view..u003datt..u0026amp;th..u003d11abc0bdd78430ef.." border..u003d.."0.."..u003e Rock..u003cbr..u003e..u003cimg title..u003d.."sítio.." alt..u003d.."sítio.." src..u003d.."?ui..u003d1..u0026amp;attid..u003d0.4..u0026amp;disp..u003demb..u0026amp;view..u003datt..u0026amp;th..u003d11abc0bdd78430ef.." border..u003d.."0.."..u003e ..u003ca href..u003d.."http://www.rastilho.com/.." target..u003d.."_blank.." ....u003d.."return top.js.OpenExtLink(window,event,this).."..u003e..u003cfont color..u003d.."166aca.."..u003ewww.rastilho.com..u003c/font..u003e..u003c/a..u003e..u003cbr..u003e..u003cfont color..u003d.."166aca.."..u003e..u003cimg title..u003d.."sítio.." alt..u003d.."sítio.." src..u003d.."?ui..u003d1..u0026amp;attid..u003d0.4..u0026amp;disp..u003demb..u0026amp;view..u003datt..u0026amp;th..u003d11abc0bdd78430ef.." border..u003d.."0.."..u003e..u003c/font..u003e ..u003ca href..u003d.."http://www.myspace.com/rastilho.." target..u003d.."_blank.." ....u003d.."return top.js.OpenExtLink(window,event,this).."..u003e..u003cfont color..u003d.."166aca.."..u003ewww.myspace.com/rastilho..u003c/font..u003e..u003c/a..u003e..u003c/p..u003e..n..u003cp..u003ePopularity: 16% ..u003cspan..u003e[..u003ca title..u003d.."What does this mean?.." href..u003d.."http://alexking.org/projects/wordpress/popularity-contest.." target..u003d.."_blank.." ....u003d.."return top.js.OpenExtLink(window,event,this).."..u003e",1]);//-->..>
"Plays Ghost" teve produção de Paulo Miranda e contou com Filipe Miranda (The Partisan Seed), Francisco Silva (Old Jerusalem), Luís Fernandes (The Astroboy e peixe:avião ) e Duarte Monteiro (Tree Valley) como convidados. Também ajuda.
Eléctrico e agitador.

 

in : http: // atrompa.blogspot.com

 

Crítica num site alemão:

This four-man rock machine from Portugal is doing something right. Their new album, Plays Ghost is a rockin', jumpin' 12 track release that reminds me of many things, including DC punk rock, Rage Against the Machine, The Greenhornes, Jonathan Fire-Eater, 60's beat music and a glimmer of 70's rock.
In addition to a host of guest musicians, the band is made up of Pedro Oliveira on drums, Angelo Sousa on bass, Bruno Costa on guitar and singer Joao Pimenta. This is music that begs to be performed live, the energy of these four is palpable and it's hard to imagine them keeping still long enough in a studio to get this all on tape. Track 1, 'Almodóvar Kind of Girl' comes off a little demo-ish, like an old track they never got quite right but is charming in it's own, raw, right. '…And You Will Know Us By The Dancefloor' takes it further with a poppy jumping beat that instantly gets you up. Once you get used to the abrupt, shouty lyrical style of Joao Pimenta, things start falling into place. He deftly alternates between a whisper, a scream and a crooning chorus, inviting the rest of the band to shout out the high points.
 'I've Rejected You Cause I Can't Deal With Rejection' begins as a 60's beat inspired rock song and instantly jumps again into the call and response singing style. The saucy, closing shake of a maraca reminds you that these guys cannot be pigeon-holed, they're not afraid to mixed a Rage-styled shout with a 60's Latin inspired fizz of a rhumba shaker. A nice bass-line draws us into track 4, 'Black Heart, Leave Me There!' and there is Joao shouting out a badabada, like a machine gun, you can just imagine him jumping all over the place, on the brink of losing control. His screaming and pleading give up some Elvis trill and a whiff of Glenn Danzig. A gorgeous guitar line opens 'All-Star Love Triangle', a dreamy upbeat number that is sure to be a hit in dance rock clubs. By now, just halfway through the album the song titles have become the second attraction on this album, invoking plenty of creative references that help to flesh out the image of this band. Just try to catch every one! Yes, they are Portuguese and yes, they are singing in English so I can't help but wonder if the lyrics are supremely clever plays on words or lucky mistakes that come off like pop culture poetry. Track 6 is called 'Your Inferno Fuck Me Eyes' and has officially earned a spot on the top ten list of my all-time favorite song titles. 

With this track they shifts gears a bit by starting out with a 70's rock inspired guitar intro followed by a classic swing beat on the drums and Joao singing in a low growl. This song, although punctuated by moments similar to the other songs, is a nice departure from the rest of the album. Josh Homme would be impressed. From the anthemy shout "we feel unstoppable!!!" on 'Blonia' to the lovely drum solos, acoustic guitar and swinging dance beat on 'A Nation of Shy Persons' down to the always appreciated cowbell on 'Cola/I'm Sick Of The Same Old Town' the album keeps a sweaty, pulsing rhythm with whispers and screams and rocking guitar licks that hold it all together like a train barreling down the track. Ending the album is a short, sweet, instrumental valentine to blues-rock introduced by a Howlin' Wolf sound byte, called 'Ghost Blues'.  This may be a mildly indulgent way to close, but after all the frenetic jamming it seems sincere and personal.

These boys have definitely been studying rock music and deftly manage to glean what they love into a well-done homage to a mish mash of contemporary and vintage rock.  And that's what makes it such fantastic fun and a genuine good time. I just wish Joao would trust his voice a little more and give us actual singing. While the shouting style works, it can get a bit tiresome and redundant. Indeed when he lowers his voice and works with subtlety the screaming really pays off down the road.

http://www.hairentertainment.com/greenmachine

 

Audiência Zero

Os Green Machine continuam ligados à corrente, a alma ferve de blues mas a roupagem dos temas escalda no garage. O quarteto de Barcelos agita-se a cada passo que dá e em "Green Machine Plays Ghost" primeiro álbum longa duração, lançado no início de Abril e distribuído nas lojas a partir de 21 de Abril, a receita não foge dos ingredientes do costume, já polvilhados em Themes for The Hidebounds.

João Pimenta (voz), Pedro Oliveira (bateria), Ângelo Sousa (baixo) e Bruno Costa (guitarra) são os quatro ocupantes de uma máquina sensacional de rock'n'roll e continuam a debitar energia extrema no seu ofício. Apresentam-se mais maduros do que nunca. Assim o sugere «Green Machine Plays Ghost», uma viagem que os conduziu a parte incerta, a território de vivos e de mortos, assim fazem questão de proclamar, de Barcelos a Las Vegas, desbravando o desconhecido, apalpando a pele mais frágil, atiçando fogo aos mais irrequietos, e injectando adrenalina aos mais comedidos.

É um álbum literalmente próprio para fazer mexer o corpo e para espantar espíritos mais avessos ao rock'n'roll. «Almodovar Kind of Girl» é o sedutor single, e tiro de partida de uma colecção de doze temas, focados no prazer e no descontrolo, que convidam a um mar de emoções e desvarios, da desinibição a vícios mais desenfreados. No menu de Green Machine Plays Ghost servem-se ainda os excitantes e até deliciosos «...and you will know us by the dance floor», «I've rejected you cause i couldn't deal with rejection» e «Black Heart, leave me there!», temas a merecerem degustação apaixonada e recepção calorosa em actuações ao vivo.

No entretanto, somos atingidos por «All-star love triangle», música de contornos refinados, trabalhada em laboratório, porventura de assimilação mais complexa no todo do disco, na qual colabora na guitarra Luís Fernandes (componente dos The Astroboy).  Mas com «Your Inferno fuck me eyes» recuperam-se as sensações libertadas em «Themes for the Hidebounds», e a histeria garageira dos Green Machine logo explode decisivamente em «Blonia», «A car accident with no end», «A nation of shy persons»

«Lonesome road hits lonesome man» e «Cola / I'm sick of this same old town!!!», já se revestem de outro labor e invocam a grandeza das influências do quarteto de Barcelos, na ligação hábil que fazem entre o blues e o soul junto do rock'n'roll mais explosivo. O desfrute final, que bem podia ser acompanhado de um trago de Jack Daniels (aceitam-se outras preferências) é feito na inconfundível voz de Howlin Wolf, num curto, intenso e inspirador «Ghost Blues», que tem Francisco Silva como convidado na guitarra.

Green Machine Plays Ghost, editado pelo Rastilho Records, tem já lugar assegurado no catálogo de sugestões à descoberta do melhor rock'n'roll nacional e tem tudo ao seu alcance para incendiar outras paragens. De guitarras afiadas, bateria ágil, baixo galopante e com um vocalista em permanente estado de combustão, soltando coros indisfarçavelmente arrebatadores, os Green Machine fazem da agitação uma apreciável imagem de marca, característica que já os fez dividir palco com gigantes como os Lords of Altamont e os Black Lips.

http://www.audienciazero.org/eixo/content/view/778/29/

 

Bodyspace:

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Há algum tempo que não se escutava um disco que convencesse tão rapidamente alguém a converter as notas acumuladas nos bolsos em fichas para arriscar em jogo. A vitalidade e fulgor ofensivo de Plays Ghost fazem dele a chave na ignição e factor útil ao desequilíbrio de que necessitam as situações de risco para serem resolvidas: actua como advogado do diabo quando a mesa de poker é vertigem, injecta atitude e confiança nos passos de quem se lançar em direcção à morena de franja simétrica que mais olhares vitima no (ca)bar(et) em que se encontra sentada ao balcão (com postura de "Almodóvar Kind of Girl").

Plays Ghost é decidido e bem esgalhado. Peca a cada vez que concentra energias num rock capaz de contagiar o público dos programas apresentados por Johnny Carson, redime-se quando se ajoelha para considerar os blues como possível salvação (ou adicional desgraça). Tem o aspecto de disco de tudo ou nada para os Green Machine, quarteto de Barcelos que tem papado léguas de estrada como quem foge de um coiote que se costuma dar mal com explosivos.

Além de ser um passo de gigante em relação ao EP de estreia Themes for the Hidebounds, o álbum pintado a preto e branco – tingindo de tons verdes - conta sofisticação e colaborações especiais (Francisco "Old Jerusalem" Silva, Luís "The Astroboy" Fernandes) que quebram a rotina e, em simultâneo, encobrem uma certa falta de novidade perceptível a cada vez que o rock fica de frente para o seu beco sem saída. Se bem que a reinvenção do género não é missão que se espere ver cumprida por um Plays Ghost, mesmo assim, fiel às tradições que persegue e promissor em relação à electricidade colocada à solta nos concertos efectuados no seu âmbito. É um disco com a sua própria medida de charme suado e segredos. Ou seja, o que se passa em Plays Ghost fica em Plays Ghost. É bem provável que eu já me tenha excedido no que devia ser revelado.

Miguel Arsénio

http://www.bodyspace.net/album.php?album_id=1346

 

 




5:01 PM
 
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Ilídio
Ilídio Marques

 

muito bom o texto, o blog e o som da banda!

http://rock-rolaembarcelos.blogspot.com


 
Posted by Ilídio on Tuesday, July 18, 2006 - 5:09 PM
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Music@PL.PT
Romeu Lopes

 
Hello there. Just have a look at Music@PL.PT for some notes on the Green Machine.

Hope you like it.

Take care

Romeu


 
Posted by Music@PL.PT on Sunday, September 24, 2006 - 7:44 AM
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