Essa eu "psicografei" da bisavó!
O teatro sempre me faz muito bem, sempre me tira da inércia em que, volta e meia, a gente se acomoda. E o convite para fazer o Forcloreano colocou meu lado atriz pra trabalhar novamente. E que trabalho!
A criatura mais paulistana, urbana, menina da cidade grande teve que virar uma mula-sem-cabeça e uma violeira sapeca. E parte desse trabalho, obviamente, incluiu aprender a tocar viola caipira.
Dominando um pouco melhor o instrumento e influenciada pela beleza delicada das coisas da roça, resgatando um pouco da minha própria história (metade da minha família é do interior), nasceu a catirinha, que é a música final da nossa montagem do Forcloreano!
E essa foi a história: entrou puluma porta e saiu pela janela. Quem gostô, que alembre dela!