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Sarau Portátil



Last Updated: 10/22/2009

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Status: Single
City: Garoa Land
State: São Paulo
Country: BR
Signup Date: 3/27/2009
June 3, 2009 - Wednesday 
TRECHO DE “TÃO MENOS DOLOROSA”
“Sim, meus velhos comparsas de escrivismo deformado, pensamentos sórdidos, atos deploráveis, conduta desaprovável e prosa narro-depravadas. Cúmplices da Garoa indomável e travessias de nirvana afora. Vim trazer-lhes a maldita odisséia do paradoxo!. O puro creme dos becos de fulos e seu dinheiro sujo. O cataclismo do arrebol e essas encruzilhadas urbanas. Preparem a repulsa, salguem a gordura de suas pipocas e avisem os futriqueiros: Meu showzinho de merda agora vai começar!…” MaicknucleaR

Quem: MaicknucleaR e o Sarau Portátil Clipe: Estretiche (feat. Samantha Abreu)
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rGLJ26lUrSM] ..
 
TRECHO DE "MEU ATOL DE VÍCIOS LÚDICOS"
infernodownload 

Clipe: "MESTRANDO JONES" DE MAICKNUCLEAR
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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tccXHttLzZk] no videolog é bem melhor!: www.videolog.tv/fronteirafilmes
"Vim de mitos antigos, becos, muros-fulos. Mal-quisto, mal-visto, impetuoso e impuro. Sacana, bacana, um mago douto: inculto. Um surto lírico maldito em curto-circuito. Que narra o Nada em prosa falada. É a caixa da sua razão jogada em sua privada. Que nada, Pandora, Pandora que nada. Abre as pernas da percepção, Dorothy e caga... { Boom, surgindo from la calle. Sabe?! sou Maick, aquele, do Edú Chaves. "Nuclear", cientista louco, no ocus-pocus, me dê caneta e dois reais que desfaço destroços e nunca perco o foco, pois sou el criador, o condor nativo-louco-elucubrador. Sou de Casa, do bairro, da cidade, literato das ruas com sua radioatividade nuclear } Da baleia pro mundo, pro vasto cu do mundo, do terno ao absurdo: um salto, dois pulos. Do sample que criei em um quarto imundo, nem vem querer mal dizer "TÔ COM TUDO". E agora segura, lambe, alisa, me engole e olha só quem criou isso aqui e vê se pode: Maick Thiago Lênin, agora tremem, agora se rendem, quando estou no leme" MaicknucleaR

TRECHOS DE "TUDO PELOS DONUTS"

"Luz. Tão austral quanto aurora, aquilo ali não é Las Vegas. São meras, simplórias e hologramáticas reações químicas ao ato de se jogar desarmado no decaptório dessa vida extrema e violenta. Doce na língua de quem chupa tetas que balançam e se desnorteiam na face do desavergonhado, alimentam frágeis imortais e nutrem a putaria alada de sabor atômico.*** On the rocks. Malucos no sereno. Olhos forasteiros brilham assim como mentem uns aos outros. Vermes da noite circundando espécies raras, ameaçadas. Prováveis sobreviventes e bobos da corte. Nada melhor que outra pedra de gelo. Outros olhos e enredos. Outro dub na rádio de rocksteady" MaicknucleaR

*ESPECIAL: Verbos Curtos(MaicknucleaR + Humberto Fonseca) - A Política do Arregaço em Espaço Nossa Terra
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ggymF_GBKIc]
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"Metropólico úrico. Maldito paradoxo. Hoochie Coochie Man da casa do caralho. Eu. MaicknucleaR, o louco que vos habla. Into the noche a la um kamikaze festeiro e quebrado que anda ferido e incólume sobre escombros familiares e propósitos deformados, mortos, estagnados no chão. São amigos, mulheres, crianças e semelhantes despedaçados, inanimados e estertorantes, mas eu não posso perder meu tempo com vítimas, cadáveres e futuros presuntos, preciso me salvar em trampo solo, pois aqui, na areia movediça, nem Deus enxerga nossos afundantes passos. E caso um dia eu desatole... bem, é como diz o blues: "I never will come back to Alabama".Sim, já fui ferido e sangrei muito. Chorei feito um bebê cagão cheio de merda por culpa das dores e Dolores, mas até então foda-se, pois pressionei o ferimento, respirei devagar para diminuir a pulsação e conseqüentemente diminuir a vazão do sangue, e estanquei o dilúvio seco de nhénhénhé falado porque é assim que Jack Bauer faria... Quase me tornei um fraco... baby, mas se a lei nessa selva de pedras fúteis e superficiais é ser filho da puta: hold your guns, boys. E que deitem os frescos e deprimidos.De onde venho não podemos nos dar ao luxo de cometer erros, de perder seja lá qual oportunidade for. E eu andei vacilando pra caralho, acreditando ser um desses cabisbaixos da vida. Preciso reaver meu conceito nas ruas e focar o X do mapa, mesmo que a vereda seja em um lugar onde Buda veste camisa florida e carrega uma glock; onde Gandhi vende bagulho na porta do jardim-de-infância; onde imbecis confundem suas impressões torpes com a subjetividade alheia e sua linda amada te rouba, foge com outro e te deixa pelado e de pau mole em um quarto de hotel. E eu?: Eu acabo de tatuar "Against the fuckin' frouxos", na testa. Tatuei com tinta fosforescente porque um dos principais fatores que influíram para essa minha fase de "moleza", além dos prédios que caíram sobre meus pés, é o fato de tanto lidar com gente mole.Plácido como néon pra cego. Dinamite no ronco do injusto. Superadas minhas quedas de humanidade e recuperado dos demais desastres inerentes a essa vidinha de merda, agora sou como aquele cara da Discovery channel que "arrisca sua vida, toda semana, para que eu saiba como salvar a minha", andando sobre as savanas urbanas, matando leão com um canivete suíço para depois comer o fígado com um suculento molho de larvas que chafurdavam na putrefação. Sou um maldito super sayadin que fica mais forte a cada convalescência..." MaicknucleaR Escute a Mixtape "Inferno Lírico" agora: [caption id="attachment_1444" align="aligncenter" width="300" caption="http://www.radarcultura.com.br/node/34127"]http://www.radarcultura.com.br/node/34127[
/caption] [audio http://www.archive.org/download/SarauPorttilMixtape/InfernoLricoMixtapemaicknuclearEOSarauPorttil.mp3] ..
Inferno Lírico Mixtape (MaicknucleaR e o Sarau Portátil) FREE DOWNLOAD
"O clima tá feio e o túnel se afunila no adiante. O ar é rarefeito e não há planos de contingência. O tempo está acabando e preciso começar do zero. Murphy tem suas leis, mas eu tenho minhas regras. E acredito que é no medo que a pessoa realmente aparece, o (falso) herói ou o frouxo. No meu caso a situação está mais fechada que corpo de quem vende a alma. Tô diante de um monstro gigante que acha antropofagia legal. Mas algo me deixou em êxtase e percebi que é mesmo guerra, nada aqui é de mentirinha e que deus nem pra fazer uma presença e jogar um graveto para que eu me defenda desse monstro.Mas foda-se, eu assistia G.I.Joe e sou como aquele cara da Discovery Channel "que toda semana arrisca sua vida para que eu saiba como salvar a minha" e tô nesse lugar onde Buda veste camisa florida e carrega uma glock... Aí: Segura minha blusa. Se eu não voltar em quinze minutos, não venham atrás de mim. Queimem minhas coisas e sustentem meus sites. Au revoir, muchachos. "G.I.Joe" pra quem fica, por que agora a filosofia é outra, cabron, agora é tudo pelos donuts." MaicknucleaR
"Consuma minhas tristezas e seja feliz por R$ 1.99. Trezentos e cinqüenta nós na coluna. Três dedos atolados em ninfeta maluquete. Duas doses de mil motivos para não querer mais seguir. A vida pentatônica foi irrefutável com suas provas cabais, cheias de traumas e complexos de toda a sorte, quando disse, com voz aguda como agulha na retina, que eu não deveria ser assim tão legal. Para que escondesse essa merda de humanidade que me infla e transborda orelhas afora, caso eu quisesse ser sedado nos sentimentos, mas tudo o que consigo é ser expulso de retiros espirituais, com o louvor de ser o único na festa a ter quarenta centavos de sensatez no bolso furado e não ser dominado pela histeria coletiva de idolatrar o vácuo-JPG. E nisso guardo todas minhas agruras, quase dejavus eternos, no núcleo de uma célula aspirante a um câncer cheio de mágoas e vídeos de skate... Liso. Mais que liso. Nem toda obra tem fim, mas a gente tenta por ser teimoso. Eu não quero emagrecer dormindo, nem sentir saudades de lembranças imaginárias, já que tudo que aprendi na vida me faz mal, como a abstinência que trinca minh'alma neste exato momento. Liso. Muito mais que liso. Tem um buraco negro embaixo da cama engolindo minhas meias. Sei que muita gente não entende o que está entrando em seus olhos neste exato momento, mas há algo de tubarão neste peixinho idiota. E entre mais uma e outras: entenda-me quem for capaz!..." MaicknucleaR

Fronteira Shots: MaicknucleaR & O Sarau Portátil em Madame Livro na TVOrkut
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eKKcz2r9pFA]
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"Desrespeito seria olhar-te sem malícia. Sem me imaginar flanando em seu ventre de algodão. Agasalhado em sua lã de cor não lembrável. Ou punhetando o dedo em sua boca mística enquanto enrrabo sua consciência de literata. Don't let me fucking dow, bitch. Há cinco gramas de enfermidade entre meu espírito (de lhe querer) e sua carne (esquentando a minha) que corrompem toda a explosão do atrito. E sem atrito, sem fogo. Só o frio das quatro e meia, seus cigarros cansativos e minhas velhas veleidades nada sóbrias." MaicknucleaR

TRECHO DE "MEU DOCE VALIUM STARLIGHT" livro de MaicknucleaR (editora Dulcinéia Catadora = nov 2007 *
dulcineia.catadora@gmail.com )
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Um ósculo de latrocínio. De uma puta depravada. Deito sonhos em cigarros e anéis com câncer. Deixo florais em valas sem jarra. Nem as putas nos compreendem a anestesia! Nem Freud explicaria esta fuleiragem sitcom de não saber que após exorcizar mil demônios cada um traria mais sete amigos bandoleiros para resolver a treta... Mas firmeza. Profissionais não podem ser atingidos........

Meu Hot Valium - Áudio by Sarau Portátil
[audio
http://files1.mailboxdrive.com/mp3s-new/m/maicknuclear@hotmail.com/862591.mp3]
......A edição romântica de uma vida cheia promessas falidas e sonhos furados. Um espetáculo sem platéia, um show sem público, um camarim sem artistas, uma van sem groupies para lamber-nos a virilha, um blog sem comments onde vou lapidando-me a base de frustrações dilacerantes, violência exacerbada e um frio desespero por mais um gole cortante de vida. Sem leme. Em um dos sete mares de Cabaços e Descabaçadas que levam-me pelo braço, como uma acompanhante profissional, à um niilismo suicida e esperançoso. À mescla de Eu Posso o Que Der na Telha e “Você não pode, pois não se encaixa nos padrões” que excita meu velho, inativo e incomensurável ódio, pois a confirmação de um dia frio para uma raça de sangue quente não é lá a melhor notícia do mundo. Não! Não me incomodo em acender um rojão de doze estrelas pipocantes dentro do elevador que agüenta no máximo oitocentos e cinqüenta quilos, sorrir sardônico pro reflexo ao lado, apontar o artefato para a câmera que tira toda minha segurança e dizer abafado, protegendo os olhos com um dos braços: “Herege, eu?! Culpe a prosa poética, porra, pois juro que sou normal” - ou ao menos acredito piamente nisso. ...”BOOM”. Você já viu estrelas? Pois ultimamente nem tenho olhado pra cima! Em meu mundo não vejo (e só enxergo) meu umbigo. Mas este show de horrores que os outros costumam chamar de vida me obriga a abrir Pandora Box toda madrugada, sem dó nem piedade... ....Parcimônia e serra-elétrica. Láudano e leviandade. Toda a poesia do mundo em um só clique nesses portais recheados de Nada. Antenas que não colaboram com minha sintonia. Mato de coelhas que não caem de boca. Psico na mão de Pata. E a certeza de que os dias nunca serão melhores. Todo dia esquartejo deus com uma faca de plástico de festa de criança. E toda noite encontro meu sossego sísmico, altamente abalado, no fato destruidor de saber que não me encaixo completamente em nada. Esse fato pulverizador, de não ser de laias, que me joga calado nos cantos dos eventos, vendo tudo que é mortal improfícuo sendo confundido com um deus da maioneze, mas não vem ao caso!... Tem gente subindo pedestais de escada rolante e ainda tem a audácia ignóbil de confundir Status com Divino, Amizade com Talento e meu Dom com porra nenhuma. Mas foda-se, pois se Joyce é Deus, eu sou Jim Carey...(Herege, eu?! Culpe a prosa poética, porra). Os que realmente me conhecem sabem que sou ácido por natureza, largado por opção e um maldito paradoxo nato. Mas minhas letras andam sentimentalmente lúgubres e isso é péssimo sinal - pois ando até disparando em alvos civis durante meus surtos psicóticos. Na verdade, não perdôo nem os coelhinhos quando “tô com a gota” -. E assim, do meu jeito, eu vou. E continuo indo. Mas conto com a esperança que jaz baleada no porta-malas e com a capacidade que a vida tem em ser irônica, para amortizar a peçonha alheia quando as coisas começam a ir bem e os garranchos tornam-se cada vez mais potentes enquanto assisto o pica-pau e penso no próximo rabo onde depositarei todas minhas duras derrotas. O amargor de minhas tristezas lúdicas. E as gafes que não cometi. Para depois ganhar a rua, manter o fudismo de meia tigela vivo ao levantar o zíper com asco e voltar para o cúmulo da solidão corrosiva, onde guardo ursinhos sem pelúcia. E ouro sem kilate dentro de um quadrado azul."

MaicknucleaR 4- Falei E Tá Falado Áudio [audio http://files1.mailboxdrive.com/mp3s/m/maicknuclear@hotmail.com/862585.mp3]Trecho: "E aí, louca. Acho que a calota virou um disco-voador uns dois quarteirões atrás e não há como voltarmos atrás em nossas decisões sem coerência. Aperte o sinto muito, baby, e, para todos que já magoamos: um brinde enlatado, pois quando casar sara. Se o erro é o caminho do errante, me passe a chave, pois não quero abraçar nenhum poste esta noite. Quero qualquer coisa que me infle o ego, me excite a alma. De riffs pesados à batidas violentas: quero você de quatro. E aí, quer ir pra onde sobre o asfalto? Tocar o chão da terra prometida com o tênis furado? Tudo o que sinto é tão transparente, com limão e gelo. Tão esfiha gordurosamente gostosa. Tão sua mão acariciando minhas bolas embaixo da mesa. E aí, tá feliz? Já fudeu no cemitério, com mais uma alma-penada de assistência. Vamos logo passar na conveniência, calibrar os pneus da noite e comprar seu mundo de marlboro. Preciso tomar uma ducha, suei feito um porco lúbrico; toxinas a dar com o Pau. Ei. Acende este cigarro mágico e me passa o espumante. Meu globo ocular é ressequido por um ódio reprimido, mas comigo tu não corres perigo. A película atmosférica deste asco que deus chama de firmamento, na Garoa Land, queima como aurora. Queima o horizonte cerrado, que ergue seus punhos de concreto contra o velho campeão, e impõem sua falsa credibilidade, na praça da velha cidade, carcomida pelo sustenido ácido da chuva... Hou. Vamos pernoitar com a lua e dormir na capota ou ir la em casa e jogar o colchão no chão?... Sim, Devilicious. Ótima opção, agora que eu tenho donuts!. Mas como o tempo passa e a gente não vê: É 301 ou 307? Faz um, dois, ou ficamos aqui todo o fim de semana?"

6-
Sonho Delirante
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=UBNqUHj99js] .
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Trecho: "Em algumas noites: o chão não está mais lá! E sob o manto escuro, salpicado com lindas luzes azuis, distorcidas e mortas, há uma maré de aromas arábicos e voluptuosos, que são lançados no mar do clima (no) ambiente, como cardumes de feromôneos notífloros, revoltos e flutuantes......Renda-se aos desejos mais extremos, quando as flores tornarem-se borboletas entrevadas e os olhos vermelhos dos muros de áurea roxa, presenciarem histórias que jamais poderão contar... [Quando olhares transmutam-se em espelhos no teto — ou em toalhas em saquinhos lacrados, ou em sabonetes inodoros de 5 g — e taças viram uma cascata de suor alcóolico que deságua sobre um corpo quente, macio e qualquer: Diga que tudo foi apenas uma fraqueza momentânea] Em noites mornas, de ventos frios, da pele gelada e alma em brasa: tudo na paisagem é turvo, pois o mundo fugiu, levando nossa dignidade, embaixo do braço. Às vezes, nos enroscamos no asfalto. Tropeçamos em formigas. Vomitamos porra na boca da castidade que andava de salto e minissaia, pelo sereno de uma vida nada fácil... ...é, e mesmo chafurdando a pica num fast-food que escreve o número errado do telefone, num guardanapo de padaria que logo mais virará uma fraldinha de fumaça, mesmo assim: nem tudo é acessível como lojas de conveniência e mercados 24 hs. Hoje as damas da noite foram presas por porte ilegal de arma enquanto exalavam um acre odor de smirnoff ice, maconha e líquidos amarelos e ácidos que correram de suas bucetas beiçudas e ganharam o mundo. E no banheiro da justiça, o cinco contra um é o entrevêro da frustração carnal. As paredes?! Ah! as paredes. Elas continuam indo e vindo... As legendas amarelas-tremulas, parecem estar em russo... Meu saco está suado... —Merda! Não tem toalha nesta joça
"NAUS E NADA, AS PUTAS QUE NOS DESPERDIÇAM"
"a flexa da mata plástica de cidades nada simpáticas que me poluem a vida com suas luzes lambidas distorcidas da visão que irrita a íris do arco-sem-íris ou flexas de um amor que ceife minha vida sem gotas de salvação enlatada em amantes que nos deixam por uma guitarra enferrujada de um alguém que logo irá sem ao menos ter deixado nada nessa equação maniqueista de uma matemática onde se adiciona a sub-vida do majestoso e viril talento não visto e mal olhado mal amado mal acabado será bom ou mal grado (?) este engradado de veias sem rumo e artérias que rumam à desgraça de um dia lindo feliz cheio de tédio nas árvores esgotadas pela ação da eternidade e do esperma nada douto da falta de posteridade aos que posterizam essa reprise engimáticamente-vida no auto quem sabe auge de meus vinte e cinco anos no topo da linha de costura que não segura minhas pernas bambas e bagos não lambidos por fios liso e as vinte páginas que faltam nesses vinte e cinco anos de folha em branco sujo homeopaticamente lúdico deturpado esquecido e trocado pela idolatração paternal sem pai da buceta mais doce de toda a cidade que fedia a asco e cheirava a ácido e não me lambeu as largas vestes e as bolinhas de cobertor do meu Eu sub-mais-que-urbano lavado em dove e novas doses sem pombas, ora pombas, o que se esperar dos fracos quando se é um leão sem reino na selva dos vermes-interesses e vícios pré-pagos e musas de meia hora na calçada da infâmia onde todos querem ser Londres Livros Chicago ou qualquer uma dessas merdas que nos fode a soberania fálica e racha o muro das rachas que não foram lambidas por um deus azul e desbotado que envergonha-se de querer ser humano e vender maçãs nos faróis da metróple-céu-cinza de um opaco aéreo onde pervago sem vagar e digo: nada de centralizar a condição de querer ter uma "condição humana" pois vim pregar erráticamente que a onda agora é deturpar a arte corromper o ânus da situação fatigante e retalhar o ônus de quem atua o "não-liguismo" e mandar a simpatia forçada de quem só pensa no próprio rabo ir comer tofú na tailândia que ganham mais Mais nada além dessa misericórdia forçada e vizinhanças boas na arte da dialética política do diz-que-me-disse e todas suas groupies (que se dizem algo) de olhos mentolados que só vem a vós por culpa de vosso reino e do papel-contact estralando falsidade na agenda porca desta situação vazia e ululante de sossobrar na Latrina que lhe acolhe as verdades mais verídicamentes enganosas neste estadium onde o leão será morto para que o povo cult ganhe seu pão de fezes e lamba o saco peludo dos incautos sem higiene por não saberem enxergarem o espelho diante a retina e suas adjacências avermelhadas mas foda-se pois só na carne há salvação então vem cá, meu bem, e chupe-me longamente por três horas seguidas querida clementina pois o amor que tú me destes joguei fora junto com a porra-filho em boca de quem não mereçe 20 nem 15 muito menos 10 minutos deste jagunço desalmado que voltou ao agreste pra "fazer a limpa" na cidade matando a todos com um taco de golfe e foder as primogênitas de lado em um banco estofado/emprestado atrás de cortinas-muro nesta vida às margens da marginal tietê e todo seu perfume paulistano de cocô defumado ao molho pardo de joguinhos sexuais onde quem sempre perde o jogo é o brilho paupérrimo de um ser que veio a tona-tônica da vida para chafurdar em mundanices hereditárias e salvar-se através d'um útero que pinta o sete e toca o puteiro desta merda de arte! o martir do nada agora grita da alcova e ganha o mundo se putrefazendo. um condescendente baseado e uma bela benevolente chupada de rosto lindo e rabo grande é o que há lá fora e aqui dentro só fantasmas mudos e um que fala: "Vem da virilha à púbis, lindona-que-mais-à-noite-será-de-outrem; olhos como o seu não se vendem em qualquer esquina, a minha alma se mantém ereta até o momento em que espirito da sua misericórdia carnal lhe desfalacer a vagina por completo aço". pare de sujar o chão com sangue, meu amor, a morte é um rolê de metrô e a única coisa que me faz tremelicar feito vara verde é do distante mar lá embaixo, "Pare de se cortar, você anda me confundindo com a primeira pessoa!", tudo não passa de um post sórdido e suas unhas sem sal vermelho já não podem rasgar minhas costas quentes. se você fosse o que disseste, não sumiria tão fácil como as primas do agouçe correndo cheia de desculpas rumo ao lar do seu medinho e amiguinhos boiolas de roquizinho infantil. deixo-te aqui, oh Frígida-como-só-sabe-ser-comigo, e vou à velha caça, findar a vida alheia por mera fome, pois há em minha ansiedade uma maldita miríade de sede por sangue quente velho'u-novo jorrando do pulso de quem se mata por um impulso demente. um brinde ao nada, oh cordeirinha desbotada. dois tiros ao alto e sem narinas à mostra. devolva meu dinheiro. voltarei à casa-lupanares do mim-mesmo, pois lar mesmo é uma buceta que não se fecha diante oportunidade e abrem-se alargadamente no outono forjado de parede de céu nublado. fodeis e viveis até que a morte nos foda a vida." MaicknucleaR

Sarau do "VERBOS CURTOS" (Humberto Fonseca + MaicknucleaR) no CCJ
Verbos Curtos (Bebeto Cicas & MaicknucleaR)

Ruas de confete com chão de camurça,Escadas de prata e corrimão de ouro,Prédios centenários e elevadores antigos,Apartamentos de mármore e tapetes persas.Bocas hipérboles me transformaram em lenda,Ouvidos aguçados mostraram-me a cidade,Pedestais de cristal me levaram ao alto,Desci bruscamente em um pára-quedas de seda.A psico-atividade me apresentou ao poço,A pílula mágica me mostrou seu fundo,A corda do balde me levou ao topo,A realidade de um triste mundo.Sou um filho do atroz que anda na opulência,Observando o mundo da cobertura da iniqüidade,“Conspícuo largado” e com clarividência,Ostracística incumbência de toda minha probidade.Profanas belezas sugaram-me em camas,Resquícios da opressão jogaram-me contra paredes,As vozes da razão hoje já não me enganam,O Jazz não é Blues, ouço Control Machete.Cantei para um quarto azul e uivei para a amarela lua,Fui admirado pelo egrégio, mas andava com o ébrio,Fui amado pela princesa enquanto eu desejava a puta,Musico frustrado finge ser poeta para matar o tédio. MaicknucleaR

Verbos Curtos, ensaio, no CICAS
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=VYgmV2vipFE]
Hoje eu tropecei nos limites da percepção e quando topei com o dedão do pé na quina da lucidez, senti o traumatizante disparo seco, do raio que criara a fronteira entre a miséria e a glória. Quando estátuas hasteiam bandeiras, no meio fio de um filme mudo, os cubos de gelo separam o certo do errado, como um protocolo à se seguir no mundo. De manhã, as catástrofes brotavam das latas de atum e faziam rachas de rolo compressor, no quintal dos fundos, embaixo dos varais gozados. Indo de coberturas à bancas de jornal. Não há mais esquilos e filmes pornô, nos rejuntes do piso. Só ternos de plástico, verdes e omoplatas sem graça. Pois, hoje, toquei nos seios da justiça, enquanto divagava nas tragadas de uma diva sem olhos e enrabava a liberdade que há na mente dos loucos. MaicknucleaR
E Ae Muy Guapa (MaicknucleaR - Todo Torto e Muito a Pampa - EP) [audio http://files1.mailboxdrive.com/mp3s-new/m/maicknuclear@hotmail.com/876154.mp3]
"Velha e boa. Viva e saudosa: Maldita!!! Uma ninfa que põem a agulha de uma quarenta e cinco, num disco do Marvin Gaye, apaga a luz da sala e come seu coração, à partir da memória. Uma vadia que rói a base dos portões levadiços, dos castelos mais troncudos, gélidos e imponentes. Criando assim, buracos que atravessam toda a extensão das montanhas de nossos prostituídos sentimentos e nos deixam imóveis, sobre os tapetes da nossa falta de fé. Aquela mãe da rua que escava nossas tripas, chupa nossos órgãos e vomita-nos numa privada sem água sanitária e piercing de pinho. A mais linda puta da zona, atirou em seu peito, de dentro para fora, com uma calibre doze, carregada com giletes e sal. Depois, largou-te à esmo, entre lápides, bares e falsos sorrisos que lhe pedem autógrafos higiênicos. Mas... se é isso que Deus me reservou e mandou que você, sua vaca, me trouxesse; diga ao carteiro que este endereço já não existe mais... ...e por favor, pare de apagar minha luz, pois já não há mais pulsos à serem cortados! E as cordas que antes me esganavam, hoje, tornaram-se frágeis linhas de costura e eu juro! juro que cansei de precipitar-me do vigésimo primeiro andar, por culpa de um deserto de solidão." MaicknucleaR

*CURTA-METRAGEM
De MaicknucleaR: A Decadência do céu e a beleza do inferno
Fatos assombrosos, de uma noite decadente paulistana, contados por Mantêga, um escritor qualquer.
 
frontier
 Acesse o canal: videolog.uol.com.br/video.php?id=378679w

Estretiche (MaicknucleaR)
Estretiche. Perdida no metro um tanto quântica. Um cálculo infálivel. Soma de um velho título. De uma velha decadência pertencente aos anjos que caem bêbados no chão: a beleza do inferno... Derrama o cósmico mágico no que já é explícito ao sermos nós mesmo! Esparrama essa vital (im)pulsação desesperada. Estratégia!. Vai. Some no retrovisor. O portal derradeiro das coisas inseguras, como fogão em finas placas polares. Milhões de quilômetros a um palmo de distância. Vem. Te espero no lúdico. Aquele com bandeirinhas de países e luzes heinecken...... quem sabe somewhere over the rainbow, quem sabe no frio vazio do estacionamento desbotado-cinza, ei, señor: don' think. -Think Ludic -Tá vendo como você é foda. Já temos o nome do nosso bar - todos são foda com o vento a favor, mas ei, señor: don' think: Think Ludic. Vai. Cintila noite aqüosa como suores de garrafa trincada. Todo seu lúdico raiar iluminando manchas em calçadas, lavando almas artificiais que surgem na vereda de um licor que não desce. Já viu asfalto azul? Coisa boba, mas nada se iguala. Vem. Fetiche. Reverbera a luz do poste em minha rima entrevada. Meu beco favorito é o diabo no corpo das que tocam guitarra. Reluz cabelo ouro bruto, com proposta cênicas, cheiro-cio saindo pela boca. Expelindo conhecimentos profanos e tornando um louco, sultão. Imagens, amostras delas, rabiscadas em sugestões sensuais de panos malucos. -Aqui tá tanto frio. -Então: gruda!!!! -Amo esse seu jeito maloqueiro... Maloqueiro... ...gostei da definição!

MaicknucleaR entrevista a banda VISITANTES
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=HPEJhTs71MA]

A banda UzzmetralhA é uma criação conjunta (e totalmente autoral) dos loucos paulistanos, do Pq.Edu Chaves, MaicknucleaR & Vagau Punani.
MaicknucleaR é quem escreve todas letras, canta, compõe e é co-produtor ao lado de Vagau Punani, que compôs todas músicas, produziu-as e tocou (guitarra e baixo) nas gravações.
"UzzmetralhA (esq. Vagau Punani dir. MaicknucleaR)
UzzmetralhA (esq. Vagau Punani dir. MaicknucleaR) [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lLuQPBNdTVsOriginalmente formada no fim de 1999, a banda Uzzmetralha, desde seu início sempre teve como fator motor a inovação, miscigenação e liberdade de criação totalmente autoral e desfocada de qualquer espécie de rótulo, estilo ou julgamentos à parte. Devido a vários fatores que decorrem da vida a "banda de dois", como diria MaicknucleaR, sempre criou em excesso, mas nunca engatou em shows e derivados, pois sempre havia problemas de falta de baterista, falta de locais para ensaiar, mas mesmo assim a dupla Vagau e Nuclear nunca pararam de acreditar n'UzzmetralhA, ou deixaram de criar novidades.

*
Poesia Maloqueirista com Participação de MaicknucleaR
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=0L80uCq5zIk]