Raramente
diz "eu", prefere o "nós" da Droid onde ele e mais sete elementos fazem
documentários, filmes ou "spots" promocionais com música em fundo
Já
perdeu conta aos videoclips que realizou, sozinho ou com o colectivo
lisboeta Droid-id do qual faz parte, mas foram dezenas. Tem 35 anos,
começou em 1994 como assistente na produtora Latina Europa. "A minha
escola de cinema", resume. Raramente diz "eu", prefere o "nós" da Droid
onde ele e mais sete elementos fazem documentários, filmes ou "spots"
promocionais com música em fundo. Agora vêm aí cinco concertos filmados
para a RTP2 (Micro Audio Waves, Terrakota, JP Simões, Dealema, X-Wife)
e documentários sobre Mão Morta e OqueStrada. A ambição é o cinema - a
primeira experiência, uma curta, "Frunc", já estreou - embora a música
seja uma constante, tendo feito parte de várias bandas. Quando fala de
videoclips intemporais lembra-se de "Thriller" de Michael Jackson por
John Landis ou "Come to daddy" de Aphex Twin, por Chris Cunningham. O
último que lhe encheu as medidas: "Fuck you" de Lily Allen,
concretizado pelo colectivo francês Ab/Cd/Cd.